O Conversa Afiada reproduz texto do blog do Azenha:
O livro “Liberdade de Imprensa x Liberdade de Expressão”, de Venício de Lima, será lançado nesta segunda-feira, dia 21, às 19 horas, na sede do Sindicato dos Engenheiros (rua Genebra, 25, próximo à Câmara Municipal de São Paulo). O debate de lançamento da obra reunirá Venício Lima, Fabio Konder Comparato (que assina o prefácio), Luis Nassif e Mino Carta. O evento é uma promoção da Publisher Brasil, que editou o livro, e do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé.
Redação – Carta Maior
O livro “Liberdade de Imprensa x Liberdade de Expressão”, de Venício de Lima, será lançado nesta segunda-feira, dia 21, às 19 horas, na sede do Sindicato dos Engenheiros (rua Genebra, 25, próximo à Câmara Municipal de São Paulo). O debate de lançamento da obra reunirá Venício Lima, Fabio Konder Comparato (que assina o prefácio), Luis Nassif e Mino Carta. O evento é uma promoção da Publisher Brasil, que editou o livro, e do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé.
No prefácio ao livro, Fabio Konder Comparato destaca que Venício de Lima, ao fazer uma crítica aguda à desorganização dos meios de comunicação de massa, contribui para o debate sobre a necessidade de uma reforma do sistema político brasileiro:
“Não somos uma verdadeira república, porque o bem comum do povo, que os romanos denominavam exatamente res publica, não prevalece sobre os interesses particulares dos ricos e poderosos. Não somos uma autêntica democracia, porque o poder soberano não pertence ao povo, mas a uma minoria de grupos ou pessoas abastadas; o que é a própria definição de oligarquia. Tampouco constituímos um Estado de Direito, porque, com escandalosa frequência, as pessoas investidas em cargos públicos – no Executivo, no Legislativo e até mesmo no Judiciário – exercem um poder sem controle, e logram pôr sua vontade e seus interesses próprios acima do disposto na Constituição e nas leis”.
Em seu novo livro, Venício de Lima opõe os conceitos de liberdade de expressão e liberdade de imprensa, ressaltando que esta última, no sistema capitalista, foi transformada em liberdade de empresa. Ainda no prefácio, Comparato lembra que, por ocasião da independência dos Estados Unidos, James Madison afirmou que um governo democrático, sem uma imprensa controlada pelo povo, seria um prelúdio à farsa, à tragédia, ou a ambas as coisas. E emenda:
“No Brasil, a criação do oligopólio empresarial dos meios de comunicação de massa durante o regime militar (1964 a 1985) logrou, de fato, unir a farsa à tragédia. Não foi por outra razão que esse amálgama monstruoso mereceu de um jornal de São Paulo a leviana qualificação de ditabranda”.
Baseado em 23 artigos que abordam aspectos diferentes dessa relação entre liberdade de expressão e liberdade de imprensa, o livro de Venício de Lima tem cinco capítulos que foram organizados em torno de alguns subtemas específicos: “O ensinamento dos clássicos”, “O ponto de vista dos empresários”, “A posição das ONGs”, “Questões em Debate”, e “As Decisões Judiciais”.



Mais alguns anos de trabalho arduo e essas empresas R$ de comunicação estarão fora do mercado.
A informação verdadeira é o que todos buscam, deveriamos oferecer esta preciosidade principalmente aos menos favorecidos, de forma simples e acessivel.
Aos assinantes de Carta Capital, aos Blogueiros em geral, deveriamos estimular a doação de seus exemplares já lidos, ou a doação de seus PCs/Nots a Pontos de Acesso a Informação de Preferencia em frente as Escolas Municipais/Estaduais, que poderiam ser Criados/Administrados por alguma ONG da Informação, local este com acesso a Internet, troca e doações de Revistas e livros usados, por exemplo.
Por isso eu gosto do Chavez, queria ver quanto o PIG ia durar lá, fazendo o que faz aquí. Sou contra a censura, mas acho que teria que haver uma lei de imprensa para conter os absurdos que acontem aquí.
PHA,
Mais debates dessa natureza deveriam ser promovidos, pois a impren$$$a presume que eles estão acima do bem e do mal.
Continuem assim, o descrédito da folha-estadão-veja, está no limite. Mais um ano e não averá mais quem assine êsses vigaristas da imprensa. As verbas do estado vão minguar, e igual o traidor Carlos Lacerda, vão acabar muito mal. Nem os simpáticos americanos que ajudaram e idealizaram o golpe vão ajudar.
PHA,
Seria importante gravar esse debate e ser postado neste site para quem mora em outras cidades, como eu que moro em Florianópolis, possa assistir.
abraços
Um livro que deveria ser distribuido nas Escolas Públicas.
concordo!
Legal, acho que vou no lançamento, e tirar uma foto com meu ídolo PHA!!!!
O PIG já virou piada, faz tempo. Quer ser alvo de chacota em qualquer boteco, em qualquer esquina, onde esteja em curso qualquer debate (intelectualmente honesto) acerca de qualquer assunto?… Basta opinar, deixando claro pros seus interlocutores que a “sua” “opinião” oriunda de “informações” colhidas nas fossas Globo, Folha, Veja, Estadão, ou em qualquer outro esgoto PIGuiano. A zuação, com certeza, será imediata: Aaaaaah, só podia ser!…
Quanto mais pessoas compreendem uma verdade – ela se torna algo irresistível.
Talvez a verdade tenha um pouco disto: A menor distancia entre dois pontos!
Por que depois que conhecemos não dá para voltar…
A grande mídia, continua no seu jogo tendencioso e negativista.
Segue a influência do submundo do mercado e das politicagens. A grande imprensa defende ardorosamente, a cartilha da impossibilidade do exercício da imparcialidade.
Na maior caradura, estes complexos da comunicação, ditam as regras opinativas aos seus jornalistas, deixando de lado a informação isenta, desprovida da exageração, do dirigismo e da descontextualização.
Olá!
Aonde será vendido este livro?
Abraços!
Que tal entregarmos um exemplar ao Gilmar Dantas e à “doutora” Cureau do MP Eleitoral?
Não basta constatar que a grande imprensa está viciada é necessário se rebelar objetivamente. Deve haver liberdade para informar. O que é absurdo é uma empresa de comunicação, assumir posições privilegiando uns e prejudicando outros em atitudes unilaterais que promovem a desigualdade de posição dos agentes, objetos da informação. A responsabilização por isso, é o que está faltando na relação dos órgãos de fiscalização das mídias. A empresa de comunicação não pode ter o direito do vale tudo, a menos que seja vale tudo para todas as empresas explicitamente.
Risos……..
Concordo com vc Vera Billie Jean…….
Esse livro será uma “grande homenagem” ao PIG.
É o contraponto da Imprensa Golpista.
E não esqueçam de convidar o Marco Maciel.
Ele adora a mídia alternativa, a blogosfera.
Marco Maciel é aquele que foi sem nunca ter sido.
E quando tentou ser, fracassou.
Quis dar um golpe na liberdade de imprensa.
Na nossa liberdade.
Não deu certo o golpe.
Viva a liberdade !
A elite que comanda o País não vai largar o osso facilmente. Esse osso rende muita grana e poder. O Brasil é um dos países mais ricos do planeta e tem dono.
Legal, vou ler o livro. É muito importante que esse debate continue.
1- Desorganização nos meios de comunicação? muito pelo contrário! o PiG (que domina praticamente todos os meios de comunicação) são muito organizados e engrenados entre si. 2 – Não somos uma autêntica democracia, porque o poder soberano não pertence ao povo, mas a uma minoria de grupos ou pessoas abastadas? mas o povo não está querendo o poder soberano! quer apenas que esteja em boas mãos!
Até um simples empregado de botequim ao ver as pirotecnias de imagens que julga e condena,comentou:
A imprensa aumenta muito!
O PIG agoniza!