Saiu na página de Opinião do Valor excelente artigo sobre as incomparáveis virtudes da hidrelétrica de Belo Monte.
(Quem vai chorar muito, também, será a Urubóloga, convertida ao Verdismo, abatida que foi pelo fracasso do Neolibelismo (*) e o sucesso das políticas econômicas do Nunca Dantes e da JK de Saias.)
A real questão de Belo Monte: ter ou não ter
Por Nivalde J. de Castro e Guilherme de A. Dantas e André da Silva Leite
…
As questões ambientais vêm preocupando a sociedade brasileira. Quando o Ministério das Minas e Energia (MME) toma a decisão de construir a 3ª maior usina hidrelétrica do mundo, Belo Monte, é natural o surgimento de críticas sobre sua viabilidade ambiental e econômica. Por se tratar de uma obra estratégica, que afetará o bem estar futuro de milhões de brasileiros, a discussão deve se pautar em análises técnicas, econômicas e jurídicas, evitando uma avaliação sem a necessária racionalidade. A análise deve partir de três premissas básicas: 1) o Brasil precisa de energia elétrica em volumes crescentes para sustentar seu crescimento; 2) qualquer nova usina elétrica impacta o meio ambiente; e 3) os recursos energéticos são escassos e nem todos são renováveis.
O Brasil é a 6ª maior economia do mundo e apresenta perspectivas macroeconômicas muito positivas. Nessa trajetória de crescimento, a sociedade quer melhorar os padrões sociais e econômicos e superar as graves desigualdades existentes. Para tanto, será preciso aumentar a produção industrial e a oferta de serviços, exigindo, obrigatoriamente, maior consumo e geração de energia elétrica.
O Brasil tem uma matriz elétrica com 87% de energias renováveis, enquanto que a média mundial é de 19%. Essa posição do Brasil está assentada em 956 usinas hidrelétricas construídas ao longo do século XX que geram energia limpa e sustentável. Manter a matriz elétrica renovável será, cada vez mais, um diferencial internacional competitivo, econômico e ambiental. É com esse objetivo que a política energética do MME vem priorizando o aproveitamento do 3º maior potencial hídrico do mundo, de 160 mil MW, abaixo somente da Rússia e da China. A construção de Belo Monte faz parte dessa estratégia de manter a matriz elétrica brasileira entre as mais sustentáveis e competitivas do planeta.
A crítica central à Belo Monte é quanto aos impactos ambientais e sociais, e que seria possível atender a demanda elétrica de 6 mil MW/ano somente com energia eólica, biomassa e solar, deixando de usar o imenso potencial hídrico.
Todas as grandes hidrelétricas em construção, como Santo Antônio, Jirau, Teles Pires e mesmo Belo Monte, estão respeitando a Constituição de 1988 e a legislação ambiental. Nem poderia ser diferente, porque o Brasil é hoje uma democracia consolidada: quem se sente prejudicado ou entende que algo fora da Lei está sendo construído, recorre à Justiça, que, nesses casos, tem julgado e dado o nihil obstat para essas obras. A legislação obriga que esses empreendimentos apliquem mais de 10% do custo total das obras em ações que mitiguem os impactos na flora, fauna e invistam nos sistemas de saúde, educação, saneamento etc., buscando melhorar a qualidade de vida das populações de índios, ribeirinhos e citadinos afetados pelas usinas. Com essas ações, a legislação busca manter o equilíbrio ecológico, melhorar a qualidade de vida das populações afetadas usando recursos das receitas da venda de energia elétrica e, ao mesmo tempo, garante o aumento da oferta de eletricidade que o Brasil precisa para o seu desenvolvimento. Trata-se de uma legislação inteligente e eficiente que não foi usada no passado por falta de consciência social ambiental.
Particularmente em um aspecto a legislação ambiental brasileira é muito rigorosa. Trata-se da área inundada pela represa da usina, por representar uma perda irreversível no uso do solo. A solução tem sido a construção das usinas de fio d’água, com reservatórios mínimos, onde a eletricidade é gerada pela força do fluxo e volume das águas. Como resultante, estão sendo construídas usinas no Brasil com a menor relação entre capacidade instalada e área alagada.
Sobre o uso de outras fontes de energia renovável, uma primeira questão é que a hidreletricidade é a fonte mais barata do mundo. As novas usinas em construção irão vender energia a R$ 80 por MW em contratos de 30 anos, garantindo às gerações futuras eletricidade barata, limpa e sustentável. Os países desenvolvidos usaram ao máximo seu potencial hídrico, como é o caso da França, tendo que recorrer à energia nuclear, fonte que responde por 80% da eletricidade total produzida naquele país, mas com custo bem superior à hidreletricidade e risco ambiental não desprezível como o acidente de Fukushima mostrou.
O MME adota política de exploração de fontes renováveis, buscando criar sinergia operacional, mas priorizando a fonte em que temos mais experiência, maior abundância e menor custo: a hidreletricidade. São realizados leilões de energia eólica, estimulando a competição, fazendo os preços caírem de R$ 270 para R$ 100 por MW. A biomassa do bagaço da cana de açúcar tem um potencial estimado de 17 mil MW para 2020, equivalente à Binacional Itaipu. Leilões têm sido realizados sendo contratadas a R$ 150 por MW. A energia solar é ainda muito cara por não ter uma rota tecnológica consolidada e escala produtiva para ser competitiva. Em breve, o custo da energia solar deve cair, como ocorreu com a energia eólica, quando então serão realizados leilões de energia solar no Brasil.
Para garantir a segurança do suprimento de eletricidade frente a períodos de hidrologia crítica, como já ocorrido no passado, é necessário investir, marginalmente, em usinas termelétricas. O Brasil conta com grandes reservas de gás natural do pré-sal. Além disso, o gás natural é o menos poluidor entre todas as fontes derivadas do petróleo. Dessa forma, não se trata de excluir fontes de energia da matriz elétrica, mas somar as fontes e buscar uma complementaridade mais eficiente do ponto de vista elétrico, ambiental e econômico.
Diferentemente do resto do mundo, o Brasil é totalmente autossuficiente em recursos energéticos. Toda a energia elétrica que consumimos hoje e precisaremos para as próximas décadas está dentro de nossas fronteiras. Temos completa e absoluta segurança energética. Nesse sentido, o setor elétrico brasileiro apresenta um cenário de desenvolvimento muito promissor, onde cada fonte, em especial a hidreletricidade, contribuirá de forma direta para o almejado desenvolvimento econômico e social brasileiro.
Nivalde J. de Castro é professor da UFRJ e coordenador do Gesel – Grupo de Estudos do Setor Elétrico do Instituto de Economia da UFRJ.
Guilherme de A. Dantas é doutorando do Programa de Planejamento Energético da Coppe/UFRJ e pesquisador-sênior do Gesel-UFRJ.
André Luis da Silva Leite é professor da UFFS (Campus Chapecó) e pesquisador-sênior do Gesel-UFRJ.
(*) “Neolibelê” é uma singela homenagem deste ansioso blogueiro aos neoliberais brasileiros. Ao mesmo tempo, um reconhecimento sincero ao papel que a “Libelu” trotskista desempenhou na formação de quadros conservadores (e golpistas) de inigualável tenacidade. A Urubóloga Miriam Leitão é o maior expoente brasileiro da Teologia Neolibelê.





É necessario desenvolver outras fontes de energia, pois mesmo que usassemos todo o potencial hidrico do Brasil, com o passar do tempo faltaria energia. Belo monte não é limpa, é suja e está sobre território indígena. Belo monte não vai resolver o problema energético do Brasil. O que estou dizendo é comentado nas conferências de engenharia sobre eletricidade… Devemos desenvolver outras fontes de energia, energia eólica por exemplo.
Caraca a matéria é limpa e objetiva. Da para se ter uma noção mais clara com respeito a construção desta hidroelétrica que é tanto combatida. Realmente tem gente que só propaga inverdades para criar confusão. Viva a iniciativa dos governos do PT. Viva o Brasil! Vamos enfrente e deixemos os atrasados para trás. Nunca investiram no Brasil e em seu povo. Sempre estagnaram o desenvolvimento e o povo que se lasquem.
O festejo se dará no ninho : r. do ostracismo nº 45, trav.
da r. do xilindró s/n ( em frente a res. do pig).
Sempre ouvi dizer e repeti diversas vezes que se o Brasil tivesse um governo sério, bastaria uma década para nos incluirmos entre os 05 paises mais desenvolvidos. Este é o medo de quem quer manter o país em níveis de desenvolvimento apequenado. Por motivos inconfessáveis é claro, ele lutarão até o fim. Mesmo que fiquem submersas riquesas do subsolo, lá na frente poderemos desenvolver tecnologia para recupera-las. Tendo energia para desenvolver, tudo se torna viável e possível.
E a energia geotérmica?
Viva Belo Monte!
Viva o Brasil!
muita terra pro caminhãonzinho do cerra, apesar de se merecerem.
Magnífico texto que usa o máximo de razão para expicar as escolhas das nossas fontes de energia. Parabéns aos autores
Só falta a Bomba Atômica e os meios necessários pra despachá-la em qualquer local em que haja piratas dispostos a invadir o Brasil !
Ela pode ficar “Guardadinha da Silva” por décadas !
Não é pra usar , é pra não precisar usá-la !
O P.H.A. me entende !
O Brasil dominou todo o ciclo, possui todo o conhecimento necessário na área nuclear. Também já construiu e testou foguetes com mais de 3000 km de alcance e está prestes a lançar outros ao espaço. Mantém um dos maiores efetivos militares do planeta. Produz boa parte dos armamentos e munições que utiliza. Para bom entendedor, meia palavra basta.
Concordo com você Ademar, bomba atômica é que nem seguro de automóvel, você paga para não usar mas, se for preciso tem como fazer uso dele. O pior é não ter nem seguro nem bomba A. Você está refém do infortúnio.
Esta blá-blá-rina nunca me enganou. Quando concoreu nas eleições pra presidente falou uma porção de abobrinhas e os paulistas avessos a sindicalistas, como taxam a todos os PT’istas, votaram nela e provocaram o segundo turno. Mas naquela época eu perguntei se ela por acaso já havia enfrentado um ônibus lotado todos os dia para ir trabalhar, se já tinha comido de marmita requentada, se já tinha enfrentado patrões em uma mesa de negociações de salários. Como então ela se julgava apta a ser presidente? Alguém naquela época me respondeu? Ficaram calados como no caso do PIG e o livro do Amaury.
Lindo!Gabeira e sua tanga,Osmarina e sua cantinela e CERRA.É um trio de milongas,onde só cantaria UM… CERRA…que usufruiu do verão de FHC e achacou o patrimônio e as benesses advindas dele,para honra e glória de seus descendentes… até o livro do Amaury.Os BOBAIS são um grupo de alienados deslumbrados e enfadonhos.Tenho dito.Com “celebridades”desse calibre,que falta nos faz o Mazzaropi,que não tinha vergonha de ser matuto,caipira e brasileiro.Se politizados fossem,estariam envergonhados.Quanto a Maiteca,que obsessão por tirar a blusa,que essa senhora, a cata de um macho selvagem tem!!!Valha-me Deus,isso é convicção ou desespero?
eles querem impedir o crescimento, o desenvolvimento, que não fizeram, por incompetencia ou por descaso mesmo.
Mas é verdade mesmo o que disse a Fabiana, sobre o município de Pacajá? Se é verdade, a Presidente sabe disto? Acho que se for, ela não deve saber, senão já teria solucionado uma questão assim tão grave. Ou estas usinas são somente para as grandes empresas?…
O PIG e alguns artistas globais tentam fazer a cabeça do “eco-hommer-simpson”, aquele que:
- Compra um beberrão utilitário esporte e põe uma mensagem tipo “Eu amo a natureza”, mesmo que nunca pegue uma trilha off-road;
- Acha que só se gasta eletricidade quando se acende lâmpada ou se liga uma geladeira (não pensa que coisas improváveis como a água que chega à torneira ou a batata lavada que compra no supermercado também fizeram uso de eletricidade em seus ciclos);
- Não abre mão da TV de plasma, tampouco ar-condicionado.
Também saiu no Valor de sexta/fim de semana uma reportagem de página inteira sobre o livro do Amaury.
Como sempre uma reportagem de primeira, isenta, com trechos do livro inclusive.
Será muito difícil o Congresso escancarar a Privataria, porque deve ter muita gente ligada ao atual governo que aparece na CPI do Banestado.
Se o Brasil continuar usando seu potencial energético em benefício de seu povo, a Bláblárina vai virar Buábuárina!
Que Marravilha!!!!!
FHC recebeu o Brasil como a 8ª economia do mundo…
Entregou a Lula como a 9ª economia do mundo e…
Lula entregou a Dilma como a 6ª maior economia do mundo….
Esse PIG!!!!!
A Usina de Belo Monte está sendo feito e não adianta o PIG reclamar, os verdes entreguistas berrarem e ponto final.
Belo Monte já. Que essas ONGs e Missões internacionais voltem pra suas terras e vão trabalhar de verdade, chega de nos explorar, roubar nossa biodiversidade e mutilar as culturas de nosso povo. Quanto aos naturalistas do asfalto; sugiro que se mudem pra Sibéria e vão viver do que a natureza possa lhes dar.
Basta de hipocrisia e intolerância contra o desenvolvimento do meu País. Que essa gente se junte e vão à m…
Respeito a constituição? Que cascateiro. Belo Monte vai gerar energia para a Alcoa (do Sarney) produzir alumínio para o Japão. A realidade: um morador do município de Pacajá, em um debate sobre Belo Monte, fez a seguinte pergunta aos funcionários governamentais presentes: “Meu município fica a 150 quilômetros da usina de Tucuruí e até hoje não chegou energia elétrica lá. Se construírem Belo Monte, estaremos a 140 quilômetros de mais uma usina. Vamos continuar sem energia?”
Desculpe, mas voce está mal informado.
A energia da Alcoa é proveniente de Tucuruí e é outro presente da ditadura militar, que fez contrato de fornecimento de energia com a empresa em condições muito favoráveis à ela.
Se voce acha que há desrespeito à Constituição, contrate um advogado e vá à justiça.
A falta de energia em município próximo deve ser cobrada do Governo do Estado em questão.
Cara, isso TUDO já foi descrito, e muito bem descrito, por um tal de Antônio Delfim Netto. NINGUÉM entende mais da USINA de BELO MONTE que o Delfim Netto!!!
USINA de BELO MONTE, questão de SOBERANIA NACIONAL.
USINA de BELO MONTE, futuro da NAÇÃO.
Só o timinho dos esternos descontentes e deprimidos aceitam os argumentos do “PIG” cambaleante! ;^D
Alguém pode me dar o nome de um “honestíssimo” deputado do PV que tenha assinado a CPI da Privataria Tucana?
Paulo Wagner – PV Rio Grande do Norte
O problema de Belo Monte são as ONGs européias e americanas que vivem aqui com dinheiro nosso muitas vezes. Eles não querem o nosso crescimento para gerar empregos em seus países.
Para completar aqui temos os traíras de sempre e alguns verdes traíras. Go hell, green go hell.
Realmente, os artistas globais “quebraram a cara” não é verdade? O que eles estão defendendo na realidade é a supremacia imperialista, temerosos que nos tornemos uma nação independente. Viva o Nunca Dantes, Viva a Dilma e Viva o Brasil soberano e justo.
A Bacia Amazônica é a nossa bacia hidrográfica de maior potencial hidrelétrico, portanto inúmeras outras usinas serão construídas ali, assim como ocorreu com a Bacia do Paraná.
Paulistas e paulistanos são a favor da remoção das ultimas árvores das marginais em SP, são a favor do rodoanel atropelar gente e floresta em SP, sao a favor do despejo de esgotos em
córregos e rios pagando pra SABESP fazer o serviço, bebem águas de transposiçao de rios em SP, mas plenamente contra Belo Monte, a transposição do Rio São Francisco, porque vai levar melhorias aos brasileiros antes esquecidos………
FELIZ 2012
Caro Robnson! Sou paulistano e, como muitos, somos a favor da construção da Belo Monte, por todas as razões expostas no texto acima. Todas essas desgraças descrita por voce é denunciada e combatida tambem pelo povo paulista. Não nos separemos! Somos BRASILEIROS e como tal sairemos vencedores.
É isso ai Cesar.. temos que estar unidos, mas infelizmente muitos de seus conterraneos tiveram e continuam tendo uma espécie de lavagen cerebral do pig e sua propaganda elitista e separatista que os deixaram quase cegos. Mas existe uma luz no fim do túnel e espero que os pailistas e paulistanos acordem logo deste torpor.
abçs
A questão ambiental é hj uma questao de sobrevivência, de produtividade e a maior moeda política da atualidade. Infelizmente, em virtude dessa visibilidade toda, tem muito pseudo-político (ou oportunistas profissionais) enlouquecendo, travestindo-se de defensor da ecologia ou vendendo sua imagem e posição enlameando a dignidade do movimento ecológico. Não existe malignidade em defender a vida de todos os habitantes do planeta. O discusso ecológico não está errado, mas sim a atitude desses oportunistas!!!
Outro inimigo q tem conseguido sabotar o movimento ecológico é o empreendimento poluidor. Os capitalistas selvagens tem armados armadilhas e difamações contra o movimento ecológico, pois a obsessão por lucros astronômicos à qualquer custo tem sido denunciado pelo movimento. Todo tipo de violência tem sido praticada contra nossa casa coletiva q é o nosso meio-ambiente: depredação dos recursos, estimulo ao consumismo, poluição do ar, do mar e da terra, desprezo pela vida de qualquer ser (inclusive nós), investimento em tecnologias depredadoras e q estimulem o consumismo dependente.
Perguntem para o privata SERRA o que ele fará com BeloMonte se for eleito presidente em 2014?
John J, voce tá loco? Essas coisas, nao se pensam, nao se falam e nem se imaginam: presidente em 2014? E escrever nunca, jamais. Exorcisa!
Transilvânia tem Belo Monte?
A Bla-bla-rina é uma espécie de Roberto Freire, pois ela não aceita o fato do Lula ter escolhido a Dilma para ser presidenta e o raivoso Roberto Freire não aceita (e morre de inveja) que o Lula seja o maior líder político do mundo.
“É natural que surjam críticas”, natural críticas estadunidenses por exemplo, os mais “naturais” do planeta, o Al Gore não foi premiado? que foi vice do Clinton, que tem como a luz do saber o fhc(boca de sovaco) como “Conselheiro”, “pautar em análises técnicas, econômicas e jurídicas”, quando será que o Ser Humano estará no centro das atenções, vamos ler Tchecov(ou estou sendo soviético demais), portanto quebrar um preconceito é mais difícil do que quebrar uma molécula, porém um excelente comentário de Petistas Comunistas esse aí, e a casa do “Bagre”, assim não pode, assim não Dá, Verdurama Jas…maumau
O pig queria um novo apagão,para comparar o governo LULA,
ao desgoverno fhc,boca de sovaco.Mas a DILMA,tá ligada.
Cadê os atores e as atrizes da globo que fizeram um vídeo dizendo que belo monte era o fim do mundo? Todos que fizeram parte daquela brincadeira de mau gosto, uma verdadeira palhaçada, devem voltar e fazer um vídeo pedindo desculpa a toda população brasileira. Só uma sugestão para os atores e atrizes “globobos”, antes de falar ou defender alguma coisa, primeiro vão estudar e entender do que estão falando , deixe de serem alienados e puxa sacos dos padrões…
VIVA A BELO MONTE,
VIVA A LULA, VIVA A DILMA!!!
O Çerra (com ç) ex-ministro da propina do governo do Farol de Alexandria é o maior parasita do história do Brasil.
O que não falta é neochato pra falar besteira sobre Belo Monte, sobre o Lula, sobre a Dilma, sobre…
É só abrir os comentários do G1, e lá veremos quem são os neochatos de sempre.
Paulo, sou teu fã, fã do Bessinha e fã desse blog. Mas esse quadrinho do Serra-Marina foi de muito mal gosto. Não votei na Marina, mas acho que ela merece respeito.
Manuel Marques
Pensei na mesma coisa quando, vi Manuel.
Também achei o quadrinho de profundo mal-gosto. Fez-me lembrar, inclusive, daquele quadrinho em que a Dilma aparecia como uma prostituta, isso no auge das eleições.
Por favor, retire isso, PHA, pelo bom nível do blog!
Saudações!
Chico Maciel
Manuel,
Sinto discordar, mas mal gosto é uma pessoa com a história da Marina jogar tudo no lixo para se aliar a uma pessoa como José Serra. O que prova que ela não é uma pessoa de ideias, fosse não apoaria Serra.
Se votou na Marina é eleitor do Serra.
Jacira
Não creio que uma pessoa da Direita mereça isso. Nem mesmo quem apoia o Serra. Continuo achando de muito mal gosto. Ainda bem que ele tirou dos destaques
Manuel Marques
Belíssimo texto, bastante esclarecedor sobre a situação de Belo Monte. Texto lúcido, polido, com muitos dados, ajuda a esclarecer o leitor sobre essa matéria que ganhou polêmica de forma desnecessária.
Xô elite entreguista!
Que dupla?
Privataria + atraso religioso/tecnológico = náusea.
Essa Bla-bla-rina be que poderia ir logo pro PSDB. Lá é o devido lugar dela. O lugar dos fadados ao esquecimento e ao lixo da história.
Os que se dizem “verdes” não entendem nada de ecologia e desenvolvimento sustentável.
Enquanto os corvos crocitam a estrela brilha.
Se dependesse da blablarina e dos ecochatos, estariamos vivendo à Luz de vela… Ou eles preferem uma usina nuclear no lugar de hidroelétrica em plena floresta amazônica?! O que eles (os que são contra Belo Monte) sugerem para mantermos o crescimento econômico com produção de energia de baixo impacto ambiental? Qual é a alternativa sugerida pelos jênios? E não me venham falar que o Brasil tem muito vento… Alguém já disse isso. E se deu mal!
Belo Monte é vital para a consolidação da nossa soberania, caros amigos do C Af. Parece que O Valor descobriu isso…antes tarde do que nunca!
A solução não é uma usina nuclear na Amazônia. A alternativa sugerida seria de melhor aproveitamento das hidrelétricas já existentes. Ele vale lembrar que hidrelétrica não é um meio de produção de energia de baixo impacto ambiental.
Ah não! Será que não, mesmo!? Você não quer repensar sobre o que disse???
Como seria esse melhor aproveitamento das hidroelétricas já existentes?! Você pode explicar?!
Uma delas Fred, seria o de substituir as velhas turbinas por novas turbinas com perfil hidráulico otimizado. Também, substituir os velhos alternadores por unidades modernas com maiores secções de cobre no estator, melhores isolantes das barras. Com isto, obtem-se um maior rendimento do conjunto turbina-alternador modernizados, consumindo menos água na geração de um mesmo MW e, por consequência, gerando mais MW com uma mesma energia potencial disponível.
Não vejo as pessoas se indignarem com as fontes energéticas do empresário Eike Batista e das tentativas da Vale privada no Pará: o Carvão mineral.
José Ivan Mayer de Aquino
Ação da Cidadania Contra a Fome, a Miséria e Pela Vida
Belo Monte é legítimo, é viável, é saudável, bem vindo ao Mundo com menos poluíção.
O crescimento do Norte será grande e com muita qualidade, isso deixa alguns setores marrento, pois vão peder mão-de- obra barata, não conseguirão ter controle da comunidade, será uma região genuinamente Brasileira sem amarras que o PIG tão faz.
É uma nova parte do Brasil crescendo, é mais força que vamos ter, mais desenvolvimento para a população o Brasil do tamanho que ele é.
A exemplo do que está aí, não vejo porque o crescimento do norte será grande e com muita qualidade. Essa energia com certeza não será destinada ao desenvolvimento do estado do Pará, que ficará somente com o impacto ambiental. Desenvolvimento no local é para as famílias dos engenheiros, que por sinal não serão paraenses, que se mudarão para lá. Sugiro pesquisar sobre o “desenvolvimento” que a hidrelétrica de Tucuruí levou para a cidade, como exemplo.
Roberto
Se o estado do Pará, por seus governantes, tiver desprendimento e vontade política de desenvolver realmente o estado e sua população, pode a partir de uma maior disponibilidade de energia, criar condições especiais para que empresas se instalem no estado e produzam mais emprego e riqueza para o estado.
O grande problema que indiretamente acabará ficando com a população sem emprego e desenvolvimento, é o reverso de um ICMS da energia exportada que quase todo vai para o governo estadual e nada e revertido senão no poder político dos governadores corruptos e coniventes com o atraso e interesse de se manter um povo servil.
O povo do Pará precisa começar a a agir e exigir por todos os meios possíveis, o desenvolvimento que deles também é de direito como brasileiros.
Quem sabe, se a população votar em um governador mais comprometido com este tipo de visão, talvez o Pará também experimente o mesmo nível de crescimento e desenvolvimento que um Pernambuco hoje está conseguindo.
Concordo. Gostaria de deixar claro que sou biólogo (ecólogo), paraense e não sou opositor ao governo atual. Minha posição contrária ao empreendimento de Belo Monte se baseia justamente por ouvir o mesmo papo de desenvolvimento toda vez. E nem entro no mérito a respeito dos índios, da extinção de espécies e os impactos ambientais (não que estes argumentos também não devam ser trabalhados).
Além de hidrelétricas, há no estado do Pará outros empreendimentos, como mineradoras, que só fazem explorar riquezas, impactar o ambiente e até agora os municípios continuam na mesma pobreza.
E como você disse, vontade por parte dos governantes de mudar esse quadro é o que falta. Sobre a Vale, por exemplo, na época de sua privatização foi criada uma lei que impede a arrecadação de ICMS referente aos produtos trabalhados pro esta empresa. O Pará perde milhões e milhões todos os anos e o governador na época (do mesmo partido do FHC, vale ressaltar) não fez nada para impedir isso.
Bom, só queria deixar claro que nem sempre o posicionamento contrário advém de um eco-chato ou opositor ao governo atual.
Marina Silva é contra a descriminalizaçâo do aborto, contra a pesquisa com células-tronco e contra a teoria da evolução. Ela acha que o Universo foi criado em 4004 A.C. e vai acabar em um apocalipse, muito em breve – talvez por isso seja contra a Belo Monte.
PS: Daniel Cohn-Bendit sabe que ela é da Assembléia de Deus?
O Cohn-Bendit é outra grande decepção. Uma espécie de Roberto Freire. Um “arrependido” que aderiu ferozmente ao pensamento único do neoliberalismo e chegou às raias de defender a intervenção militar em países como a Líbia e o Iraque para tentar manter pela força bruta a hegemonia dos supostos ricos contra os supostos mais pobres.
Que tranquilidade nos dá saber que temos condições de produzir a energia de que necessitamos, hoje e no futuro.
É, mas é preciso lutar todo dia contra os traidores que lutam pelo atraso do país e os inocentes que acreditam neles.
É. Bom ouvir (ler) quem entende, não êsses ambientalistas que protestam sem conhecimento algum.
Esses aí querem se dar bem de qualquer jeito.
temos agua potável e energia barata para os próximos 30 anos.Se os americanofilos dolaremseupropriobolsofilos quiserem seu quinhão,poderiam já fazer um crediário e viverem em Miami fazendo bicos e não atrapalhando os que aqui desejam a paz e felicidade para o próximo.
Marina Silva, Heloísa Helena caminham juntas para o ostracismo.
Pobres mulheres! A elite é impiedosa…usaram-nas como pontas de lança para alcançarem seus objetivos e depois as cuspiram como se fossem bagaços de laranja. Eles exploram a vaidade humana dessas pessoas e depois, pé no trazeiro!!!
Sou mulher e não tenho pena de traidoras. Marina e Heloisa, pessoas extremamente ambiciosas e pretensamente inteligentes menosprezaram a sabedoria do povo. Os meus bisnetos não saberão dizer quem foram elas. Quanto a Lula e Dilma… O legado será grande para ser esquecido.
Essa Bláblárina deveria……………………….