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Veja: Conde ou Conti?

A patranha do filho do FHC (que não era dele)
publicado 17/02/2016
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bessinha veja

As últimas 24 horas ofereceram comovente demonstração da sordidez que banha a revista aqui chamada de detrito sólido de maré baixa.

O deputado Paulo Teixeira conseguiu suspender no Conselho Nacional do Ministério Público o depoimento do Lula e D Marisa, diante do vazamento da "condenação" do ex-presidente por um Procurador do Tucano Ministério Público de São Paulo.

O jovem Procurador "condenou" o Lula, antes, numa "reportagem" de capa desse detrito.

O detrito, se soube também nessas 24 horas, se prestou a outra sordidez.

Combinou com o Príincipe da Privataria uma trampa.

Obrigar a Mirian Dutra a dizer que o pai do filho dela não era o Farol de Alexandria, mas um certo biólogo.

Foi uma combinação entre o suposto pai (depois se soube que ele era o último a saber...) e o diretor da Veja.

Mirian cita o Mario Sergio Conde, o diretor da Veja e o patranheiro presidencial.

Ufa, que susto!

Ainda bem!

Não se trata do Mario Sergio Conti que, por acaso, também dirigiu a Veja em tempos gloriosos e, depois, para a Fel-lha, se notabilizou por entrevistar o sósia do Felipão, mesmo depois de saber que se tratava de um reles sósia.

Conti, com "t", hoje ilustra as páginas da Fel-lha com textos de sub-intelectualismo ininteligível - na linha obscura e cambiante de seu mestre e guru, o dos chapéus - e em entrevistas invariavelmente inéditas na GloboNews (que aceita tudo...).

Mas, esse não é o patranheiro da Mirian.

É outro.

Um tal de Conde, com "d".

Digno da companhia do moralista sem moral, o FHC.

Em tempo: de novo, o PiG protegeu Fernando Henrique. O Globo ignorou a Mirian, sua funcionária zelosa e leal. A Fel-lha e o Estadão se perderam numa questiúncula: Mirian duvida do exame de DNA que atestou - duas vezes - que FHC não é o pai do filho dela.

Inútil discussão.

O moralista sem moral, o maior de todos os vivos Tartufos, já tinha reconhecido a paternidade e, portanto, o jovem é herdeiro da incalculável fortuna do suposto pai.

Em tempo2: a Fel-lha diz que tentou entrevistar todo mundo para fazer um texto mínimo e ridículo. Se esqueceu de entrevistar um seu próprio colonista. Quá, quá, quá! É tudo a mesma sopa, diria o Mino: a Fel-lha, o FHC, o Conde e a Mirian!

Em tempo3: faltou um ilustre personagem nessa gloriosa página tucana. Alberico de Souza Cruz, então diretor de Jornalismo da Globo. Segundo Palmério Dória, no clássico "Príncipe da Privataria", Alberico foi o padrinho do suposto filho de FHC e mandou a Mirian para fora do Brasil: para proteger o moralista sem moral.

Segundo Palmério, a operação para esconder Mirian em Portugal contou com a frenética participação de alguns heróis do tucanismo: o Padim Pade Cerra, o então Ministro comprador de reeleiçto, Serjão Mota, e o embaixador do Brasil em Lisboa, Jorge Bornhausen.

É tudo a mesma sopa: Cerra, Serjão, Bornhausen, Conde, Mirian, FHC, a Fel-lha e a Globo!

Paulo Henrique Amorim