O Conversa Afiada reproduz as conclusões e as recomendações do relatório da CPI do MST, montada por Kátia Abreu e Ronaldo Caiado, como parte do processo de criminalização do MST.
Essa é a terceira CPI que se monta contra o MST.
Gastam dinheiro, tempo, e concluem a mesma coisa: o MST não rouba.
A propósito, as organizações ligadas à Confederação Nacional da Agricultura da senadora Kátia Abreu recebe, do Governo Federal, VINTE E CINCO VEZES – clique aqui para ler – mais dinheiro do que o MST.
Já se esgotou o prazo desta CPI.
A Senadora Kátia, porém, quer prorrogá-la por mais seis meses.
Deve ser para arranjar uma “crise” que ajude a malograda candidatura do jenio.
Afinal, o jenio mandou a polícia garantir a posse das terras griladas pela Cutrale no interior de São Paulo.
O interessante é que a Senadora Kátia não costuma frequentar as sessões da CPI.
Leia as conclusões e as recomendações do relator Gilmar Tatto, do PT/SP:
5. CONCLUSÕES
Esta Comissão buscou o entendimento aprofundado dos temas que abrangeu, quais sejam, os delimitados no Requerimento nº 24/2009-CN – “o diagnóstico e análise da estrutura fundiária, em especial, a promoção e execução da reforma agrária; e a apuração das causas, condições e responsabilidades relacionadas aos convênios e contratos firmados entre a União e organizações ou entidades de reforma e desenvolvimento agrários; a investigação do financiamento clandestino e da evasão de recursos para invasão de terras”. O trabalho foi pautado pela realização de audiências públicas com a presença de técnicos qualificados e representantes das entidades envolvidas, bem como do Poder Público e pela análise dos convênios auditados, de modo a subsidiar uma ação mais propositiva por parte desta CPMI.
Diante da pobreza e da desigualdade social que ainda assolam o meio rural brasileiro, situação que foi identificada pela Comissão de modo bastante categórico, é obrigação de nossa geração identificar novas formas de combater esse estado de coisas, reforçar as iniciativas que estão obtendo resultados positivos e rever as que não alcançaram seus objetivos. Para isso, são necessárias intervenções educacionais, sócio-econômicas e fiscalizatórias, medidas mais eficazes quando implementadas simultaneamente.
A mudança social profunda necessária para se eliminar a pobreza, a desigualdade e a exclusão que são alimentadas pela grilagem de terras, pelos conflitos agrários e pela escassez de crédito e de assistência técnica
e extensão rural claramente não estão dentro das possibilidades de ação da CPMI. Tampouco é possível sanar as questões formais envolvidas nos problemas existentes na execução e prestação de contas dos convênios por meio de uma Comissão Parlamentar de Inquérito. No entanto, ela pode ser uma ferramenta valiosíssima para alavancar estes processos. Não se pode perder de vista que o primeiro ponto para tratar as questões é reconhecê-las, e este foi um dos objetivos do trabalho da Comissão.
Neste contexto, buscou-se ouvir testemunhas que pudessem contribuir com a discussão em torno dos temas tratados pela CPMI. As oitivas e as investigações conduzidas por esta Comissão reavivaram velhas questões já discutidas em outros fóruns, entre outras oportunidades, como por ocasião da CPMI da Terra. Agora, novamente apresentaram-se problemas complexos que abrangem não só os de ordem administrativa, mas também recorrentes mazelas advindas da má gestão pública e da verdadeira inaplicabilidade da legislação frente às questões inerentes ao trabalho com comunidades rurais localizadas nos rincões deste país, onde o acesso à informação e o cumprimento de toda a burocracia exigida pela máquina pública é quase impossível.
Ademais, mesmo reconhecendo que o orçamento da reforma agrária tenha tido um crescimento expressivo no governo Lula, ainda assim é patente a insuficiência das dotações orçamentárias e a falta de pessoal qualificado em quantidade suficiente para implementar as diversas ações previstas na Política Nacional de Reforma Agrária, como, por exemplo, a desapropriação, o crédito fundiário, a regularização fundiária, o combate à grilagem de terras, a implantação dos projetos de assentamento, o acesso ao crédito e o acompanhamento e fiscalização dos convênios firmados tanto com Estados e Municípios quanto com entidades civis, entre outras inúmeras ações.
Os dados censitários mostraram de forma cabal que a estrutura agrária mantêm-se inalterada a despeito do esforço do governo em assentar um maior número de famílias de agricultores sem terra, o que evidencia a necessidade de se rever o modelo agrícola brasileiro concentrador de renda e de terra.
Os movimentos sociais, como evidenciado, surgem justamente da continuidade desta contradição, em que os excluídos passam a
exigir seus direitos, dentre estes a realização da reforma agrária em áreas que não cumprem sua função social, conforme previsão constitucional.
Albergado na própria Constituição brasileira encontra-se a matriz, a fonte de legitimidade e de legalidade dos movimentos sociais agrários, porque fundados no direito de livre associação e organização que caracteriza qualquer Estado democrático de direito.
Conclui-se assim, pela inexistência de qualquer irregularidade no fato de as entidades manterem relações e atenderem público vinculado a movimentos sociais, pois a despeito de se constituírem ou não em pessoa jurídica com criação formal ou de fato, são sujeitos históricos detentores de reconhecidos direitos e deveres fundamentais.
Tal legitimidade, no entanto, não exime as entidades que apoiam os movimentos do cumprimento da legislação que rege a aplicação de recursos públicos. Neste particular, as investigações não evidenciaram a existência de irregularidades que se caracterizem favorecimento ilícito ou crime contra a administração pública. (Ênfase minha – PHA)
Quanto aos convênios auditados, conclui-se que os objetos foram realizados. E quando não o foram integralmente deveu-se a decisões judiciais que impediram a continuidade do repasse dos recursos. As inconsistências examinadas caracterizam-se como falhas formais, não se evidenciando dano ao erário, benefícios indevidos nem inexecução dos objetos avençados.
Destarte, consideramos fundamental que o Tribunal de Contas, de posse do Relatório produzido por esta CPMI, continue auditando as transferências voluntárias realizadas pelo Poder Executivo.
E aqui as recomendações:
145 6. RECOMENDAÇÕES
6.1 Acerca dos convênios
- O Poder Legislativo deve estudar aperfeiçoamentos na legislação que regula os convênios, de forma a assegurar que os mesmos gerem produtos mais eficazes, com menor dificuldade burocrática na implementação. Minuta de projeto de lei nesse sentido, a ser apresentado pela CPMI do MST, encontra-se em anexo (Anexo V).
- O TCU e a CGU devem continuar realizando auditorias de acompanhamento da execução dos convênios.
- O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão – MPOG, em parceria com a Controladoria Geral da União, deve promover cursos de capacitação voltados para as entidades civis que firmam convênios com entes federais, visando melhorar o atendimento dos requisitos formais que envolvem os convênios. O treinamento deverá focar a melhoria de qualidade tanto dos projetos elaborados por elas, quanto as normas que regem a despesa pública e as prestações de contas.
- O Ministério do Desenvolvimento Agrário deve dar continuidade à parceria firmada com a Escola Nacional de Administração Pública – ENAP visando qualificar os servidores e os membros dos conselhos para o controle da gasto público.
- O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão – MPOG, em parceria com a Controladoria Geral da União, deve promover ações de combate à terceirização ilegal nos órgãos da administração pública.
- O Poder Executivo deve dar continuidade ao processo de aprimoramento das ações e adequação das normas relativas às transferências de recursos da União mediante convênios e contratos de repasse.
- O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão – MPOG- organize uma força tarefa para analisar o estoque de mais de 50 mil processos em que as prestações de contas não foram analisadas, fato que consta do Relatório do
Tribunal de Contas da União que analisou as contas do Governo da República exercício de 2009.
6.2 Acerca da questão fundiária e da reforma agrária
Ao Poder Executivo
- Envidar esforços no sentido de dotar o Incra, em especial as Superintendências Regionais, de recursos humanos e materiais necessários ao desempenho adequado de suas atribuições.
- Realizar concursos públicos para recompor o efetivo humano do Incra e do MDA, com a garantia de que sejam lotados nas atividades fim da instituição.
- Regulamentar a Lei nº 12.188/2010, que institui a Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural para a Agricultura Familiar e Reforma Agrária.
- Promover o fortalecimento institucional dos órgãos estaduais de ATER, com a garantia de que se aporte recursos para a ação específica de assistência técnica aos assentados da reforma agrária.
- Incrementar a implementação da regularização fundiária na Amazônia Legal, nos moldes do Programa Terra Legal.
- Agilizar as ações de georreferenciamento dos imóveis com áreas abaixo de 4 módulos e a certificação dos demais imóveis.
- Observar a Lei nº 5.709/71, o Decreto 94.965/74, bem como o art. 23 da Lei nº 8.629/93, nas aquisições e nos arrendamentos de imóveis rurais por empresas nacionais com capital majoritariamente estrangeiro.
- Desenvolver programas de recuperação das áreas degradadas e de regularização ambiental dos assentamentos.
- As políticas de desenvolvimento agrário devem ser concebidas e implementadas de forma articulada com as outras políticas setoriais, como as referentes à proteção ambiental, agricultura, ciência e tecnologia, indústria e comércio, entre outras.
- Incrementar e aperfeiçoar os órgãos governamentais de mediação de conflitos agrários.
- Rever os índices de produtividade;
Ao Poder Legislativo
- A Câmara dos Deputados deve priorizar a votação em segundo turno da PEC do Trabalho Escravo. (*)
(*) Essa expressão “trabalho escravo” provoca um frisson na CNA. É a mesma coisa que falar em Ricardo Sergio de Oliveira a bordo do avião do Serra (enquanto no ar).



[...] Clique aqui para ler “CPI da Kátia não achou nenhuma irregularidade nas contas do MST” [...]
[...] de terras. Nossa! Acabou a propriedade privada no Brasil! O que o texto menciona é apenas a descriminalização dos movimentos sociais. Em nenhum momento foi dito que o conceito de propriedade seria [...]
Kátia Abreu não é aquela que escreveu artigo na Folha elogiando Aldo Rebelo?
Aldo Rebelo não disse para PHA que queria defender os pequenos produtores?
Se o deputado quer defender os pequenos produtores, por que foi criticado por MST, CONTAG, Via Campesina, etc?
MST, CONTAG, Via Campesina, etc, são ONGs Holandesas?
PHA continua acreditando em A. Rebelo ou está com vergonha de dizer que errou feio?
Confederação Nacional da Agricultura da senadora Kátia Abreu recebe, do Governo Federal, VINTE E CINCO VEZES. O certo no caso seria uma CPI PARA Confederação Nacional da Agricultura da senadora Kátia Abreu recebe, do Governo Federal, VINTE E CINCO VEZES
Sinceramente, acho que qualquer comentário de leitores/telespectadores assíduos do PiG não é válido.
Estranhamente não vi em nenhum orgão do PIG o resultado dessa CPI contra o MST. Lembro-me de quando da abertura; houve por parte dessa mesma imprensa direitona um grande alarde de que finalmente o Brasil ia conhecer o que era o MST. Felizmente a grande maioria dos produtores rurais de nosso país que realmente só querem trabalhar e ver o nosso Brasil crescer; já não dão mais atenção e crédito para as declarações e ações dessa latifundiária e grileira que só esrtá no poder graças ao PIG; que assim como ela já está desmoronando. E já vai tarde.
O presidente LULA é 100% agora o MST são bandidos disfarçados de sem-terra, massa de manobra.
Na contramão da defesa do meio ambiente, o DEM de Kátia Abreu e apoio de candidatura à presidência, foi o grande “”vencedor”", ao aprovar a autorização para desmatamento no congresso. O PV foi derrotado de uma maneira brutal. O PV deve declarar guerra ao DEM e a bancada ruralista, romper qualquer ato em comum.
Em breve teremos a volta da escravatura no congresso e o DEM vai apoiar. Flexibilização é uma palavra que está sendo usada muito, no lugar de permissividade, jeitinho, no limite da irresponsabilidade, quase crime, etc….
O MST é o movimento mais legítimo do Brasil.
Por outro lado, não se trata de uma ONG nem de uma cooperativa nem duma fundação.
Trata-se de uma associação livremente organizada por pessoas que querem mas não se lhes dão o direito de cultivar a terra.
E as associações, como prevê a Constituição sob a forma de cláusula pétrea, independem da autorização do Estado.
Logo, o MST não precisa de CNPJ para se formalizar, pois já está constitucionalmente formalizado.
E, para concluir, o financiamento público voluntário do MST vem desde o governo Collor, passando por Itamar, FHC e Lula.
A única diferença é que Lula aumentou significativamente tal financiamento, no que fez muito bem. Mas é preciso muito mais.
E ponto final.
P.S. No que resultaria uma CPI da Confederação Nacional da Agricultura e suas rêmoras associadas???????
Salam Ayek
A farra com o dinheiro público, promovida pela UDR – nome fantasia do braço rural da ku-klux-klan do B , está com seus dias contados. Não existe a figura da “DILMINHA PAZ E AMOR”. Quando esses endinheirados rurais tiverem que honrar seus compromissos com o erário, e isto está perto de acontecer, terão que suar para comprar seus jatinhos, caminhonetes importadas, casas no litoral – em terras griladas da Marinha – e viagens à europa com as famiglias e, depois, pendurar a conta no nosso pescoço. Essa tal Kátiabreu , atual musa bovina, terá que retornar à sua profissão de origem.
PHA,
Essa Senadora é o Caiado de saias, e por ser da mesma laia do Caiado, ela presume que todos roubam. No entanto, segundo os jornais a entidade que ela preside recebeu mais dinheiro do que o MST, portanto ao invés de querer prorrogar a CPI do MST, ela que se diz tão correta, deveria mostrar para todo o Brasil qual foi a destinação do dinheiro que ela recebeu dos cofres públicos para bancar a sua entidade?
E por falar em Globo:
Eles gostam muito de falar (vide ex. Cala boca, Galvão!), mas não falam o que realmente interessa:
1- Vão devolver o terreno público que eles se apoderaram, e que depois o Serra, gentilmente, fez uma “doação”;
2- Eles vão pagar o que devem para a Previdência Social.
Paulo Henrique: A montanha acabou de parir um rato!!!!!! ahahahahahahahahah
Inverta a ordem da cpi colocando no banco a senadora, aí tem pano pra muita manga.
O pior é que os custeios dessas cpis saem do nosso bolso. Por que não te calas, Katia Abreu?
Porque o Katião Bazuca não consegue parar de falar! ahahahahahahahah
Esse povo vive no passado. Estou certo de que os fazendeiros adoram o Lula e vão votar na Dilma.
Os ruralistas não querem é concorrentes no preço dos alimen-
tos,como sempre.Eles pensam que o país é só deles e que os
pobres não tem nenhum direito a terra.Porque o zé pedágio
desistiu dela para ser sua vice?Que prestígio ela tem,nenão?
Ela deveria era explicar para a população o motivo que ela
está sendo ,ou melhor,foi multada por desmatar e por fogo
em matas sem o aval do IBAMA!cARA DE PAU ESTA CORÔA TEM,NOSSA!Vamos deixar ela sem rumo quando a DILMA as-
sumir a presidencia da REPÚBLICA EM 2011!
Viva o MST.
O MST faz a luta que deve ser feita, contra os escravocratas e colonistas que infelizmente ainda mandam e desmandam por estas terras, mas não por muito mais tempo.
CPI devia ser uma coisa séria, mas atualmente estao usando sómente para politicagem. Deviam fazer era uma CPI de terras GRILADAS, esta sim encontraria um monte de estragos feitos com apoio de vários cartórios. Estive lendo as manchetes da folha,com, Tumulto faz Dilma desistir de caminhada em Porto Alegre, depois em letras muidas, por exesso de militantes. Partido diz ter até 5 mil pessoas, mas a folha fala que a PM calculou em 1000. Dá nojo de ler.
[...] de terras. Nossa! Acabou a propriedade privada no Brasil! O que o texto menciona é apenas a descriminalização dos movimentos sociais. Em nenhum momento foi dito que o conceito de propriedade seria [...]
Pelo visto alguém bebeu querozene estragado! ahahahahahahahah
Realmente… o MST é um movimento absolutamente regular perante a lei, não aplica dinheiro público em fins diversos dos previstos nos convênios, não destrói patrimônio alheio, não acoberta foragidos da Justiça. É de uma pureza…
Caso a situação fosse inversa, ou seja, se fossem os ruralistas, só Deus sabe… Pelo menos, uma servidãozinha seria encontrada, como ocorreram nos últimos anos, inclusive em terras de políticos.
Ainda acha que essa tal katia e sua cna são apenas prepostos de transnacionais que especulam com alimentos e jazidas na bolsa de Londres. O que não os faz melhores, ao contrário! Realmente já passou da hora de uma CPI da terra e de seu uso.
Já que o Senado está muito interessado em investigar desvio de dinheiro público, deveria criar uma CPI sobre fraudes nas licitações públicas, como a que ocorreu com merenda escolar, faz poucos anos, na cidade do Rio de Janeiro. Certamente, contará com o apoio entusiasmado da senadora Kátia Abreu e dos outros senadores do DEM e do PSDB. Se o PPS tivesse senadores, nem teria dúvidas do seu entusiasmado apoio. E, se der qualquer problema, aplica-se a lei “Heráclito Fortes”. Na falta de Ficha Limpa, tem sempre alguém que “Limpa Ficha” dos probos cidadãos envolvidos em malediciências.
katia & kaiado nao representam bem. ao inves de representarem e lutarem a favor dos brasileiros que os elegeram, lutam contra! quem conhece nao compra katia & kaiado! e nao quer nem de graça!
Belo nome para dupla sertaneja universitária!!!!! ahahahahahahahah
PHA, não se pode falar “Cutrale” na Florida sem ter dores de cabeça…
Vem cá, agora é hora de começar uma CPI do agronegócio!
Por que se investiga um lado e não se investiga o outro?
Paulo Henrique,
Kátia Abreu não faz parte do grupo de
mulheres que lutam por causas nobres:
http://blogdocelsojardim.blogspot.com/2010/07/mulher-que-sai-na-frentemulher-dona-de.html
Não seria a hora da ilustre Katita vir a público e dizer que vai fazer uma CPI para procurar os hospitais do mula de duas patas? Não seria hora também de promover uma CPI para encontrar o dinheiro que foi desviado do rouboanel e outra para saber onde foi parar o dinheiro da propina pa a licitação do metrô? Não deveria também fazer uma CPI para tentar descobrir quem roubou o diploma de economista do Zé Biruta?
Ela procura “chifres em cabeça de cavalo” e enquanto não achar, não vai sossegar. É uma alucinada, uma histérica. Devia ser colocada em uma camisa de força e internada o quanto antes.
“O BRASIL DE VERDADE não passa na glObo – O que passa na glObo é um braZil zil zil para TOLOS”
Quem sempre vive na mutreta, não acredita que exista alguma instituição séria e honesta. O problema dessa senadora está no DNA.
Foi o Gilmar Tatto o relator? Ah ta…agora entendi porque a conclusao foi tao “incisiva”…
Pode fechar esta CPI. Como o PHA falou, e dinheiro jogado fora. Ainda mais em tempo de eleicao…
Continuas no lugar errado.
E não paraste de fumar esta porcaria…
PHA, tudo bem?
Será que a katia Abreu é membra do Partido Nacional Afrikâner? Vejamos:
1 – Considera a legislação trabalhista um “obstáculo” ao progresso no campo (ou um obstáculo aos seus lucros, já que trabalhador recebe salário e tem direitos trabalhistas, negócios ultrapassados no mundo moderno de Kátia Abreu).
2 – Para que preservar árvores? Isto é coisa de comunistas que não gostam de progresso. Se faltar água, Kátia Abreu pode mandar importar sua água de fontes francesas ou italianas, águas mais puras e saborosas que nossa água terceiromundista.Efeito estufa é propaganda do MST, que não gosta do progresso.
3 – Direitos de propriedade são para quem pode, não para quem tem direitos sobre a terra: é só dar uma marmita para o agricultor e mandar ele embora; se ficar enchendo o saco, uma espingarda na mão de um jagunço é argumento suficiente para este casra parar de amolar e cair fora.
Ainda verei gente como esta mulher julgada e pegando uma cana de uns 25 anos.
…E o “debate” que a Katia montou na CNA? Ela queria se promover ao confrontar Cerra, Marina e Dilma. Ha, ha, ha! Dilma e Marina deram duas bananas prá Katia e ela teve que se contentar com o Cerra (assunto: hein? Cerra…do!).
PHA,a senadora Katia Abreu só vai encerrar a CPI quando a Confederação Nacional de Agricultura receber CINQUENTA VEZES mais dinheiro que o MST.