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Veja mentiu sobre a Petrobras. De novo ?

Janio: é "o escândalo da banalidade".
publicado 05/08/2014
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Leia a nota oficial da Petrobras sobre a mentira do detrito sólido de maré baixa:

NOTA A IMPRENSA


Sobre a matéria intitulada "A Grande Farsa", publicada pela revista Veja, esta semana, a Petrobras esclarece que tomou conhecimento das perguntas centrais que norteiam os trabalhos das CPI e CPMI da Petrobras, através do site do Senado Federal, nos dias 14 de maio e 02 de junho, respectivamente, onde foram publicados os planos de trabalho das referidas comissões. Nestes, além das perguntas centrais, constam também os nomes de possíveis convocados, e a relação dos documentos que servem de base para as investigações.

Convém ressaltar que tais informações, tornadas públicas pelas comissões de inquérito, por ocasião do inicio de seus trabalhos, possibilitam a elaboração de centenas de outras perguntas, propiciando à Petrobras a organização das informações necessárias para o melhor esclarecimento dos fatos pertinentes a cada eixo das investigações, quais sejam: Eixo 1 - Refinaria de Pasadena; Eixo 2 - SBM Offshore; Eixo 3 - Segurança nas plataformas; Eixo 4 – Superfaturamento RNEST.

A Petrobras informa que, após cada depoimento, as dezenas de perguntas feitas pelos Parlamentares são desdobradas em novas perguntas pela equipe da Petrobras de forma a subsidiar os depoimentos subsequentes.

Assim como toda grande corporação, a Petrobras garante apoio a seus executivos, e ex-executivos, preparando-os , quando necessário, com simulações de perguntas e respostas, para melhor atender aos diferentes públicos, seja em eventos técnicos, audiências públicas, entrevistas com a imprensa, e, no caso em questão, as CPI e CPMI. Tais simulações envolvem profissionais de várias áreas, inclusive consultorias externas, de modo a contribuir para uma melhor compreensão dos fatos e elucidação das dúvidas.

A Petrobras reafirma que continuará disponibilizando todas as informações referentes as suas atividades e reafirma seu compromisso com a transparência e ética que sempre nortearam suas ações.

Gerência de Imprensa/Comunicação Institucional

Navalha

Na Fel-lha (*) de hoje (5), Janio de Freitas bate:

"O escarcéu em torno do jogo de parceiros ... é o escândalo da banalidade. Bem conhecida de jornalistas que, provavelmente, vão explicar qual é a fraude existente, e a que tanto se referem, na colaboração de condutas sempre vistas por eles nas CPIs.

(Esses "escândalos") ..."ficam na mastigação de chicletes por estarem nas mãos da oposição mais preguiçosa ... As lideranças do PSDB e do DEM ficam à espera do que a imprensa (? - PHA) publique, para então, quatro ou cinco oposicionistas palavrosos saírem com suas declarações de sempre ... Não pesquisam nada, não estudam nada, apenas ciscam pedaços de publicações para fazer escândalo."

Como se sabe, o "escândalo" foi imediatamente tema de retumbantes reportagens no PiG (**), a começar pelo jornal nacional - a caminho dos dez pontos de audiência.

Como se diz aqui, o detrito sólido se transforma em Chanel #5 no jornal nacional, desde os gloriosos tempos do Carlinhos Cachoeira e do Caneta (cadê ele ?).

Não são só os políticos oposicionistas os preguiçosos - os jornalistas pigais também.

 




Paulo Henrique Amorim


(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

(**) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.