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A Operação Condor nasceu no Brasil. E a Lei da Anistia só tem aqui

Wagner William mostra como a rede começou a operar no sequestro do coronel Jefferson Cardim
publicado 08/01/2013
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Wiliam é autor de importante biografia do Marechal Lott: "O soldado absoluto", editado pela Record.

Agora, nessa reportagem em "Brasileiros", de Helio Campos Mello, ele descreve a operação que prendeu o coronel Jefferson no Uruguai, levou para a Argentina e trouxe para o Brasil, em companhia do filho.

Descreve as sessões de tortura e como, espontaneamente, se sedimentou uma Operação que interligaria os regimes militares do Cone Sul.

De todos os países membros da Condor, o Brasil é o único que tem uma infame Lei da Anistia.

Observe, amigo navegante, o papel lamentável do Ernesto Geisel na narrativa de Wiliam.

Geisel este que o Historialismo brasileiro - não é Historia nem Jornalismo - tenta transformar num "Fundador da Democracia" brasileira.

Outro que desponta do texto é o então embaixador do Brasil em Buenos Aires, o Azeredo da Silveira, o Silveirinha, também idolatrado no Historialismo.

Não deixe de assistir ao documentário de Lúcio de Castro sobre a Condor e o futebol.

http://www.revistabrasileiros.com.br/2012/12/19/o-primeiro-voo-do-condor/

 

O primeiro voo do Condor


Com nome da ave de rapina dos Andes, a operação clandestina que uniu ditaduras militares do Cone Sul para perseguir, capturar e até eliminar dissidentes políticos além das fronteiras foi criada pelo Brasil. Conheça em detalhes a ação que deflagrou a rede ilegal de colaboração – o sequestro do coronel Jefferson Cardim de Alencar Osório em Buenos Aires e sua volta forçada para o Rio de Janeiro

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