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Golpistas vão fechar o BB, a Caixa e o BNDES

Para entregar o crédito a quatro famílias
publicado 05/03/2018
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Do PiG cheiroso:

Bancos estatais recuam com recessão e nova orientação


Depois de crescer fortemente durante os governos Lula e Dilma, os bancos estatais estão voltando a ter o tamanho anterior ao da crise mundial de 2008/9. Em 2017, perderam participação no crédito total da economia pela primeira vez em uma década. Apesar disso, seguem com fatia maior que a dos bancos privados - de 2016 a 2017, caíram de 56% para 54% dos R$ 3 trilhões de empréstimos bancários concedidos no país; há dez anos, tinham 33,8%.

O recuo dos bancos públicos decorre principalmente da longa recessão que assolou o Brasil entre 2014 e 2016. A crise reduziu de forma acentuada a demanda por linhas de financiamento operadas por bancos públicos. Há, ainda, a decisão do governo de cortar drastricamente os subsídios ao crédito.

No caso da Caixa Econômica Federal, a restrição à oferta de crédito ocorre por falta de capital, uma vez que a queda da lucratividade, provocada pela baixa forçada das taxas de juros durante o governo Dilma e o forte repasse de lucros ao Tesouro para cumprir metas fiscais, fragilizou a base de capital do banco.

Com a retomada da economia, a tendência é que a demanda por crédito aumente. Alguns especialistas temem, porém, que a mudança de estratégia reduza os financiamentos para infraestrutura, habitação e agricultura, três áreas onde os bancos estatais predominam. Outros acham que boa parte desse papel já pode ser assumida pelo setor privado e que alguns bancos oficiais, como o Banco do Brasil, devam ter o capital pulverizado. (...)

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