Santayana: Manning, Tiradentes. Traidor ? Herói ?

Manning e o video-game americano no Iraque
O Conversa Afiada publica artigo de Mauro Santayana, extraido do JB online:
O soldado Manning e o problema da lealdade
por Mauro Santayana
Os Estados Unidos se preparam para o julgamento do soldado Bradley Manning, que entregou ao WikiLeaks a correspondência diplomática secreta de seu país. A discussão transcende as leis penais, para situar-se na definição ética do que é lealdade e do que é traição.
É difícil estabelecer o ato de traição, sem que se identifique profundamente as razões do traidor e do traído, associadas aos sentimentos de um e de outro. Quando o traído é uma pessoa, é mais fácil entender as razões ou desrazões morais do ato. As traições amorosas se situam nesse campo. Até faz pouco tempo, em muitos países e no Brasil, o adultério era punido pela lei, mas a realidade superou o Código Penal. Só as sociedades teocráticas, como as islamitas, mantêm o rigor da lei, mas, no caso, só contra as mulheres.
Quando se trata da traição às comunidades nacionais, a situação é mais difícil
As traições pessoais, menos aquelas que envolvam dinheiro, e podem ser levadas aos tribunais, são resolvidas no mesmo plano. Os traídos perdoam ou não os traidores; os que se sentem mais feridos alimentam o ódio ou se refugiam no desprezo ao traidor. Mas quando se trata da traição às comunidades nacionais, a situação é de análise muito mais difícil.
O que separa o herói do traidor? Borges tem um conto muito interessante sobre o tema, com hipotética situação na Irlanda do século 19, que Bertolucci aproveitou, atualizando-o para os tempos de Mussolini, com o filme A estratégia da aranha. O escritor não toma partido, e deixa a dúvida se Fergus Kilpatrick fora herói ou traidor, mas deixa entender que na face do herói podem estar as marcas do traidor — ou o contrário.
Será traidor aquele que se orienta por sua consciência, e considera necessário sacrificar os planos de ação a fim de evitar o sacrifício inútil de vidas? Como estabelecer essa diferença dramática entre o traidor e o herói?
Tomemos dois casos conhecidos, o de Calabar, que ficou ao lado dos holandeses, e o de Tiradentes. Os defensores da memória de Calabar afirmam que, para o Brasil, melhor teria sido a colonização holandesa. A história lhes retira a razão: se os holandeses houvessem expandido sua presença a todo o país, o nosso destino teria sido, provavelmente, o da Indonésia. E outros seriam os habitantes de nosso país, não exatamente nós mesmos.
Tiradentes era suboficial da Cavalaria da Tropa Paga das Minas. Servia, assim, às forças armadas da Coroa Portuguesa. Para os julgadores de seu tempo, ele traíra a rainha de Portugal e os seus companheiros de farda, ao participar da Conjuração que tinha como objetivo final a independência das Minas e do Brasil, e, como objetivo imediato, a prisão e a possível execução do governador da Capitania, o visconde de Barbacena.
Poucos foram os habitantes da Capitania que, naquele momento, o viram como herói. Além dos intelectuais, sacerdotes e comerciantes que participaram da Conspiração, só lamentaram, no momento dos fatos, sua prisão e sua morte, com os requintes de crueldade física e moral conhecidos, homens do povo, que dele se lembravam em sua pregação nacionalista em suas viagens pelos sertões. O reconhecimento público do heroísmo de Tiradentes e de sua profunda razão ética na busca da independência, como realização da solidariedade nacional, só viria muitos anos depois.
O primeiro ato de reabilitação se deve a José Benedito Ottoni, pai dos irmãos Ottoni que, logo depois da Independência, e como vereador em Vila Rica, sugeriu e obteve a retirada do padrão de ignomínia que havia sido erguido na cidade, como repúdio à “traição” de Tiradentes. Recorde-se que a cabeça do Alferes, que deveria permanecer no alto desse poste, “até que a consumisse o tempo”, foi retirada de lá, poucos dias depois de colocada, por mãos até hoje desconhecidas e corajosas, e enterrada em algum lugar de Ouro Preto, não se sabe onde.
No raciocínio dos partidários de Portugal, o herói fora Joaquim Silvério dos Reis, que mantivera (pouco importa conhecer as suas razões) fidelidade à rainha, em carta manuscrita de denúncia da conspiração, enviada ao governador da Capitania. A reabilitação oficial da memória de Tiradentes viria, com a iniciativa de Mário Soares, que, presidente de Portugal — e em cerimônia no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte — decretou o fim do labéu de ignomínia que, imposto pelo Estado monárquico português, ainda pesava sobre o Alferes e seus descendentes.
Uma visão pragmática da História mostra que os heróis estão sempre no campo vitorioso, ainda que a vitória, como a liberdade que Tiradentes pretendia, tardasse no tempo. Os americanos têm um traidor exemplar, na figura de Benedict Arnold, que desertou das tropas revolucionárias, passando ao inimigo britânico. Os norte-americanos não conseguiram prendê-lo e enforcá-lo, mas os próprios britânicos, passada a sua utilidade, deixaram-no morrer quase à míngua em Londres. É certo que, se os britânicos houvessem sido vitoriosos, o busto de Arnold estaria em algum lugar de Londres, como se encontram as estátuas de Nelson e Wellington.
Bradley traiu quem? O governo belicista dos Estados Unidos, servidor do famoso Complexo Industrial-Militar, denunciado pelo presidente Eisenhower, herói da 2ª Guerra Mundial, ou a nação americana que, em tese, o julgará? Traiu os seus companheiros de farda, ou um sistema de poder mundial responsável pela morte de centenas de milhares de pessoas inocentes, nos países mais pobres do mundo, mediante as guerras de conquista, os golpes de Estado, como os que sofremos na América Latina?
Quem trai, trai sempre em troca de algum benefício. Bradley não agiu em benefício de si mesmo, desde que não recebeu qualquer compensação pelos seus atos, nem se pode dizer que tenha passado as informações de que dispunha, diretamente, para os “inimigos” escolhidos pelo governo de seu país.
Um juízo rápido, provavelmente superficial mas indicado pelas informações disponíveis, pode identificar Bradley como um jovem inquieto, preocupado com as crueldades da guerra de que participava, com a segurança real e a felicidade de seu povo. Em favor da nação — essa é a ideia que se impõe no exame de seu caso — ele se colocou contra o Pentágono e contra a diplomacia cínica, hipócrita e prepotente de seu governo.
De acordo com os observadores, ele poderá ser condenado à prisão perpétua, mas, provavelmente, um dia, seus atos serão vistos como heróicos.
Um grande menino HERÓI.Não importa o que os infames venham a te fazer.Eles jamais alcançarão a grandeza de teu coração.Mas agiste certo e por certo,se existe um Deus,ele saberá te amparar e te confortar.Tens o meu mais profundo respeito.
posso ver como é difícil pra vc entender o que é traição, ética, corrupção, ser mentiroso……
Traiu os interesses belicistas de uma minoria sanguinária e serviu heroicamente milhões de cidadãos ao redor do planeta. Proponho para ele uma medalha de honra brasileira. Tipo da medalha que Jânio deu ao Che.
Bradley é um jovem de rara sensibilidade humanística. Sua capacidade de enxergar a incoerência e a hipocrisia de sua missão foi superior à lavagem cerebral que ele e seus companheiros receberam antes de invadirem o Iraque. Imaginem, na antiguidade, um soldado romano denunciando o Império. Realmente é um herói mundial. Desejo que não seja mártir.
PHA,
Não tem como ter uma aba do Santayna neste blog?
Seus textos são maravilhosos!
A verdadeira democracia é aquela em que o poder é difuso. Sociedades em que o poder foi(é) centralizado, sejam de orientação capitalista ou comunista, são o que são.
Manning é herói.
Bradley Dreyfus manning.
Em vinte anos, com sorte antes disso, a sociedade americana saida já de seus pesadelos, o reconhecerá.
como a francesa com dreyfus afinal.
E nao se duvide desses pesadelos: se a atual elite corporativa continuar no mesmo passo é inexorável.
Bradley Manning é um Herói!
Só pode ser HERÓI com todas maiúsculas, não herói nacional, mas, herói mundial. Porém como todo herói, não viverá para comemorar. Na terra do “FAÇA O QUE MANDO E NÃO O QUE FAÇO”, ele não tem a menor chance. Se vivesse num país democrático ainda poderia ser; mas como são tão poucos, dá para contar nos dedos de uma só mão. QUE DEUS TE ABENÇÕE HERÓI MUNDIAL.
Como sempre, um belíssimo e instigante escrito.
Bradley Manning, na minha modesta, acreditava no que lhe ensinaram – democracia, liberdade, honestidade, justiça.
Sabemos que por lá não é bem assim. Ele sentirá na pele que por lá não é bem assim.
PHA,
E o que acontece /aconteceu com os brasileiros que enviam/enviaram informações sigilosas do BRASIL pacífico para outros países??????
Herói talvez não. Apenas um cidadão consciente, que ousou
enfrentar a máquina de moer cérebros e reputações do es-
tado ianque.Corajoso ele é, sabendo que no mundo haverá
poucos países, que o receberá e aprovará, instados e força-
-dos pelos truculentos patrícios do manning.
Quatro bilhões para o “crack”; quem levará a maior parte
desse aporte? Sumirá na corrupção?
PHA,
Santayana dá uma grande aula na questão dos malditos e dos benditos (questão as vezes temporal). Sobre os americanos e seus desastres para a humanidade, a lista é enorme e antecede a bomba atômica (não citada) sobre alvos civis. Ainda se intitulam “bom” exemplo para a humanidade …….
Deve ser horrível você ser obrigado a executar tarefas e não concordar com as mesmas. Sendo assim , considero o soldado americano um Herói.
Para fazer isso, esse nobre rapaz deve ter se indignado até o fundo de sua alma com a matança indiscriminada de homens, mulheres e crianças que os ianques fazem ao redor do mundo em nome da democracia. Mas sabemos que por trás dessa desculpa idiota (a democracia), o que interessa é matar, saquear e ocupar, por poder, petróleo e o que mais os parta, e dinheiro. E o que é mais estarrecedor é que eles até têm ajudantes, como Itália, Espanha, Inglaterra, França e outros facínoras mais, os quais agora não recordo. Os mulçumanos são a bola da vez. Quem será o próximo povo? Nós agora temos muito petróleo. E acho que não estamos satisfatóriamente armados e treinados para enfrentar esses idiotas poderosos. Quanto ao rapaz, será jogado sobre ele todo o nacionalismo idiota e de fachada que lá existe. E ele será massacrado.
Sim, um dia a História americana há de fazer justiça ao soldado Bradley.Quanto ao Brasil, temos entre nós vários Silvérios dos Reys, travestidos de políticos ,sociólogos, economistas e jornalista.São os que ganham para falar mal do país.Os especialistas encarregados de fazer o trabalho sujo na mídia nacional e internacional.Esses, talvez , excetuando um ex-presidente que não passará de um pé de pag., não terão seus nomes na história, nem como Silvérios.A História é lugar para grandes, como Getúlio,Jango, Lula ,Dilma e Tiradentes.
O que aconteceu com Marighella em Salvador, dia 05 de dezembro de 2011, cem anos após seu nascimento vem ao encontro do artigo de Santayana: o Estado brasileiro pediu desculpas à família, publicamente, pelo que foi feito contra Marihghella. Quanto a Fleury, quem mais se lembra dele, o delegado celerado, herói do PIG, que matou o grande revolucionário baiano para agradar aos americanos e ao regime que derrubou um presidente eleito através do golpe?
E o que dizer de bush e seus asseclas?
Eleição fraudulente em 2000,vacilo na falha de conter o
11 de setembro, invasão ao afeganistão,mentira sobre
armas de destruição em massa no iraque, invasão e de-
vastação no iraque, execução sumaria de governante
estabelecido(mm sendo sadan hussein, este deveria ser
julgado em haia),abhu graib,guantanamo,patriot act,
quebra de wall street em setembro de 2008.
Em que categoria se enquadraria bush?
Mais recentemente, na história do Brasil, mais precisamente durante a ditadura, tivemos o caso do Capitão Sérgio `Macaco`, da Aeronáutica, que se recusou a cumprir ordem do Brigadeiro Burnier, de trucidar as pessoas que acompanhavam o enterro do estudante morto pela polícia da aeronáutica. Até hoje não aceitam o reenquadramento dele como tenente-coronel, porque se insubordinou. Assim como a Marinha não aceita as homenagens a João Cândido. Nem as forças armadas da França aceitam a reabilitação do capitão Dreyfus como tenente-coronel. Tudo porque chefe não erra, e se errar, é por culpa do subordinado.
Certamente o soldado estadunidense é o verdadeiro herói de sua Nação, pois através dele tivemos a constatação daquilo que já sabíamos, o que não sabíamos é que existem cidadãos realmente preocupados com seu país, e portanto livrando-o da desumanização geral de um povo, o que nos faz dar uma certa sinalização positiva a ainda o que resta de humanidade daquele país, pois a farsa de superpotência feita sob a égide da força e do sofrimento de povos, que não conseguem se auto-promulgarem, cai por terra junto ao Febeapá mundial, ficando com o “mico” os pig$ mundiais, sendo que o nosso, nos ensina simplesmente uma ojeriza generalizada, a aqueles que precisam de voz e vez, e o que fazem aparecer, são somente os heróis fabricados, uma bela constatação e explanação do Santayana, pois não é mais cabível no mundo este estado de coisas, estamos rumo a Paz com Pão, e as cooperações internacionais, sem que para isto lancemos mãos as armas, pois hoje podemos falar, consequência cabal do pensar, basta-nos ensinar o amor ao próximo e o compartilhar…maumau
este soldado não é cego, como os seus superiores. ele via a conviveu, com a morte pela morte. ele nãoacitou a mentira de seus superiores. como fazem hoje os especuladores e banqueiros do mundo especular. ele não aceitava matar um ser humano so para tomar suas terras eu petroleo. ele não aceitou como disse o general uruguaio , hoje, não devemos esuecer o passado, temos que punir os culpados pelas mortes.
Falando-se falando em traição, uma das poucas figuras do pig em que eu acreditava que a massa cefálica fosse cinza e não marrom, pasmem, pede para que os ianques tomem conta do Brasil Central.
O nome, por favor.
Olá PHA, tudo bem?
Meu saudoso pai citava sempre o seguinte adágio:
Neste mundo traidor, nada é verdade, nada é mentira.
Tudo é de acordo com o cristal com que se mira.
Traidor nos E.U.A. e herói para o resto do mundo ao dar informações ao Wikileaks que confirma o que todos já sabiam.
O mais estranho é que o “País da Liberdade” abafou e continua abafando os maus tratos aos quais Manning foi (e talvez ainda esteja sendo) submetido na prisão enquanto sua diplomacia continua condenando os maus tratos cometidos por governos de outros países. O barulho lá dentro dos E.U.A. acerca disto é grande porém, o filtro da mídia governista e corporativista de lá impede que se saiba toda a verdade.
Santayna, sempre um inovador sobre a maneira de vermos as coisas!
Para mim, Manning é um héroi! Como pode a sociedade norteamericana dizer que vive em uma democracia, se comete tantas atrocidades pelo Mundo?! Será que são felizes e orgulhosos por causarem dor e sofrimento para outros povos?! Impérios vão, impérios vem…
…mesma situação confusa quando se fala das Farcs, Eta, ou qualquer grupo que briga por uma mudança , normalmente em beneficio social…já fomos taxados de “subversivos”(traidores)dilma, Lula..todos traidores!…quem diria..pelos militares que tinham usurpado o poder pela força em detrimento de direitos civis conquistados com muito sangue pelo povo..a historia está repleta de casos..e para justificar o injustificavel temos o Pig, decidindo por nós quem é traidor e quem é o herói..
Santayana sempre lúcido…
Não tem como nao tocar a mesma tecla..Ley de Médios Já !
corrigindo “tachado”
Ótima análise sobre o ponto de vista do observador… Traidor ou Herói… Cristo era traidor de um lado e herói do outro! =^)
quem é heroi o soldado ou a dilma. o soldado entregou todas informações ao wikiliks, a dilma negou todos os
nomes dos seus companheiros.
obs; meu pensamento, os dois são bravissimos.
Texto imprescindível!
Obrigado.
Esqueci o site gelei, logo de onde? da foia
http://www1.folha.uol.com.br/poder/888710-governador-do-para-nomeia-parentes-de-magistrados.shtml
É o jeito tucano de atucanar a administração do Estado do Pará.
Santayana é um oásis para quem gosta de uma excelente análise da conjuntura nacional ou internacional.
Manning já é um herói do lado mais fraco das sociedades humanas e dos conectados eletronicamente pela liberdade.
José Ivan Mayer de Aquino
Ação da Cidadania Contra a Fome, a Miséria e Pela Vida
Texto exclarecedor
poderia tranquilamente
fazer parte do argumento de defesa
desse bravo Manning
gente eles ja dormiram noites melhores,agora nem tanto, ja é possivel ver o dedo deles no gatilho,logo,logo irão ao bancos rèus,o pig não combina com democracia
quem deveria ir para o banco dos réus , são os banqueiros que querem destruir os fundos de pensão de todos os paizes.
Esse rapaz foi um herói, ele foi humano e de muito bom senso. Tem amor a todo ser vivente. Ele é o Herói do Mundo.
Só uma correção no segundo parágrafo, onde se diz “Só as sociedades teocráticas, como as ‘islamitas’…”
É errado dizer “islamitas”, pois o uso do “ita” significaria que se trata de uma seita, e não de uma religião – que é o correto. Também não confundir com “islamistas”, que é correto e é o termo dado àqueles que pregam/espalham a mensagem do Islã.
No caso aqui, o correto seria dizer “as (sociedades) muçulmanas” (se quer usar no plural) ou simplesmente “o Islã” (no singular).
No mais, bom artigo.
Tem outras sociedades, por aí, que também são teocráticas: movidas pelo “deus money”. Como não convém, ele não é cosiderado Deus. Qual deles é o pior?
“A história de todas as sociedades até agora tem sido a história das lutas de classe.”
O manifesto comunista – Karl Marx Friedrich Engels
Sempre digo que a Democracia é o pior regime de todos eles; incentiva o capitalismo selvagem, propiciando a corrupção, bem como, um maior afastamento entre as classes sociais. O comunismo de Marx e de todos que seguiram a sua cartilha, falhou por ser bom no papel, mas na prática ser mal executado, por achar ser necessário a luta de classes e consolidar seus ideais através de revoluções. O Socialismo (não sendo o de FHC, que na verdade é o neoliberalismo) com distribuição de renda é um solução melhor para resolver os ‘grandes desafios do munido atual. O milagre feito por Lula, nada mais é que uma percepção diferente no modo de governar!!!
Comparando a realidade brasileira:
O juiz: rede Bobo
O réu: o povo, e seu governo social
Os fatos divulgados por este soldado e outros que pipocam por toda parte demonstram claramente a queda do protagonismo americano. É uma questão de tempo!
Tenho medo desta queda. A história nos relata que quando caem há muitas mortes e atrocidades…
Um dos maiores heróis da história, consider você ela real ou fictícia, no momento não importa, foi aquele que sofreu em uma cruz injustamente. Todos os maiores heróis da história seguem este exemplo de uma forma ou de outra.
Enquanto isto, na brazilândia, o PIG e o seu staff conspirador deita e rola, solto, livre de qualquer restrição, de qualquer punição, a esmerar-se na traição ao interesse maior da nação, e nada, nadica de nada acontece com os “informantes” que sustentam pela informação deturpada e pela blindagem dos seus “ungidos” as correntes entreguistas, que vendem a pátria por míseras 30 merrecas.