Redação Conversa Afiada

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Prefeitos mineiros se regozijam com a queda de Agnelli

    Publicado em 11/05/2011
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Cabido explica por que Agnelli dava tanto lucro

O Conversa Afiada recebeu o seguinte e-mail:

Paulo, boa tarde.

Trabalho com o prefeito de Congonhas, Anderson Cabido (PT), que também é presidente da Associação de Municípios Mineradores do Brasil (Amib), entidade que reúne 2.000 cidades. O Anderson é um defensor do aumento da Cfem (royalty do minério) e participou do grupo de trabalho do Ministério de Minas e Energia que elaborou o projeto de lei que será encaminhado pela presidente Dilma ao Congresso.

Ele publicou hoje no jornal Diário do Comércio, de Belo Horizonte – http://www.diariodocomercio.com.br/ -, um artigo em que comenta a queda de Roger Agnelli e as expectativas em relação ao futuro presidente da Vale, Murilo Ferreira. Gostaríamos de colocar o material à sua disposição e solicitar mesmo que você o publique no seu blog.

Grato pela atenção,
Paulo Camargos



O que esperamos da nova Vale



Anderson Cabido (*)

No próximo dia 21 de maio o Brasil viverá um dia histórico, com a troca de comando da Vale, maior empresa do País. Depois de dez anos no comando da companhia, o executivo Roger Agnelli será substituído pelo mineiro Murilo Ferreira. Nós, prefeitos de 2.000 cidades mineradoras abrigados na Associação de Municípios Mineradores do Brasil (Amib), esperamos que o novo presidente e o grupo que colocará à frente da empresa tenham postura diferente de seu antecessor.


Antes de listarmos o que esperamos de Murilo Ferreira, vamos recapitular os motivos que levaram à queda de Agnelli. Para isso, devemos voltar àquele período de grande aflição que começou em 2007 e se agravou em 2008 com a chamada “crise do subprime”. No dia 2 de dezembro, no auge da crise global, a Vale confirmava a demissão de 1.300 trabalhadores, a colocação de 5.500 em férias coletivas e cortes na produção. As medidas incomodaram o então presidente Lula e azedaram definitivamente as relações do governo com o executivo Roger Agnelli.


Com a crise batendo às portas, Lula pedira aos dirigentes de grandes empresas que mantivessem empregos e investimentos. O que se viu nos meses seguintes foi o acerto das medidas de fortalecimento do mercado interno que fizeram com que o País fosse um dos primeiros a sair daquele cenário de incertezas.


Desde então, notícias sobre a saída de Agnelli voltam em ciclos. O episódio final começou em fevereiro, após a divulgação de lucro estratosférico de 2010, da ordem de R$ 30 bilhões. Simultaneamente, o Ministério de Minas e Energia (MME) revelava que a Vale acumulava (e acumula) dívida de R$ 4 bilhões em royalties minerais. Reuniões de encontro de contas com o MME mostraram-se infrutíferas.


Em março, em evento do Governo de Minas Gerais, Agnelli voltou a negar a dívida. Ao fazê-lo, confirmou o que todos já sabiam, ou seja, não basta ser bom gestor, é preciso visão social. A verdade, porém, não tem duas versões. No Estado do Pará, a empresa já foi condenada pela Justiça a pagar cerca de R$ 800 milhões, depois de atuação exemplar do Departamento Nacional de Pesquisa Mineral (DNPM). Em Minas, o mesmo DNPM aponta dívida de R$ 2,6 bilhões da Vale e de companhias a ela ligadas, como Samarco e MBR.


No dia 31/3, uma nota ao mercado assinada por Guilherme Cavalcanti, diretor de Relações Institucionais da Vale, confirmava que o ciclo Agnelli havia chegado ao fim. O ritual foi sumário, com a escolha de Murilo Ferreira já na segunda-feira seguinte.


Nós, prefeitos de cidades mineradoras, manifestamos em diversas ocasiões o desejo de mudanças na empresa. O fizemos, inclusive, em carta ao ministro Edison Lobão. Não entramos no debate em torno de nomes, mas, como representantes daqueles que sentem os impactos da exploração mineral, temos legitimidade para proclamar que o Brasil espera muito mais dessa grande companhia.


A antiga Vale do Rio Doce foi campeã em danos ambientais, fato testemunhado e brilhantemente transformado em poesia pelo itabirano Carlos Drummond de Andrade. Exerce atualmente atividades de mineração a partir de concessões federais em mais de 20 milhões de km quadrados, com presença em mais de cem municípios.


Empresa dessa magnitude deve ter novo conceito de responsabilidade social. Deve dialogar com os municípios e tratar como protagonistas a sociedade e suas instituições. Deve devolver às cidades parte da riqueza que delas retira e investir em siderurgia e empregos de qualidade, e não apenas exportar minério bruto em regime tributário extremamente favorável. Deve, finalmente, comprometer-se com a nova lei da CFEM, o royalty do minério, que propõe alíquota de 4% sobre o faturamento bruto. É um pouco do que esperamos de Murilo Ferreira.


(*) Presidente da Associação Brasileira de Municípios Mineradores e prefeito de Congonhas (MG)

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  • Renato disse:

    E o povo brasileiro ainda acreditando que o prefeito quer o dinheiro porque é justo ao município! Eles querem é mais verba para sustentar seus desvios! Uma medida simples é exigir das mineradoras o pagamento do royalte em prestação de serviços e construção de infraestruturas coletivas!! Mas por que nenhum prefeitinho pede isso?

  • Guilherme Bollmann disse:

    Urgente, se torna necessário a estruturação de uma Agência que regule a distribuição de Royalties. O carvão, em SC e RS, provocou danos incomensuráveis aos municípios, ao meio ambiente, e nada foi feito.Que a Vale tenha vergonha na cara e assuma todos os trnstornos que causou, na longa usurpação do solo Brasileiro, em conluio com uma centena de políticos corruptos, a maioria de Minas.

  • Sérgio Cassieri França disse:

    Eu gostaria de saber o que a FHC de saias vai dizer ou escrever à respeito dessa bela tacada da JK de saias. hahahahahaha…

  • Anselmo Ferreira disse:

    Foi uma bela tacada do prefeito de nossa cidade (Congonhas) pois está aí uma condição real de termos contrapartidas à altura dos danos ambientais causados pela Vale nessas regiões.

  • bissoli jr disse:

    notícia assaz alvissareira mas que deve nos deixar atentos. supondo que os municípios recebem os royalties mais que devidos, a aplicação do montante recebido deve ter destinação certa e legalmente preconizada, tudo com acompanhamento dos conselhos municipais. não há outra fórmula para evitar desvios. acontece que tal lei não existe nem para os royalties do petróleo. cidades que os recebem padecem de mesmos problemas que as outras e apresentam índices altíssimos de corrupção.

  • valdir mg disse:

    Acho muito estranho esta postura destes prefeitos. Só agora se manifestam publicamente. Quando o ex-ditador-playboy aécim mandavam em Minas estes prefeitos ficavam caladinhos. Se borravam de medo do playbozinho, que é um dos grandes culpados destes manobras imorais, ilicitas, do Sr. roger agnelli. Eram cumplices, aécim e agnelli, contra Minas.

  • João disse:

    Alguém precisa repassar esta matéria para a Leitoa.

    Quem sabe, assim, ela deixa de defender o Roger.

  • Domingos disse:

    É assim mesmo, nossos dirigentes precisam aprender LULA, ou seja, o BRASIL é de todos.

  • paulo roberto disse:

    Pessoas com o Agnelli não têm pátria nem humanidade. Já vai tarde.

  • Rosan Amaral disse:

    “Hoje Itabira é apenas um retrato na parede.
    Mas como doi!”

  • simonebh disse:

    Esperanças renovadas com as palavras do prefeito de Congonhas, Anderson Cabido.
    A esperança é a última que morre… Mas como neutralizar o “governo” Aécio/Anastasia?

  • Lampião disse:

    Vai de retro Agnelli, vai se juntar ao Merdanati em Veneza e ao fegacê em Paris.

  • Francisco Dourado disse:

    A Vale não valia nada para o povo!

  • asdrubal disse:

    Nao entendo porque so agora querem crucificar alguem por desempenhar a sua funcao corretamente. Quando a Grendene comprou a Melissa e transferiu sua fabrica para o exterior ninguem falou nada. Quando a Conteminas de Jose de Alencar abriu fabrica na China ninguem falou nada. Sera porque nestes casos houve doacao a campanhas do PT? Se o governo tem grande participacao acionaria na Vale ele tb lucra quando a Vale lucra, nao?

  • GN disse:

    Como ex-dono da Vale usurpado, já que o ex-presidente FHC conseguiu imprimir na sua biografia essa privatizção por ridículos 1,7 bilão de dólares (se não me engano), o que o povo brasileiro deve exigir é que esses novos acionistas deixem de vender minério a preço de banana e agreguem valor por meio da siderurgia ou indústria da tranformação.

    Chega de vender matéria prima, minério de ferro que até alguns anos os janponeses beneficiavam, retiravam ouro e ainda ficavam no lucro, é mole!

    Pelo amor de Deus algum brasileiro (pra valer!) assuma a Vale!

  • Julio Cesar disse:

    Alguns dias atrás eu fiz uma pergunta sobre a existência ou se haveria sobre a exploração desse tipo de minério uma regulamentação, agora sou surpreendido com esse Projeto de Lei sobre a regulamentação da lei da CFEM, o royalty do minério, que propõe alíquota de 4% sobre o faturamento bruto das mineradoras, isso é algo que devemos aplaudir de pé e cobrar para que essas empresas paguem o que é devido ao BRASIL pelas riquezas que são retiradas do seu solo, das suas matas, de suas aguas e também de seu ar.

  • antonio cm disse:

    Estes picaretas da Vale são os famosos iniciativa privada do patrimonio publico, ou seja, o verdadeiro négocio deles (o tal grupo vicunha) eles faliram. Ai, para se consolarem da perda, apropriam-se do patrimonio público pelas boas graças e generosidade dos amigos politicos (FHC et caterva). Finalmente, saem cantando de grandes gestores da furação de buracos e exportação de minério in natura.
    Grande!!!

  • Eugênio disse:

    Estes royalties dos minérios pertencem a UNIÃO e tem que ser divido entre todas as cidades brasileira, igual ao petróleo. Senão eu vou ter a CERTEZA que a Política do Café com Leite da VELHA REPÚBLICA continua.

  • São Leopoldo disse:

    Dilma é o futuro dos mineiros essa caminhada que está apenas começando.

  • Morais disse:

    Como o pig não queria que o Agnelli saísse da Vale é por que é ruim para eles e consequentemente é bom para o povo brasileiro e em especial para nós mineiros que vemos nossas montanhas de minérios sendo destruinda e as cidades não são recompensadas com o pagamento de royalts, isto era um absurdo que com certeza será acertado pelo novo presidente e o governo federal.

  • Fred disse:

    Faça igual a PETROBRAS investindo no social.

  • Rose disse:

    PHA, não entendi essa enquete de hoje , o Ali Kamel já não é o lider da oposição?

  • gilberto silva disse:

    vale ? Nada !

  • monge scéptico disse:

    Esse agneli não deve ser boa coisa não.
    Não a pessoa humana; mas a forma de agir. Talvez.

  • William disse:

    “Exerce atualmente atividades de mineração a partir de concessões federais em mais de 20 milhões de km quadrados”.
    Deve haver algum engano nesta afirmação. A área total do Brasil é de 8.514.876 km².

  • Aldemário Filho disse:

    A Vale deve muito a Minas. Aqui praticamente só deixou migalhas e buracos. Espero que a nova Vale invista melhor em Minas.

  • Alvaro disse:

    Concordo com tudo o que disse o Prefeito Anderson Cabido, mas queria fazer um pequeno reparo: a Vale não pode minerar em 20 milhões de quilômetros quadrados, a área do Brasil é de “apenas” 8,5 milhões de quilômetros quadrados…O resto está perfeito.

  • Samy disse:

    Essa atuação dos acionistas da Vale, que tanto foi criticada por veículos de mídia (PIG), por terem de certo a participação do governo federal ainda renderá bons lucros eleitorais para Dilma e seu partido em 2012 e 2014 na terra das Alterosas.

  • Luiz disse:

    Manda esses prefeitos mineiros pararem de choramingar recursos, pois o que mais querem é embolsá-los. Para o povo eles não fazem nada e sim para meia duzia de pessoas…

  • M1GU3L disse:

    Esses dias fui a banca de jornais e pedi o “estadão” atrasado… o cara me deu o mapa de minas… pode? …

    • José Antonio disse:

      Os habitantes do “estadão atrasado” deram duas surras nos “adiantados” paulistas. Uma em 1708 na guerra dos emboabas e outra em 1930. Os “adiantados” paulistas acham que venceram na derrota humilhante de 1932, é o único povo do mundo que comemora uma derrota e é até feriado!!!

      • José Maria disse:

        Valeu Xará, brilhante!

      • Sandro Paulino disse:

        Caro, amigo..

        Estude mais a nossa história (brasileira) e você verá que tivemos grandes mudanças por causa da revolução constitucionalista de 32, inclusive, nossas avós, bisávos, tiveram, finalmente, o direito de votar.
        Por isso o povo de São Paulo comemora aquela “derrota”, que na realidade foi um vitória, já que São Paulo, assim com a revolta farroupilha, não queria se separar do Brasil e sim, reformas, que não vieram na medida certa e, logo depois, tivemos um “governo provisório” que durou 15 anos.
        Leia mais e pare de ser bairrista.

        Lembre-se de um coisa: Para você criticar um preconceituoso, não é sendo preconceituoso com ele que vai mudá-lo.

        Abraços de um santista, que morou no Rio e hoje vive em Natal.

      • Marcelo B. disse:

        Tomando carona na argumentação histórica, gostaria de lembrar mais algumas “surras” que os “adiantados” levaram.
        Duas, em 2002 e 2006, quando os apadrinhados do Princeso dos sociólogos perderam a eleição para um metalúrgico vindo de um “estadinho” atrasado do nordeste. E outra, mais recente, em 2010, quando a filha do “estadão atrasado” se tornou a primeira presidenta do Brasil depois que o candidato “adiantado” fez uma “adiantada” tomografia computadorizada por conta de uma bolinha de papel.
        Assentar-se sobre a “força da grana e do progresso” e olhar para todo o resto como se fossem inferiores é usar a si próprio como parâmetro para os demais. Muito cômodo! O que não acho cômodo e nem “adiantado” é pensar que 180km de congestionamento cotidiano possam servir de exêmplo a alguém.

      • Renato disse:

        Calma, José. O Brasil é um só e a moda de sempre tirar uma lasca de São Paulo, como leio em muitos comentários aqui e acolá, não contribui para a integração nacional.

      • Neco disse:

        Devagar, Zé, não cutuque mais a casa dos moribundos senão eles se zangam e bicam.
        Deixe os pau listas na neles que não fazem mais mal a ninguém. Estão arrasados, derrotados.

  • sergio disse:

    Ciao Agnelli, executivo do PIG.

  • Ary disse:

    Quem quiser conhecer um pouco mais a história da então vale do Rio Doce, deve ler o livro “De Ferro e Flexíveis”, de Maria Cecília de souza Minayo, aonde é contada a história dos fundadores e construtores originários da Companhia VRD, a partir de um trocadilho repleto de dialética : “Um localismo que pode ser universalizado e um universalismo que se localiza”. Tem razão o prefeito Anderson e todos aqueles que pensam com ele. Pode ser que agora a nova presidência redirecione a Vale, colocando-a no caminho da sustentabilidade, que enseja uma troca honesta que envolve o meio ambiente, os trabalhadores e as populações do entorno. O tempo de jardinagens socioambientais há muito passou. Chegou o tempo de homens “inflexíveis”. Os profetas, coberto de ferro, agradecem.

  • flaino... disse:

    O subsolo é propriedade de um povo soberano.

    Exagerei?

  • Eason Nascimento disse:

    Se a empresa se guiar pela selvageria do mercado, ela não dará bolas, para as necessidades sociais do país. Alguém precisa definir para a Vale, que seu rumo tem relação com os interesses maiores do país.
    http://easonfn.wordpress.com

  • Eugênio Pacelli L.da Costa disse:

    Essas canalhice que os tucanalhas faz, a mau exemplo desse, tudo isso aconteceu no governo do FH_Saliéri. Serra e Alkmin continuarão destruir São Paulo. Lá existe o pior metro do mundo. A Vezenuela começou o metro de Caracas na mesma época, hoje tem em torno de 200 km. Isso é ou não é incompetencia.

  • Está certo o Prefeitos , principalmente os daqui de Minas Geraes. Espera-se de uma Empresa como a Vale muito mais agregação de valores no que exporta que é o Minério bruto. Uma firma com o potencial da Vale não pode ficar nas mãos deste pessoal igual o Agneli que nunca teve visão social.

  • Ansioso, mas se depender da turma do PSDB (Pior Salário
    do Brasil), Aécio, Anastasia do governo de Minas, e do PPS,
    Itamar à frente, os prefeitos das cidades do ferro vão ficar
    a ver navios; tem que ferroar essa turma senão não sai nada: nem ferrugem.

  • clelio Luiz de Almeida disse:

    Que a Vale pague o que deve, é o mínimo que pode fazer a aqueles, que na realidade são os donos do minério que ela explora. Mandar somente o minério, e não agregar valores a ele, é tirar do Brasil muitos empregos e divisas …. Mandar o minério e comprar navio de outras pragas, é um tapa no rosto dos brasileiros. Falei…

  • Eduardo Henrique disse:

    Dilma deveria reestatizar a Vale. Patrimonio nacional não pode pertencer a ninguém.É do povo.

  • walaci henrique disse:

    Minas Gerais ainda é o homem de ferro enferrujado!
    Minas precisa parar com esse negócio de minério, diga-se, devastação do meio ambiente.é preciso que Minas ingresse numa nova era, não só de liberdade, mas também, de melhorias das condições do povo mineiro, tanto sofrido pela degradação ambiental do minério de ferro e das florestas, vide, carvoarias? que isso?Fora Agneli,fora Anestasia,fora Áecio. É preciso que minas tenha um governo que proponha uma reforma agrária e ajude os pequenos produtores, daí Minas Gerais voltará a ser grande, cabendo o papel que lhe deve

  • Luiz V. David disse:

    Peço licença para informar que na tarde desta quarta-feira, 11 de maio, DEZ MIL POLICIAIS MILITARES paralisaram o centro de Belo Horizonte. Foi uma manifestação pacífica, apesar da bagunça que provocou no trânsito já confuso da cidade. A PM reinvidica melhores salários. O arrocho salarial tucano (Aécio + Anastasia) já dura oito anos.

    • Marcelo B. disse:

      Fabuloso!
      Não entendo como os PMs de São Paulo ainda não se miraram neste exemplo mineiro.
      Afinal, o PSDB assola a (m)ádiministração de ambos os estados.

  • Fred Azevedo disse:

    A Vale tem que trabalhar a favor do Brasil.

  • edv disse:

    Apenas uma correção ao texto (sem desmerecê-lo):
    A maior empresa do país é a Petrobrás.
    A Vale é a maior privada (sem trocadilho).
    Uma informação interessante do autor é que só a DÍVIDA em royalties da Vale é ~75% do valor que FHC a vendeu!
    Uma outra é que o valor atual de mercado da produção no ano da venda (1997) é de mais de US$ 14 bilhões, ou mais de 4 (quatro) vezes o valor de venda da privatarização do príncipe e seu conselheiro Cerra.
    Interessante, não?

  • Rogério Floripa (Pra não homenagear Floriano) disse:

    A Urubóloga que não gosta deste prefeito. :)

    Documentário – O Desafio do Pré-Sal http://is.gd/x1MM0c

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