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Fachin arquiva trecho de delação que cita irmão de Toffoli

Maia também se salva
publicado 16/09/2019
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(Crédito: Carlos Moura/SCO/STF)

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), acolheu pedidos de arquivamento feitos por Raquel Dodge, procuradora-geral da República, sobre a delação de Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS.

Os trechos arquivados fazem parte de anexos sobre o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ); um irmão de Dias Toffoli, presidente do STF; Humberto Martins, ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ); e José Múcio Monteiro, presidente do Tribunal de Contas da União (TCU).

No pedido ao STF, Dodge argumentou que os quatro anexos careciam de provas e que, portanto, não justificavam abertura de investigação.

O grupo de trabalho da Lava Jato na PGR se levantou contra essa posição e seis procuradores apresentaram pedido de demissão no dia 4 deste mês.

Mas, no mesmo dia em que homologou a delação de Léo Pinheiro, Fachin deu aval para os arquivamentos.

Em seu despacho, o ministro deixa em aberto a possibilidade de as investigações voltarem à tona caso apareçam novas provas.

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