
Manifestantes usaram adesivo ontem para cobrir o nome do ex-presidente Castelo Branco em placa na Marginal do Tietê, esquina com a Rua Salesópolis, no Bom Retiro, região central. No lugar, puseram o nome de Soledad Barret Viedma, militante de esquerda morta em 1973 quando estava grávida de cinco meses.
Saiu no Estadão:
Câmara vota projeto que retira homenagem na Marginal para general da ditadura
Diego Zanchetta – O Estado de S.Paulo
O viaduto da Marginal do Tietê que leva o nome de um dos expoentes do regime militar no Brasil pode mudar de nome hoje. Trinta anos depois de o prefeito Reynaldo de Barros (1931-2011) homenagear o general Milton Tavares de Souza, a Câmara Municipal de São Paulo vota projeto do Executivo que altera o nome da alça, localizada na Penha, zona leste, para Domingos Franciulli Netto, ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) morto em 2005.
O projeto que altera o nome, de 2006, é de autoria do ex-prefeito José Serra (PSDB), mas foi o próprio Gilberto Kassab (sem partido) que solicitou sua votação à base governista. Com a chegada à Prefeitura do PCdoB, a quem entregou a organização da Copa 2014 na capital, Kassab vem recebendo pedidos de comunistas e associações de ex-presos políticos para que a mudança seja ratificada.
“Miltinho”, como o general era conhecido, comandou o Centro de Informações do Exército e foi um dos militares mais “linha-dura” do regime. “É uma ofensa que esse viaduto ainda leve o nome de um dos maiores assassinos da nossa história. Esperamos essa atitude sensata dos vereadores. Na capital, de forma mais do que urgente, temos de trocar o nome desse viaduto e do Elevado Costa e Silva (Minhocão)”, defende Ivan Seixas, do Fórum de Ex-presos Políticos do Estado de São Paulo.
O viaduto interliga a Avenida Governador Carvalho Pinto, na Penha, à Avenida Educador Paulo Freire e à Rodovia Fernão Dias, na Vila Maria, na zona norte, em sentido único. É uma das 23 pontes e viadutos sobre a Marginal. O nome de General Milton Tavares de Souza foi dado ao viaduto no dia 29 de julho de 1981.
Em seu decreto daquela data, Reynaldo de Barros considerava a “efetiva participação do general no movimento revolucionário de 1964″ para prestar a homenagem. Para o atual presidente da Câmara, José Police Neto (sem partido), há uma demanda da sociedade pela alteração de nomes do período militar que não pode mais ser ignorada pelos vereadores. “Não podemos nos furtar a esse debate.”
Mas a votação não tem apoio unânime na Casa. Único vereador remanescente do período militar, Wadih Mutran (PP) é contra a alteração. “Sou da Vila Maria e ninguém me consultou. Sou contrário. Não podemos mudar nome de pontes, mas apenas acrescentar alguma nomenclatura, como a Ponte da Vila Maria, que virou Ponte da Vila Maria Jânio Quadros”, diz o parlamentar, na Câmara desde 1982. Para ser aprovado em primeira votação hoje, o projeto precisa do apoio de 28 dos 55 vereadores.
PERFIS
Domingos Franciulli Netto, ministro do STJ defendeu o fim dos privilégios do Judiciário
Se receber o nome de Domingos Franciulli Netto, que morreu aos 70 anos em novembro de 2005, o viaduto da Penha vai prestar homenagem a um ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que se notabilizou por lutar contra privilégios do Judiciário. Foi o “Italiano”, como era chamado por colegas, quem encabeçou o movimento, dentro do STJ, que condenava juízes e promotores que deixavam os tribunais para assumir cargos públicos ou concorrer em eleições. Paulistano, o magistrado também criticava abertamente desembargadores que votavam sistematicamente a favor do governo.
Milton Tavares de Souza, antes do regime militar, general foi considerado “herói de guerra”
Milton Tavares de Souza (1917-1981) é considerado um dos idealizadores da política de eliminação física de oponentes armados do regime militar. Por volta de 1966, era um dos principais conselheiros do general Emílio Garrastazu Médici. Ocupou os postos mais altos do Exército, como general da 1.ª Divisão, e perseguiu guerrilheiros no Araguaia. Foi acusado de criar a “casa da morte” de Petrópolis, local onde presos políticos eram torturados. No início da carreira, foi considerado herói de guerra. Recebeu a Medalha Sangue do Brasil por ter sido ferido na 2.ª Guerra. Em 1935, lutou contra a Intentona Comunista.
Sinto uma profunda tristeza e um vazio enorme em pensar que quem foi torturado e morto brutalmente durante o regime militar e segue desaparecido, foram os companheiros que realmente lutaram pela causa. Entretanto, temos hoje “companheiros” que sobreviveram e estão no poder, porém não me resta dúvida que morrerão aqueles que não barganharam , não abriram a boca, e que tinham um ideal real.
Já essa corja que barganhou, que delatou companheiros, que pegou em armas por interesse próprio esta aí ….. Finjindo que governa, finjindo que sente muito pelo que passou, finjindo, finjindo e finjindo……
Segundo o vereador: “Sou contrário. Não podemos mudar nome de pontes, mas apenas acrescentar alguma nomenclatura, como a Ponte da Vila Maria, que virou Ponte da Vila Maria Jânio Quadros”
Sugiro então “Ponte Milton Tavares de Souza – assassino e torturador”.
Ah! Em Campinas tem também uma estrada com o nome do meigo general.
Uma vez me disseram que em São paulo não existe nada com o nome de Getúlio Vargas. Isso é verdade?
Aqui em Niterói temos dois exemplos de homenagens discutíveis. Nossa principal ligação com a capital, a ponte, leva o nome do ditador Costa e Silva. Talvez ninguém note porque ela é mais conhecida como ponte Rio-Niterói.
Outro exemplo tosco vem de uma rua de Icaraí, principal bairro da cidade. A primeira paralela com a praia leva o nome do sanguinário Coronel Moreira César, que além de facínora era incompetente: ordenou um ataque fracassado a Canudos e saiu ferido de morte.
Em Campinas tem um monumento em uma das avenidas em homenagem ao clã dos kennedy. Vai ser vira-lata assim lá no mato.
Hehehe, toda vez que eu passo por lá eu cuspo em direção àquela praça…
A ultima de Campinas, querer trocar o nome de Viracopos por Quércia, que é conhecido no Estado de SP, o Governador que acabou com o Banco do Estado de São Paulo, seria um pesadelo para a historia de Campinas, como Serra e Alkimim que acabaram com a Caixa Econômica do Estado de São Paulo, e outros que não me lembro no momento, mais a gente vê que mudaram fundarão partido mais o idealismo de acabar com São Paulo continuou, PMDB e PSDB e agora o PSD, são todos iguais, todos da mesma ideologia !
Torturador deveria era estar na cadeia, ainda mais com suporte da ditadura.
Muda, sim.
Alguém se sentiria confortável de morar na “Praça Adolf Hitler”? Não, né?
Convenhamos. Há… figuras… personalidades… que não se honram usando seus nomes pra homenagear o que quer que seja. Chega a ser desrespeitoso.
Existe um projeto de construir mais banheiros públicos no metró de sampa, e cada um deve ter o nome do homenageado: ‘banheiro cerra” , ” banheiro sarna” , “banheiro malu”, “banheiro daslu” e assim por diante.
As homengens deve ser para os herois do Povo e jamais para bandidos, trairas e vende patria. A Lei de Medios é uma impossição.
A historia não se muda por causa do nome, exemplo disto a gente teve nos erros dos mapas mundi que colocaram dois Uruguai, o que precisa é antes de construir um viaduto ou uma estrada ou uma avenida, ter uma lista com nomes dos homenageados e aprovados pela comunidade, e seguir por ordem. Outra coisa, muitos destes militares tinham no peito o patriotismo, e não estavam tão errado assim, hoje a gente está vendo alguns dos “refugiados políticos,sendo maus políticos” eles não mereciam estar aqui no Brasil pelo mal que estaõ causando a nossa pátria, muitos estão muito ricos mais do que os que ficaram trabalhando honestamente ?
Não houve honestidade durante a ditadura militar. Era comum grandes construtoras, mineradoras e multinacionais colocarem militares de maior patente do regime em sua diretoria para conseguir “favores” da ditadura. Dow Chemical que o diga. Aliás, não só militares mas como diversos políticos que davam sustentação ao governo eram favorecidos. Lembro-me bem, nos estertores da ditadura que o PDS, recém finda ARENA, ficou conhecido como Partido dos Depositantes na Suíça.
Aos responsáveis pela treva da ditadura militar, só mesmo o lixo da História! =^|
A exemplo do Rio de Janeiro, as placas deviam sempre informar sobre a pessoa homenagiada.
Só o povo tentando esconder o nome desse ditador brasileiro mesmo, porque se depender dos políticos de SP, o honorável militar continuará com o seu nome naquela rodovia.
Se fizerem o mesmo no litoral sul de São Paulo, muita gente se perderá ao voltar pra suas casas. Rs…
Esse repórter (sic) do Estadão, Diego Zanchetta, só pode estar de brincadeira. Notem seu texto: “…é considerado um dos idealizadores da política de eliminação física de oponentes armados do regime militar.” ‘Política de eliminação física’ é o que, cara pálida? EXTERMÍNIO! FALE PORTUGUÊS, RAPAZ!
Se alguém quiser saber se uma cidade é conservadora ou não?
é só começar a prestar atenção nos nomes das ruas.
É um tal de Marechal prá cá, Coronel prá lá … Delegado; Dr.; Dom; Padres, etc …
A elitezinha de direita adora colocar os nomes dos déspotas conservadores idolatrados nelas.
Principalmente em viadutos e avenidas.
Agora no Estado de São Paulo estamos vendo os nomes dos tucanos ineptos tentando ser imortalizados.
Umas aberrações.
Poderiam aproveitar e tirar os nomes dos “heróis” do PIG de nossa toponímia (Ponte Otávio Frias, Av. Roberto Marinho etc) e dos Bandeirantes, assassinos de indígenas.
Alguém sabe informar se na Alemanha existe alguma rua, avenida ou praça como o nome de Adolf Hitler? Seria uma absurdo uma coisa dessas. Está certo esse pessoal em querer corrigir o nome do viaduto.
É o “modus operandi” tucano.
A Capitania Hereditária Tucana de São Paulo, está sucumbindo.
A elite vai acabar navegando no Tietê, e sentindo seu belo perfume.
São Paulo pertence aos Tucanos e sua seguidora elite.
O resto não conta.
O PT tem maioria parlamentar em vários Estados e municipios. Nem tiram os nomes dos torturadores, nem colocam os nomes dos torturados nos equipamentos novos. Orwell adoraria a nossa “Revolução dos bichos”…
A vergonha maior e que precisa mudar é a ponte Rio-Niterói que homenageia um dos ditadores. Ainda bem que na minha Fortaleza, a prefeita do PT mudou o nome da Pça. 31 de março, para Praça do Futuro. Ainda precisamos de outras mudanças pois aqui ainda há Centro Comunitário General Não sei das Quantas e avenidas com nomes de ditadores.
Quem sabe o nome de alguns presídios, combine melhor com o perfil desta turma de torturadores.
Olha, bem pensado!
PHA,
Todos os prefeitos e parlamentares progressistas, devem avaliar suas cidades e verificar se antigos ditadores ou mesmo apoiadores dos mesmos dão nomes a lugares públicos e revogá-los.
Quanto a nós cidadãos, devemos pressionar os poderes constituídos para que isto seja feito
Aproveita e muda o nome da rodovias também, são em sua maioria homenagem aos presidentes.
Aqui na Bahia, mudaram o nome do aeroporto de Salvador que se chamava Aeroporto Internacional 2 de Julho, em homenagem a importante fato da nossa história, para Deputado Luiz Eduardo Magalhães, um filhote da ditadura como diria o saudoso Brizola. Até quando esta situação permanecerá?
Essa situação deve ser analisada direitinho, pois mesmo na ditadura trevosa houve militares íntegros, como o Sargento “Macaco” do ParaSar, e que merecem todas as honrarias, que são quase nada para o agradecimento que lhes devemos. Militares como o Sargento “Macaco” podem bater no peito e dizer “eu sou um homem”, enquanto os que são diametralmente oposto a ele que diga “eu sou um crápula, o último dos vermes”.
Acho que vedemos dar nomes dos generais a certo lugares sim..
Exemplos: Cemiterio Da consolação, deveria ser Cemierio General Milton Tavares
Cemiterio Chora Menino .. deveria ser Cemiterio Golbery Couto e Silva,..
e assim por diante ..
Sera uma homenagem realistas e justas a esses covardes e assassinos a serviços dos EUA e Europa.
´´Chalah.´.Shababah“
ah… outras que vc só vê em SP :
- Avenida 23 de Maio. SP comemora nesta data o dia do soldado constitucionalista.
- Av. 9 de Julho. Foi o início da “revolução” para destituir o governo provisório de Vargas.
(Olha só vovô, eu sei que vc lutou nesta guerra mas, desculpe, não dá prá engolir uma coisa dessa.)
Alguma coisa aqui com o nome de Vargas ??!!!??!!? Esqueça…
Se é para “acrescentar alguma nomenclatura”, então que seja Castelo Branco Torturador… Castelo Branco Fascínora… Castelo Branco Covarde… etc…
Pelo atual momento de São Paulo , isto é , os últimos vinte anos , as ruas , praças , rodovias e prédios públicos , deveriam receber os nomes de Geoge Bush , Reagan , Kissinger , Sharon , Clinton , Madoff , etc. etc.
Esse Milton Tavares como todos os generais e militares da Ditadura que dão nome a logradouros públicos devem ser varridos da história do país como erva daninha que se corta na raiz para nunca mais nascer como tal. Já o ministro do STJ, certamente, teria muita vergonha do STJ que arquivou a Satiagraha. É evidente que esse tipo de Justiça não é compatível com um Estado de Direito Democrático.
Fez-me lembrar da Água Espraiada, deram o nome de um dos maiores protagonistas e apoiadores do Regime: Jornalista Roberto Marinho.
Uma coisa que poderia ter passado em branco na gestão Marta Suplicy em São Paulo.
Deveriam fazer o mesmo no bairro JK (vejam só o nome do bairro), em Contagem – MG que tem suas ruas nomeadas com esses nomes.
Tem tb o “elevado castelo branco” em BH. Que vergonha!
Se o nome do general estava na MARGINAL estava no lugar certo. Mesmo assim, eles não merecem homenagem alguma. E há muitas outras avenidas, estradas, viaduto, praças, etc, com os nomes destes canalhas, que devem ser retirados e legados ao esquecimento, não sem que antes os ditadores e seus auxiliares e apoiadores, ainda vivos, paguem por seus crimes.
“O BRASIL PARA TODOS não passa na glOBO – O que passa na glOBo é um braZil para TOLOS”
Uso aquela avenida, mas jamais chamo de avenida Roberto Marinho. Só ando na avenida das Águas Espraiadas, muito mais poético, mais bonito e mais palatável…rsrsrs
Tenho outras sugestoes:
Viaduto Cadeira do Dragao; praça do pau de arara; alameida do afogamento; largo dos desaparecidos…
Minha sugestäo, que os militares da era da ditadura fossem homenageados, dando lhes os nomes nas prísöes no nosso país.
pha,
do texto:
Vila Maria Jânio Quadros!
isso é uóóóótemo!
sumpaulo é uma piada.
Nossa, Aeroporto Governador Orestes Quércia… Já não basta termos o Aeroporto Internacional Governador André Franco Montoro? O Rodo-anel/Rombo-anel/Robo-anel/Outra-combinação-menos-educada Mário Covas? Tá na hora de começarmos a parar de colocar nomes de políticos em obras públicas, e começarmos a homenagear aqueles que merecem, como Viaduto Ayrton Senna, Av. Édson Arantes do Nascimento, Estádio Rei Pelé, etc…
Post que veio a calhar.
Eu defendo que todo logradouro, ruas, avenidas, etc que levam nomes de figuras que participaram do golpe de 64 deveriam ser abolidas automaticamente.
Penso principalmente na rodovia Castello Branco, que deveria mudar o nome, por exemplo, Vladimir Herzog.
Seria uma justa homenagem.
Já é um começo, mas só o começo…
Em Toulouse onde moro, na França, as placas nos remetem aos herois e martires da liberação do pais, invadido pelos nazistas. Ja no Brasil a exaltação é para quem? Castelo Branco, Costa e Silva, Geisel, Médici? O marechal Philippe Pétain, que participou da França de Vichy (que apoiou o nazismo por covardia ou apreço) teve seu nome retirado de todas as ruas do pais. Por que exaltar alguém que pos em risco a existência do proprio pais? Pois é o que eu pergunto aos brasileiros… Ainda ha tempo de corrigir isso.
Penso como o Marcelo Zottis. Não podemos esquecer quem foram nossos tiranos. Mas que seria ótimo ter a Rodovia Castelo Branco com outro nome, ah, isso seria! E se a moda pegar mesmo, poderíamos mudar, também, o nome da Rodovia Raposo Tavares, pois, se a literatura estiver correta, muitos índios foram mortos por obra do dito cujo.
Na minha opinião, logradouros, ruas avenidas,pontes etc deveriam ter seus nomes de quando as cidades começaram. Que bonito nomes como: Bairro do Limão, Praça da Jaqueira, Rua do Sol, Rua da Aurora, Pra Chora Menino etc. Em cidades mais novas, ainda se vê nomes como Bairro Presidente Médici ( Chapecó, SC), Viaduto Arthur da Costa e Silva, (Recife, PE) e tantos outros nomes que não merecem constar de suas placas. Nomes como a de mãe de deputado, prefeito ou governador…Aí eu pergunto: E o nome de minha mãe? Esse não pode? E das tantas mães que existem pelo Brasil, também não podem?
A volta, pois, dos nomes de antão! Muitos poéticos e a com cara de um Brasil bem brasileiro.
http://g1.globo.com/economia/noticia/2011/06/pela-1-vez-risco-do-brasil-e-menor-que-o-dos-eua-diz-mantega.html
Pela 1ª vez, risco do Brasil é menor que o dos EUA, diz Mantega
PHA,
Quando é o enterro do PIG e do FHC?
Não tem pulso que aguente.
São Paulo tem uma avenida Roberto Marinho e nenhuma homenagem a Getulio Vargas.
Dá pra acreditar?
São Paulo tem também o mau hábito de dar nome de matadores de indios, de assassinos barbaros a suas estradas, como os tais de “bandeirantes”.
Outra vergonha.
Quando essa estrada de SP – a Castelo Branco – vai também mudar de nome para não termos um ditador com nome de estrada no Brasil?
Deveriam fazer uma lei mais geral – todo logradouro, via publica ou estrada, não pode ter nome de ditador ou torturador militar.
Pronto, a limpeza seria geral.
O fato de não concordarmos com a ditadura não significa que ela deva ser apagada da História. Vamos nos ater ao que é importante e deixar essa conversa de cumadre de lado, pois temos muita coisa pra fazer por esse Brasil: consertar a saúde, que está um caos, consertar a educação, a segurança pública, enfim, fazer com que as LEIS desse País sejam cumpridas, afinal.
Esse papo de “nome desse”, “monumento daquele”… Fala sério!
Zhungarian, permita-me discordar de você. Estou atualmente morando em Lisboa. Uma das primeiras coisas que os revolucionários da Revolução dos Cravos (abril de 1974), foi rebatizar a ponte sobre o Tejo que liga Lisboa à cidade de Almada na margem esquerda do rio, antes chamada de Ponte Salazar. Hoje, ela é orgulhosamente chamada de PONTE 25 DE ABRIL. Em várias cidades, inclusive do interior, de países como a França e Itália, você irá encontrar placas em praças, estações ou mesmo casas, com nomes dos heróis da resistência que tombaram lutando contra o nazi-fascismo. A história de um povo está indelevelmente inscrita na arquitetura de uma cidade. É isso que devemos prestigiar. Isso não é conversa de cumadre. Isso é tratar séria a memória daqueles que deram suas vidas para termos uma nação digna. Isso não impede de continuarmos lutando contra as mazelas que ainda persistem em nosso país, como a educação e á saúde, a despeitos de seus tímidos avanços.
Também podemos tirar o nome de ruas e viadutos de empresários que ajudaram a ditadura como Henning Boilessen e o comandante do grupo Folha.
Já está passando da hora de se homenagear o grande Presidente Getúlio Vargas na cidadede São Paulo.
Sou contra a alteração de obras públicas e monumentos que levam os nomes dos tiranos do passado. A memória deve ser preservada para as futuras gerações nunca esquecer os nomes dos traidores dos Direitos Natural do Homem e do Brasil. Deveria sim, é colocar um placa ao lado do nome dos tiranpos explicando quem é a criatura que todos nós (defensores do direito de liberdade e da humanidade) odiamos. Se alterarmso os nomes corremos o risco de cair no esquecimento e ter a memoria do golpe apagada. Defendo que novas obras levem os nomes dos opositores à ditadura, assim vamos manter a memoria para evitar que tal calamidade acorra navamente
Pois eu acho que deveria sim mudar o nome da rua e colocar na mesma placa que o antigo nome e uma refêrência sobre ele. Fica público e notório o porquê ada alteração.
Isso chama-se revanchismo. Eu também gostaria que fossem trocados nomes de obras publicas, principalmente rodoviarias, que tem nome de um dos principais autores do “confisco pedagial” em S Paulo, que, inclusive faturou em cima de ótimas rodovias já deixadas prontas pelos seus antecessores…
Ao invés de tentarem construir mais postos de saúde, mais escolas, ficam com essas brigas tolas…. por mim se construissem mais 50 escolas com nomes de militares, não teria problema, o problema é se importar mais com o nome do que com as obras em si….
Joanilson, eu me preocupo sim com homenagens a pessoas que feriram, golpearam e machucaram civis somente por discordarem do regime.
Em minha cidade construiram duas escolas Cooperativas e colocaram nomes de médicos. Acho que nome de médico cabe bem para nome de hospitais. Em escola deve-se nomear educadores que deram contribuições valiosas ao ensino e à educação.
coisa mais babaca é colocar nomes de pessoas (seja quem for)em logradouros públicos-talvez em casos especiais isso se justifique, como praça Tiradentes em Ouro Preto. não há um lugar no país, por exemplo, que não tenha sua rua Getúlio Vargas. no ES um município se chama Presidente Kennedy (mais vira-lata, impossível). ainda que gostemos deste ou daquele construtor de um mundo mais justo (?), não vemos que deva dar nome para esta/aquela rua.
E as avenidas paulistas com nomes como o de roberto marinho,frias?E na Bahia?São numerosos os logradouros e até aeroporto com nome de familiares do acm?(antônio carlos malvadeza).Na minha cidade um ex prefeito tucano,colocou nome de todos de sua família em prédios e até em salas de repartições publicas municipais.Com um detalhe,são predios que já existam.Ele deu um chamado “mel de coruja” nos mesmos,os reinaugurou e os “renomeou”.
Oito anos de Governo Lulla e Cinco anos de Governo estadual de Jacques Wagner, e o povo ainda espera que o Aeroporto Internacional de Salvador, mude novamente de nome, trocando o do Deputado LEM, filho de ACM, para Aeroporto Internacional Dois de Julho, data máxima da Bahia.
PHA, o que está acontecendo no IG?
Os jornalistas estão sendo demitidos
O IG justifica o governo teria cortado uma verba que ele(IG) recebia
Vc teria outras informações
?
Só q esse projeto está paralisado desde 2006 e foi iniciativa do nosso brilhante J. Cerra…q só agora o Taxab pediu pressa na votação. O Cerra queria era aparecer e viaduto é bem midiático….existem muitos logradouros, praças, ruas com nomes de militares golpistas, como a Praça Almirante Augusto Rademaker Grunewald, na esquina as avenidas Berrini e Bandeirantes. Que tal um projeto para, de vez, mudar os nomes de todos esses lugares?
Pior que tudo, é que há brasileiros saudosistas do regime de exceção. Sabe , gente não diferenciada ….
Enquanto isso, aqui em Salvador, o Aeroporto 2 de Julho continua com aquele arremedo de nome.
Será que Paulo Maluf vai ser nome de alguma coisa em SP quando partir dessa para uma pior?
Sim, a Marginal Tietê vai ser alterada para Marginal Paulo Maluf. Outras marginais Brasil afora terão o nome alterado.
É um começo. Depois tentaremos as rodovias, os bairros até varrer totalmente de obras públicas o nome dos assassinos.
Se até São Paulo está fazendo isso, nos demais estados deve ser mais fácil.
Mas São Paulo, até 1994 conduzia esse país, era a locomotiva, hoje depois de 20 anos de regime neo-liberal, Sampa não conduz e nem é conduzido, tá parado no tempo.
Olha, o nome do Castelo Branco deveria permanecer. Ele queria devolver o mandato aos civis, e o Costa e Silva, seu Ministro da Guerra encabeçou um movimento que o derrotou. O General Ernesto Geisel viu a história se repetir com o Sílvio Frota, mas evitou que o Frota o atropelasse, demitindo-o. Geisel era chefe da Casa Militar de Castelo Branco.
Agora o que precisa ser mudado é aquele sinistro nome de Avenida 31 de Março, na saída de São João del Rei para Belo Horizonte, antes da BR 383. É incrível como a cidade que quer ser a pátria de Tiradentes aceite esse nome indigno.
O mais interessante é que em BH também tem um viaduto, na realidade um “elevado” Castelo Branco que cruza sobre a Av. Nossa Senhora de Fátima e liga a AV. Dom Pedro II a Av. Bias Fortes no centro.
E até hoje ninguém se incomodou…
além do que 31 de março é a data errada.
mudem o nome para primeiro de abril.
como diria nosso bezerra da silva: -ai tá certo.
Estádio José Frageli em Cuiabá. Colégio Presidente Médice em Cuiabá.
Rodovia Castelo Branco para Rodovia Rubens Paiva ou Frei Tito, etc.
Raposo Tavares para Tibiriçá etc. etc.
Mas temos ainda a Rod Castelo Branco, o viad Gal Euclides Figueiredo, o viad Luis eduardo Magalhaes, a ponte dos mesquitas, o tunel Vieira de melo, os Frias, os Marinhos, etc…
Nao se pode homenagear o inomenageavel.
Só as dos militares da ditadura?(ou ditabranda, sei lá).
E os canalhas civis que os acompanharam na “grande obra” de construção do país in-justo?
Melhor seria mudar o tipo de piso e acabar com as ondulações e buracos.
Aquí na Bahia temos ruas com vários nomes. Puxa-se o saco do bacana de plantão. Enquanto isso, pela primeira vez na história, nunca antes na história deste país, o risco Brasil é menor que o dosa EUA.
Acho válida a iniciativa. Mas só falta o PC do B dizer que isso faz parte dos preparatórios para a Copa!
É o começo. Além de trocar os nomes desses ícones da ditadura, para mudar mesmo, São Paulo poderia alterar os dizeres em latim de sua bandeira. “Não sou conduzido, conduzo” é pedante demais. Menos, São Paulo, menos, vamos calçar as sandálias da humildade.
Marco Antonio Pires – Freguesia do Ó
Hunf, hoje em dia nós nem conduzimos e muito menos somos conduzidos. Seria melhor colocar “Aqui Jaz” ou “R.I.P.” (paulista adora um americanismo).
E quando haverá a iniciativa de alterar o nome da Ponte Presidente Costa e Silva (Rio-Niterói)?
E, por falar em nomes, os vereadores de Campinas querem alterar o nome do Aeroporto de Viracopos para “Governador Orestes Quércia”.
Se é pra colocar o nome de alguém que representa a cidade, que coloque o do Maestro Carlos Gomes, que nasceu lá.
Poderia ser até Aeroporto Mamonas Assassinas ou qualquer outro artista de Sampa. Orestes não. Pelamordedeus.