Redação Conversa Afiada

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Venício: Dilma quer ampliar a liberdade de expressão

    Publicado em 09/11/2010
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O Venício entendeu o que a Judith não quer entender

 

O professor Venício Lima lançou recentemente o importante livro “Liberdade de imprensa x liberdade de expressão” – clique aqui para ver a entrevista com ele.

Faz pouco tempo, o Conversa Afiada publicou artigo dele sobre a legalidade dos conselhos estaduais de comunicação, num debate imaginário com a presidente da ANJ, Judith Brito, que deveria ter sido a vice do Serra.

Agora, neste post na Carta Maior, o professor Venício, de novo, põe os pingos nos iiis.

Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa, diria o filósofo Juarez Soares.

O que a Dilma quer é fixar um marco regulatório – clique aqui para ler “Dilma vai de banda larga e de Comparato”.

Censurar a imprensa é um delirio do PiG (*) e de seus colonistas (*), papel que Fábio Panunzio passou a desempenhar,  em prejuízo de uma promissora carreira de repórter.

Eles não querem a liberdade de expressão.

Querem é a liberdade dos donos dos órgãos de imprensa.

Vamos ao que diz o Venício (e a Dilma):

Marco regulatório vs. liberdade da imprensa

Regular a mídia é ampliar a liberdade de expressão, a liberdade da imprensa, a pluralidade e a diversidade. Regular a mídia é garantir mais – e não menos – democracia. É caminhar no sentido do pleno reconhecimento do direito à comunicação como um direito fundamental da cidadania.

Venício Lima

Em entrevista concedida ao Jornal da Band, no último dia 2/11, a presidente eleita Dilma Rousseff tentou esclarecer, pela undécima vez, uma diferença que a grande mídia e seus aliados têm ignorado e, arriscaria a dizer, deliberadamente confundido: marco regulatório da mídia não tem nada a ver com qualquer restrição à liberdade da imprensa.


Diante da inescapável pauta sobre as “ameaças à democracia e à liberdade de expressão e de imprensa” que o país estaria enfrentando, o apresentador, Fábio Pannunzio, pergunta:


Apresentador – Esse é um assunto que, apesar de a senhora ter falado mil vezes disso, ainda não ficou claro o suficiente para que as pessoas possam entender. Então, vou insistir na pergunta. A senhora disse no seu discurso de anteontem [31/10] que prefere o barulho de uma imprensa livre ao silêncio das ditaduras, não é? A senhora estava se referindo a isso que se atribuí ao PT, que há uma tentativa de controlar a liberdade de imprensa no Brasil? (…)


Presidente eleita – Veja bem, você tem de distinguir duas coisas: marco regulatório de um controle do conteúdo na mídia. O controle social da mídia, se for de conteúdo, ele é um absurdo! É, de fato, um acinte à liberdade de imprensa, com esse acinte eu não compactuo. Jamais compactuarei.


Apresentador – A senhora vetaria se chegasse à sua mesa?


Presidente eleita – Se chegar na minha mesa qualquer tentativa de coibir a imprensa, no que se refere a divulgação de ideias, posições, propostas, opiniões, enfim, tudo que for conteúdo, eu acho que é isso que eu falei mesmo, o barulho da imprensa , seja que crítica for, ele é construtivo. Mesmo quando você discorda dele. Agora, isso não é um milhão de vezes, é infinitas vezes melhor que o silêncio das ditaduras. Isso é uma coisa.


Outra coisa diferente é a questão do marco regulatório. Porque o marco regulatório é outra questão. Vou tentar explicar, com alguns exemplos.


Apresentador – Para que a gente consiga entender, exatamente, a questão.


Presidente eleita – Com exemplos. Por exemplo: a participação do capital estrangeiro. Você tem todo o país regulamenta a participação do capital estrangeiro nas suas diferentes mídias. Outra questão, que é importantíssima, é o fato de que o mundo está mudando em uma velocidade enorme. Então, você vai ter de regular, de alguma forma, a interação entre as mídias, porque, hoje, quem faz isso não pode fazer aquilo, que não pode fazer aquele outro. O problema do cabo, o problema do sinal aberto, como é que junta tudo isso com internet; mesmo assim eu acho que a gente tem de ter muito cuidado.


Você tem de fazer um marco regulatório que permita que haja adaptações ao longo do tempo. Por quê? Porque, eu não sei se você lembra, em 80, nos anos 80, 90, a telefonia fixa era uma potência. Cada vez mais, com a base da internet, você tem a possibilidade, em cima da internet, de ter TV, telefonia, celular, enfim. O mundo está mudando, então até isso você vai ter de considerar. Você não pode ter, também, um marco regulatório que desconheça a existência da banda larga. E se você vai poder, ou não vai poder, fazer televisão, em que condições você vai fazer televisão. Isso o Brasil vai ter de regular minimamente, até porque tem casos que, se você não fizer isso, você deixa que haja uma concorrência meio desproporcional entre diferentes organismos.


Apresentador – Ok, muito obrigado pela resposta.

[Curiosamente essa parte da entrevista não consta do vídeo disponibilizado no site do Jornal da Band]


Confusão deliberada


Um marco regulatório se refere à regulação do mercado de mídia e à garantia de direitos humanos fundamentais. A regulação é necessária para impedir a propriedade cruzada e a concentração do controle nas mãos de umas poucas famílias e oligarquias políticas; garantir competição, pluralidade e diversidade. Para impedir a continuidade do “coronelismo eletrônico”; garantir o direito de resposta, inclusive o direito difuso, e o direito de antena. Em particular, marco regulatório se refere à radiodifusão (como se sabe, mas é sempre bom relembrar, uma concessão pública) e às novas tecnologias (internet, banda larga, telefonia móvel etc.).


Como diz a célebre frase do juiz Byron White da Suprema Corte dos Estados Unidos, “é o direito dos telespectadores e ouvintes, não o direito dos controladores da radiodifusão, que é soberano”.


É disso que se trata.


Pergunto ao eventual leitor(a) se ele acredita que em democracias como os Estados Unidos, a Inglaterra, a França, a Alemanha, Portugal, Espanha – para citar apenas alguns –, a liberdade da imprensa vive sob permanente ameaça? A comparação faz sentido no atual contexto brasileiro porque esses são países onde existe, há décadas, marco regulatório para o campo das comunicações, vale dizer, regulação da mídia.


A legislação ignorada


No Brasil, tanto a lei quanto a Constituição são cristalinas sobre a necessidade de fiscalização e regulação das concessões de radiodifusão. Ademais, os avanços tecnológicos das últimas décadas, que têm como marco a revolução digital e provocaram a chamada “convergência de mídias” pela diluição das fronteiras entre as telecomunicações e a radiodifusão, tornaram inevitável a regulação do setor.


Mais uma vez: é disso que se trata.


O Código Brasileiro de Telecomunicações (Lei nº 4.117, de 27 de agosto de 1962) prevê no seu artigo 10:


Art. 10. Compete privativamente à União:


II – fiscalizar os Serviços de telecomunicações por ela concedidos, autorizados ou permitidos.


Além disso, o código admite a punição para o caso de abusos de concessionários. Está escrito na lei:


Art. 52. A liberdade de radiodifusão não exclui a punição dos que praticarem abusos no seu exercício.


Art. 53. Constitui abuso, no exercício de liberdade da radiodifusão, o emprêgo dêsse meio de comunicação para a prática de crime ou contravenção previstos na legislação em vigor no País, inclusive: (Redação dada pelo Decreto-Lei nº 236, de 1968)


Alguns exemplos de abusos citados na Lei:


e) promover campanha discriminatória de classe, côr, raça ou religião; (Redação dada pelo Decreto-Lei nº 236, de 1968)


(…)


g) comprometer as relações internacionais do País; (Redação dada pelo Decreto-Lei nº 236, de 1968)


Por outro lado, o Decreto n. 52.795 de 1963, que regulamenta os serviços de radiodifusão, antecipa normas e princípios que seriam, mais tarde, incorporados à Constituição de 1988. Está lá:


Art. 28 – As concessionárias e permissionárias de serviços de radiodifusão, além de outros que o Governo julgue convenientes aos interesses nacionais, estão sujeitas aos seguintes preceitos e obrigações: (Redação dada pelo Decreto nº 88067, de 26.1.1983)


11- subordinar os programas de informação, divertimento, propaganda e publicidade às finalidades educativas e culturais inerentes à radiodifusão;


12 – na organização da programação:


a) manter um elevado sentido moral e cívico, não permitindo a transmissão de espetáculos, trechos musicais cantados, quadros, anedotas ou palavras contrárias à moral familiar e aos bons costumes;


b) não transmitir programas que atentem contra o sentimento público, expondo pessoas a situações que, de alguma forma, redundem em constrangimento, ainda que seu objetivo seja jornalístico;


c) destinar um mínimo de 5% (cinco por cento) do horário de sua programação diária à transmissão de serviço noticioso;


d) limitar ao máximo de 25% (vinte e cinco por cento) do horário da sua programação diária o tempo destinado à publicidade comercial;


e) reservar 5 (cinco) horas semanais para a transmissão de programas educacionais.


Por fim, a Constituição de 1988, prevê, especificamente, leis federais para a regulação de diferentes aspectos das comunicações, assim como a instalação de um Conselho para auxiliar o Congresso Nacional em qualquer assunto relativo ao capítulo “Da Comunicação Social”.


Art. 220. A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.


(…)


§ 3º – Compete à lei federal:


I – regular as diversões e espetáculos públicos, cabendo ao Poder Público informar sobre a natureza deles, as faixas etárias a que não se recomendem, locais e horários em que sua apresentação se mostre inadequada;


II – estabelecer os meios legais que garantam à pessoa e à família a possibilidade de se defenderem de programas ou programações de rádio e televisão que contrariem o disposto no art. 221, bem como da propaganda de produtos, práticas e serviços que possam ser nocivos à saúde e ao meio ambiente.


§ 4º – A propaganda comercial de tabaco, bebidas alcoólicas, agrotóxicos, medicamentos e terapias estará sujeita a restrições legais, nos termos do inciso II do parágrafo anterior, e conterá, sempre que necessário, advertência sobre os malefícios decorrentes de seu uso.


§ 5º – Os meios de comunicação social não podem, direta ou indiretamente, ser objeto de monopólio ou oligopólio.


(…)


Art. 221. A produção e a programação das emissoras de rádio e televisão atenderão aos seguintes princípios:


I – preferência a finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas;


II – promoção da cultura nacional e regional e estímulo à produção independente que objetive sua divulgação;


III – regionalização da produção cultural, artística e jornalística, conforme percentuais estabelecidos em lei;


IV – respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e da família.


Art. 222. (…)


§ 3º Os meios de comunicação social eletrônica, independentemente da tecnologia utilizada para a prestação do serviço, deverão observar os princípios enunciados no art. 221, na forma de lei específica, que também garantirá a prioridade de profissionais brasileiros na execução de produções nacionais. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 36, de 2002)


(…)


Art. 223. Compete ao Poder Executivo outorgar e renovar concessão, permissão e autorização para o serviço de radiodifusão sonora e de sons e imagens, observado o princípio da complementaridade dos sistemas privado, público e estatal.


(…)


Art. 224. Para os efeitos do disposto neste capítulo, o Congresso Nacional instituirá, como seu órgão auxiliar, o Conselho de Comunicação Social, na forma da lei.


Direito à comunicação


Como disse a presidente eleita, há que se distinguir “marco regulatório de um controle do conteúdo na mídia”. Quem os confunde está, de fato, querendo evitar a regulação do mercado e a perda de privilégios históricos.


Insisto: regular a mídia é ampliar a liberdade de expressão, a liberdade da imprensa, a pluralidade e a diversidade. Regular a mídia é garantir mais – e não menos – democracia. É caminhar no sentido do pleno reconhecimento do direito à comunicação como um direito fundamental da cidadania.


É disso que se trata.

Venício A. de Lima é professor titular de Ciência Política e Comunicação da UnB (aposentado) e autor, dentre outros, de Liberdade de Expressão vs. Liberdade de Imprensa – Direito à Comunicação e Democracia, Publisher, 2010.

 

 

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  • ricardo silveira disse:

    Evidentemente que a mídia sabe do que se trata e o jornalista da Bandeirantes, também, daí, deturpar para dificultar o entendimento é do interesse dos patrões do jornalista e da elite que eles defendem. O que eles querem é continuar a dizer o que quiserem e impedir que aqueles que pensam de modo contrário possam fazer o mesmo.

  • m.fóerbah disse:

    O pig perdeu a eleição
    Ele não aceita a derrota
    É necessário empurrá-la goela abaixo

  • Vera disse:

    Não entendo a reclamação de alguns BLOGS de revistas na internete, quando leio que a “mídia tem censura”. Alguns pessoas escrevem que “a vaca, o analfabeto, o formador de gange, o ladrão” entre outros predicado, dizendo abertamente o nome dessas pessoas / políticos, ou seja lá quem for. E reclama que tem censura. Algumas revistas inclusive, só publicam o que você escreve, se você falar mal do Governo. Pô, fico imaginando qual é a LIBERDADE DE CESURA que eles querem.

  • Samy Ventura disse:

    A verdade é que se Dilma quiser concluir o mandato, que o novo governo trate de implantar um marco regulatório, pois já podemos sentir o cheiro de queimado levantado pela nova ofensiva midiática. A começar o caso do ENEN que procura desmoralizar o governo, em seguida a condenação em primeira instância do delegado Protógenes, tb de forma inédita a oposição ganhou cadeira cativa nos principais periódicos que procuram mostrar que o governo eleito de fato não o foi, ou melhor, foi eleito mas não tem a real substância ou legitimidade para mandar. Há uma emenda constitucional bárbara transitando, que se aprovada será o preâmbulo do golpe, segundo a emenda se o Presidente for afastado por qualquer motivo o vice e todo o governo atuarão apenas como interinos enquanto nova eleição é convocada. No caso quem seriam os candidatos obviamente beneficiados nessa nova eleição??

  • m.fóerbah disse:

    Tá chegando a hora da imprensa se libertar do seu maior
    inimigo que é como ela existe hoje

  • Nadir Pinto de Arruda disse:

    Para que comentar, se ao fazê-lo imediatamente é cancelado?

  • Nadir Pinto de Arruda disse:

    O Art. 30 DA Lei 5250 de 1967, nunca deveria ser revogada, assim, estaríamos livres dos abusos, das mentiras, calúnias, difamações que foram publicados pela Imprensa como um todo, sem que a parte ofendida pudesse defender-se convenientemente. Nesta eleições, a imprensa falada, escrita, tevisada foi bárbara. Acho que um dos primeiros atos do novo governo, seria rever essa coisa toda, a fim de impedir que se publiquem acusações sem provas fidedignas e sem respostas imediatas conforme deveriam.

  • Alonso Muchon disse:

    A “vênus empoeirada” dá uma de Grande Irmão. Direto do Blog Amigos do Presidente Lula – “Há um ano exibindo atrações em TVs em ônibus e terminais de metrô em São Paulo, a parceria da Globo com a Bus Mídia começa a ser estendida para outros estados.”
    http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2010/11/globo-busca-audiencia-em-transporte.html

  • bruno_vix disse:

    g) comprometer as relações internacionais do País; (Redação dada pelo Decreto-Lei nº 236, de 1968)

    vc ,pha, não consegue enxergar o lado bom do
    descrédito da rede globo..
    imagina se levassem ela à serio.. o que aconte-
    ceria com a mesma em relação a reportagem
    preconceituosa – e de mal gosto – feita à respeito
    do Paraguai, em tempo da copa do mundo..
    seria algo de real afronta e importância as rela-
    ções entre Brasil e Paraguai..
    mas graças a ela mesma, e ainda bem, ninguem
    leva a rede globo a sério.

  • Rafael, BHte disse:

    É ridículo falarem em ‘liberdade de imprensa’ se o jornalista tem q estar alinhado com o q pensa o ‘patrão’ q dirige tudo através dos seus editores, vai lá o neguinho falar outra coisa para ver no q dá, e se tem família, filhos etc fica praticamente refém do comodismo do seu padrão de vida. Já vi uma entrevista com um cara da Veja dizendo q o material vindo das sucursais para as Vejinhas, locais, não prestava e precisa ser todo reescrito! O princípio deve ser o mesmo, ou seja, apesar de ter ‘n’ jornalistas a Veja tem sempre o ‘mesmo gosto’, parece q foi escrito por uma só pessoa, e é mesmo quase isso, o patrão controla a ‘qualidade do produto’ com um punhado de editores. É preciso oxigenar esse meio vital para a sociedade mas mexer nisso vai dar uma bela dor de cabeça, a se vai!

  • Fábio de Oliveira Ribeiro disse:

    O que está em conflito no Brasil não é censura x liberdade de imprensa, mas privilégios aristocráticos x liberdades constitucionais. O que vemos é apenas uma sobrevivência conflito colonos x índios e negros; conflito este que por sua vez foi um desdobramento do conflito entre patrícios x plebeus e romanos x lusitanos no tempo em que Portugal era a Lusitânia submetidas pelos romanos.

    O que os donos das empresas de comunicação defendem não é sua liberdade, mas a hierarquia em razão da qual eles acreditam poder ditar a agenda pública à revelia do Estado e dos agentes eleitos pela população. Os franceses deram um jeito nisto. Os russos também. Nós ainda não… mas sempre é tempo.

  • LUCAS disse:

    Antonio Ermírio de Moraes escreveu um pouco sobre o que ele espera para o futuro do país.
    O cara é um empresário super bem sucedido, não tem nada a ver com minha realidade, mas suas expectativas e posições tem muito a ver com o que eu penso.
    O texto está disponível no link abaixo:
    http://desatualidadescronicas.blogspot.com/2010/11/o-cavalo-manco-e-o-puro-sangue.html

  • André disse:

    Temos que procurar uma forma clara de abordagem desse tema. A oposição já está tentando desviar o foco. Liberdade de expressão é sem as rédeas das grandes redes, que querem controlar nosso pensamento e nossa voz.
    Aquela velha história de que “quem senta na garupa não governa rédea” é coisa de regime autoritário. As rédeas da informação não estarão mais nas mãos das grandes redes de rádio e tv. Circulam na internet e é compartilhada por todos. Na rede, checamos informações distorcidas, mentiras são desfeitas, notícias plantas pela grande mídia não vingam.
    Medir força com as empresas de comunicação, quer se manter no poder e ser as donas do país, através da informação direcionada, manipulada, estratégica.

    Hoje a tecnologia permite que esse poder da informação pode estar com o povo. E os poderosos têm pavor dessa idéia. Mas vamos discutir exaustivamente o assunto para que tudo fique claro para a população, e para que o povo se una e defenda o que é de interesse do povo e para sua liberdade de expressão.

    • Chantecler Horizonte disse:

      Então é só isso? Tanta discussão para isso??? Um monte de regrinhas sobre “interação entre as mídias” e participação no capital estrangeiro? NOSSA! Isso vai mudar tudo mesmo, Dona Dilma. O grupo Mirante, do José Sarney, vai passar a exibir documentários educativos o dia inteiro. O jornal do Collor, em Alagoas, só fará matérias sobre a luta do MST. Se não for para controlar conteúdo, para que servirá essa estrovenga? Mais um “espaço para debates”?

  • sergio ghizelini disse:

    De Eduardo Galeano, retirado do livro: “A descoberta da América (que ainda não houve)”.

    O Medo
    Certa manhã, ganhamos de presente um coelhinho da índia. Chegou em casa engaiolado. Ao meio-dia, abri a porta da gaiola.
    Voltei para casa ao anoitecer e encontrei-o tal como o havia deixado: dentro da gaiola, grudado nas grades, tremendo por causa do susto da liberdade.

    Será que ainda não agimos assim?
    Depois de séculos do autoritarismo da igreja católica e de governos aristocratas, oito anos do governo Lula não foram suficientes. Quando vamos perder o medo de exercer a plena liberdade política, religiosa, de expressão, sexual?
    Viva a democracia, viva o povo brasileiro!!!
    http://sergioghizelini.blogspot.com

  • m.fóerbah disse:

    Tudo indica um descontentamento crescente por parte das
    4 famílias pautadoras da mídia.

  • Thiago disse:

    O PIG não quer a liberdade da imprensa. Ela que a liberdade de empresa o que é bem diferente. Ela (PIG) quer o monopólio, que ela tenha direito de divulgar e formar opinião.

    Por isso, o PIG se desespera que a lei Medios. Porque a democratização dos meios de comunicação seria já e acabaria com o prato favorito do PIG: o monopólio.

  • mauricio disse:

    Os trechos abaixo soam como piada… Por quê é que no Brasil é tão difícil fazerem-se cumprir as leis??

    “§ 5º – Os meios de comunicação social não podem, direta ou indiretamente, ser objeto de monopólio ou oligopólio.”

    “Art. 221. A produção e a programação das emissoras de rádio e televisão atenderão aos seguintes princípios:

    I – preferência a finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas;”

  • Fidel Matos disse:

    Entendeu, PIIIIIIIGUIIII, ou quer que desenhe?

  • Vitor disse:

    “Só o jornalismo salva a imprensa” (Luciano Martins Costa)

  • Ronaldo Engel disse:

    Abaixo a liberdade midiática para poucos, e que a internet venha a dar o lugar ao povo, que é a razão de todas as notícias do planeta.

  • Sábio Sião disse:

    PH, bom dia! Utilizar a liberdade de expressão sim, mas com a devida coerência e responsabilidade daquele que faz o seu uso. É como se houvesse a partir de amanhã a liberdade social do povo, e cada um podendo fazer o que bem entendesse ao público, como tirar a roupa e ficar pelado na av. Paulista/SP. É preciso separar o jóio do trigo.

  • Denise Mendonça disse:

    LEY DE MEDIOS YAAAAA !!!! Não há mais tempo a perder.
    Avante, Presidenta DILMA! Estamos com Vossa Excelência !

  • Essa é a Dilma que 55 milhões de eleitores votaram. E entre eles, eu também!

    Não tem como o casal 45 escapar: Ley de Medios neles!

  • Emmanuel Vieira disse:

    PHA,

    Meu comentário não passou pelo moderador hoje pela manhã, e acho até que vcs estavam certo, uma vez que citei um jornalista de uma certa emissora e que mesmo sem ofensas o critiquei sobre o comentário do site wikileaks. Contudo, continuei meu comentário a respeito do novo governo de Dilma se comunicar melhor com o povo, como por exemplo o marco regulatório e a liberdade de expressão. Pois qual não foi minha surpresa hoje a noite um dos Post deste Blog ser exatamente sobre o que eu tinha citado. Vc poderia pelo menos ter me dado o crédito.

  • Flaino... disse:

    Que liberdade de imprensa é essa que esqueceu o desastre na saúde. Onde está a grana? O que foi feito da grana? Os governadores dos estados com problema de “onde está o dinheiro, o gato comeu…”, devem ser responsabilizados. Um absurdo! Entendo como crime hediondo!

  • Kleberton disse:

    Qualquer jurista sabe que não há direito fundamental absoluto.

    Portanto, a regulamentação da liberdade de expressão é perfeitamente constitucional.

    Alías, para tanto poderia até ser criada uma agência reguladora, visando assegurar o imediato e integral direito de resposta contra qualquer tipo de notícia midiática.

  • Edson Roberto disse:

    Creio que a Presidente dilma está indo bem nessa questão…. afirmando com todas as letras que não assina controle de conteúdo….. deixando claro que isso não acontecerá!!!
    Porém…… penso que a poulação tem que ser bem informada mesmo, sobre o que é o marco regulatório, pois o PIG tentará de todas as formas desqualifica-lo, plantar as maiores podridões a respeito…. nós já sabemos disso!!!
    Mas que me da uma alegria imensa… ver essas porcarias de imprensas em maus lençóis…. isso me da mesmo… jornais e revistas tendenciosas vendendo cada dia menos….. mesmo com o Governo de São Paulo… comprando milhares e milhares de assinaturas de revistas e jornais…..
    É a voz do povo indo a lugares nunca sonhados…. como o bom combate tem valido a pena…. demorou…. mas chegou a nossa vez!!
    Viva a nossa democracia….. Dilma…. a luta será grande….. mas…. valerá a pena…. creia nisso…. sempre!!!

  • Lucio Dias disse:

    Como diz a célebre frase do juiz Byron White da Suprema Corte dos Estados Unidos, “é o direito dos telespectadores e ouvintes, não o direito dos controladores da radiodifusão, que é soberano”.

  • Espero que desta vez não passe… que a nossa querida Presidenta realmente apóie a Ley de Medios!!! Seria o maior ato de coragem em prol do povo. Chega de programas de variedades 24h/dia, intercalados com 30min ou 1h de jornais falsificados.

    A HORA É AGORA!!!

    Vamos lá Dilma!! Nós te apoiamos!!!

    • MARCOS disse:

      Rogo que se convide de imediato nomes como o do prof Fábio Comparato,Venício Lima,Franklin Martins,Marilena Chaui,José Dirceu,Brizola Neto,para pensar e propugnar a minuta da LEY DE MEDIOS já !Comissões no Senado e Câmara.

      Humildemente ‘indico’ 2 nomes :Roberto Requião para as Comunicações.

      E o juiz De Sanctis pra o STF !

      Voto em LULA desde 89 e estou ávido por ver nossa transformação de fato em PAÍS DO FUTURO!

  • Lúcia disse:

    As discussões já começaram. Acontece hoje e amanhã, em Brasília, o Seminário Internacional das Comunicações. VEJAM NA NBR.

  • Giovanni disse:

    PH,

    “colonistas” foi antes. Embora ainda possa ser usado em muitos casos, o que percebemos durante o processo eleitoral é que eles mudaram de posto. Não sei se foi promoção ou rebaixamento, mas o certo é que agora são, acima de tudo, “calunistas”. Diria o Aurélio que “calunista” é aquele que calunia, mente, inventa, distorce a verdade etc.

  • leonardo-pe disse:

    Maralina Matoso(17:21):é exatamente isso.mas o iG,o nosso PHA conhece bem o”tipo”de gente q trabalha lá!

  • Luis Rodrigues disse:

    É isso aí.

  • Difícil é escutar na rádio (um braço regional da Band) toda hora falando que estão querendo censurar ou calar a imprensa. Parece que esses caras querem insuflar os ouvintes ou estão totalmente desinformados.
    Queria que vc falasse aqui sobre a PL do Azeredo, pode ser?

  • Carlos Barbosa MG disse:

    O que não se pode admitir numa sociedade democrática é a formação de oligopólios em qualquer setor de atividade, principalmente na concessão pública das telecomunicações, onde 5 famílias teimam em comandar as 3 esferas de poder no país através de uma mídia escancaradamente panfletária e facciosa.

  • bene nadal disse:

    É natural que gritem, afinal com ajuda de políticos, desde a ditadura e até 2002, meia dúzia de familias tornaram-se muito poderosas, abocanhando grande parte do poder da imprensa escrita, falada, e televisionada. E agora não admitem perder também o poder da internet, que está chegando com muita força.
    No meu entender, conseguimos, apesar de uma “guerra velada e suja” eleger a Dilma, mulher corajosa, e sábia que eu acredito, não vai dar mole pra essa gente. Afinal ELES NÃO SÃO DONOS DO BRASIL, e tem que obedecer as nossas leis como todos os outros brasileiros.
    Devemos sim ficar atentos, em todos os sentidos, porque sabemos que essa briga não vai ficar barato, sabemos também que eles não jogam limpo, mas tenho certeza que venceremos com todas as honras, e muita gente que trabalha sujo para esses grupos vão ter que procurar trabalho em outra freguesia.

  • Paulo Erivan disse:

    A regulação da mídia permitirá o controle, para que uma empresa estatal como o Banco do Brasil, não firme contrato de patrocínio com a globo(bom dia brasil), que vem desde o final do governo FHC, passando por todo o governo Lula. Uma verdadeira aberração, é por isto que o PIG briga tanto, para não perder as mamatas fabricadas nos gabinetes de governos elitistas.

  • Lucas Rodrigues disse:

    Leandro
    disse: 9 de novembro de 2010 às 17:22Achei muito interessante o texto, só tenho medo dessa regulamentação no que se refere aos artigos que falam de “família”. Essa conceituação é vaga, pois excluí pessoas e muitas vezes serve de escudos para preconceitos. O que é um atentado contra a família? Para mim é um pai pedófilo, o alcolismo, a violência doméstica, mas para alguns fundamentalistas são outras famílias como pessoas separadas e homossexuais. Esta lei precisa ser reembasada porque estes textos não podem ser excludentes (não em uma democracia). Precisamos de fiscalização da mídia, principalmente no que diz respeito a difamação, a campanhas de ódio e preconceito, a degradação da integridade das pessoas. Espero que não sirva como uma forma de discriminar ainda mais as minorias…

    Concordo plenamente. Esse tópico me preocupa vivamente.

    • Luiz Moraes disse:

      ___ Caros, Lucas e Leandro… A questão em si é muito fácil: “Liberdade sempre” !!! “Libertinagem nunca”… Compreenderam ?… ___ Abraços fraterno.

  • Vivian Agnoletto disse:

    O PIG está fazendo uma tempestade por medo.Tentam incutir nos desavisados que será censura,falta de liberdade de expressão.Medo de cair do trono,de dividir benesses.
    Aliás,agora o PIG está falando de algo que conhece profundamente.CENSURA. CALOU quando houve e se beneficiou MUITO com isso. Desde sempre,quando eles falam censura,traduzo por liberdade.
    O PIG não vai mais ser o mesmo.Uma vez PIG…será pig inhozinho…zinho…ooooooooooooo!

    • francisco disse:

      Vivian, para min já estao ensaiando as criticas veladas e indiretas do pig contra a Dilma.Espero que ela quando tomar posse dia 01/01/2011 que aja energica e duramente contra quaquer afronta a sua hora ou que lancem lama na sua capacidade de comandar o pais; já vimos isto durante 8 anos do lula. o chaves sentiu na pele o que um golpe; agiu dentro da constituiçao com o apoio da população e acabou com a regalia dos golpistas.Aqui não podemos dar sopa pro azar contra esse pig arcaico e maquiavelico, logico tambem que temos cobrar as promessas de campanha

  • A lei tem que garantir o Direito de que qualquer cidadao pussua o direito de ter o seu canal de TV para transmitir via cabo, enfim, tem que liberar geral, radios, canais de tv’s e o que quiser, porque se nao quiserem amigos
    VEREMOS TUDO PELA INTERNET, entao, de quem o PIG tem medo? eles estao fadados a ruir de qualquer maneira….

  • Arlindo disse:

    O que a regulamentação está buscando, a meu ver, é a proteção ao direito à informação.
    Concordo que os pontos comprometedores, especialmente, quanto a manipulação eleitoreira por parte da grande mídia precisam ser pontuados, com clareza, para a opinião pública se formar corretamente.
    É preciso levantar os problemas e apontá-los, exemplificá-los.

    Liberdade de expressão para o povo e abaixo a liberdade de opressão do PIG.

  • Luana disse:

    Sou totalmente a favor do marco regulátorio, mas sou contra a participação do capital estrangeiro. Não será bom para o Brasil ter um Murdoch da vida por aqui.

    Sou a favor do marco regulatório e uma maior distribuição de recurso as redes públicas. Não é justo as empresas privadas levarem tudo e a rede pública ser o que é. O que precisa na verdade é um equilíbrio entre elas e não permitir como está hoje.

    Será loucura abrir para o capital americano, se já nos contrariamos com a Globo, aguardem ela se juntar com os americanos, como fizeram na Venezuela. Aqui será o fim da esquerda.

  • sergio pinto disse:

    A questão é a seguinte: como ficaria a publicação de fichas falsas e esses reality shows com essa regulação? Como ficaria a Rede Bobo, com jornal, tV, revistas e rádios?
    É disso que o PIG tem medo.

  • Léo Costandrade disse:

    Eu entendi que o marco regulatório é necessário para corrigir a defasagem em relação às novas mídias que resultaram e resultarão do avanço tecnológico, mas pelo que vi na regulamentação atual já existe dispositivos (vários) para cuidar pelo menos da mídia tradicional e que nunca foram usados, eu nunca vi nenhuma fiscalização e/ou punição a nenhum veiculo (pricipalmente de televisão) por não respeitar a legislação, portanto o que eu temo é que o tal “marco regulatório” gere tanta discução e depois de aprovado com muita dificuldade não sirva para nada, se torne algo como a “lei seca” do código de trânsito e várias outras.

  • Se fizermos um exame de proficiência no jornalismo brasileiro vamos ter que importar jornalistas.

  • Eason Nascimento disse:

    Liberdade de expressão hoje no Brasil é combatida pelos meios de comunicação. Parece estanho esta afirmação mas é verdadeira. Os donos das grandes organizações midiáticas de cima de concessões públicas querem o direto só pra si de “fazer a cabeça” da população com informaões de acordo com seus interesses. Querem o monopólio nas comunicações o que não é nada democrático. Isso ficou mais claro e evidente nesta última campanha. Será uma luta intensa, mas teremos que implementar o marco regulatório, Por cima deles se for o caso. E será.
    htt:/easonfn.wordpress.com

  • Lili disse:

    O que a imprensa está fazendo sobre esse tema é desinformar, propositadamente. E os “instruídos” leitores do PiG caem que nem trouxas.

  • Washington disse:

    Aproxima-se a hora de um Brasil muito melhor. As velhas estruturas injustas e carcomidas aos poucos se esboroam. Infelizes daqueles que com elas sucumbirão, a elas agarrados até o último momento.

  • Corinthians disse:

    Não entendi.
    Como isso se relaciona com o fato de no PNDH3 quererem formar um conselho para verificar e aprovar conteúdo como notícias e propagandas na televisão ?
    Realmente, marco regulatório é uma coisa, que vamos colocar aqui, está muito mal explicado, e outra coisa é criar um conselho com capacidade de censurar conteúdo.
    Até por que, pelas próprias leis expostas acima, nem BBB nem a Fazenda nem Cine Privé atendem finalidades educativas ou culturais.
    O marco regulatório é necessário faz muito tempo e podia ter sido realizado neste governo, mas isso não tem relação e não pode ser confundido com o que está escrito no PNDH3.

    • Washington disse:

      Não existe isso de censurar conteúdo.

      • Washington disse:

        Este artigo deve ser vetado. Isto nas mãos de um juiz louco, como muitos há, é uma verdadeira bomba atômica:
        a) manter um elevado sentido moral e cívico, não permitindo a transmissão de espetáculos, trechos musicais cantados, quadros, anedotas ou palavras contrárias à moral familiar e aos bons costumes;

    • Araquem disse:

      Há uma grande diferença entre “Elaborar critérios de acompanhamento editorial a fim de criar um ranking nacional de veículos de comunicação comprometidos com os princípios de Direitos Humanos, assim como os que cometem violações.” citado no PNDH3 e a sua leitura de “um conselho para verificar e aprovar conteúdo como notícias e propagandas na televisão”.

      • Theófilo Cantão disse:

        Araquem, meu velho amigo historiador, onde anda você? Sem dúvida, a regulação precisa estabelecer parâmetros de legitimidade nas verdades, comprovação de mentiras, ou exageros nos fatos acontecidos dos conteúdos noticiados.

  • Julio Silveira disse:

    PHA, nosso maior problema se encontra na cumplicidade entre os agentes da midia corporativa e os governos conservadores que durante anos negociaram as concessões publicas entre eles, não dando a minima para a cidadania.
    E com isso e com tempo, trabalharam uma espécie de desinformação dando a entender que a forma que vinham conduzindo se era boa para eles era boa para os cidadãos.
    Com isso se criou alguns feudos midiaticos, aberrações como vemos a Globo retransmitindo no Maranhão para a familia Sarnei, na Bahia para a familia ACM, em Alagoas para a familia Collor, e assim vai, em quase todas as emissoras, essa promiscuidade, uma completa falta de ética de todas a partes. Isso ninguem questiona.

  • Leandro disse:

    Achei muito interessante o texto, só tenho medo dessa regulamentação no que se refere aos artigos que falam de “família”. Essa conceituação é vaga, pois excluí pessoas e muitas vezes serve de escudos para preconceitos. O que é um atentado contra a família? Para mim é um pai pedófilo, o alcolismo, a violência doméstica, mas para alguns fundamentalistas são outras famílias como pessoas separadas e homossexuais. Esta lei precisa ser reembasada porque estes textos não podem ser excludentes (não em uma democracia). Precisamos de fiscalização da mídia, principalmente no que diz respeito a difamação, a campanhas de ódio e preconceito, a degradação da integridade das pessoas. Espero que não sirva como uma forma de discriminar ainda mais as minorias…

  • Maralina Matoso disse:

    Quero deixar uma observação aqui. Percebo que o portal IG nos últimos dias tem dado só notícias negativas sobre o governo e traz entrevistas com gente falando mal da Dilma. Acho que a crítica deve ser feita, mas, estou sentindo que é diferente, que não é pra construir e sim pra começar a desgastar o governo antes de começar. Notem.

  • Luciano Prado disse:

    Mais uma vez – e não é de hoje – a velha e carcomida imprensa brasileira – patrões e soldadinhos – está tentando confundir a população.

    A arma é a de sempre – o medo.

    A velha imprensa disparou comando para todos os seus soldados para falar de censura todas as vezes que se falar em regulação dos meios de comunicação.

    Mais uma vez a artimanha não vai colar.

  • gugu disse:

    parabéns. o que não se aceita é a vitimização daqueles que defendem idéias contrárias àquelas pertencentes aos donos da mídia.ninguém é mais dono da mídia que o dono do Brasil: a sua população, o seu povo , a sua nação!!

  • yacov disse:

    DEMORÔ!!! LEY DE MEDIOS JÁ!!! “Ninguém está acima da LEI, só os amigos do REI”, mas esse tempo já acabou no Brasil. Já temos democracia aqui, desde 2003. Alguém precisa avisar os PIG’s.
    Como esse PIG levado é distraído, não?!?!

    “O BRASIL PARA TODOS não passa na gLOBo – O que passa na glOBo é um braZil para TOLOS”

  • madeira disse:

    O baronato midático vai fazer de tudo para combater o que eles consideram uma ameaça ao seu poder imperial: a democratização e regulação da imprensa.

    Essa história de que o controle remoto é a grande ferramenta que separa o joio do trigo é lorota inventada para que tudo permaneça igual como dantes.

    É impossível, num regime democrático, conviver com um “poder”, empresa ou organização que se julgue acima das leis e instituições do país.

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