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Viu, zé ? O FHC pilota os black blocs

O Príncipe entra com a ideologia do caos purificador. É o Kissinger de caminhoneiros
publicado 03/11/2013
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Com aquele estilo de colesterol avançado, o Príncipe da Privataria embaça o domingo dos que ainda leem jornal.

No Globo e no Estadão, ele sobe na garupa dos black blocs para assustar a classe média e balançar o coreto da Dilma.

Não sem antes criticar a Ley de Medios da Argentina:

Medida tomada especificamente contra o grupo que controla o jornal “El Clarin” (deve ser outro, porque o da argentina se chama “Clarín”- http://www.clarin.com/ - PHA), ferrenho adversário do kirchnerismo. Cerceou (sic) um grupo de comunicação opositor ao governo sob pretexto de assegurar pluralidade nas normas de concessão ...

É um perfeito Tartufo.

Defender a Globo Overseas nas páginas da Globo Overseas…

Logo ele, o “Operário Padrão” do Dr Roberto, que na inauguração da nova gráfica, ao lado do Dr Roberto, disse que tinha orgulho da Globo e do Brasil, nessa ordem...

Mas, o ponto central do artigo engordurado é assumir o controle político dos black blocs.

Temos assistido ultimamente ao encolhimento do Estado (muito divertido, o Príncipe – PHA ) diante da fúria de vândalos, aos quais aderem agora facções do crime organizado”.

Essa virtude o Príncipe tem: ele vê longe as oportunidades eleitorais.

Pena que não faça escola entre afiliados.

Como se sabe, Cerra, Alckmin e Cerra, outra vez em 2010, abjuraram a descendência do Príncipe nas campanhas presidenciais.

Mas, o Príncipe acerta nas zonas sensíveis do PiG (*) e sua aderência à plateia de Higienópolis.

Às marchadeiras com Deus e Propriedade, de 1964.

Já se disse aqui neste ansioso blog que a violência tem um potencial eleitoral poderosíssimo.

E o ministro da Justiça, quando se mexe, é muito tarde e muito pouco.

O zé estuda e cria grupos de estudo.

De novo, o Principe faz o papel de operário padrão da Globo.

Ou não é a Globo que captura as manifestações, anuncia, convoca, marca hora, reúne, dirige, incentiva, anaboliza e depois – tartuficamente – critica a violência ?

De novo, na estratégia de cobrir a desordem para promovê-la, o Príncipe faz o papel de “ideólogo” do caos purificador.

É o Kissinger dos caminhoneiros do Allende.

Porque o Príncipe sentiu o odor da ferida exposta.

Exala do Ministério da Justiça.

Paulo Henrique Amorim

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

Eu tenho orgulho da Globo !