Redação Conversa Afiada
Brasil ajuda Europa se mandar no FMI. FHC vai cortar os…

Saiu no Valor:
Por Claudia Safatle, Assis Moreira e Daniela Machado
De Brasília, Bruxelas e São Paulo
O governo brasileiro admite participar de um pacote de socorro aos países da zona do euro, mas, em princípio, limitará sua colaboração a um acordo bilateral com o Fundo Monetário Internacional (FMI), como fez em 2009. Não há nenhuma intenção, no momento, de o país se unir aos governos que vão capitalizar o Fundo Europeu de Estabilização Financeira em cerca de € 1 trilhão. O aumento dos recursos do fundo foi um dos pontos do acordo entre os governos da zona do euro para debelar a crise, finalizado na madrugada de ontem.
O Brasil só usará parte das reservas cambiais para essa finalidade se a Europa consolidar um programa inquestionável de salvação dos países em dificuldades, como Grécia, Portugal, Espanha e Itália.
No auge do “crash” internacional de 2008/2009, os países emergentes se comprometeram a disponibilizar US$ 80 bilhões mediante a compra de notas do FMI. A China entrou com US$ 50 bilhões e Brasil, Rússia e Índia, com US$ 10 bilhões cada um. A posição do governo brasileiro tem sido a de que todos os recursos aportados no FMI em caráter de urgência se transformem em cotas. Essa é uma forma dos emergentes aumentarem, gradativamente, sua influência nas políticas do Fundo, ainda dominado sobretudo pelos EUA, que detêm 17% das cotas.
O novo acordo para tentar salvar a zona do euro foi recebido com ceticismo por especialistas em economia internacional. De forma geral, eles não acreditam que os países emergentes vão colocar quantias significativas no novo veículo de investimento a ser criado para socorrer os europeus. “Ter esperança de que os chineses ou mesmo o Brasil contribuam com recursos é irrealista”, diz Barry Eichengreen, ex-consultor do FMI e economista da Universidade de Berkeley. “Não está claro por que os governos brasileiro ou chinês deveriam considerar isso como um investimento sensível”.
Comprar bônus de Itália e Espanha não é atrativo para os países emergentes. “Os bancos europeus vão se desfazer de parte de suas divisões e ativos para elevar os níveis de capital. Então, os mercados emergentes são os compradores lógicos de parte desses negócios”, diz o economista.
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O mundo é globalizado,ou fechamos nossas fronteiras ou nos envolvemos.Não podemos é ser passivos,temos que participar das decisões internacionais,em tôdos os aspectos.O brasil,um país soberano,está ciente e pronto para seu papel no contexto mundial.
A Europa prefere produzir açúcar de beterraba num processo industrial muito mais caro do que importar um só navio de açúcar demerara do Brasil. Dá generosamente financiamento para os seus agricultores e para sua industria açucareira de beterraba. Esse mercado europeu vai continuar fechadinho ? Nós fizemos a nossa reforma, êles não querem e não vão fazer a dêles ?
eu ja digo há muito tempo que o Brasil vai ser o centro do mundo ocidental…
Eu quero ver é estes caras entregando o FMI para os BRICS.
Se eu fosse o Obama, nao perdia mais tempo, começava a fazer no pais dele o que nunca dantes fez aqui, se nao a vaca la no tio san vai afundar mais ainda, coitado do povo americano que acreditou que os estados unidos tinham uma democracia de verdade.
Presidente da França. ”Lula nós o amamos”. Só a elite do Brasil não reconhece o que Lula fez…
Enquanto Lula colocou o Brasil no caminho certo, os tucanos teimam em seguir o caminho contrário…o do abismo social.
Nossa presidente Dilma está ficando mais poderosa que a rainha da Inglaterra !
Brasil está preste a ultrapassar o PIB da Inglaterra.
PHA, o artigo de Paul Krugman, publicado ontem, sábado, 19/10 no UOL, enterra de vez todos os argumentos neoliberalizantes, inclusive os de Míriam Leitão à cerca dos mercados e bolsas de valores.
É bom dar uma olhada porque ele não cita o Brasil, mas deixa implícito que foi a receita usada pelo Nunca Dantes.
Título do Artigo: O caminho que não foi seguido.
Abraços.
Martins Andrade
Não sei não, concordo muito com ajuda: nesse caso estou em dúvida, porque a Europa é muito senhora de sí: não sei nem se alguns países europeus já ouviram falar no Brasil que é dos brasileiros.
Esse nunca dantes……e agora Dona Dilma.E eu estou vivendo prá assistir isso tudo.
primeiro que dêem um jeito aqui no Brasil pra depois ajudar os outros! Nunca vi fazerem o contrario conosco sem termos de entregar de bandeja pra esse povo algumas de nossas riquezas!
agora eles querem dinheiro! e quando pagarao?
na verdade eles esperam que o Brasil afunde de novo pra pagar ‘ajudando’ depois!
primeiro nos! depois os outros!
Ainda bem que o brasileiros perceberam que o neoliberalismo era uma furada e deram uma banana para a Alca, para o Consenso de Washington e para os tucanos.
Viva o Nunca Dantes!
A prática mais comum em governos neoliberais é pedir penico.
O Brasil rompeu com o neoliberalismo em 2003, e hoje está ajudando os países que permanecerem mergulhados no neoliberalismo. Para melhorar, só falta o Brasil se livrar da herança maldita deixada pelo neoliberalismo no Brasil: a política de juros altos.
Mas falta assinaturas no manifesto:
http://www.brasilcomjurosbaixos.com.br/#?page=lista-assinaturas.asp
Muito legal nisso tudo é ver os ditos países que fazem parte do primeiro mundo neoliberal pedindo pinico aos emergentes, que até pouco tempo, eram considerados lixos. O endividamento e a submissão brasileira até o 31 de dezembro de 2002 nos deixou de quatro para as decisões tomadas pelo FMI e isso mudou consideravelmente após janeiro de 2003. O Brasil não é ainda uma maravilha mas a situação de Espanha, Grécia, Itália e até a potencia França deixa bem claro que maior o desrespeito pelo outros o tombo se torna bem maior.
Mantega e Dilminha: Cuidado com estes Europeus! Eles estão tantando vender para o Brasil papeis Micados.
Esta conversa de “cerca Lourenço” como se diz aqui em Minas “nun” pega Mineiro nunca.
E nossa Dilminha é Mineira de três costados!
Rererererererererererererere!!!!!!!!!!!!!!!
A posição do Brasil é correta, como afirmou o Sérgio. Só precisamos ficar atentos às demandas econômica e política.
Sugiro a leitura do Projeto Nacional: http://blogprojetonacional.com.br/crise-esta-longe-de-acabar/
Ola gente:
Ajudar a europa,com condições:
- Fim de barreiras alfandegarias
- Acordo de livre comércio com a europa
- Acordo de LIVRE CIRCULAÇÃO DE BRASILEIROS NA
EUROPA
- Taxa Tobin para capitais especulativos europeus
- No caso da defesa, de onde estamos precisando forta-
lecer nossas forças armadas,o brasil com status de cliente estratégico(do tipo ter produtos e serviços como
os que são oferecidos para a otan)
- Por fim, o Brasil ser considerado um parceiro estratégi-
co da europa, com as mesmas regalias de como fosse
um membro da união europeia.
E emprestar dinheiro para a europa, tem que ter aprovação em plebiscito do povo brasileiro.
Urbano, meu querido, eu queria ter a sua verve.Adorei o “moiteiro”, vou incorporá-la a meu rico vocabulário. Às vezes fico sem palavras para tratar o Fernandinho Farol da Alexandrial.Afinal ele é um principe, né?E o Brasil heim?Falando grosso com asoropas.Isso é que é moral!O resto é o trololó enganador dos amestrados , traidores da pátria, meninos de recados dos americanos..
E nada como um tempo após um contratempo pro meu coração. Não vale a pena ficar, apenas ficar, chorando e resmungando, até quando??? Não, não, não.
E como já dizia Jorge Maravilha: Prenhe de razão, mais vale uma filha na mão do que dois pais voando!!!
Você não gosta de mim, mas sua filha gosta. Ela gosta do tango, do dengo, do mengo, domingo e de cócega. Ela pega e me pisca, belisca, petisca, me arrisca e me enrosca. Mais vale uma filha na mão do que dois pais sobrevoando.
E nada como um dia após o outro (e uma noite no meio).
Antes,o Brasil era um simplório figurante;hoje é protagonista -e ainda há,como o educadíssimo Dimenstein,quém diga q o caminho foi “sedimentado” por fhc.Eu até,num gesto de enorme boa vontade,concordaria;o diabo são os fatos.
Tudo Isso graças ao” Nunca Dantes” (PH)
Posição do Brasil não só é correta como necessária.
Graças ao Nunca Dantes
O fred henrique flintstones salieri, o moiteiro, é o maior estadista de todo o mundo e de todos os tempos, segundo ele mesmo. Faça uma pergunta que ele nem gostaria de ouvir e verá o político da praça respondendo.