O Conversa Afiada reproduz artigo do jornalista Luiz Cláudio Cunha, que, aqui, recentemente, pregou a extinção da Lei da Anistia.
Jobim, o indefeso, sitiado por idiotas
Luiz Cláudio Cunha *
O momento mais retumbante da festa dos 80 anos de FHC em Brasília não coube ao aniversariante. Ele foi produzido pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, que citou uma frase de Nelson Rodrigues sobre os idiotas de um tempo em que “chegavam devagar e ficavam quietos”. E avançou: “O que se percebe hoje, Fernando, é que os idiotas perderam a modéstia”.
Ficou no ar a suspeita de que Jobim, um pemedebista de alma tucana, se referia aos governos do PT, já que emendou uma confissão no limite da grosseria: “Se estou aqui, foi por sua causa”, declarou-se a FHC, sem citar os nomes dos últimos dois presidentes que lhe garantiram o emprego de ministro – Lula e Dilma. Rubro de vergonha, Jobim correu ao Planalto para evitar o bilhete azul de Dilma e esclarecer que o insulto mirava os jornalistas.
Os fatos, porém, indicam que os idiotas mais insistentes habitam o próprio entorno de Jobim, algo especialmente arriscado para quem comanda 190 mil soldados, 74 mil aeronáuticos e 58 mil marinheiros, de recrutas a generais, brigadeiros e almirantes. Em março passado, o jornal O Globo revelou um documento dos comandantes do Exército, Força Aérea e Marinha ao Ministro da Defesa criticando a proposta de uma Comissão Nacional da Verdade destinada a investigar violações da ditadura aos direitos humanos. Sem modéstia, os chefes das Forças Armadas lembram que “passaram-se quase 30 anos do fim do governo chamado militar…”.
Como idiotas raramente chegam ao generalato, os comandantes só podiam estar rendidos ao cinismo ao dourar como ‘governo chamado militar’ aquela ditadura vergonhosa e envergonhada de 21 anos que investigou 500 mil cidadãos nos órgãos de segurança, deteve 200 mil por subversão, prendeu 50 mil nos primeiros cinco meses após o golpe de 1964, torturou 10 mil só no DOI-CODI paulista, exilou 10 mil brasileiros, cassou mais de 4.800 políticos, de vereadores a presidentes, expurgou juízes do Supremo, fechou o Congresso Nacional por três vezes, torturou, matou e impôs a censura à imprensa e às artes, entre outras truculências.
Na quinta-feira (7), o site Sul21 relatou uma perturbadora descoberta da Associação Nacional de História (Anpuh): essa idiotice dos comandantes continua a ser ensinada aos jovens estudantes dos colégios militares. O livro História do Brasil: Império e República, de Aldo Fernandes, Maurício Soares e Neide Annarumma, ensina aos alunos do 7º ano do Ensino Fundamental nos colégios militares que o golpe de 1964 foi “uma revolução democrática”, uma reação ao comunismo. O livro, antes que algum idiota pergunte, foi editado pela Biblioteca do Exército (Bibliex).
A Anpuh enviou em agosto passado carta ao MEC, à Casa Civil e ao ministro Jobim indagando: “Que cidadãos estão sendo formados por uma literatura que justifica, legitima e esconde o arbítrio, a tortura e a violência?”. No início deste ano, já sob o governo da ex-guerrilheira e torturada Dilma Rousseff, o MEC reconheceu sua impotência, dizendo que o artigo 3º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional fala em “liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber”. Na terça-feira (5), quase um ano após a remessa da carta, o porta-voz do Ministério do Exército, subordinado ao imodesto Jobim, enfim respondeu, dizendo que o livro que traveste a ditadura de 64 em “revolução democrática” tem uma linha didático-pedagógica que “atende adequadamente às necessidades do ensino da História”. Nenhum idiota do governo teve o cuidado de explicar como é possível a adequação entre ditadura e democracia num mesmo e sinistro episódio da História brasileira.
Jobim sinalizou um único jornalista entre os idiotas que se achegam a ele: Fernando Collor, um ex-estagiário da sucursal brasiliense do Jornal do Brasil, hoje senador pelo PTB de Alagoas e atual presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal. Defensor do estúpido sigilo eterno para documentos oficiais, Collor teve que ser convencido por Jobim, horas antes da festa de FHC, a desistir de um discurso na tribuna do Senado contra o projeto de acesso à informação, aprovado na Câmara dos Deputados com apoio da presidente Dilma Rousseff. Paciente, o ministro explicou ao inquieto senador que documentos sobre direitos humanos não estão sujeitos ao sigilo. E, com maior paciência, Jobim explicou a Collor que os papéis sobre tecnologia militar sensível já estão protegidos – algo que até os senadores mais imodestos e mais vagarosos no raciocínio já sabem.
Dias antes, com a cara lavada dos santos e inocentes, Jobim explicou a O Estado de S.Paulo porque o fim do sigilo não deve criar “polêmica” em relação à ditadura de 1964-1985: “Não há documentos [sobre o governo militar]. Nós já levantamos e não têm. Os documentos já desapareceram, foram consumidos [sic] à época”, disse o espantoso e conformado Jobim, sem esclarecer quem e como “consumiu” (?) documentos relevantes de uma fase decisiva de nossa História, triturada por delitos administrativos de meliantes fardados — e ainda anônimos — que cometeram crimes de lesa-pátria compatíveis com traidores e supremos idiotas.
Crítico impiedoso da idiotice reinante, Jobim esquece as atitudes tolas que adotou como comandante dos 322 mil militares das Forças Armadas, exibindo algumas das poses e cenas mais cômicas da sisuda pasta militar que ocupa. Sua insistência em camuflar seu corpanzil de 1m90 e 120kg em uniformes de combate na selva, agarrando sucuris de oito metros de comprimento ou pegando à unha onças devidamente acorrentadas, sugerem que nosso Ministro da Defesa, no mínimo, perdeu a modéstia de quem deveria, ao menos, ser devagar e quieto, como mostram as fotos.
O homem que manipula serpentes e cutuca felinos com tanta intimidade foi definido pelo ex-embaixador dos Estados Unidos em Brasília, Clifford Sobel, como “um dos mais confiáveis líderes do Brasil”. A inconfidência revelada pelo site WikiLeaks brotou de um animado café da manhã na embaixada em janeiro de 2008, pinçada num dos 1.947 telegramas enviados a Washington entre 1989 e 2010. Tanto entusiasmo pode garantir ao diplomata americano um lugar de honra na lista de Jobim daqueles tolinhos que trocaram a modéstia pelo atrevimento.
O mesmo Nelson Jobim reagiu, sem nenhuma diplomacia, à decisão de dezembro passado da Corte Interamericana de Direitos Humanos da OEA, condenando o Brasil pela falta de investigação sobre os desaparecidos na Guerrilha do Araguaia e cobrando a punição aos torturadores, em franco desacordo com a indulgente Lei da Anistia aprovada em 1979 no Governo Figueiredo, o último da ditadura. “É uma decisão meramente política, sem nenhum efeito jurídico”, bufou Jobim, ignorando os desdobramentos internacionais que podem agravar o prontuário do Brasil, levando o país ao banco dos réus no Tribunal Internacional de Justiça, órgão da ONU com sede em Haia. Nem o mais idiota aprendiz do Direito ousaria repetir Jobim, que alcançou a presidência do Supremo Tribunal Federal brasileiro, egrégio recinto onde o preceito legal (Art. 101 da Constituição) só faculta a presença de juristas de notável saber jurídico, embora nem sempre modestos.
Apesar do lustro, na condição de vice-presidente do STF, Jobim passou pelo constrangimento de ver eminências como Dalmo Dallari e Fábio Konder Comparato pedirem em 2005 o seu impeachment pela confissão de uma fraude: a inserção de artigos não votados na Constituinte de 1988. Quando se completaram 15 anos da nova Carta, Jobim – um dos redatores do texto final da Constituição – alegou que as modificações não passaram pelos dois turnos do plenário da Constituinte, mas se submeteram a uma votação final de turno único. “Equivalia a um terceiro turno e, portanto, legítima. Tudo foi transparente”, disse Jobim em 2003, depois de manter o segredo por uma década e meia. “Foi um pacto firmado com Ulysses Guimarães”, justificou. Como o presidente da Constituinte morreu num acidente aéreo onze anos antes, em 1992, o ‘pacto de silêncio’ nunca pôde ser confirmado.
Dois professores da Universidade de Brasília (UnB) — Adriano Benayon, doutor em Economia, e Pedro Antônio Dourado de Rezende, matemático e professor da Ciência da Computação — fizeram em agosto de 2006 um esmerado estudo de 52 páginas sobre o vôo solo de Jobim, que ganhou um título eloquente: “Anatomia de uma fraude à Constituição”. Segundo os autores, a inserção feita no Art. 166 beneficiaria diretamente os credores da dívida externa. As mudanças foram feitas na etapa final da Constituinte, quando a assembléia fazia apenas acertos no texto, admitindo somente emendas para melhorar a redação ou suprimir dispositivos. Benayon e Rezende avaliaram o requerimento feito para fundir os artigos 171, 172 e 173.
A alínea B do Art. 172 (atual 166) previa não ser mais necessário indicar fontes de receita nas emendas vinculadas ao pagamento do ‘serviço da dívida’. Em vez da firma dos líderes de todos os partidos, anotam os autores, ali estão apenas as assinaturas de Jobim e do falecido líder do PTB, deputado Gastone Righi (SP).
A mudança determinou a liberação do pagamento de juros e amortizações da dívida, ou seja, a quitação passou a ser feita com recursos de qualquer setor. O valor pago pelo serviço da dívida pública foi gerado principalmente pela fixação de altas taxas de juros. Conclusão do estudo sobre a fraude: “O mecanismo das altas taxas reais de juros, combinado com a capitalização destes, gera o crescimento automático das despesas com o serviço da dívida, além de causar a elevação de seu saldo”. Os professores da UnB dizem que o aumento das despesas resultou no enfraquecimento da economia brasileira e submeteu o país ao controle de grandes grupos financeiros.
O jornalista Sebastião Nery, que nunca foi idiota, leu tudo isso e lembrou que durante anos, ainda como deputado federal, Jobim foi sócio de um famoso escritório de advocacia em Brasília, ao lado de Eliseu Padilha, futuro deputado pelo PMDB gaúcho e futuro ministro de FHC.
Um dos clientes do escritório, lembra Nery, era um dos maiores bancos dos Estados Unidos – o Citibank -, que chegou a ser o maior credor da dívida externa brasileira.
Algo ainda mais grave ocorreu agora neste país cada vez mais idiota diante de tanto absurdo. Na quarta-feira passada (6), o jornal Correio Braziliense noticiou que sumiram os documentos funcionais do tenente-coronel reformado Maurício Lopes Lima, alvo de uma ação civil pública na 4ª Vara Cível de São Paulo. Ele e mais três oficiais são acusados pela morte em 1971 na OBAN (Operação Bandeirante, centro da repressão no II Exército) de seis presos políticos e pela tortura em 20 guerrilheiros — uma delas uma jovem de 22 anos da VAR-Palmares, codinome “Estela”, chamada Dilma Rousseff.
Pois o Ministério da Defesa do ministro Jobim acaba de informar ao Ministério Público Federal que os documentos que poderiam atestar o envolvimento do oficial Lopes Lima na tortura à guerrilheira Dilma — hoje comandante-suprema das Forças Armadas — simplesmente sumiram. A União deu uma cândida explicação à Justiça: “Vários dos possíveis documentos referentes aos acontecimentos mencionados, bem como os eventuais termos de destruição, foram destruídos [sic]“.
Ou seja: a destruição foi autorizada (por quem?), e os documentos que atestavam esta estranha liberalidade acabaram também curiosamente destruídos (por quê?)…
Ministro Jobim, qual idiota – por mais despudorado que seja – acreditará nesta tolice?
Por quem e por quê seríamos tão idiotas, ministro Jobim?
Os papéis desapareceram, como ainda estão oficialmente desaparecidos 144 dissidentes políticos da “revolução democrática” de 1964. Na sua defesa, o tenente-coronel Lopes Lima saca do mesmo cinismo de Jobim para desdenhar da condenação da OEA: “Qualquer que seja a decisão da Convenção Americana de Direitos Humanos sobre a matéria, sua relevância será nenhuma”, diz o réu da OBAN. Dilma Rousseff insiste que foi duramente torturada na OBAN pela equipe de Lopes Limas, acusação que ele nega.
O garboso ministro da Defesa já deve ter percebido que a atual ocupante da cadeira presidencial não chega devagar, não fica quieta, não é modesta e muito menos idiota.
Espera-se que Nelson Jobim tenha, no mínimo, a humildade para perceber também que 190 milhões de pessoas não são idiotas.
O povo brasileiro exige respeito, ministro Jobim!
*Luiz Cláudio Cunha é jornalista e nem sempre idiota.
(cunha.luizclaudio@gmail.com)
Clique aqui para ler: “Comparato quer incriminar Johnbim”.
E aqui para ler: “Johnbim tem que cair por que eles mentem”.





A GLOBO QUER O CAOSAEREO. POR ISSO, mandou o Jobim falar asneiras para forçar Dilma a demiti-lo. Então o PIG poderia fazer um ENORME CAOSAEREO, é por isso que querem que Jobim saia. COM JOBIM, GLOBO NÃO FAZ CAOSAEREO.
Acredito que esse ministro é frustrado por não ser militar, será que ele ja ouviu falar no general Nilton Cruz? ou cabo Anselmo?
PHA: não consigo entender o que leva o PT e todos aqueles que lutaram pela democracia, pela eleição do Lula e da Dilma, a ficarem de boca fechada. O que leva o senador Suplicy, a nossa Martha, todos aqueles que podem propor CPIs a ficarem quietinhos no seu canto?
Qual a razão de manter um parvo como Ministro da Defesa? Os militares devem morrer de rir com o “mais esperto” fantasiado de “combatente”.
Com relação aos documentos que “sumiram” podemos começar com os nomes dos que na época eram ministros militares e os comandantes das unidades responsáveis pelos documentos. Quem era o general, o coronel até o sargento que podem ter riscado o fosforo…..?????? Vamos publicar os nomes!!!!!
Que tal levar o Jobim a uma CPI para ele explicar a falcatrua que ele fez na Constituição. Parece que causou prejuizos a Nação. Ou Não???
Os paladinos da moralidade da oposição vão ficar quietos????? O ACMn, Agripino!!!, um tal de Demóstenes,….
Gostaria de concordar com o Jobim, só faltou ele ficar quieto!!!!!
Creio que a idiotice de Jobim é diretamente proporcional à sua altura, portanto, ministro entreguista e atabalhoado e porque não dizer parlapatão: peça demissão.
Texto indignado e digno. Só somos idiotas por tolerarmos um neandertal como esse indigitado ministro no governo que elegemos. Mas, o serviçal dos torturadores e do ex-professor cardoso poderia ter um lampejo de vergonha e pedir para sair.
PH, nesta foto aí em cima vemos o Johnbim com muita intimidade ao lidar com bichos phiton e selvagem, mas para deixar passar um camelo no buraco da agulha ele deixa na maior tranquilidade. Johnbim o povo está lhe cobrando : cadê a documentação dos torturados no regime militar? O gato comeu ou os torturadores estão no bembão pelas cidades litorâneas deste país, e V.Exa. não pretende incomodá-los? Está esperando o mundo lhe cobrar?
“comanda 190 mil soldados, 74 mil aeronáuticos e 58 mil marinheiros, de recrutas a generais, brigadeiros e almirantes.”
e é comandado por uma mulher.
a presidenta dilma
que DEMOROU para indicar à ele
a porta da rua.
Como este Sr. continua no governo?
Será que temos gente com as doenças “rabus presus” ou “medus eternus” na Presidência ou Vice.
É de doer o coração saber que uma história ensinada nas escolas militares chama aquela revolução de democrática.
Mas por outro lado podemos verificar que a história do Brasil de forma geral ta mal contada e já começa dentro das forças armadas.
Nós fazemos júz ao adjetivo de “Idiota”,pois Jobim, que não tem nenhum compromisso com este governo,continua fazendo parte dele, defendendo interesses sei lá de quem.Será que as forças ocultas,citadas por Getúlio e Jânio Quadros,dão sustentação ao mesmo ?
Vergonha dessas forças armadas,que acobertam seus próprios crimes.Vergonha dessa mídia vendida e manipuladora,cúmplice de atrocidades perpetradas contra seu povo.Vergonha de um povo sem memóia,que cala e não se levanta para exigir a verdade.Vergonha desse fanfarrão,transvestido de militar e com pose de marechal,sem sequer ter pisado em um campo de batalha.Vergonha.Vergonha.Vergonha.Quem precisa disso?
Nelcity Jobank. Constituinte já, pois! A outra (88) é uma fraude.
Pois, é. O Luiz Claudio Cunha, nesse seu excelente artigo, coloca q a História do Brasil criada por nossa elite, dominante, dita q a “redentora” foi uma revolução q livrou a pátria do comunismo… Entendo q a ordem dos fatores é de suma importância. As Classes Armadas estão à serviço da ordem democrática q serve à elite, dominante… Então, o Exército, ou a Marinha, por exemplo, não impuseram a “redentora”, sozinhos; foram, em princípio, um instrumento da elite, civil, q, tbm, é responsável por todos os desmandos autoritários perpetrados. Isso é uma verdade; não interessa q, num segundo momento, tenha acontecido um golpe, dentro do golpe… A verdade é q o poder civil esteve, sempre, por seus agentes e meios, apelidados de instituições, até, à serviço do objetivo: combate ao comunismo. Por essa razão, é q urge preparar o meio militar, pela educação; recriando novos currículos disciplinares, envolvendo lógicas nacionais e, não, interesses estranhos à brasilidade. Como mandar nossos militares fazerem cursos em país dominante? Pq?…
É pena que o país continental tenha que passar por este tipo de situação. Dirigentes que trabalham na calada da noite para apagar nossa história. Talvez porque sejamos todos? Idiotas? Por deixar que isto esteja acontecendo sem que haja uma manifestação massiva da população. O momento atual está nos mostrando com clareza o tipo de gente a que estamos sendo conduzidos. Eu, daqui deste pequeno equipamento informático, consigo ter acesso a tanta… Na época em que somente a rede Bobo nos informava sobre tudo, eramos felizes idiotas, hoje não. Não me refiro somente a este John. Nosso sistema sem controle, corrupto/entreguista/perpétuo desperdiça um potencial imenso. E continuamos a denunciar, apontar e encriminar pessoas que nunca serão punidas de verdade. Quando iremos às ruas para retirar esses idiotas do poder?
Quer saber? Eu não acho o Jobim um idiota.
Essa comparação ofende os idiotas.
A impunidade continua reinando nesta sofrível democracia. Também ainda reina a confusão entre ditadura, revolução e democracia. Os caras que escreveram esse livro de ensino parece que não entendem a Língua Portuguesa, pois não conseguem distinguir a diferença entre ditadura, revolução e democracia, nem estudaram História. E o Brasil tem dessa gente nefasta espalhado por todo o território, em todos os Poderes. Devido a isso temos um índice tão alto e grotesco de impunidades.
O que será que falta a nós Brasileiros, para irmos às ruas e numa situação como esta, exigirmos a renúncia do Ministro Idiota?
Seria por acaso uma Liderança corajosa?
Onde está o PT, que há muito não dá as caras e convoca o povo às passeatas?
Acomodou-se no Poder?
O Povo Brasileiro é ordeiro, mas não é idiota.
Fosse na Europa, o Ministro Idiota já teria sucumbido.
O Juiz:
Não necessita ir a Europa.Va a Argentina o a Chile inclusive Uruguai.
Sim sim meu caro “O Juiz” na Europa Sarkozy e Berlusconi também já teriam caído…
Os idiotas quanto mais velhos ficam, mais ficam idiotas.
Geralmente os idiotas pensam que os idiotas são os outros.
As revelações, já que são informações sonegadas à população, de Luiz Cláudio Cunha são gravíssimas! Assim, só resta aos brasileiros exigirem a saída do verdadeiro idiota que existe no Governo : Nélson Jobim! Uso esse termo para não citar outros adjetivos bem mais graves, que iriam encaixar-se com maior precisão em Jobim. Quanto aos monstros torturadores da ditadura militar; e seus comandantes e financiadores, que pertencem à classe dominante brasileira; a punição desses vermes é mais que urgente, se pretendermos construir uma verdadeira Democracia neste país. E para que essa punição aconteça, a Sociedade Civil organizada deve sair às ruas, exigindo a revogação da monstruosa Lei de Anistia, imposição cínica da ditadura para se auto-anistiar, e assim este país começará a resgatar a dívida histórica e moral que tem com todos aqueles que foram vitimados pelas atrocidades do período, com as Comissões Internacionais de Direitos Humanos e com a sua população em geral.
Belo texto, e elucidativo. Deveria ser divulgado amplamente pelo conteúdo de nossa história recente.
Jobim fede…
W
Esse é, pra mim, o grande segredo do “sigilo eterno” : para quem REALMENTE trabalha o Mister Johnbean…
Já passou da hora deste calhorda chamado Jobim, cair fora.
Os documentos não sumiram e nem foram destruídos. Jobim os entregou para a extrema direita.
Ou alguém acha que iriam destruir documentos referentes á Presidenta.
Possivelmente, as informações contidas nestes documentos, serão divulgadas pela veja, época e tantas outras. Detritos de maré baixa!
Divulgarão na hora certa, a conta gotas e da maneira deles. Como sempre.
Jobim é um traíra da pátria!
Esse é o retrato mais perfeito de um idiota que já vi, Parabéns!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Manda Jobim às favas Dilma. Chega!
Quanto o Citibank ganhou nessa mutreta do Johnbin?
… Citibank é aquela instituição q usa da cor azul, em todo o seu aparato visual. Ao tempo, eu me lembro, o Banco do Brasil, q usava da cor amarelo-ouro, foi submetido a toda uma série de ataques… Desde a troca de seu nome para Banco Brasil, até a introdução da cor… azul, em suas partes. Hj, em dia, ainda se vê, por exemplo, nos guichês, nas agências, a cor azul… Isso, sem falar no extermínio da Cacex, do desmonte da Carteira de Câmbio do Banco e da própria Agência Centro-Rio de Janeiro, responsável, assim, por coisa de 60% do lucro de todo o Banco, já q operava, majoritariamente o câmbio. Um detalhe interessante dessa “coisa” toda, é q o BB tinha cacife pra salvar o Citibank, agora, qdo o Citibank esteve ruim das pernas…
PHA,
Conforme as fotos mostram: Johnbin gosta mesmo é de pegar na cobra e brincar com a onça.
Ainda não vi um fato verdadeiramente decisivo nesta história toda. Talvez…..talvez…..uma condenação em Haia possa fazer algum efeito. Pois do jeito que está a lei, mamão com açúcar para os torturadores e mandantes, o máximo que hoje alguém pode conseguir é, pelo que entendo, uma declaração da justiça que o criminoso é criminoso. Só.
Diante de tanta desonestidade, safadesa e ma fé os honestos, dignos, honrados sempre serão idiotas. Esse verme rompeu todos os limites.Não é possivel ele ser unanimidade entre os 322 mil que ele comanda. Caso seja, é por ignorancia do histórico de seu chefe ou eles aplaudem os feitos desse calhorda?
O jobin esta certo. Senao, como justificar que ele ainda ‘e ministro deste governo?
PHA, você que é amigo da presidenta, me responda por favor:
porque esse cara ainda está no governo?
Há coisas que não entendo…
Esse texto deveria ser postado em todos os blog’s progressistas por conter informações históricas relevantes para deixarmos de ser idiotas. Informações de ilegalidades, falta de ética, entreguismo desse desqualificado. Só resta fazer uma pergunta, quem mantem esse individuo na pasta desconhece seu histórico? Precisa ser informado urgente para deixar de ser idiota.
Isto é um “tapa na cara” com luva de….chumbo!!
eu não quero administrar essa idiotice com ninguém….esse sujeito, é uma placenta, que a mãe criou, depois de jogar a crianca no lixo..não vale nada!
reinaldo carletti
Que ele está, está, mas pelos seus iguais.
Bravo Luiz!Nós não somos idiotas nem a Presidenta.Esse coronel da banda se acha, mas um dia vai ter o troco dele e pagar pelos males que causou ao país.Uma vergonha!
Não vale um comentário.
Palmas!! Belo texto! Parabéns e obrigado ao jornalista Luiz Cláudio Cunha!
Ministro Johnbim trata o povo como se trata de porcos em pocilgas. Exigimos respeito sr. ministro. Nós não temos cabeças de ervilhas. Cadê a documentação dos torturados de 64 a 85?
Pessoal, o Nelson Jobim, apenas fez uma auto-análise quando declarou:”O que se percebe hoje, Fernando, é que os idiotas perderam a modéstia”. Esse sujeito é um arrogante e pretensioso, um bobalhão!