O Conversa Afiada reproduz artigo de Maria Inês Nassif, na Carta Maior:
A UDN, os IPMs e a mídia brasileira
O “jornalismo de denúncia” que se tornou hegemônico na grande imprensa traz o componente de julgamento sumário dos IPMs pós-64 e o elemento propagandístico udenista do pré-64. Assume, ao mesmo tempo, as funções do julgamento e da condenação, partindo do princípio de que, se as instituições não funcionam, ele as substitui.
Maria Inês Nassif
Logo após o golpe militar de 1964, os “revolucionários”, inclusive os de ocasião, aproveitaram o momento de caça às bruxas para eliminar adversários. O primeiro ato institucional cuidava de tirar da arena política os que haviam cometido “crimes de opinião”, condenados no rito sumário de uma canetada, de acordo com os humores das autoridades de plantão.
Os Inquéritos Policiais Militares (IPMs) davam conta dos opositores que não podiam ser enquadrados na acusação de subversão: eram tribunais que, simultaneamente, investigavam e condenavam acusados de corrupção. Sem direito à defesa num caso e no outro, os políticos incômodos aos novos donos do poder saíam de cena, pelas listas de cassados publicadas pelo Diário Oficial, ao arbítrio dos militares, e pelos resultados de inquéritos aos quais não tinham acesso nem para saber por que estavam sendo cassados.
A bandeira da anticorrupção tomada pelos militares do braço civil da revolução, a velha UDN, que havia comovido as classes médias, foi consumada pelos IPMs. A presteza da exclusão de “políticos corruptos” [aqui entre aspas porque os processos não foram públicos e eles não tiveram direito à defesa] do cenário por esse mecanismo era um forte apelo às classes que apoiaram o golpe, ideologicamente impregnadas pelo discurso udenista anticorrupção que prevaleceu na oposição a João Goulart, antes dele a Juscelino Kubitschek, antes de ambos a Getúlio Vargas, na falta de uma proposta efetiva que permitisse a essa parcela da elite conquistar o poder pelo voto.
Era, no entanto, uma via de mão dupla: ao mesmo tempo em que satisfazia os anseios de moralização da política da classe média e das elites (o número de punições e a exposição pública dos supostos meliantes conta muito mais para o público conservador do que a justeza da condenação), era um instrumento de reacomodação das forças políticas civis que se dispunham a dar apoio ao poder militar. A delação – tanto política como moral – foi usada para redefinir a geografia do mando local, os grupos preferencialmente perfilados ao novo governo.
O fiscal de quarteirão não era um parceiro a ser desprezado pelo novo regime: foi uma peça importante na reacomodação de forças políticas e deu número, volume amplificado, às supostas apurações de denúncias de corrupção. Quanto maior o número de cassações por desvio de dinheiro público que saíssem no Diário Oficial, mais a imagem de moralização era imprimida ao poder militar, independentemente da culpa efetiva dos punidos. Os inocentes jamais tiveram chances de provar a sua inocência. Mesmo devolvidos à vida pública após 10 anos de cassação (essa era a punição), carregaram por toda a vida a pecha de “cassado por corrupção”.
Existiam os casos de políticos notoriamente corruptos, é lógico, mas após 10 anos de cassação eles voltaram à arena eleitoral dispostos a convencer os seus eleitores de que eles haviam sido injustiçados. Tinham mais capacidade para isso do que os punidos injustamente, até porque eram chefes de grupos políticos locais e nesses lugares a política de compadrio se misturava e se aproveitava da corrupção para manter votos em regiões de baixa escolaridade e muita fome.
É tênue a linha que separa o julgamento sumário – pelo Estado ou por instituições que assumem para si o papel de guardiães plenipotenciários da justiça e da verdade – da injustiça. O “jornalismo de denúncia” que se tornou hegemônico na grande imprensa traz o componente de julgamento sumário dos IPMs pós-64 e o elemento propagandístico udenista do pré-64. Assume, ao mesmo tempo, as funções do julgamento e da condenação, partindo do princípio de que, se as instituições não funcionam, ele as substitui. Da mesma forma que o IPM, a punição é a exposição pública. E, assim como os Estados de regimes autoritários, o direito de defesa é suprimido, apesar da formalidade de “ouvir o outro lado”?.
Este é um lado complicado da análise da mídia tradicional porque traz junto o componente moral. Antes de assumir o papel de polícia e juiz ao mesmo tempo, consolidou-se como porta-voz da moral udenista. Hoje, as duas coisas vêm juntas: o discurso de que a política é irremediavelmente corrupta e a posição de que, sem poder na política institucional, já que está na oposição, a mídia pode revestir-se de um poder paralelo e assumir funções punitivas. A discussão é delicada porque, não raro, quem se indispõe contra esse tipo de poder paralelo da imprensa é acusado de conivente com a corrupção, mesmo que a maioria das pessoas que ouve o argumento reconheça que o julgamento da mídia tradicional é ilegítimo, falho e tem um lado, isto é, não é imparcial.
O marketing da moralidade vende muito jornal e revista na classe média, mesmo quando os erros do julgamento sumário pelas páginas da imprensa sejam muitos e evidentes. O udenismo também tem o lado da propaganda política, de desqualificação do processo democrático – não está em questão o fato de que existem políticos corruptos, mas a ideia de que a política é, em si, corrupta.
Diante desse histórico da imprensa brasileira, a notícia da tal Folhaleaks é particulamente preocupante. Em vez de Wikileaks – uma organização não governamental que lida com informações vazadas de governos e as submete ao escrutínio da apuração de veículos para divulgação – é Folhaleaks: um canal aberto a denúncias anônimas, que podem envolver os mais diversos e obscuros interesses por parte de quem denuncia. O risco é que essa forma de captação da informação reinstitua a política da denúncia do fiscal de quarteirão, mas desta vez executada não pelo Estado, mas como demonstração do poder de fazer e desfazer reputações que se autodelegou a mídia.
(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.



A banda System of a Down (Queda do Sistema) botando pra quebrar no Rock in Rio e olha, vejam, a letra do P.I.G.: http://letras.terra.com.br/system-of-a-down/1241556/traducao.html
Homenagem ao PIG e seus urubólogos abraçados aos golpistas do ‘quanto pior melhor’(leia-se tucambada) em colapso!!!
hauhuahauhuahauhuahau
A Folhaleaks é inconstitucional. É a oficialização do que existiu na época da ditadura quando o jornal denunciava supostos opositores do regime. A sociedade não deve apoiar a Folhaleaks. A sociedade civil precisa acionar o poder público contra essa CIA paralela, braço armado do PSDB.
O meu medo é que está influenciando até quem não vota na direita. Vejo pessoas no facebook que não são de direita, aderindo ao movimento “basta” sem peceber que eles falam de corrupção só do governo federal e não dão a mínima para a corrupção estadual, municipal. Eu gostaria de saber se é o Cerra que está por traz desse movimento que é notório organizado pela elite.O novo Cansei. Tenho medo que pegue porque até uma irmã minha que não suporta o Cerra, aderiu.
Só conversando com o Julien Assange sobre mais essa tentativa de golpe da Folha.A ideia dele é excelente mas pode ser destorcida por qualquer um. O que fazer para nos livrar dessa praga? ….
Excelente artigo da Maria Inês. É preciso estarmos atentos a estas manobras dos veículos de comunicação e denunciarmos sempre que possível.
Denunciemos algo sobre a Folha (há tanto a denunciar…) para o “Folha leaks”. Se sair na capa, será a prova do engajamento da Folha em investigar “doa a quem doer”.
Denunciemos a estranheza dos contratos do governo paulista para a “queima do café”, digo, distribuição de material jornalistico conservador às escolas.
Se não for investigado, enviemos ao Bispo. Ele sempre escuta obsequioso…
É a mesma imprensa carcomida, irresponsável e golpista dos anos 60. Este pessoal parou no Golpe.
ET: Será que a Folhaleaks vai contar sobre os carros da Folha que serviam como transporte para levar presos políticos para serem torturados?
PH
A Maria Inês é precisa na abordagem. O PIG é a UDN, é a ditadura, é a escravidão, é a casa grande, tudo, em verdadeira orquestra nacional. Só cego não vê.
A internet é uma luz que incomoda esse submundo.
Um abraço.
A dita imprensa brasileira pode ser tudo,menos imprensa;nunca fez por merecer.N ambiciona quarto poder;acredita ser o poder.
Então não existe punição para quem faz acusações vazias? Posso sair blefando e acusando quem eu quiser? =^|
A imprensa é o quarto poder instituído de fato, com ação direcionada, dirigentes definidos pelos próprios concessionários, financiada pelos detentores do poder monetário e totalmente isento de controle! Não há ninguém capaz e competente na área jurídica que consiga estabelecer limites e conter essa aberração, antes que a inquisição da imprensa enquadre também o próprio poder judiciário? O legislativo e o executivo já foram para segundo plano desde o tempo do golpe contra Getúlio! O mercantilismo do golpe se reacende sempre que se instala um governo popular! Aí, a imprensa golpista se transforma no eterno capacho a favor dos interesses subtraídos dos que se consideram os donos da economia!
A UDN e a alma do Lacerda estão vivas no armário de ZÉ Serrágio,Bolsonaro,ACMinho, Álvaro botox Dias, Sergio Guerra e outros.
Enquanto a “grande mídia” do pig quer intrigar LULA E DILMA, os tucanos estão se matando. E sem ninguém de fora fazendo intriga.
Esse é mais um grande trabalho da Maria inês, muito esclarecedor com certeza. Esse assunto é bem conhecido das pessoas relativamente informadas, sejam progressistas ou conservadores. Por um lado nós progressistas apoiamos, gostamos, e até ficamos felizes em saber que tem pessoas influentes colocando esse assunto em discussão, por outro lado, os conservadores, não dão a menor bola, pois só lhes interessa as coisas do jeito que o PIG lhes transmite. E nós corremos o risco de continuarmos dando murro em ponta de faca, e eles fazendo o jogo sujo que, via mídia de massa, além de nos desacreditar, reforçam ainda mais a alienação, que eles produzem em tempo integral na cabeça dos incautos.
Na minha opinião, esse discurso deve continuar sim, porém acompanhado de muita pressão sobre os políticos, pára que percam o medo e implantem, produzam e aprovem a “regulamentação da mídia”, de uma vez por todas, ou em menos tempo do que imaginamos, teremos que entregar de mão beijada, o nosso país na mão desses “abutres”, e daí “babau”, nunca mais recuperaremos o poder, e a sanidade política do nosso país. Grande abraço.
O artigo da jornalista Maria Inês, além de primoroso, trás em seu conteúdo verdades cristalinas e cidadãs. Parabéns, menina, é de profissionais de imprensa como você que nosso país precisa.
O brasileiro é um cidadão alegre, hospitaleiro, fraterno e carrega ainda, uma enxurrada de qualidades. Mas nos quesitos qualidade de informação e consciência crítica e social, certamente, somos a ralé das ralés. Um povo que além de ser recordista mundial de tempo em frente a TV ( entenda-se TV Globo ), se informa diáriamente assistindo JN, tem mais é que pastar mesmo. O tratamento, deveria ser semelhante ao de côrno, onde todo castigo é pouco. Infelizmente, no Brasil, realidade é uma coisa que Fátima Bernardes e Willian Bonner falaram.
FolhaLeaks é de um humor sem tamanho.
De um lado temos documentos oficiais outrora secretos que ganharam o sol da opinião pública.
Do outro lado, temos documentos com interesses secretos que ganham o sol da opinião pública como se fossem oficiais
que medo absurdo é este de enfrentar os menbros do pig os mesmos sao notoriamente traidores da patria e contra os interesses nacionais portanto deveriam imediatamente serem confrontados pelo governo que tem que zelar pelos interesses do Brasil e dos Brasileiros , portanto a presidenta tem que imediatamente não dar mais verbas para o pig e dizer em cadeia nacional de televisão quem sao e o que querem , quanto mais demorar este desmascaramento pior para os brasileiros , pois somos um povo de paz mas nao venham com golpes pois acredito que quem tem que sofrer primeiro é quem criou a baderna e este tem nome PIG, e todos sabem, quem faz parte do pig.
Os crimes do PIG não precisam de “leaks” são claros: contratos milionários com o governo de São Paulo, sem essa mamata o PIG afundaria, tá na hora de Dilma abrir o olho e reduzir a publicidade desses veículos golpistas.
A malhação de Judas é um sub produto desta didática que: -legaliza a barbarie. O nome desta tramóia é endemonização. É a didática embasada na união através do medo ou do ódio – no sequestro da razão a hipnotizar massas que darão sustentação ao golpe.
PHA
o artigo é muito bom, porem eu acrescentaria que houve dois momentos de cassação: o primeiro momento a cassação dos adversários, onde os civis participantes do golpe davam nome e apoiavam outros nomes, acrescentavm e tiravam nomes da lista; e o segundo momento a cassação dos civis que participaram do golpe e que já eram incômodos, por discordarem, por ser do segundo escalão e não admitiam, pelos novos donos do poder, por exemplo o Abraham Medina, pai de roberto medina, e tantos outros: carlos lacerda…
A Nassif é séria candidata a ser denunciada pelo Folhaleaks.
Eu já havia dito e repito: vamos fazer o nosso “Blogsleaks”, eles precisam provar do próprio veneno. E já q “eles” são tão “sensíveis” à paródia, podemos homenagea-los com um “Folhialeaks”… Vamos reagir, não podemos deixar essa escória destruir nossa sociedade novamente. Eles conseguiram pilhar, escravizar e desestruturar toda a sociedade em 64 e só agora estamos começando a nos recuperar. Neste momento, “eles” estão sentindo o “cheiro” voluptuoso da fartura e já começam a babar e a uivar como animais no cio.
Eu já havia denunciado isso aqui, assim que a ‘falha de são paulo’ propagandeou a idéia. Trata-se de mais um instrumento de assassinato de reputação. E tudo isso com o beneplácito das autoridades e principalmente do judiciário. Temos um Judiciário corrupto que, por ter o rabo preso com a mídia, vivem em perfeita sintonia. ‘Eu não denuncio suas mazelas’. ‘Em contrapartida, você não me condena a pagar indenização pelos assassinatos de reputação. Se condenar, que seja um valor irrisório que mais pareça um tapa na cara do ofendido’. E estamos conversados.
Ley de Médios meus amigos, Ley de Médios… é a única solução. Esta mídia que se apresenta como paladinos da moral, não possui legitimidade para tanto.
Ps – Não é folhaleaks, mas Friasleaks…
Como acho jornalismo uma coisa séria, e muito séria, jornalista safado tem que ir para a cadeia. O jornalismo do PIG está cheio deles e nada lhes acontece. A propósito, o que aconteceu à Veja e ao jornalista que invadiu a privacidade de hóspedes do hotel em Brasília? Nada.
O dono da frase, pela sua cota de honra, era o último da fila.
Enquanto nós aqui ficamos em guerra com o PIG o Governo Federal continuar enchendo os cofres do PIG com propagandas oficiais. Eu não estou nem dizendo que a Dilma deva fazer o marco regulatório da imprensa porque reconheço que não é fácil, mas ela poderia cortar boa parte das propagandas que são feitas nos tentáculos do PIG. Se fizesse isso o PIG iria sentir no bolso. Não consigo entender porque isso não acontece. Será que o Governo Federal tem rabo preso com o PIG?
Eu tinha comentado aqui… a aracupa está armada…
Ela se chama corrupcão… é que nem fogueira de Säo João… quanto mais se combate mais lenha vai…
O Governo na parede tem que combater mais e mais… e quanto mais resultado, mais lenha na fogueira da oposicão. É o golpe… Se a Dilma vacilar, ela cai… e combatendo ou não combatendo a inflacão… vai lenha na fogueira…
Sem ley de medios… a Dilma cai… aí terão que chamar os brilhantes pensadores estratégicos (que protegeram o insubistituível consultor e Nobel de economia, por mais de um mês sem dar uma palavra) para explicar por que o Governo, que ora era de esquerda, era também Coca-Cola. E aí se vai o projeto da Presidenta e do Nunca.
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/09/30/avaliacao-positiva-do-governo-dilma-sobe-para-51–cniibope.jhtm
Avaliação positiva do governo Dilma sobe para 51%, diz CNI/Ibope
A urubóloga vai se descabelar!!!!
Somos um povo honrado governado por uma imprensa podre.
A FALHA quer ser a TELETELA, do “1984″ de George Orwell. Os sem noção perderam totalmente o senso do ridículo… Quem eles acham que são??? Os paladinos da moral e dos bons costumes???? Os Cavaleiros de armadura reluzente salvadores da pátria contra do dragão da corrupção???? Então porque não denunciam as corrupção em São Paulo e outros ninhos tucanos infestados de maus-feitos, e se recusam ser vilmente comprados pelos mesmos???? Ora FALHA, tenham vergonha na cara!! Vocês, que emprestaram suas vans para carregar torturados e corpos de jovens abatidos pelos ditadores, são pôdres e não tem moral para condenar ninguém. Fedorentos!!!
“O BRASIL PARA TODOS não passa na glObo – O que passa na glOBo é um braZil para TOLOS”
A Folha de São Paulo ,com o Folhaleaks, institui o “jornalismo declaratório”, de que falou o Caco Barcelos, como norma de seu procedimento.Um atentado à Democracia.Eu já disse aqui, a Ley dos Medios deve ser prioridade porque esse PIG não está ai prá fazer figuração para a oposição.Ele é o partido político que faz oposição ao Governo.Seu intuito é destruir as conquistas que Lula e Dilma promoveram no país.
Imperdível estes texto de Ricardo Kotscho, é sobre o vexame da imprensa tupiniquim em Paris reclamando contra a premiação dada a Lula
http://noticias.r7.com/blogs/ricardo-kotscho/2011/09/28/lula-em-paris-imprensa-sabuja-da-vexame/
Ley de Medyos só na próxima encarnação do Tio Briza.
deveria ser incluido no curriculo escolar esse texto!
reinaldo carletti
Os da fôia querem denuncias anônimas? Vou começar por alguns tungamos da minha cidade, que andavam em carros velhos caindo aos pedaços e por terem olhos azuis enganaram vários trouxas que votaram neles.Hoje possuem patrimônio “invejável”.
Boa idéia.
a FoiaLeaks só engana paulista!
Estou com o historiador inglês E. P. Thompson: “as criaturas das classes médias são uns verdadeiros canalhas”. São elas, desde a Revolução Francesa, que impediram todas as possibilidades de mudanças significativas no mundo social e econômico. É o habitat natural do PIG de todos os tempos.
Vamos todos os brasileiros usar o Folhaleaks para denunciar os abusos da propria folha e de seus comparsas do PIG
Por todos rincões Brasileiro, Coronéis da época,apoiaram o golpe Militar,delataram,prenderam e desmoralizaram as novas nascentes lideranças locais, que lhes ameaçavam a hegemonia do Poder,tirando-os da cena Política.Mantiveram-se dono Estado e da Vida,adiando por 20 anos a nossa tenrra Democracia.
Vamos todos o brasileiro usar o Folhaleaks como canal para denunciar os abusos da Folha e de seus comparsas do PIG
Dilminha vai acabar caindo por excesso de democracia, digo e repito.
Basta ler o jornal O Globo de hoje que mais parece uma edição da Luta Operária ou do Convergência Socialista.
Nunca antes na história desse país, os sindicatos dos bancários tiveram um panfleto tão mal feito quanto a edição do O Globo de hoje.
Mas segundo O Globo a greve é um sucesso total e está caminhando para a Greve Geral e a derrubada do Governo Dilma… Lenin e Trotsky ficariam com inveja do tom “revolucionário” do O Globo…
Como se greve de Bancários, no tempo de online banking e transações pela internet, afetasse a vida de alguém…
Por que eles não falam da greve dos professores de minas? Do Ceará eles falaram. São pigs mesmos.
A quem interessa desqualificar a política, afirmando que toda ela é corrupta?
É bom pensar a respeito antes de bancar o “inocente útil”, engrossando os discurssos de cansei da grande mídia.
Haja visto que antes de subir ao poder e extinguir todos os outros partidos políticos, os nazistas utilizaram da mesma estratégia para desacreditar a democracia.
De la para ca, a imprensa não mudou muito.
O PIG realiza o que mais adora: a instituição do “dedo duro”! Com essa , desmascara de vez as intenções de sempre desse jornaleco prestes a fechar por falta de leitores e credito da sociedade. Acho até que fica mais fácil denunciá-lo ao povo brasileiro, que cada dia entende mais as intenções escondidas e sórdidas do PIG. É só botar a boca no trombone!
Cadê o ministro Bernardo? Tá com medo de que? Se tem o rabo preso, que peça o boné já.