Almiro Sena é o novo Secretário de Justiça e Direitos Humanos da Bahia.
Sena é Promotor de Justiça do Ministerio Público da Bahia e Coordenador do Grupo e Atuação especial de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa no MP da Bahia.
Ele é provavelmente o primeiro Secretário de Governo no Brasil fiel da religião umbandista.
Saravá, governador Jacques Wagner !
Sena é autor do livro “A Cor da Pele”, do Instituto Memória Editora.
A epígrafe do livro é “na sociedade racista brasileira o normal é ser branco.”
Este ansioso blogueiro recomenda especialmente o capítulo “A negação do racismo como discurso eficiente para sua disseminação”.
Ali, Sena examina célula por célula a “obra” de autor de um trabalho sub-científico de titulo “Nós (nós, quem ? – PHA) não somos racistas”.
Sena também examina um outro sub-cientista de sobrenome Magnoli.
Sobre Kamel, diz Sena: “… o discurso da negação termina por reforçar a existência do racismo, pois além de obstar a sua desconstrução ideológica entre o grupo discriminador, tem o efeito, peculiarmente perverso, de dificultar, mais ainda a conquista da igualdade material por parte do grupo discriminado, já que contesta qualquer medida concreta de redução de desigualdade entre ambos. Ademais, novamente, avilta à dignidade dos que são historicamente ofendidos pelo racismo, transformando-os , aos olhos dos incautos, nos ‘verdadeiros racistas’. “
Como se sabe, Kamel, o mais poderoso diretor de jornalismo da História da Globo, se vale do púlpito das Organizações (?) Globo para combater as cotas nas universidades, com a obstinação de um cruzado.
Sena, porém, não escreveu o livro para combater Kamel.
Ele tem mais com que se preocupar.
E demonstra com um zelo profissional irreparável como, por exemplo, a ideologia da “eugenia” e sua derivação “eugenia social” se impôs ao pensamento conservador brasileiro.
Sena desconstrói o sub-argumento (Kamel é um dos usuários) conservador de que depois da Abolição não houve obstáculos legais à ascensão do negro.
Papo furado.
Mostra o autor no capítulo “A condescendência da legislação brasileira com o racismo”.
Sena não poupa nem o genio do Padre Vieira.
Racista, mas genial.
Kamel é de outra grei.
Paulo Henrique Amorim



2 anos de ProUni formou-se mais brasileiros negros e pobres que em 500 anos… punto e basta!!
Gostei da menção do Sr. Magnoli como sub-cientista. Como geógrafo formado pela USP posso garantir com conhecimento de causa a veracidade da adjetivação.
Para além do fato de eu ser favorável ao sistema de cotas (se vc tem diploma de ensino superior e é contra essa política, não há como dorar a pílula, vc é racista…) vale a pena um contraponto: a maioria das comparações com os EUA e as considerações sobre as formas da segregação racial lá, hoje, são completamente infundadas! Parte-se de filmes sensacionalistas holiwwoodianos e de pura imaginação. Poucos conhecem o sistema lá – provavelmente mais justo que o nosso, apesar de tudo, pois eles têm ações afirmativas há décadas enquanto nós debatemos contra o óbvio e mínimo de humanidade. Há muita fabulação aí para o regozijo da nossa direita reacionária.
Rapaz, que o Brasil é racista, até os minerais sabem.
Agora, tem alguém que tenha a coragem de ler um livro escrito por Kamel? Se sim, tenho certeza que é para descontrui-lo.
Quem e contra cotas para negros, dizendo que tem que se pensar em brancos pobres, desconhece o que é o atual sistema de cotas, pois as universidades que já adotaram o sistema de cotas ( mais de 60) também reservam suas vagas a alunos de escolas publicas, contemplando os brancos pobres. Sugiro que pesquisem como funciona os sistemas de cotas já existentes, é mais fácil argumentar com fatos do que com hipóteses.
É interessante pensar que o “racismo à brasileira” pode não ser segregacionista como o racismo estadunidense, por exemplo, mas isso não significa que não existe, que seja “melhor” ou menos violento… Na verdade, defendo o ponto de vista de que o nosso racismo é mais cruel, pois impede o reconhecimento da sua existência e a luta contra ele…
É isso..
Legal.
Ninguém coloca que durante toda a história do Brasil as faculdades e depois as universidades públicas sempre foram frequentadas pela elite e quem as sustentavam eram os impostos de todos os brasileiros.Depois de formados não tinham e não tem obrigação nenhuma com o povo.Portanto cotas de 100% para os brancos. Até aí nenhum pio.
o livro do ali kamel deveria ter o seguinte título: “não somos racistas, mas somos o número um entre os racistas”
blogueiros sujos nele!!!
Eu sou a favor de uma boa educação pública, com ela não seria necessário ter cotas. Racismo existe sim e quem ousa negar isso é pq não enxerga a realidade ou finge que não vê.
Pessoal, projeto de cotas em si não é a solução do preconceito racial que gera a desigualdade de oportunidades, porém, é uma maneira de ajudar uma geração que já está em idade adulta e que não tiveram oportunidades de um ensino fundamental e médio de boa qualidade… Claro que o ideal seria iguais oportunidades na educação de base; porém, se isso começasse a partir de hoje, só daqui a 15 ou 20 anos todos teriam as “mesmas” oportunidades. E a geração hoje em idade para ingressar nas universidades? Vamos continuar a excluí los? Cada um tem o direito de ter opinião, assim como tenho a minha, mas pergunto a quem é contra as cotas, qual a solução que propõe de curto prazo?
PHA, olha que boa pauta para um programa especial! Na maioria dos comentários há uma grande confusão devido à desinformação a respeito do sistema de cotas e da sua necessidade. Um programa que fale do sistema de cotas que existia desde 1500 (discriminação negativa) antes desse (discriminação positiva) que desejamos. Apesar de que sempre concordei com o professor Milton Santos quando ele dizia que o sistema de cotas não é uma questão a ser debatida. Cotas, é sim uma resposta para uma questão bem maior, é um meio para a mudança da realidade.
Olá PHA,
Também sou contra as cotas da maneira que se encontra. Acho ela “racista” (seria melhor “colorista”, pois só avalia a cor).
A cor da pele é apenas 01 (uma) das características “visíveis” que distigue as raças. No final das contas, este método, só avalia a cor da pele. Pergunto: Qual é o tênue tom de pele que diferencia?
Podemos ter descendentes de escravos que não serão beneficiados pela lei por conta da miscigenação.
Abraço.
Paulo Coelho de Souza:
Principio tem as coisas. Você imaginou quanto tempo e dinheiro se teria que gastar para fazer um estudo a cada individuo para ter a certeza de onde descende?
O que mais dói em um racista, é parar o seu carro no sinal e olhando para o lado, ver um negro dirigindo também. Ainda mais se o carro do negro, for melhor que o seu. Só sabe e sente o racismo quem é negro, do contrário, é dificil saber. Quando um “não negro” tem um bom conhecimento e versa sobre determinado assunto em uma roda de amigos, é classificado de “inteligente e articulado”, mas, se for negro, é tachado de “preto metido”. Toda vez que algum racista quer se isentar de ser reconhecido como racisa, começa a sua fala dizendo: “EU NÃO SOU RACISTA NÃO, MAS…”. Dificilmente, você conhecerá um negro que não tenha apelido (Pelé, Buiú, Neguim, Macula, etc). Racistas, para se livrarem, contam estórias mirabolantes de amor que sentiram por parceiros negros, mas dificilmente, SE CASAM, com estes seus “VERDADEIROS AMORES”. O Racismo dá pano pra manga, é dificil até de muitos negros entenderem e combaterem. Preferem “empurrar com a barriga”, para não se indisporem com “não negros”, chegando ao ponto de discriminar seus próprios irmãos.
Por isso, SOU SIM A FAVOR DO SISTEMA DE COTAS!!! O Brasil tem SIM, uma enorme DÍVIDA com negros e indígenas e TODAS AS DÍVIDAS TEM QUE SER PAGAS, tal como as dos torturadores deste pais.
Pentelhão publica no Blog:
‘Elio Gaspari diz que a AOB voltou a flertar com o voto de lista, mas não sabe, ou não quis informar aos seus leitores, que ela defendeu também o voto distrital faz uma semana. Que loucura!!!’
Publicou também ontem: ‘Veja como o jornal O Globo transforma sua pauta na pauta de seus entrevistados’
http://passarinhopentelhao.zip.net
Twitter: ppentelhao
Nem pandeiro, nem berimbau, nem outra coisa. O PIG é
fortão mesmo(riririririririririri.
Obrigado LULA
DILMA; Tá cheio de “especialistas”, prevendo um surto de
inflação. Falta a essa gente, um pouquinho de vergonha!
Seria ótimo que esse livro fosse adotado nas escolas de segundo grau no Brasil.
Vamos ver se consigo agora. Strosner, ditador paraguaio ficou muitos anos hospedado aquí e ninguem nem mesmo o PIG falou alguma coisa. Portanto vamos deixar o Batistti em paz e condenar os Berluscones desta VIDA.
A todos aqueles e aquelas que são contra as cotas nas Universidades para Negros e Índios alegando que os mesmos são suficientemente capazes para disputarem uma vaga em uma Universidade com um branco, isso eu também concordo em gênero, número e graú. O que eu não concordo é: Como uma pessoa com a mesma capacidade de uma outra, não tenha a mesma oportunidade e seja barrada só porque ela é Negra ou Índia?
Aliás Cotas, são Cotas. Existem Cotas de idade para votas, existem Cotas de valores de mensalidades de escolas para estudar, existem Cotas de níveis sociais para frequentar um determinado ambiente e tantas outras, só que destas ninguém reclama.
Bravo, PHA!
Bravo!
Parabéns por seus posts!
Sou branco, hoje, graças ao governo Lula, de classe média, sou a favor das cotas, nós temos uma dívida com os negros e índios, pela história, sabemos que os negros são competentes, mas ainda não estão em condições de igualdade com os brancos. Se não querem cotas nas universidades, que tal cotas no ensido privado, fundamental, médio, e nos cursinhos, e com condição de apenas estudar? Aí não precisaria de cotas nas universidades.
Não concordo que o Brasil seja esse poço de racismo que alguns tentam impor na nossa cabeça de tudo o quanto é jeito e argumento já imaginável.
Ainda para vcs: recomendo algumas leituras. O livro Roots (Negras Raízes) que virou uma mini série, os poemas do baiano Castro Alves, o livro citado acima do Almiro Pena: A cor da pele. Autores como Nina Rodrigues, Gilberto Freire, Pierre “Fatumbi” Verger, entre outros. Vamos saber mais sobre a origem, a hsitória e a evolução da população negra do Brasil crianças! Estudar é bom e amplia a nossa visão de mundo. Vamos trabalhar.
É impossível reparar a barbárie imposta pelos brancos exploradores a índios e negros. Como fazer justiça?
Escravidão é crime contra humanidade e leis trabalhistas, como indenizar?
A lei de cotas pode ser aperfeiçoada, favoreceu inicialmente quem vive o problema na pele, evitou controversa ou tornasse uma vara de família.
Racismo inverso é a lógica hipócrita do racista.
Quem primeiro nega o racismo se não o racista.
Globo e o racismo, tudo a vê.
Crianças, andei lendo os comentários dos contrários ao sistema de cotas raciais e me preocupei com vcs. É normal ver o mundo a partir de si mesmo. Mas precisamos relativizar. A enormidade da tragédia humana dos negros no Brasil e nas américas não é conhecida de vcs pelo visto. Recomendo com urgência uma revisão de conceitos baseada nos fatos. Leiam sobre a escravidão, sobre as leis de libertação paulatinas e sobre o abandono depois da lei áurea. E se puderem, o mesmo processo nas américas afora. O racismo brasileiro é velado, fingido e perverso. As pessoas precisam evoluir muito ainda para superar essa chaga na sua formação social e humana. Vamos trabalhar.
As cotas são alguma coisa além da logica e do bom pensamento, pensar que alguem somente por ter a cor da pele um pouco mais escura tem DIREITOS adicionais é uma grande incoerencia!! direitos aos INDIOS que também foram perseguidos e massacrados, direitos aos JUDEUS que foram perseguidos e massacrados . DIREITOS SIM A QUEM TEVE QUE TER UMA ESCOLA DE PESSIMA QUALIDADE, DIREITO SIM A QUEM TEM BAIXA RENDA OU SEJA POBRE.
ISSO SIM SERIA O CERTO , AGORA TEM MUITOS NEGROS RICOS PEGANDO CARONA NESSA LEI .
INJUSTO NO MINIMO. A LEI DEVIA SER PARA TODOS NAO APENAS PARA UNS POUCOS.
Concordo com voce Serginho. Eu daria uma sugestão ao MEC, examime os CPF dos pais (pai e mãe) dos candidatos, que assim saberão sua origem e condições financeira sem precisar saber que é: preto, pardo, amarelo, cinza, emfim nada de cor da pele, tem que ser brasileiro.
Apoiado!
Que horror! O Lula fez ser obrigatório o ensino da história africana nas escolas! Ora, que já se viu isso.
Jovens, imaginem a situação: 30 milhões de pessoas foram sequestradas de seus países de origem, separadas de seus familiares e de sua história para servirem de escravos no trabalho em uma terra distante. Trezentos anos depois, seus descendentes ainda sofrem de preconceito. Sou filho de pai negro e tenho pele clara, não fui beneficiado pelas cotas. SOU A FAVOR DELAS. O enorme desastre humano, histórico e social tem que ser enfrentado, pois o racismo do Brasil é hipócrita, velado e forte. Piadas, oportunidades diferenciadas de trabalho, tudo está aí para todos verem. Ampliação das cotas já. Quanto ao PiG, o de sempre: controle remoto neles enquanto não sai a lei de mídias.
Sou totalmente a favor das cotas! Sem elas, os pobres continuariam a ser excluídos do ensino público federal.
Perguntinha. Só os não brancos são pobres?
O racismo no Brasil é latente e sempre que permitem, mostra sua cara.
http://easonfn.wordpress.com
Ao invés de lutarmos contra a cota para negros,sugiro a luta por mais 50% de cota para quem vém da escola pública, deixando ainda,30% para os filhos da elite branca de olhos claros.
Há priscas eras o racismo se manifesta de forma velada no Brasil.
No mundo, são os palestinos as maiores vítimas do racismo protagonizado por Israel, que impõe uma limpeza étnica nos territórios ocupados.
Que bom, mais uma tese, estudada e moldada com base em pesquisas sérias, agora publicada em forma de livro, que disseca as raízes conservadoras do coletivo comum da sociedade brasileira. Esse é um tema filosófico e sociológico que tem que vir a tona, não se pode viver discutindo maqueisticamente do contra ou a favor de cotas raciais ou sociais. algumas medidas se fazem emergentes para a superação das varias formas de desigualdades que perduram em nossa nação. negar o que está em nosso inconsciente coletivo não ajuda em nada a tarefa de sabermos quem somos e o que queremos ser enquanto uma civilização em emergência, é preciso enfrentarmos nossos problemas.
sou negra;pobre e moro na periferia,fui domestica,sofri preconceito pelos dois motivos mas o racismo é cruel,os descendentes dos escravocratas daquela epoca fizeram fortuna e suas familias sao tradicionais e de nomes pomposos e os descendentes dos escravos? cotas é pouco.a luciana definiu muito bem o branqueamento da raça.
O racismo no brasil é evidente que so o fato de não querer o sistema de cotas ja prova o quanto o racismo esta grudado em nossa sociedade,o racismo é a propria negação das cotas para negros que nunca tiveram oportunidades,negar é continuar não dando oportunidades.
Ali Kamel é um personagem desconhecido em S.Paulo, e seu livro ainda mais. Estamos diante de um fato realmente deprimente; um autor desconhecido de um livrinho que ninguem leu nem vai ler. Aqui em minha cidade, um folclorista comentou certa oportunidade:” no Brasil escrever um livro é fácil, difícil é encontrar leitores.” Adios Kamel…suerte con su librito…
A esquerda pretende impor sua pauta criminalizando a opinião do contrário. Machista, racista, homofóbico, xenófobo, são alguns dos “adjetivos” que aguardam quem ousa discordar.
Sou contra as cotas por raça,pois entendo como racismo,
já que as pessoas de hoje não foram responsáveis pelo racismo,foram nossos antepassados,sou a favor de cotas sociais,pela condição financeira,cotas por raça é cobrir um santo e descobrir o outro,pois quem for branco pobre ficará em desvantagem,o que é contra o principio da igualdade entre pessoas,pois nosso país os ricos são minorias,podem crer.
gente eu prefiro acreditar no Kamel e no Magnoli, pessoas insuspeitissimas que escrevem em veiculos insuspeitissimos.
Quem gosta de dizer que no Brasil com S não tem racismo é sempre os mesmos aquela velha burgUeSdA que jura amar o brazil com Z, sempre foi assim chegam lá fora no exterior e ficam dizendo que o Brasil com S existe a democracia racial, mas, quando os gringos chegam aqui ficam com um nó na cabeça?!?! Cadê os gerentes, cientistas, empresários, juízes, generais, bispos, reitores, governadores e tantos outros profissionais em quantidade populacional que teve sua oportunidade por méritos reconhecida e não pela sua natural apresentação de pele. Vocês querem a testar uma prova se tem ou não racismo no seio da população brasileira? É quando uns e outros pregam aos ventos que não é racista e num belo dia de almoço em família a filha querida diz que vai apresentar o novo namorado e quando ele chega tam tam tam tammmmmmmmm advinha com quem estou de beijos, abraços e amassos a bela menina de família religiosa com um belo moço de cor. Eu já vi este filme antes! É um torcer de nariz sem fim! No fundo somos hipócritas!
Como todos os figurões do PIG, esse senhor acredita nos disparates que publica. Seu grande talento é dar voz aos preconceitos mais tacanhos e ignorantes de seus leitores como se estes fizessem sentido, de modo que o vergonhoso parecesse louvável. É por isso que essas pessoas compram jornal.
Realmente as cotas devem ser para os pobres, os excluídos da sociedade. Só tem “loirinho du zoio azu” nas favelas do Brasil, negros só vejo nas diretorias das multinacionais, dos bancos, das universidades…
O Brasil não é assim mesmo?
A torcida é para que o Secretário não seja condescendente ! que utilize e disponibilize mecanismos de detecção e punição das mais diversas formas de racismo.Poderia por exemplo avaliar os comentarios em rede nacional da CBN no dia seguinte a votação do primeiro turno das ultimas eleiçoes sobre a velocidade e o tempo que cada eleitor dispendia diante da urna sobretudo os baianos ! uma pérola tupiniquim! E ainda querem se autoregularem!
“depois da Abolição não houve obstáculos legais à ascensão do negro”.
Assim como eu acredito que Saci Pererê existe, que Comadre Florzinha defende os bichos na mata, que lobisomem se transforma em lua cheia e os vampiros podem ser bons, como Edward Cullen…
Sou contra as cotas de 20% para negros na universidade. Se somos 50,28% da população brasileira, merecemos 50,28% de cotas na universidade. Durante 400 anos construimos a riqueza desse país com nosso trabalho (escravo), já passou a hora do Estado reconhecer a força do racismo no Brasil suas concequencias para a população negra. Nos descendentes dos ex-escravizados queremos a fatia do bolo construido por nossos antepassados. Esse é o problema de partidos como DEM, PSDB e PPS além de emissoras racistas como a GLOBO e revistas como a VEJA, para eles o bolo deve ser comido somente pela elite brasileira que é uma elite branca.
Cotas = racismo as avessas.
No caso das cotas, há um outro enfoque importante:
A maioria dos médicos formados nas faculdades públicas são oriundos das classes mais favorecidas e não querem ir trabalhar em regiões pobres, por razões óbvias.
Ou seja, pagamos para formarmos profissionais que atenderão apenas aos abastados?
PHA,
Como baiano, sobre o secretário Sena, com ou sem ubanda, raça ou sub-raça, “ciência ou empirismo”, oxalá não fique só na teoria, mas efetivamente consiga debelar a violência que afligem os moradores deste Estado.
Só este ano já foram 17 casos de arronbamento a agências bancárias (todos com uso de explosivo). No último final de semana a região metropolitana de Salvador registrou 29 assassinatos. Aqui onde moro, cidade de 80 mil habitantes, já ocorreu 9 homicídios; 1 a cada 3 dias!
Viva Jacques Vagner!
Viva o separatismo!
Viva o candomblé!
Viva!
Por isso eu só assisto a TVBRASIL que busca dar maior oportunidade aos negros, aqui em pernambuco ela a TV tem grande audiencia.
Jacó,
Hoje mesmo, no Bom dia Brasil da Globo, pude ver como a força pública de seu Estado tratou bem dois negros suspeitos de terem praticado um roubo.
Viva a PM de PE!
Viva o PIP!
Viva o obscurantismo!
Quem é contra as cotas deve se levantar e se utilizar das palavras ou de outros gestos revolucionários para denunciar, combater as empresas que estabelecem cotas de 100% para brancos. Estou falando de certas posições no mercado de trabalho que ganham um pouco mais que o salário mínimo. Vamos aos exemplos, são muitos, mas vou ficar apenas num. Há uma rede de supermercado aqui do sul, que já tem loja em São Paulo, que não contrata negros para chefe de caixa. NÃO há 1 em TODAS as suas lojas (e são muitas). Onde estão os defensores da igualdade nesta hora? Há várias empresas que estabelecem cotas de 100% para brancos. Onde estão os justiceiros? os críticos? os contra as cotas? Mas … vamos fazer de conta que nada disto existe.
Eu gosto é daquele discurso hipócrita “o racismo no Brasil é social, se o negro tem dinheiro é tratado bem”… Sei, tá certo, é assim mesmo…
Mais: em relação ao homo sapiens, o conceito de raças cai por terra a medida em que avançam as pesquisas genéticas. Relevantes se tornam os conceitos de etnia e povo e, portanto, mais degredantes, ainda, se tornam, “argumentos” contra a política de cotas. Não se trata de reparar uma outra “raça”. Se trata de reparar povos que para cá foram trazidos a força.
Pode não existir maior diferença genética entre um negro e um branco,e pode haver mais semelhanças entre um branco e um negro do que entre dois brancos ou dois negros,mas que importância tem isso?!O que tem importância é que a cor da pele,assim como a condição social,o gênero,a religião,ou a região de origem,ou a condição física ou psiquica,nos coloca,ou é razão para que nos coloquem em determinada classe,pouco importando qualquer coisa que possamos fazer,de bom ou ruim.
Curioso, de repente uma plêiade de nomes q não me lembro de haver postado antes nesse blog do PHA aparece questionando o sistema de cotas. Não percebem q o sistema de cotas tem um caráter, inclusive, indenizatório. Existe um gap temporal imenso desde q os primeiros negros aqui aportaram até a lei Áurea (isso para não falar de diversos estabelecimentos, inclusive de ensino, que durante muito tempo foram vedados aos afro-descendentes). A única crítica que tenho ao sistema de cotas do governo é que acho tímido (reduz-se ao ensino superior). O sistema de cotas deveria abranger, também, os cargos de direção de empresas, a alta oficialidade das Forças Armadas, etc.
Luciene,na Serra gaúcha não existem grandes propriedades!São micro,pequenas,e algumas,médias.Na metade sul do Estado,aí sim,de colonização majoritariamente portuguesa,há grandes propriedades!
Não existe raça na espécie humana. Raça quem tem é cachorro, gato, vaca, etc.
A política de combate ao “racismo” está conseguindo criar ódio racial no Brasil, pois ao invés de oferecer oportunidades para os mais pobres, busca estabelecer privilégios para alguns.
É necessário que os pretos “visto que, como vi em um saite sobre ações afirmativas, o simples fato de chamar de negro já possui uma conotação racial, visto que o conjunto de tonalidades de pele: branco, amarelo, vermelho; provoca o componente preto e não o oponente de claro” assumam melhores postos de trabalho e maiores responsabilidades na nação, mas isso deve ser feito sem dividi-la.
O artigo primeiro da Constituição é claro ao afirmar que todos são iguais perante a lei, sem distinção para idosos, pretos, índios, brancos, amarelos, vermelhos, mulatos, sãos, doentes, burros, inteligentes, preguiçosos, trabalhadores, ricos, remediados e pobres.
Kamel é do PIG, logo, não produz nada que preste.
PHA: espero que êsse Secretário Umbandista em seu Livro /
tenha retratado ou pelo menos sintetizado a História da Escra
vidão Negra no Continente (e não só no Brasil)! Espero, tam-
bém, que êle tenha se solidarizado com as INJUSTIÇAS prati-
cadas com os ÍNDIOS BRASILEIROS, os verdadeiros donos do
nosso País! Êstes, os índios, não tem alternativa: ou vivem a-
qui LIVRES ou vivem aquí EXPLORADOS!!! Já os Afros tem uma
outra alternativa: retornar à Mama África!Sabe de uma coisa,
PHA Zé Mané? Essa ESTÓRIA vai acabar em PIZZA, pois os /
Baianos sempre se re rendem aos Cariocas!!! E isso nem mes-
mo o FREUD consegue explicar! Render-se aos cariocas! Que
coisa!!!
Ô moço inteligente: de quinhentos anos pra cá, todos os negros que aqui estão NASCERAM aqui. São BRASILEIROS. Como eu, como você (imagino). A Pátria Mama deles é essa aqui mesmo. Eles não tem lugar nenhum para voltar porque estão num chão que também lhes pertence.
O BRASIL É DE TODOS OS BRASILEIROS.
Mesmo os afrodescendentes.
Grande PHA: melhor para o Kamel se imitasse certo ex-ator global e voltasse sua carreira para filmes, digamos, picantes. Creio que, como liberdade de expressão artística, poderia interpretar vários papéis. Afinal, qual o limite interpretativo para um hipócrita? Devo esclarecer que hipócrita é o termo que se usa para ator em grego (diz a poderosa Wikipédia: “A hipocrisia é o ato de fingir ter crenças, virtudes, ideias e sentimentos que a pessoa na verdade não possui. A palavra deriva do latim hypocrisis e do grego hupokrisis ambos significando a representação de um ator, atuação, fingimento (no sentido artístico). Essa palavra passou, mais tarde, a designar moralmente pessoas que representam, que fingem comportamentos). Portanto, data venia, só estamos agindo como orientadores de carreiras. Afinal de contas, consta por aqui que o citado senhor já teve essa profissão, e, segundos alguns, foi muito convicente….
Já encomendei o meu no site do
Instituto Memória
Custa R$50,00 com taxa de envio incluída
Paulada nos racistas
A começar pelo Kamel,globo,falha,e outros da mesma espécie
Caro PHA,
Nós brasileiros só temos preconceito ou discriminação de pobre.
Se tiver dinheiro não importa a cor. Não vê o Prates “Antibes”?
E esse é o tipo do assunto que enquanto mais se mexe mais se respira pela boca.
Forte abraço.
Será que falar de racismo é apenas falar de cota? que por sinal sou a favor. Racismo no brasil é muito mais, é estatistica, é IBGE que mostra comparativos, é a esquina que mostra também a cor do mendigos. Racista nesse caso são todos que não querem enxergar os fatos, e ficam usando suas experiencias de vida dificil para justificar a dificuldade que querem para os outros, alem de disfarçados racistas são também egoistas.
Repare na diferença que há entre o número de negros que você vê nas ruas ´de sua cidade, e compare com o que você na Globo. Da Ana Maria Braga até o Programa do Jô, incluindo os comerciais. Quem chega de fora pensa que o Brasil é branco. Ou não ?
Falou tudo.
Cadê os atores das “Oficinas de Teatro do Criança Esperança”????
PHA
para combater o racismo é preciso que a Globo coloque pelo menos 30% de atores negros nas suas novelas, e que estes não sejam empregadas domésticas nem jardineiros. E por aí vai, por exemplo nos apresentadores de telejornal, nos jornalistas, etc. A cota tem que começar na globo.
A respeito do racismo no Brasil, todos sabemos que existe.As cotas nas faculdades é um reconhecimento disso.Naturalmente sou contra, por que acho que os méritos deveriam advir pela capacidade de cada um, independente da cor da pele ou da raça.Mas o contexto atual, levou o govêrno a admitir esse buraco negro.Portanto, resta aos favorecidos ou não por essa Lei, destruí-la ao menor tempo possível, provando não ser necessário uma medida tão separatista como essa.
Conforme observado, as cotas deveriam ser para os estudantes das escolas públicas, que são os mais pobres, independentemente da cor da pele. A maioria dos que reivindicam cotas, são oriundos da classe média. O preconceito é de classe, não de cor. É ainda há o risco do vexame da UnB, onde dois irmãos solicitaram inclusão na cota, um foi aceito como negro, o outro, não…
Sou branca e sem ascendentes negros, mas consigo enxergar a discriminação aos negros, como consigo ler a história basileira e perceber que esse povo não teve oportunidades (nem mínimas) de acesso a educação. As cotas fazem parte de politicas que, talvez, consigam minimizar as injustiças cometidas aos de pele escura. Não vamos repetir a hipocrisia da “burguesia branca”. Ah! também tive de ralar muito para cursar o ensino superior, como toda mulher pobre, mas sem a agravante de ter a pele mais escura. Eu não preciso de desculpas por essa injustiça, apenas precisaria de mais verbas para a educação, que é outro problema.
Só uma pergunta: Porque o buraco não ser branco?
Caro Vanderlei. A meritocracia é um cinismo utilizado para manter tudo como está. É a reprodução do elitismo. Só se deve levá-la em conta quando todos os outros fatores forem igualados em direitos e oportunidades. Caso contrário, tem que se proteger e estimular sim as classes desfavorecidas até que isto não seja mais necessário.
Vanderlei, há uma gritante diferença entre “separatismo” e reparação. O que o Governo brasileiro fez, foi uma REPARAÇÃO, com uma medida afirmativa, que reembolsou a perspectiva de futuro de um povo que foi tirado de sua pátria como nobre, para servir de escravo aqui. Infelizmente, Vanderlei, não vai dar para ser muito rápido, não. Foram + de 500 anos de humilhação e discriminação, portanto, não serão 10 ou 15 anos que irão repara isso.
pois é… mas, como muita “conversa” a coisa não vai! Precisamos dar uma acelerada!
Como?
Advinhe!
Sou contra o sistema de cotas conforme legislação atual. Sou filho de família pobre, tive que ralar para passar no vestibular em um universidade federal. Tenho pele clara mas tenho ascendentes de segundo grau negros. Pelo fato de não possuir pele negra, ficaria fora do sistema de cotas de acordo com a legislação vigente, o que é totalmente sem lógica. Minha prima caiu na mesma situação, mesmo não tendo boas oportunidades de estudo teve que ralar feito uma condenada para passar no vestibular de duas universidade federais. Ela também tem ascendentes de segundo grau negros. Alguns dos que entraram pelo sistema de cotas para negros, conforme informações das próprias universidades, entraram mesmo sendo pertencentes à classe A e tendo estudado em ótimas escolas. As cotas deveriam ser estabelecidas para atender TODAS as pessoas de baixa renda, independente de cor, credo ou religião. Do modo como está hoje, é sim racismo às avessas.
Leandro, concordo perfeitamente com você. Tenho grande admiração pelo governo Lula. Acho Lula um vencedor, mas as cotas deveriam ser social e não racial. Se os negros foram penalizados no passado (de forma injusta, é claro), os brancos pobres, jovens de hoje, estão agora estão sendo prejudicados por ações de brancos, as quais esses jovens pobres e brancos não tem culpa nemhuma. Abaixo à cota racial e viva a cota social.
Caro Leandro,
Concordo em gênero, número e grau. Posso dizer que sou um privilegiado, mas nada foi fácil pra mim, ou minhas irmãs, e família em geral, somos “brancos”, mas sempre fomos de família pobre. Só consegui entrar em uma universidade aos 30 anos, e possuir meu 1º carro aos 35, sempre com muita luta. Nunca consegui entrar em uma Universidade Pública, o máximo foi uma Escola Técnica Publica Federal, pois só podia estudar a noite, e as Universidades Públicas Federais, só tem cursos Integral ou Diurno, assim nem negros, nem brancos, nem de quaisquer credo ou cor consegue estudar e trabalhar para se sustentar, pois nossas famílias não tem condições de faze-lo.
To respondendo no comentário do Lendro todosos que aqui se dizem que não são racistas, mas são contra as cotas. E a Resposta é muito simples. Leiam novamente o Post do PHA e releiam os comentários que vcs mesmo escreveram. Só tem um requisito para a leitura: Atenção, muita atenção. Dissequem os argumentos utilizados nos comentários que fizeram e verão onde chegarão. E vejam, basta só atenção na leitura, não precisa saber nada de análise do discurso, assim como eu também não sei.
Olá.
O tema racismo é polêmico, apesar de comprovadamente existir. Por conta disso o espaço é diminuto para uma explanação contundente.
O Judiciário concedeu-me a reintegração a uma empresa de economia mista (proc nº 0134/92 TRT12 2ª Vara do Trabalho de São José) justamente por ter sido vítima de racismo no trabalho. De forma que o conjunto de Ações Afirmativas se faz necessário por um período em torno de 20 anos para corrigir injustiça recorrente desde os tempos da escravidão. Um Estado democrático pressupõe igualdade para todos e não é isso que acontece em nosso Brasil.
Detalhe: meus tres primeiros filhos são formados em direito – dois e administração, sem cota.
Apesar disto sou favorável às cotas universitárias bem como em outros seguimentos da sociedade brasileira por motivos imponderáveis.
Concordo inteiramente com o Leandro. Sou, como todo brasileiro, moreno, mas identificado em documentos e por quem me olha como branco (não há opção moreno nos formulários). Filho de auxiliar de serviços gerais e secretária. Cresci com renda entre 3 e 5 salários mínimos em uma família de 5 pessoas.
A barreira que existe entre muitos brasileiros e uma vida digna está na sua renda. Ser pobre no Brasil é muito difícil por diversos motivos. Mas isso atinge por igual negros e brancos.
Existe sim preconceito pela cor da pele de uma pessoa – assim como eu já sofri por ser evangélico – mas um negro rico tem muito mais chances de ser alguém do que um branco pobre.
Errado Leandro.
1 – O sistema de cotas, NÃO EXAMINA A CUTIS DE NINGUÉM, MAS SUA DESCENDÊNCIA, portanto, se você realmente possui parentesco próximo, tornando-se afro-descendente, procure os orgãos competentes e se informe sobre o Sistema.
2 – Para atender a TODOS os brasileiros de classe C, D e E, o governo usa o Sistema do PROUNI, que leva em conta as notas do ENEM e que dá bolsas em universidades públicas e privadas.
3 – Negros pertencentes à classe A, de fato, são casos raríssimos, pois, no mundo inteiro, encontramos em média, 1 negro da classe A, para cada 100 membros desta classe, além disso, a maioria dos negros de classe A, surpreendentemente TAMBÉM SÃO CONTRA o Sistema de cotas.
Como já disse em um outro comentário, o Sistema de cotas só não deveria existir, se o racismo também não existisse e TODOS os cidadãos tivessem OS MESMOS direitos e AS MESMAS oportunidades e se negros e indios não tivessem suas culturas e seu sossego destruidos por uma pretensa RAÇA SUPREMA.
Leandro Santana Assunção, preciso falar urgentemente com você. Assim como eu, você está prestes a ser nomeado para o cargo de Analista de Finanças e Controle do Distrito Federal, concurso que você prestou em 2009. Por favor, entre em contato comigo para que possamos conversar a respeito: isaac.macedo@gmail.com
Moderador, por favor, envie-me o email do Leandro Santana Assunção, um dos que publicou comentário no site, preciso falar urgentemente com ele. Nós estamos prestes a ser nomeados para o cargo de Analista de Finanças e Controle do Distrito Federal, concurso que realizamos em 2009 (http://download.universa.org.br/upload/45/2009112094423344.pdf). Gosto do Paulo Henrique Amorim e creio que ele veria o seu gesto como uma boa causa. isaac.macedo@gmail.com
Muito obrigado!
Joaquim Maria Machado de Assis…
Não sou racista e muito menos preconceituoso contra qualquer raça, côr ou religião, mas abomino as cotas para as minorias negras e índias, pois estamos instituindo um racismo as avessas. Não seria melhor estabelecermos cotas para os menos favorecidos economicamente ? Se assim o fizermos, automaticamente estaremos incluindo a maioria negra que por questões históricas sempre foram desprezados e ultrajados pela minoria branca, alcançando assim a tão almejada igualdade racial sem discriminação de qualquer tipo, como está escrito na própria constituição. Não é verdade ???
Não sou racista….mas abomino as cotas… hehehe
Essa foi mesmo de matar….
Cotas sim, para as minorias!
Isso mesmo: esse discurso de “não sou racista, mas abomino as cotas” é o mesmo dos tempos de campanha pela abolição: Sou contra a excrevidão, mas os negros não sabem viver em liberdade. Parece que não entenderam a matéia do PHA. Recomendo a obra “Entre a mão e os anéis”.
Assista o documentário que indiquei no link, chamado Raça Humana, e mude de opinião… Cotas sociais existem e não resolveram o problema. Temos diversos exemplos como PROUNI, NOSSA BOLSA e outras. Ainda assim menos de 2% dos estudantes de ensino superior eram negros. É necessário cota racial e cota social. Não podemos viver num país em que 50% são brancos, 50% são negros, mas que quando chegam à universidade esse percentual muda para 98% contra 2%
Parabéns! Maldoror um pensamento que vai alem do simplismo. com todo o respeito aos que se diz contra as cotas,deveriam ao menos se informar sobre o numeros atuais antes de tecer comentarios,com argumentos bonitinhos porém rasos,as cotas sempre existiram porem ao contrario,a miseria a descriminação,a pobreza a criminalidade trabalhos braçais etc… fica com a “minoria” de 50 % de negros segundo o IBGE,e outra que palhaçada nova é essa ascendentes de 2 grau.
Minorias? Vc acha q mora na Suiça?
Você falou tudo, a maioria dos brasileiros, principalmente os que acham que são brancos, por não verem em seus locais de trabalho, suas escolas os negros e pardos índios e deficientes acham que é tudo balela, que existe um ki lombo que recruta e emprega todos eles. Desta forma fica mais fácil colocar o problema pra debaixo do tapete. Sou Pardo, fiz faculdade, falo inglês e tenho amigos estrangeiros em toda parte do mundo. Fiquei chocado em saber pela boca de uma Belga que eles sabiam que no Brasil os piores empregos (ou menos que isso) são dados aos “de minoria”, friso que fiquei chocado porque realmente nem eu tinha essa impressão. Os Estados Unidos são uma prova que as cotas dão certo. Lá os negros que fazem do esporte meio para serem valorizados por universidades acabam tendo uma oportunidade real mesmo quando seu intelecto não é tão grande assim, e quando o é, sempre acabam encontrando uma oportunidade, por exemplo, no Macdonalds americano se chegarem 2 cidadãos um negro e outro branco e tiverem o mesmo nível e um currículo equivalente o negro é escolhido para que não haja dúvidas sobre a igualdade americana. Basta citar, também, que eles tem uma minoria real de negros e elegeram o primeiro Presidente Negro da maior e mais poderosa nação do ocidente
Só no Brazil do Cerra mesmo!
Aceito seu ponto de vista, porém discordo plenamente , trabalho em uma grande empresa Nacional há 18 anos, e posso te dizer que nunca colocaram um negro em cargo de chefia nesta empresa, somente em cargos de chão de fábrica (peão) , qdo tinham que escolher alguém para qualificação para assumir uma promoção ou etc… sempre escolhiam um branco. ou seja, se não quebrarmos essa corrente que impede um negro de ter qualificação sendo, médico, advogado , engenheiro, e ai sim as empresas serão obrigadas a contrata-los nunca eliminaremos o racismo.
Meu amigo, sou a favor de sua opinião em parte, pois só com ações reais que realmente ela, sua opinião, tem força.
Lula mostrou através do PROUNI e FIES, que realmente não há necessidade de garantia racial, com o governo financiando a faculdade 100%, para aqueles que recebem até 1,5 salário mínimo, veja, é a sua bandeira hasteada até “um” topo, já que a grande mídia não permite que realmente ela, sua bandeira, chegue ao mais alto ou melhor mais longe…então vamos divulgar essas ações, não permitir a grande imprensa desgastar o HADDAD e lutar para que essas mudanças nunca, nunca caia no esquecimento…Sou favorável a sua opinião em parte…já que sem esse tipo de ações, nós, os pobre, jamais teremos acesso as faculdades da vida, só as pagas…
É verdade, Antônio. O certo é fazer uma política de cotas para os mais pobres onde aí se incluem uma maioria negra e de outras origens. Mesmo porque, os negros (ou pardos para quem gosta de eufemismo) estão bem organizados e se valem disso (com todo o direito. aliás!), mas os pobres não. Precisam de medidas institucionais.
Antônio, como negro que sou e, portanto, vítima real de discriminação, desde a entrada em agências bancárias, até as abordagens policiais, me vejo na ogrigação de te esclarecer alguns pontos:
1 – Há uma gritante diferença entre “racismo às avessas” e reparação. O que o Governo brasileiro fez, foi uma REPARAÇÃO, com uma medida afirmativa, que reembolsou a perspectiva de futuro de um povo que foi tirado de sua pátria como nobre, para servir de escravo aqui.
2 – Para atender a TODOS os brasileiros de classe C, D e E, o governo usa o Sistema do PROUNI, que leva em conta as notas do ENEM e que dá bolsas em universidades públicas e privadas.
Compreendo que muita gente ache errado o Sistema de cotas, pois, pouquissimas pessoas leram e entenderam a legislação e, sobretudo, a intenção do governo em reparar este erro histórico. Comparo o Sistema de cotas e o PROUNI a necessidade de reabrir as feridas da tortura ditatorial do Brasil. Criticar esta política tão importante, é como se, concordando que esta “fatura” com negros e índios não deveria ser paga, concordássemos, também que torturadores e ditadores não precisariam pagar pelo que fizeram no passado.
Se todos se respeitassem, não precisariamos de sistemas de cotas e nem de punição a ditadores, concorda?
‘Cê não conseguiu decidir quem é minoria quem é maioria hein….
Se a sociedade brasileira fosse realmente plural, no plenário do STF não haveria aquele crucifixo católico. O esquema é tão fechado, que até um protestante teria o que reclamar daquele simbolo. Quem não é católico se cala e, como um escravo do Brasil Império, se submete. Mas isso não é o pior.
Como sabemos, a cor da pele não quer dizer muita coisa, em termos de definição racial. Quer dizer algo é a propria definição cultural que a pessoa faz. A quantidade de brancos que é adepto do candonblé e umbandismo e que não o assume por medo de ser tratado diferentemente, não tá no gibi. Isto constitui ou não exclusão/discriminação? Há muitos assim, até em Brasilia. Alguns certamente no STF. Pondo crucifixo na parede, para não desconfiarem de onde ele vai quando tudo o mais falha.
Racismo é hidra de sete cabeças…
Triplos parabéns:ao governador Jacques Wagner,que nomeou o secretá-
rio;ao próprio Almiro Sena,pelo livro e ao Conversa Afiada,pela di-
vulgação da notícia.
E para vc também Sylvia, triplos parabéns mirmã!
Nova campanha da Abril, assine uma e ganhe outra de graça.
A próxima será:traga um assinante pague metade.
E na última: saldão de encalhe, leve um ano de encalhe da veja de graça!!!
Por fim a derrocada e decisão: compre a veja por favor, para que ela não venha a fechar as suas portas.
V:
Quem assina ou compra avulso produtos do pig
também é piguento
A produção produz o consumo
o consumo produz a produção
Quem adquire produtos do pig está produzindo calúnias
contra si próprio
Indicações bibliográficas:
Discurso da Servidão Voluntária – Etiene de La Boetie
Padrões de manipulação na grande imprensa- Perseu Abramo
sem comentário
Luciana, concordo com você!!!
Comprarei o livro. Obrigado pela indicação
Conheci Sena quando participava do movimento estudantil na Universidade Estadual de Feira de Santana. Na condição de promotor substituto foi responsavel pela prisão do policial militar reformado “Pina” que – numa festa junina do DA de Engenharia – assassinou o estudante Fred Lopes.
Tenho certeza, pois acompanhei a mobilização, se não fosse a obstinação de Sena, “Pina” ficaria solto.
PS. “Pina” não foi linhcado devido a ação do também estudante Engenharia Civil “Ivansinho” que hoje mora em Brasília. Foi preso em flagrante pelos populares, mas foi solto por policiais militares que deveriam lhe conduzir até a delegacia.
Uma das poucas boas escolhas de Wagner.
Pentelhão publica agora no Blog:
‘Veja como o jornal O Globo transforma sua pauta na pauta de seus entrevistados’
Publicado entem: ‘O fofoqueiro-mor do PIG, Ancelmo Gois, chama sua colaboradora de fofoqueira!!! Que loucura!!!’
http://passarinhopentelhao.zip.net
Twitter: ppentelhao
SÉRGIO DANILO PENA, médico-geneticista da UFMG: “Não há nenhuma relação entre os genes responsáveis pela pigmentação da pele e os que formam o sistema nervoso central.”
- um negro africano pode ser geneticamente mais parecido com um branco norueguês do que com seu vizinho que é negro;
- na década de 90 a “Teoria da Evolução das Espécies” ajuda os cientistas a descobrir que a maior produção de “MELANINA”, que dá o tom mais escuro à pele, é uma estratégia para o corpo armazenar substâncias em regiões de muita expoxição solar.
…
Até o sistema nervoso central de um preconceituoso É TOTALMENTE EMBURRECIDO!
Ali Khamel e Demétrio Magnoli são farinha do mesmo saco. RECOMENDO o documentário sobre cotas raciais, chamado “Raça Humana”, produzido pela UnB e disponibilizado gratuitamente no site da TV Câmara. O referido documentário ganhou o prêmio Vladmir Herzog. Ele pode ser assistido ou baixado em baixa ou alta resolução em http://www2.camara.gov.br/tv/materias/RACA-HUMANA/187539-RACA-HUMANA.html . Fica a dica!
Ódio racial não é humano e tampouco animal.
É uma coisa qualquer sem significado.
Classificá-lo como? Idiotice, ignorância, burrice, ruindade, mau-caráter, sangue-ruim, ….
Não há como classificá-lo ou explicá-lo!
Eu só me lembro de uma música do “Audioslave” (Like a Stone – ‘como uma pedra’), que diz ’se você é bom – a morte é um descanso’.
O livro do kamel deveria ter outro título: “não somos racistas – querem acabar com o nosso monopólio”.
E se acabarem com o nosso monopólio midiático, como teremos acesso às poupudas verbas do povo? Como iremos construir as cidades de brincadeiras para filmar as nossas novelas?
Essa negação do racismo no Brasil já vem da época do Gilberto Freyre.
Essa semana que passou, comecei a assistir um jornal na globonews às 10h e o tema era o recorde de desemprego.Chamaram um economista (?)para dissertar sobre o índice entre os negros,e começa o discurso falando que a ¨minoria negra¨……. Eles nem se dão ao trabalho de consultar o IBGE. Tive que desligar a tv. saúde!
Surreal é ir à Serra gaúcha e ouvir as lamentações daqueles descendetes de alemães e outros europeus. Eles reclamam que o Governo brasileiro passou o conto do vigário neles, mas são proprietários de grandes extensões de terra, além de gozarem de prestígio social, enquantos os negros lutam, até hoje, por reforma agrária.
Luciene. até mesmo os mais ricos estão sempre se lamentando. Tudo que têm nunca é o suficiente. Quanto mais ricos melhor. No entanto sua comparação tem um princípio errôneo. Dizer a razão levaria mil posts. mas um dia quem sabe.
Família de menino negro de 10 anos acusa supermercado de SP de racismo
http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2011/01/28/familia-de-menino-negro-de-10-anos-acusa-supermercado-de-sp-de-racismo-923632403.asp
PHA,
Será que não seria melhor substituir o prefixo “sub” por “psuedo” para cientista?
Quanto ao argumento, é um sub-argumento mesmo, pelo pouco que li, a contrariedade do lixo produzido por Ali não contempla uma tese, é quase uma idéia solta no éter, indisposta com seus próprios sub-argumentos.
Casa Grande em debate na dinâmica que compõe
a tentativa do piguismo em minimizar a derrota
do seu braço patidário que se encontra na tipóia.
correção:
Do seu braço partidário, o PSDB, que se encontra na tipóia
Aqueles que alegam que o Brasil não afirmam que negro não é raça é simplesmente tonalidade de epiderme.
Neste cso não seria racismo.
Seria mera preferência epidermo-cromática.
Rivaldo, seu pensamento vem ao encontro do que escrevi mais abaixo. É tudo uma questão de poder.
Ali Kamel é o que mesmo? Sociologo, antropologo, cientista político?
pois sendo essa minha area fico pasma de ver tanta imbecilidade dita (escrita) por esse senhor, se não existe racismo então todos os antropólogos, sociólogos e estudiosos de racismo e tolerância estão errados, somente o todo-poderoso Ali Kamel está certo… essa elite é fogo!!!!!
Almiro Sena, parabéns pelo livro!
Paulo Henrique,
Mas, a capital da discriminação
racial é São Paulo:
http://blogdocelsojardim.blogspot.com/2011/01/sao-paulo-capital-da-discriminacao.html
sou católico e também gostaria o Padre Vieira um elitista. só faz casamento de personalidade.
Não temos dúvida que a globo é a representante maior dos interesses de grande parte da burguesia atrasada deste país. Faz o papel da ala mais conservadora do partido repúblicano americano ou seria os fazendeiros escravocratas brasileiros. A globo se sente a legítima defensora da liberdade de expressão e da propriedade no Brasil. Aí vem uma contradição, ela quer exercer o monopólio e ainda fala em liberdade. Será que os monopólios são frutos da ausência de liberdade?
Agradeço pela recomendação. Procurarei este livro assim que puder.
No mais, só gostaria de acrescentar que outro grande nome já trouxe relevantes contribuições no sentido de negar a visão de que não há racismo no Brasil: Florestan Fernandes. Seu livro “O negro no mundo dos brancos” é leitura obrigatória para todos nós que discordamos de falácias ao estilo de Ali Kamel.
Florestan Fernandes é obrigatório!!!! Bem lembrado!!!!
E Octávio Ianni também.
Ali Kamel, aquele, sempre o mesmo, mas a ley dos medios vem aí, não podemos deixar a mídia em qualquer mão e cabeça.Abaixo a intolerância, o preconceito e o racismo, pobre mídia brasileira.Acessem: http://bernardoalerta.blogspot.com/2011/01/pobre-midia-brasileira.html
Como é que alguém tem a cretinice de afirmar que o Brasil não é racista quando os governantes do país, por ocasião da abolição da escravatura, promoveram a “importação” de mão de obra européia e os assentamentos desses imigrantes (limpinhos) nas terras vagas do sul, ao invés de dar as terras para os negros recém libertos colonizarem? Havia sim a intenção, através de uma “política pública”, de promover o branqueamento” da população. O que aconteceu com os ex-escravos nas décadas seguintes todos nós sabemos…
Luciana, por favor, não: importação não. Viemos da Itália por que lá estávamos passando fome. Minha bisavó dizia que até dejetos tinham que ser economizados para se queimar no inverno. Havia e há no Brasil terras para todos: os libertos e aqueles que, iguais aos libertos, também sofriam nas mãos dos ricos europeus, que, não querendo o mesmo objetivo de branquear a sociedade mas que queriam mesmo era mandar os pobres para fora ( o que dá no mesmo: a pecha do racismo é achar que os brancos são merecedores das riquezas e aqueles que “insistem” em continuar pobres são como párias da sociedade que os sustentam ou que acham sustentar!). Nós não somos culpados se os governantes de então utilizaram-se, mais uma vez, dos miseráveis (fossem eles escravos ou imigrantes) para conduzir seus torpes desejos racistas. A título de curiosidade, os primeiros imigrantes no Brasil italianos chegaram na localidade de Santa Cruz, hoje no municipio de Aracruz no ES e, como animais, foram destinados as vastas terras não habitadas da região serrana do ES. Não foram tratadas como pessoas pelos governos de então, que dificultaram ou não mesmo deram atenção a questão fundiária, levando os colonos a situações desesperadoras, o que fez com que o consul do Reino da Itália pedisse ao seu rei que impedisse novas imigrações de seus súditos para o ES.
Luciana, o mundoé racista. Olha a ìndia onde as castas imperam, olha a própria áfrica onde uma tribo é soberana sobre a outra. A história, aquela que não é contada pelos vencedores, mas a do dia-a-dia ou a de boca em boca diz que os maiores escravagistas foram justamente os negre que vendiam os negros de outras tribos e etnias para “limparem” seu território. No Brasil se passou o mesmo com os índios. Algumas tribos canibais, caçavam índios de outras tribos. 3mil anos atyrás se escravisavam negros? então não me venham com essa de racismo por cor de pele. Nós humanos somos racistas pela cor do poder, da riqueza. França, cheia de mitos de liberdades são os mais xenófilos. Em todos os paises, pabres vivem nos subúrbios e são descriminados pela pobreza e não pela cor. deixemos de ser hipócritos.
Há um pouco de verdade nessa afirmação, mas a colonização européia e japonesa se deu por diversos outros fatores e por causas diferentes em diferentes lugares. É uma matéria vasta e cheia de complicações. Não pode ser tratada com esta simplificação.
E ainda promoveram a “Guerra do Paraguai” para dar uma “acelerada” no processo de “branqueamento” da nação brasileira, eis que os “voluntários da pátria” eram, preferencialmente, negros.