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Bolsonaro esteve a ponto de demitir Moro, mas Heleno interveio

“Se demitir o Moro, o seu governo acaba”
publicado 13/01/2020
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(Crédito: Marcos Corrêa/PR)

Jair Bolsonaro decidiu demitir o ministro da Justiça, Sergio Moro, em agosto de 2019, após o ex-juiz (sic) criticar a decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, sobre o Coaf, que acabou por proteger o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ). A informação, que consta do livro "Tormenta – O governo Bolsonaro: crises, intrigas e segredos”, da jornalista Thaís Oyama, foi compartilhada por Guilherme Amado, da revista Época.

De acordo com o livro, o presidente ficou irritado ao saber que Moro havia pedido a Dias Toffoli que reconsiderasse a decisão que paralisou investigações baseadas em informações do Coaf - entre elas, o caso Queiroz, que envolve Flávio Bolsonaro em seus tempos de deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

No fim de agosto, porém, o chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, convenceu Bolsonaro a manter Moro no Ministério.

“Se demitir o Moro, o seu governo acaba”, disse Heleno, segundo a jornalista.

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