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Gasolina cara lubrifica crise

No México pegou fogo
publicado 10/01/2017
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No México, os aumentos do Padro Malan Parente fazem muito sucesso

Segundo levantamento realizado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) entre os dias 1º e 7 de janeiro, o preço médio da gasolina no Brasil atingiu R$ 3,762 por litro.

A pesquisa da ANP coletou dados em 5.670 postos de combustíveis em todo o país. De acordo com a Fel-lha, "desde que a Petrobras anunciou uma elevação de 8,1% do preço da gasolina nas refinarias, em 5 de dezembro, o valor médio pago pelo consumidor nos postos subiu 1,92%".

(Será que Temer, Parente e Meirelles querem aqui um Gazolinazo, como no México?)

O preço dos combustíveis não foi o único índice a subir. De acordo com pesquisa da Boa Vista/SCPC divulgada hoje, os pedidos de falência no Brasil cresceram 12,2% em 2016. Também houve aumento no número de falências decretadas (14,7%) e nos pedidos de recuperação judicial (49,4%).

Segundo a pesquisa, 39% dos pedidos de falência aconteceram no setor de serviços. O setor industrial foi responsável por 37% dos requerimentos.

Mas, se alguns números sobem, outros descem...

Levantamento da Serasa Experian afirma que o movimento no comércio em todo o país caiu 6,6% em 2016, comparado com o ano anterior. A maior retração foi no setor de veículos e autopeças: menos 13% frente a 2015.

É o pior resultado para o comércio desde 2002 - o último ano do governo FHC.

O indicador de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), também caiu: 11,4%. O FBCF mede os investimentos da indústria em bens de capital - máquinas, equipamentos e materiais de construção. Ou seja, o índice aponta se a capacidade de produção do país está crescendo e também se os empresários estão confiantes no futuro.

Em tempo: não deixe de assistir, na TV Afiada, ao vídeo "A Casa Grande não vai esperar a Economia afundar".