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Haddad sugere que Bolsonaro seja burro e psicopata

Em texto, ex-prefeito diz que "adjetivos não são excludentes"
publicado 18/04/2020
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Em sua coluna na Folha de S.Paulo deste sábado (18/IV), Fernando Haddad (PT) reflete sobre a relação entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e Jair Bolsonaro (sem partido).

Para o petista, "Bolsonaro macaqueia o ídolo", o imita em ações e discursos.

"A eleição americana deste ano reveste-se de particular importância. Antes da pandemia, já era nítida a postura subserviente de Bolsonaro a Trump. Vergonhosa até. Sempre que pode, Bolsonaro macaqueia o ídolo ​. Do tridente do governo Bolsonaro --autoritarismo, obscurantismo e neoliberalismo--, dois são importados da matriz americana. Trump inspira postura antidemocrática e anticientífica. Só não é neoliberal", escreve.

O candidato à Presidência pelo PT na última eleição cita artigos em jornais que classificam Bolsonaro como burro e psicopata. "Adjetivos não excludentes", diz.

"Para Hélio Schwartsman, na Folha, Bolsonaro é burro: "uma guerra ou pandemia é o sonho de consumo de líderes em dificuldades, pois oferecem o pretexto para evocar o discurso da união e surfar na onda de popularidade". Ruth de Aquino, em O Globo, sugere que Bolsonaro é psicopata: "a psicopatia não é uma loucura, mas uma insanidade moral de quem não tem como se retificar, porque não sente culpa; não tem empatia, o que lhes interessa é o que lhes convém". Adjetivos não excludentes", prossegue o ex-prefeito.

"De qualquer forma, Trump e Bolsonaro vêm gerindo mal a crise. O futuro dos dois é incerto a essa altura, mas o futuro do mundo certamente seria melhor sem os dois", conclui Haddad.

Leia o texto completo aqui.