O Conversa Afiada publica e-mail que recebeu de amiga navegante:
Olá Paulo Henrique,
recebi correspondência de uma jovem professora de escola estadual, que foi excelente aluna na Pedagogia da USP e na Escola de Governo.
É dedicadíssima ao compromisso com a escola pública, da qual veio. Como pós-graduada pela USP poderia ganhar muito mais em escolas privadas.
Será que você poderia divulgar a carta que ela enviou à TV Cultura?
Grande abraço,
PS Helena tem sobrenome do marido nissei; ela é afro-descendente, e ambos da zona leste.
Queridos,
Decidi que não irei me calar diante dos ataques da imprensa em relação aos professores.
Escrevi uma carta à Rede Cultura em resposta à matéria veiculada no dia 11 de maio a qual acusa os professores de descompromisso ao analisar a falta de professores na Escola Estadual Irmã Anete.
Compartilho-a com vocês e convido-os a manifestarem-se sempre que formos atingidos injustamente.
Avante, docentes!
Abraço!
Helena
—
São Paulo, 11 de maio de 2011
À Redação do Jornal da Cultura
O Jornal da Cultura tem inovado ao incluir em seu programa o debate e a pluralidade de opiniões. É com base nessa iniciativa louvável que me considero autorizada a criticar a cobertura dada ao caso da Escola Estadual Irmã Anete situada no bairro do Ermelino Matarazzo, a qual foi exibida no dia onze de maio.
As escolas estaduais estão, a exemplo da Educação no Brasil, atravessando uma crise sem precedentes e a análise dessa crise não pode se furtar, em hipótese alguma, de avaliar as condições de trabalho dos professores.
A imprensa tem se dedicado a denegrir a imagem desse profissional prestando, dessa forma, um colossal desserviço à Educação. Os professores faltam às aulas. Isto é fato. Não se explora, entretanto, o motivo dessas faltas. Mencionarei alguns de maneira breve.
A sobrecarga de trabalho, a qual envolve um grande número de horas trabalhadas por semana, em condições extremamente desfavoráveis e insalubres estão vitimando essa categoria profissional com um sem-número de doenças ocupacionais: problemas auditivos, devido ao altíssimo nível de ruído nas escolas, problemas graves no trato vocal devido ao esforço de falar por horas a um público numeroso que, em geral, não deseja lhe ouvir, problemas osteomusculares decorrentes dos esforços físicos repetitivos.
A cobrança excessiva pertinente às novas demandas da sociedade, as quais elegem a educação como a única ferramenta disponível para a solução dos mais diversos e complexos problemas sociais: temas como bullying, preconceito, intolerância, violência, meio ambiente, pluralidade cultural, além de todos os conhecimentos tradicionalmente ensinados na escola estão a cargo exclusivo do professor, e quando a sociedade falha, como na tragédia de Realengo (RJ), a mesma não tarda em apontar seu dedo ao professor e lhe dizer que ele é o culpado.
As expectativas da sociedade em relação ao trabalho do professor não acompanham de maneira alguma a valorização social de sua carreira, isto é, ao mesmo tempo em que aumentam as demandas da educação, diminui o prestígio social do professor. Pais, Governo, alunos e a imprensa fazem coro ao dizer o quão incompetente os professores são. Entretanto, poucos se dignam ao árduo trabalho em ‘chão de sala de aula’.
Os fatores mencionados acima se somam à violência no interior das escolas, à falta de materiais adequados, falta de programas de formação contínua e conduzem o professor a um beco escuro de onde ele vê a sociedade em crise e todos a lhe acusar. O resultado? Depressão, transtornos de ansiedade, estresse, doenças psicossomáticas, entre outros.
Decerto o vexaminoso salário fornece a esse quadro um régio desfecho. Os professores são heróis, e tenho a convicção que estaríamos em situação muito pior se algumas pessoas não estivessem dispostas a enfrentar uma conjuntura tão desfavorável e encarar uma rotina como a minha: 54 horas de trabalho semanais em sala de aula e muitas horas em casa lendo e preparando as atividades para os 400 alunos sob minha supervisão e cuidado.
Em tempo:
A Escola Irmã Anete fica na mesma rua do campus leste da Universidade de São Paulo. As duas instituições de educação pertencem ao governo do Estado. Convido-os a calcular o investimento percapita em cada uma dessas instituições. Não me surpreenderia se constatássemos que se gasta muito mais com os filhos da elite, os quais são egressos das melhores escolas privadas de São Paulo, do que com os filhos das classes menos privilegiadas aos quais resta a Escola Irmã Anete e a visão de uma Universidade tão próxima fisicamente e tão distante de sua realidade social.
E ainda, dar sequência ao programa exibindo a fala do Governador Geraldo Alckmin sobre o futuro aumento que será dado ao salário dos professores afeta de modo muito negativo, em minha modesta opinião, a busca pela imparcialidade.
Aconselho, finalmente, que chamem em momento oportuno, estudiosos e profissionais que possam falar de maneira autorizada sobre o que acontece na educação pública em São Paulo. Há muita gente honesta e dedicada estudando esse assunto, que poderá analisar o problema de maneira mais profunda, e não propondo, ingenuamente, mais métodos meritocráticos e simplórios de avaliação de uma sociedade que é complexa.
Helena Morita
Educadora



parabens prof. helena!!!! gosto muito da sua aula!!!
Olá senhores,
Comecei a trabalhar como professora efetiva (em dois cargos) em fevereiro. Trabalho 40 horas semanais. Hoje estamos no dia 17 de maio e eu ainda não recebi um tostão referente aos meses de fevereiro, março, abril e maio trabalhados arduamente. Minha família e eu estamos passando por necessidades. Agora pergunto: vocês acham que consigo dar uma boa aula? É claro que não. Me sinto humilhada, esquecida e além do mais minha família está sofrendo todas as consequências do descaso que o governo e a sociedade tem pelo professor.
Abraços!
Queridos,
Obrigada por todos os comentários e apoio, em especial ao Paulo Henrique Amorim e a Professora Maria Victoria Benevides. Reafirmo o convite a todos os professores: sejamos mais propositivos e ativos na preservação dessa linda carreira. Um grande abraço!
Seria muito bom que a nossa profissão (Magistério) fosse mais respeitada e seus profissionais também. É preciso ter muito amor e ideal para seguir esta carreira. Porque , além de se ter salário baixo, não há reconhecimento. Veja a coragem da Educadora Helena! Na sua mensagem dar para perceber o carinho com ela se dedica a profissão que, ao invés de entregar os pontos denunciou a razão da educação ir mal no Brasil. Há os que debocham, mas não dê confiança Mestra, porque é no sorriso de um aprendiz que se manifesta a bondade Divina. Estou com você Helena. Vá em frente.
carga horária de trabalho brutal, falta de condições adequadas, ameaças, o pig cornetando o tempo todo e, um reajuste salarial escalonado irrisório(além de ser escalonado, não cobre nem um terço das perdas salariais). Esse realmente e um governo “diferenciado”.
É a “curtura”, veiculando “curtura”, e como sofre o povo em geral aqui na xuíça, Nossa querida professora Sra. Helena disse tudo, e como é duro “não ter, e ter, que ter, pra dar”, trata-se de trabalho escravo-intelectual-sacerdócio, Se estivéssemos, no tempo da ditadura, o recado de professores, seria assim; “Se seu filho é magrelo, tem olheiras, vive com fome constantemente, fica sempre com os “oios” vermelhos, e não usa camiseta de mangas curtas, CUIDADO, ele vive, no C.Af.”, feliz é o povo que vive em pleno Estado de Direito Democrático…maumau
Muitos professores que conheço se exoneraram do cargo. A maioria das escolas sofre com a falta de professores e não existem mais professores eventuais. Essa situação vai continuar, pois além do salário de fome os professores sofrem com a violência nas escolas. Sem falar nas salas super lotadas. Infelizmente a sociedade não acorda para essa realidade porque estamos falando de escola dos pobres.
Professores: a hora de trabalho mais
barata do Brasil – R$ 6,59
Tomando como base o valor do piso do magistério do MEC/AGU, hoje fixado em R$ 1.187,00 para uma jornada de 40 horas para o professor com ensino médio, encontramos esse valor irrisório do custo da hora/aula de um professor: R$ 6,59.No caso de Minas Gerais, se considerarmos apenas o vencimento básico, que é o equivalente ao piso do magistério – embora o governo ainda não o tenha aplicado – o custo da hora/aula de um professor com curso superior (PEB3 no antigo sistema remuneratório) será de R$ 9,81 quando o piso entrar em vigor (R$ 1.060,00 dividido por 108 horas por mês).
Olá Helena e PHA,
Um espaço como esse tem sido fundamental para que consigamos não ser calados pelas falácias promovidas por essa mídia vendida e ideologicamente porca.
Sou professor de sociologia na rede e conheço também de dentro as corrosão que as despolíticas educacionais do tucanato vem promovendo na educação. Não somente solidarizo, como me junto à voz de indignação perante a culpa que nos é imputada, sobre a qual não temos condições dignas de sequer exercermos a nossa humanidade de forma plena.
Há dois dias comecei a escrever uma postagem contra a anúncio do picolé de chuchu, mas devido à estafante vida que levamos, somente hoje consegui terminar e publiquei num dos meus blogs.
http://tonyoconselheiro.wordpress.com/2011/05/13/politica-sobre-a-educacao-no-estado-de-sao-paulo-e-a-falacia-dos-juros-compostos/
Obrigado pelas manifestações solidárias e que possamos construir uma luta que nos traga de volta nossa dignidade.
Abraços Fraternais
Tony S. Nakatani
Caro PHA,,em minha escola não difere muito não,,45 alunos em sala de aula,,,alunos que não sabem ler,,escrever,,,por causa da maldita progressão continuada( temos q passar alunos com notas vermelhas),,,e parabéns à Professora Helena,,e o tal governador o picolé,,esta arrotando de peito estufado a maravilha q fara na educaçao em termos de salarios,,,nós professores do estado de SP,,agora teremos aumento parcelados durante os 4 anos da alckimia,,em jilho 13%,,,em 2012…10%…2013..9% e 2014 7%,,,o infleiz não quer incorporar o salario defasado há 17 anos de uma vez,,,tem q ser em 4 anos,,pois daqui há 4 anos,,,estaremos na pindaiba do msm jeito,,,pode! como as pessoas de SP puderema eleger um ser desses?…nosso salario deveria ter um aumento de qse 40%,,masaté nos professores estamos sendo parcelados,,,quanto desreipeito para o educador,,,abraços PHA.
O curso de Letras onde eu trabalhava fechou. Fechou também História, Geografia, Biologia, Matemática. Há poucos alunos interessados por Licenciatura. Os professores, mestres e doutores, são postos na rua, ou veem suas aulas drasticamente diminuídas.
Parabenizo a Professora Helena pela sua coragem em denunciar essa imprensa golpista de São Paulo, aqui em Belém, o governo tucano vai implantar a meritocracia, uma verdaeira bomba que não sabemos como irá funcionar. Quando acabei de ler a carta parece que estava vendo a educação em Belém, igual sem tirar nem por.
Eu também vou pedir socorro
Enviado por luisnassif, qui, 12/05/2011 – 23:16
Por Orides
O buraco-negro dos “Fale Conosco”
Empresas e órgãos públicos precisam tratar com mais responsabilidade os canais de comunicação com o público que abrem através da Internet.
Para mim, é quase uma certeza que não receberei resposta de mensagem enviada através do “Fale Conosco” dos sites. Isso transmite uma imagem de desorganização e falta de consideração ao público.
Já enviei várias mensagens ao Fale Conosco do Conversa Afiada para colocar minha imagem no comentário, até hoje, nada.
Eu assisti o tele jornal da Cultura e o que mais me chocou foi que o indvíduo, que falou mal dos professores faltosos,não entendeu a reportagem, que mostrava uma escola onde os alunos estavam saíndo da escola,mais cedo, porque nessa escola faltam professores.Isso está ocorrendo em todas as escolas do estado de SP,que não estão encontrando mais professores para contratar ,pois essa carreira com falta de condições para trabalhar e baixos salários não atrai mais ninguém.
Quanto ao “aumento” divulgado ontem não, significa aumento,os salários dos professores estão defasados em mais de 35 por cento,pelo que foi anunciado ontem o governo só está repondo essa defasagem mas,ainda em 4anos, este ano os professores só terão 13 por cento de reajuste.É um absurdo que a mídia mostra de uma forma que os desinformados acreditam que foi dado um grande aumento.
Sou solidário aos professores e sugiro procurarem emprego na rede privada ou em outro estado. E sempre é tempo de começar outra carreira…
Buscar um novo emprego na rede particular ou uma nova carreira, não está em discussão. A luta é por uma educação, pública e de qualidade,pautada na valorização do educador.
Não seria melhor lutar para melhorar a educação pública?
Escrevam aí: vai faltar Professor em breve.
Basta perguntar em uma sala do ensino médio: quem quer ser Professor levante a mão?
Verão poucas (uma ou duas, no máximo), e talvez não verão nenhuma.
Quem quer trabalhar de sábado, domingo, 40 horas por semana (ou mais), e ainda aguentar os trancos que os Professores levam da Direção, Coordenação, Pais e da sociedade como um todo? O país vai mal? Culpa do Professor!!!
Mas, há uma lei na Física que diz que a toda ação corresponde uma reação. A reação é que estão minguando os candidatos nas licenciaturas.
Vai faltar não! Já está faltando, e muito. Na escola que trabalho aqui em Pirituba, São Paulo, todos os dias, quatro, cinco, seis turmas ficam no pátio sem professor. Alguns professores que começaram este ano deixaram as aulas( salário miserável e alguns ainda nem receberam os meses trabalhados), outros adoeceram e as escolas não estão encontrando profissionais para substitui-los . É UMA VERGONHA, educação na rede Estadual de São Paulo.
Os professores precisam ter como aliados os pais dos alunos. Fazer com que tenham a consciência que se um professor é mal remunerado, ele não tem como agregar qualidade no ensino aos filhos. Se fizerem isso, se a sociedade abraçar esta causa, as coisas poderão mudar.
P.s. – Enquanto isso em Minas…quando será que Anastazia irá cumprir a Lei que fixou o piso nacional?! Quais serão as leis que Anastazia cumpre…!?
Parabéns pelo comentário
A situação ficou muito grave. Leciono em uma escola de Campinas e faltam diariamente três a quatro professores. Os jovens professores estão exonerando, os estagiários de licenciatura estão desistindo.Nossas autoridades não se sensibilizam por esta realidade. Portanto se a sociedade composta pelos pais,alunos,professores não se mobilizarem a educação no estado de SP irá parar.
Cadê o sindicato dos Prof. de São Paulo? entendo a sua ansiedade e compartilho o sofrimento da classes dos professores, mas vocês precisam se mobilizar, concientizando os pais e alunos; a juventude hoje é a maioria nesse país, a nossa arma é o voto. O professor tem um poder muito grande é só usar, tendo pais e alunos ao seu lado. Sugiro que você acesse o site do sindicato dos prof. aqui no PR, e veja como estão as negociações c/ o nosso governo. http://www.appsindicato.org.br
PHA,
É uma vergonha o que os professores do Centro Paula Souza estão sofrendo: são responsabilizados pela evasão escolar. Isto pesa nos tais bônus anuais.
Este é mais um jeito tucano de atucanar a educação.
Sou solidário à Professora Helena. Acho que este jornal, que já assisti a algumas vezes, é porta-voz do governo tucano, que o controla com rédeas curtas, para falar só o que interessa ao governo estadual.
Discordo. A pluralidade ideológica no Jornal da Cultura é grande. Claro que tem comentarista de direita, que muitas vezes falam besteira, mas tem muita gente boa, Vladimir Safatle, Maristela Basso, Cortella, Airton Soares, por ai vai.
Caro Vinícius, apesar dos comentaristas que você citou, está claro há muito tempo que as notícias do Jornal da Cultural sobre os problemas paulistanos são tendenciosas, sempre com o objetivo de apoio ao Governo do Estado.
35 alunos!? é sonho, pois na escola que estou tem sala com 40 alunos frequentes, e não para de chegar mais, a diretoria de ensino informou que temos que aceitar esses alunos pois ainda não esta no máximo permitido de 45!
Çerra também é 45….Tá vendo??
Faço minhas as palavras da professora Helena. Também sou professora (formada pela USP em História) da mesma escola estadual há 33 anos (são, no total, 36). Estou na sala de aula porque quero, porque gosto, sempre lutei para melhorar a educação. Mesmo que alguns não acreditem, leciono 33 aulas por semana – em sala – a quase 600 alunos de ensino médio no período da manhã e no noturno, período no qual que dar todo o conteúdo do 3º ano com apenas UMA aula ( de manhã são duas!)
Pena que não temos uma lei de regulação dos meio de comunicação . Lamentavelmente esse desabafo não surtirá efeito algum, porque essa é mais uma rede de tv dominada pelo PIG .
Caro Delano, não acredito que o “desabafo não surtirá efeito algum”, pois até agora, dezenas de pessoas acessaram esta página, e muitas delas estão repassando este desabafo aos seus colegas. So para vc ter uma ideia, estou repassando a pelo menos umas 20 pessoas. Que tal vc tambem repassar estas informações? Assim esta situação em que vive a escola publica será amplamente debatida aqui na net, que é o espaço mais democratico da midia. Abraços
Quem fez o comentário sobre os professores da rede pública foi SÉRGIO FAUSTO, coordenador de estudos e debates do instituto FHC. Tudo explicado.
Muito infeliz a participação, ainda que efêmera de um personagem chamado Mauro Alves da Silva que colocou em dúvida a quantidade de alunos da professora Helena.Mauro, para sua informação; professores das areas de Ciências Humanas como Sociologia e Filosofia possuem não 400 mas pelo menos 800 alunos para uma jornada de 30 aulas semanais. Com uma aula semanal por classe e com classes de 35 a 40 alunos cada uma em média, é só multiplicar 30 por 35 por exemplo. Caso vc. tenha alguma dificuldade, apanhe uma calculadora que vc. vai acertar a operação. Por outro lado, é melhor manter a boca fechada pois além de não engolir moscas, certamente não vai falar imbecilidades como a que vc. falou.
O PSDB trata o aluno da periferia como lixo. A ignorância é o Bom Prato sobre a qual o PSDB tece a anulação social do paulista para praticar a pesada corrupção contra o Estado de São Paulo sem sobressalto.
Aluno ignorante, mais pais ignorantes, mais professor mal pago, estressado, em ambiente violento (o PSDB transformou São Paulo e as escolas num ambiente violento, cheio de drogas e alunos sem limites), sem carreira, sem estudo contínuo é igual a professor doente, que é igual a professor desestimulado e massacrado por uma sociedade doente que cobra a ética e a moral de seu filho do professor, que é igual a Educação Lixo, como é a de São Paulo. Essa é a prática do PSDB em qualquer parte do Território Nacional. Vá em Minas, vá ao Paraná ou em qualquer lugar que tenha governador ou prefeito demotucano e a Educação será um lixo. Mas não só a Educação é um lixo. Todo o resto acompanha.
Aqui em Pernambuco,do governador Eduardo Campos,o qual PH tece tantos elogios,a situação é inflacionada com o pior salário do Brasil entre os entes federados,que esse coronelzinho de asfalto nos paga.
que saudade da tv pública cultura…
Nao me admira esse desabafo.Pena que ainda tem gente que se deixa levar pela fala ou escrita da classe mais desonesta (tem excepções) que o Brasil produções – Os jornalistas. Lei de Médios já e quem sabe o Brasil entra nos trilhos.
[...] Espera-se que, ao custo de umas lentilhas e um saco de ofensas, os professores resolvam os problemas do mundo Categoria: Cultura — Senhor_do_Servo @ 17:09 Do Conversa Afiada(…)Queridos, [...]
Estou estagiando em uma escola estadual aqui em sampa, é lamentável a situação que se encontra, não tem nem giz para o professor trabalhar, essa escola só tem um computador na sala do diretor, conversando com os professores, perdi vontade de lecionar, acho que vou continuar na minha profissão.
E ainda tem gente que eh contra as cotas.
Parabéns à professora pela coragem de falar a verdade e defender sua classe. São Paulo precisa de pais, alunos e demais professores com a mesma garra e inteligência para que alguma coisa possa melhorar na educação paulista. Sem união fica impossível realizar mudanças! Muitas vezes a culpa cai sobre o professor e não deixa de ter razão, pois não vai ser a família, cada dia mais frágil, que vai pedir socorro ao governo do estado para melhorar a educação pública. Isso tem que partir dos professores, que bom que agora estão gritando e mostrando que ainda estão vivos!
Parabéns pela coragem mesmo, Profa. Morita, porque assim que sua reclamação chegar aos ouvidos do governador a senhora será sumariamente exonerada.
Para o Alckmin, é simples assim.
Pena que exista apenas uma Helena Morita, original, crítica, que sabe das coisas. Helenas Moritas piratas ou genéricas deve haver um montão. Na Secretaria da Educação, nos corredores do Palácio dos Bandeirantes, etc.A diferença é que a Helena original sabe das coisas e fala verdades. As demais ganham para enrolar os Serras da vida, os Geraldos, etc, dando a eles imagens de que está tudo bem na Educação pública de SP.Em outras palavras, cada governo que entra lembra uma troca de moscas voando em cima do mesmo cocô que eles chamam de Políticas Públicas(bonito nome). Enquanto isso, as viúvas da ditadura militar como Rede Globo, Band,Estadão e Folha de S.Paulo vivem do ouro que jorra dos cofres públicos paulistas para enaltecer bobagens e glorificar os imbecis de sempre.Helena Morita, a você meu abraço e reconhecimento.Às piratas, bolinhas de cocô…perdão…quero dizer…bolinhas de papel.
bullying é só entre alunos?ou o assedio moral patronal é fotonovela do PIG?
Atenção, paulistas! Não busquei a verdade dos fatos, mas minhas fontes dentro do ensino público paulista atestam que o governo tucano contratou os serviços de uma empresa americana especializada em preparar PRIVATIZAÇÔES. O alvo seria a rede estadual de ensino. Verdade ou não, o fato é que os tucanos já estão passando dezenas de unidades estaduais para municípios, em especial municípios onde o prefeito NÃO é tucano. Agora, ao se confirmar que FHC e os privatizóides desejam acabar de vez com a escola paulista, é caso de se ressucitar os Autos de Fé e as conversinhas ao pé da fogueira ao estilo Savonarola…
O Mubaralckmin vai dar 40% de aumento aos professores até 2014??? Isso é absurdo!! Tinha que dar isso, já!!! E para todos. São Paulo com estes atrasistas anacrônicos e bundões, no poder, JÀ ERA!!!!
“O BRASIL PARA TODOS não passa na gLObo – O que passa na gLOBo é um braZil para TOLOS”
Um ato que desrespeita todo e qualquer trabalhador, porque não restitui as perdas salariais dos últimos 13 anos e além disso faz uma previsão de perdas futuras sem qualquer índice para avalizá-las. Ele acaba de instituir o carnê do reajuste, tal qual um mascate que não tem compromisso nenhum com políticas públicas.
A Folha e o UOL, em títulos enormes, tentam enganar seus leitores ( e eleitores do governador) com índice de 42% de reajuste. Pura balela. Para que serve uma imprensa acrítica e sem ética como essa?
Pois é… a APEOESP também tem culpa nisso. Com a massa de professores mobilizada poderia arrancar do governo muitas das reivindicações. Mas a diretoria monta círco que a faz continuar no poder sem defender de fato a categoria que representa.
Sou professor do ensino médio em Belo Horizonte. Aqui em Minas a situação não é diferente e a imprensa daqui também apóia o (des)governo Anastazista, divulgando inverdades sobre as reinvindicações dos professores, que rcebem, segundo calculos do SIND Ute, o oitavo salário em todo o país.
Louvável a coragem dessa heroína(Alô alô Bial) brasileira em expor a hipocrisia da sociedade em relação aos professores, além de terceirizarem a educação dos filhos, ainda culpam os professores por aquilo que os filhos vem a ser.
Olá pessoal, alguem tem o vídeo da reportagem ai? Postem essa reportagem…
abraços
Nesses programas nunca se questiona qual o papel da mídia na educação em nosso país. Qualquer regulamentação mais séria logo se levantam como se fossem a uma cruzada contra a (segundo eles) censura. Ela também é responsável pelo que acontece no país. Ou não?
poxa essa mulher merece um bj……..mas qr ressaltar que problemas como bullying deveriam ser tratados em casa com os pais, vejo algumas familias cujos pais são racistas e preconceituosos, o que para mim é a raiz do bullying.
Como seria possível discordar ou ignorar as palavras da professora Helena? Infelizmente ela não possui nenhuma tvzinha ao seu serviço.
Que tal os professores ensinarema a ler, escrever, somar, subtrair…
Antigamente não precisava de muita coisa pra fazer isso
Entendo sua opinião Carlos, pelo visto foi só isso que você aprendeu mesmo, né?!?
Sinto muito….
Daiane, acho que nem isso. Dê uma olhada no texto e veja os atentados cometidos contra a língua portuguesa.
Pois é… para alguém ensinar é preciso que alguém queira apreender, disse: apreender.
Será que fui clara?
E, saber somar, saber ler, saber escrever, são coisas que até os pais, sim os pais, sabem como ensinar… então que não é só na escola que a gente aprende, como diz o Sírio Possenti, “ler, escrever e falar são trabalhos [...] a escola é lugar de trabalho”… mas tem pai que acha que a escola é depósito para deixar o filho enquanto ele “trabalha”… e tem pai que procura professor para justificar as falhas do filho… educação começa em casa… antes de pensar nos professores do passado é preciso pensar nos pais do passado…
E, claro, nunca nunca generalizar.
Sou professor também e ando revoltado com a propaganda que todos os governos, sem exceção, sempre tentam fazer com relação à educação no Brasil. Todos pensam que investir em educação é constuir prédios e abrir vagas. Todos se esquecem de uma coisa fundamental, que é a valorização do professor. Se pesquisarem em todos os níveis de atuação dos professores, do fundamental ao ensino superior, uma comparação salarial da classe docente, com outras classes trabalhadoras, em igual nível de escolaridade e dedicação, encontrarão que os professores recebem os menores salários. Ai eu pergunto, quem vai querer entrar para a carreira? e mais, sempre as propagandas tentam mostrar (apelar) dizendo que o professor deve trabalhar por amor. Ora, e é o amor à profissão que vai pagar as contas no final do mês? dar uma condição de vida de conforto para os filhos?
As pessoas, principalmente os políticos, deviam parar com esses discursos e tentar realmente melhorar as condições da educação no Brasil.
Professor é vitima da mídia há vinte anos desde o governo de Covas até hoje ou seja do PSDB.Os especialistas convidados são escolhidos à dedo pela midia para fazerem análises absurdas,pois os mesmos só entraram em uma sala de aula quando eram alunos.O Professor virou bode expiatório da falência da educação, causada pela incompetência dos governantes de SP.
É por tudo isso que a Helena Morita citou que parei de lecionar. Hoje não trabalho mais em escola!
Professor é herói!
Enquanto um médico recebe R$ 120,00 por consulta particular. O professor atende 30 a 40 alunos e recebe em média 10 reais por aula. Ou seja: para 30 alunos aprox. R$ 0,33 por aluno e para 40 alunos = R$ 0,25 por aluno.
Ser professor, hoje em dia, é fria!!!
Prezado Paulo Henrique
O texto da professora é excelente. Um dos grandes males da educação brasileira, a meu ver, e que se reflete nos baixos salários dos professores, é que sempre se considerou o magistério como “sacerdócio”. Ou seja, sempre se esperou que, movidos pela vocação sublime da profissão, os mestres não precisassem de uma remuneração condigna. E, assim, começou essa amarga bola de neve que se reproduz sem que a sociedade manifeste a sua vergonha diante dela.
Um abraço.
Primorosa a denúncia, pois além de informar deixa transbordar a enorme afetividade da professora pela árae da educação.
PHA
As FATEC’s e ETEC’s do estado de São Paulo estão prometendo uma paralização à partir de amanhã.
O governador (picolé-de-chuchu & mosca-di-banana) já prometeu um aumento para que não haja paralização.
O governador (picolé-de-chuchu & mosca-di-banana) deu um bônus, sem critério algum, para tentar desarticular as reivindicações.
A reunião para decidir a paralização acontecerá amanha em frente a FATEC (av. tiradentes).
O (des)governador Geraldo “picolé de chuchu”Alckimim ocupou ontem espaço na tv para alardear um “pseudo”aumento de salário para os professores. 42,2%. DETALHE: divididos em 4 anos. hahahahaha
Isto mostra o descaso e desrespeito que o psdb(pior salário do brasil) tem pelos professores e pela educação pública.
A partir de julho deste ano, o professor receberá R$1.890,00 por uma jornada de 40 horas semanais.
O cidadão supra citado,ainda tem a “cara de pau”
de dizer que agora os jovens estarão mais motivados a serem professores,porque a carreira será mais atraente.
A SPPREV(São Paulo Previdência), órgão do governo de São Paulo, está com déficit de funcionários, de nível médio, porque o salário, para este nível, é de R$1.800,00. Jovens de nível médio,não aceitam trabalhar por este valor.
E o “picolé” acha que R$1.800,00 para um professor de nível superior, é atraente.
Pior é ter de aguentar esta tucanalha , mais 4 anos.
“Missão” da elite brasileira:
Sabotar a escola pública e assim garantir que a vida dos filhos dos “seus empregados NUNCA melhorará.
Mas eu pergunto:
Onde estão os “gêniozinhos” que frequentaram as “melhores escolas” sempre a custa dos baixos salários que seus pais pagaram a seus “escravos” no Brasil?
Essa elite burra que comandava os destinos do Pais sempre temeu por seus crias. Temam mesmo!
Nossos filhos estão chegando e eles são F…
Com nossos votos iniciamos uma revolução e nosso filhos vão terminá-la!
Não adianta suborno! Sabemos a M… que é trabalhar em suas empresas e se sujeitar para viver com algum conforto.
Nossos filhos sabem disso, pelo menos os meus, e não vão se “entregar pros homi” (expressão gaúcha).
Força para todos nós !
Força para a Presidenta Dilma e para o Ministro Haddad!
Corajosa a digníssima professora Helena. Notei uma tremenda angústia no desabafo em forma de carta da professora. Meus filhos estudam em colégio particular e a falta de interesse dos alunos não é privilégio das escolas públicas. Educação começa cedo. Em casa. Na família!!!
Ao menos uma vez este blog pronuncia-se de forma imparcial quanto aos problemas do Estado de São Paulo, já que infelizmente o comando pertence ao Tucanos, o destacado jornalista somente denigre a imagem do Estado, e de seus residentes, ao restante do País em seus artigos, como se todo e qualquer paulista fosse um integrante da TFP…
Sou professor de Filosofia e Sociologia no Estado, e aplaudo a manifestação da dedicada professora a TV Cultura, que lamentavelmente está sob o domínio do mal político!
Excelente, deveria ser o discurso padrão de todos os professores das escolas públicas do Brasil.
Quero, por meio do Conversa Afiada, me solidarizar com essa educadora Helena . Sei extamente o que ela está falando minhas irmãs são educadoras em Minas Gerais o estado é outro os problemas e os governos são os mesmos.
Ontem teve reportagem , acho q na Globo, sobre boa recuperação de salarios de profisisonais com Padeiro,pedreiros, funileiros, pintores, coletores, cabelereiros.
Nem se quer falaram dos professores estaduais, pelo jeito a coisa é feia na Administração ESTADDUAL,
So ganha dindin, Promotores + q R$ 20.mil , pra não promover Lei contra OS PSDbistas, Juizes +R$ 24.000 caso alguem processe os PSDbsita, os Juizes absolvem, e politicos da Coligação Mafiosa Paulista, esses nem precisamos comentar, e o restante dos funcionalismo é simplesmente RESTO .
Exceto claro, Os acima citado .Juizes,Promotores e Politicos
que ao meu ver essa categoria principalmente Juizes e Promotores em São Paulo deveriam ter vergonha, formam um Bando.
Que vergonha….
Chalah.Shababah.
Também sou professora e apesar de não estar em atividade, afirmo sem medo de errar que quem fala mal e joga os professores para escanteio nunca passaram um único dia letivo em uma escola. Seja ela pública ou particular, geralmente os problemas são os mesmos: salários, ruins, professores dobrando (ou triplicando) jornada de trabalho, salas superlotadas, falta de material, de tempo para preparar aulas (quem é professor sabe o quanto de tempo é necessário para se preparar um único dia de aula).
Sobretudo na educação infantil, mas em todas as etapas do ensino (do básico – ed. infantil, ensino fundamental e médio – ao superior) o trabalho dos professores é muito desvalorizado.
E agora vemos o Senado aprovar uma lei que aumenta em uma hora o tempo em que os alunos passam na escola. Em momento algum vi alguém comentar sobre o impacto disso para os professores… Claro que tempo a mais, com qualidade, na escola é bom para os alunos. Mas e os professores? Ele continuarão sem tempo para prepara aula e continuarão dobrando jornada. Por que ao invés de votar coisas pontuais, nossos representantes do governo não votam o Plano Nacional de Educação, hein?
Ops, me corrigindo: “quem fala mal… nunca passou”, e não “nunca passaram”.
e a “cultura”(tv), deu conhecimento ao seu publico dessa carta?
reinaldo carletti
Concordo plenamente com conhecimento de causa..sou prof.de matematica e apos aposentar-me do BB em 2003 fui com muita boa vontade dar aulas em colegio estadual…Nao aguentei nem dois anos,ameacada de levar um tiro na testa e vir a sofrer sindrome do panico…O governo tucano simplesmente INVIABILIZOU a educacao em SP com seu famigerado programa de promocao automatica…Os alunos (coitados) estao saindo tao ou mais analfabetos funcionais que antes… A familia por sua vez acha que o prof. alem de conteudo, e responsavel pela educacao, seguranca e ate saude dos seus alunos… Pobre SP, pobre desse nosso Pais
E a professora ainda diz que tem muita gente honesta e dedicada que pode analisar melhor o problema.Não tem professora.
A Helena está completamente certa ao protestar, mas não espere algo bom da tv cultura, porque esta já se foi – pertence ao governinho de São Paulo.
O termo usado para combater o metrô em Higienópolis (nome que já diz tudo dado ao bairro, como Cidade da Higiene, habitada pelas elites, ao contrário do bairro do Bixiga) é evitar a presença de “uma gente diferenciada”, ou seja, gente pobre mesmo!!!
tal carta é até comovente, pois muitos filhos de pobre sabe bem o que é uma escola pública, e sabe do abandono dos estados para com elas. Ainda se pensa que é obrigação do professor consertar toda e qualquer mazela que os alunos possuem, mas o professor é apenas o condutor do saber, e não o exclusivo formador de caráter dos mesmos. Fazer o que se a playboyzada pensa que os colégios públicos tem os mesmos aduladores e investimentos que nas particulares, na verdade, os governos fazem de propósito o abandono.
Desafio a professorinha a dizer o nome de cada um de sus “400 alunos”… quen não conhece sues alunos não pode educá-los.
é curiosos que a corporação diz que a cula é de todos, menos dos professores… segundo esse raciocínio, a escol apública só tem professorinhas-santas-abnegadas…
Espero o dia em que os professores ajam como verdadeiros profissionais.
Parabéns, pelo seu texto, denota-se o quanto a educação, lhe fez mal, e melhor que este texto, só uma poesia do pedro miau…maumau
Caro Mauro
Desafio a você retornar para a escola e reaprender a escrever.
Tenho mais de 400 alunos, pois tenho turmas com até 47 alunos/as no ensino médio noturno. Já no início do 2º bimestre sei o nome de quase todos os meus alunos e muitos deles ainda não sabem o meu, às vezes nem a disciplina, que te apresento, geografia. Não somos abnegadas e nem estamos nos redimindo de nossas responsabilidades, estamos apenas relatando a verdade de nossas condições de trabalho. Se você se interessar em contribuir, ainda há vagas, é só estudar como nós, passar no concurso e arregassar as magas, será bem vindo….
Esses alunos não são apenas nomes, são números. Engraçado que o que o deixa curioso são os nomes… o que são nomes? o que são números?
Se fosse para serem tratados pelos nomes, não seriam em tão grande números. As condições de trabalho são para quantidade, sendo essa enorme, melhor, menos gente motivada em crescer, perguntar, fazer e etc.
Mas, para você entender o que são pessoas transformadas em números, leia o conto “1º de maio” — leia, leia, é do Mário de Andrade.
Aliás, se eu fosse a professora em questão eu aceitava o desafio, afinal, ainda que possa parecer difícil, há professores que se esforçam para saber não só o nome dos alunos, mas o que querem e o que não querem… o que são e o que querem ser.
Um abraço forte carinhoso a todos os professores guerreiros e injustiçados do meu amado Brasil.
Alô Robert Fisk. Será só a máfia que manda em SP?
Vinte infindáveis anos do mesmo governo em SP e o picolé de chuchu vem com 13,8% de reajuste querendo dizer que é um novo governo. Os profesores estão adoecendo a muito tempo, a insalubridade do ambiente escolar está se tornando insuportável.
Essa mesma fração da elite quatrocentona, frequentadora da USP, conseguiu impedir a construção de uma estação do metrô no Pacaembu, como conseguira antes no Morumbi, para evitar a presença da população pobre circulando em bairros nobres.
Apenas faço um reparo na fala da professora quando ela diz: “As escolas estaduais estão, a exemplo da Educação no Brasil, atravessando uma crise sem precedentes”, a educação em São Paulo pode estar atravessando uma crise sem precedentes, já a educação no Brasil vem melhorando, muito vagarosamente e discretamente, mas vem melhorando nos últimos anos.
E hoje ainda tem mais hein, a Globo vai exibir no JN as reporcagem sobre os professores, vem coisa ruim por aí!!!
Caro Isaac
Não entendo o porque, mas as reportagens da globo sobre segurança, saúde educação e outras coisitas a mais, raramente é de SP.
O que acontece, qual o motivo de proteger tanto SP?!
Saudações
Meu amigo, o Estado de São Paulo é chefiado pelo PSDB/GLOBO/PIG!!!!!!!!!!!!!!!
Meus amigos e educadores deste país, vocês já pensaram se não tivéssemos o acesso que temos hoje a internet? Se esperássemos somente as notícias veiculadas na televisão ( PIG)? E se o governo federal não tivesse estabelecido um piso nacional para educação? Imaginem que não é de graça a resistência das grandes operadoras do Brasil para o nosso acesso a banda larga! Abraços!