Política

Você está aqui: Página Inicial / Política / Doria diz que Bolsonaro só passou a defender a Ditadura depois de eleito

Doria diz que Bolsonaro só passou a defender a Ditadura depois de eleito

A memória dele é pior que a do Moro...
publicado 30/07/2019
Comments
Sem Título-5.jpg

Provas do não-alinhamento de Doria e do PSDB a Bolsonaro. Quá, quá, quá! (Reprodução/Redes Sociais)

Deu na Rádio CBN:

O governador de São Paulo João Doria afirmou, em entrevista ao CBN São Paulo nesta terça-feira, que o PSDB nunca teve "alinhamento com o governo Bolsonaro". Ao comentar a fala do presidente da República em relação à morte do pai do presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, o tucano disse que negar a ditadura militar não é "contributivo", mas que não é seu papel julgar a vida de Jair Bolsonaro. Doria ressaltou que viu o pai "perder tudo" por causa do golpe de 1964 e que amigos foram mortos e torturados pelo regime.

Questionado sobre o apoio dele à eleição de Jair Bolsonaro no ano passado, o governador alegou que o presidente só se manifestou enfaticamente a favor da ditadura depois de eleito, apesar da exaltação que Bolsonaro fez ao torturador Carlos Alberto Brilhante Ustra durante o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

Doria comentou ainda sua relação com o ex-governador Geraldo Alckmin. Em junho deste ano, ele havia afirmado, durante uma entrevista, que Alckmin deveria se licenciar do partido enquanto estivesse sob investigação. À CBN, o governador disse que sua fala foi interpretada de maneira incorreta e que ele não defende o afastamento do tucano.

"Eu tenho uma ótima relação com Alckmin. [...] É um homem honesto, sou testemunha disso", garantiu.

Sobre a possibilidade de se candidatar à Presidência da República em 2022, o governador de São Paulo evitou responder, dizendo apenas que foi eleito para ser gestor e que "é ruim para o Brasil antecipar processos eleitorais".

(...)

Em tempo: é possível que o Dorinha Malvadeza tenha um problema de memória (a exemplo do Conge, que não se lembra de ter escrito as mensagens reveladas pelo Intercept). Ou que ele, Doria, não tenha assistido à votação do Golpe contra a Presidenta Dilma Rousseff, em abril de 2017, quando o então deputado Jair Bolsonaro homenageou no plenário o torturador Coronel Ustra...

Gostou desse conteúdo? Saiba mais sobre a importância de fortalecer a luta pela liberdade de expressão e apoie o Conversa AfiadaClique aqui e conheça!

Leia também no Conversa Afiada: