Economia

Você está aqui: Página Inicial / Economia / 2013 / 08 / 27 / Depois de Caiado, Eduardo administra fortunas

Depois de Caiado, Eduardo administra fortunas

O Janio foi mortífero: Eduardo é um embuste quando apoia a Dilma e quando a critica.
publicado 27/08/2013
Comments

Saiu no PiG (*) cheiroso:

Campos apresenta-se à gestão de fortunas


Por Vandson Lima | De São Paulo

Nem tão crítico que não reconheça os avanços obtidos pelos 10 anos de governo do PT. E nem tão submisso que não acredite poder fazer mais do que a atual gestão. Com um discurso claramente pró-empresariado, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), procurou se apresentar ontem, em São Paulo, como uma alternativa à Presidência da República "pós PT".

O público era para lá de selecionado: em evento organizado pela Global Portfolio Strategists (GPS), empresa de gestão de fortunas que atende aproximadamente 600 clientes e administra um montante próximo a R$ 14,5 bilhões, Campos apresentou a palestra "Planejamento estratégico do Brasil". Segundo participantes - cerca de 50 empresários compareceram e não foi permitida a entrada da imprensa -, Campos fez, ainda que de maneira "elegante", pesadas críticas ao governo da presidente Dilma Rousseff, a quem acusou de manter uma política de fisiologismo na relação com o Congresso Nacional.

Navalha

Quem disse que ele não ia ser o Viagra do PSDB ?

Depois da UDR e do Caiado, Eduardo Campriles agora se encontra com administradores de fortunas.

Daqui a pouco faz como o Aécio, que, no lançamento da candidatura, entregou o pré-sal à Chevron, e o FHC que comprou um apê de 45Om2 de um mega administrador de fortunas.

Numa dessas ele vem a São Paulo para se encontrar com o Pauzinho do Dantas e seus correligionários da Batalha da Emenda Tio Patinhas.

O Janio foi mortífero: Eduardo é um embuste quando apoia a Dilma e quando a critica.

Não deixe de ler sobre a candidata do Itaú, outro administrador de grandes fortunas, a doce déspota.

 




Paulo Henrique Amorim


(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.