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Assim Moro blindou Temer

Propina foi acertada no escritório do "MT"
publicado 16/12/2016
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Na Fel-lha:
Em reunião, Temer negociou doação para ajudar Odebrecht, diz delator.

O encarcerado - só foi em cana depois que o Procurador Janot considerou que tinha perdido a serventia (destituir a Dilma) - Eduardo Cunha arrolou o "MT", alcunha de Michel Temer na Odebrecht, entre suas testemunhas diante do Imparcial de Curitiba.

(Sobre ele, ler "Tentaram matar o Brani".)

Cunha formulou a seguinte pergunta ao MT:

- V. Ex.a tem conhecimento se houve alguma reunião sua com fornecedores da área internacional da Petrobras com vistas à doação de campanha para as eleições de 2010, no seu escritório político na avenida Antônio Batuíra, no. 470, em São Paulo/SP, juntamente com o senhor João Augusto Henriques?"

O imparcial de Curitiba vetou a pergunta com o argumento com que entrará para História da Magistratura Ocidental: "não vem ao caso!".

A sorte é que a Odebrecht deu o drible da vaca no Moro.

E nesta sexta-feira 16/XII cinzenta e fria de São Paulo, a Bela Megale da Fel-lha acaba de realizar o sonho daquele amigo do Brani: encaminhar o Imparcial de Curitiba à cadeia:

João Augusto Henriques, empresario e lobista ligado ao PMDB esteve presente à reunião no escritorio do "MT", na excelsa companhia do Cunha e do delator de Odebrecht, Márcio Faria, para tratar da propina gorda.

João Henriques está em cana na Lava Jato.

Cunha também.

Márcio Faria faz delação premiada.

E Moro e Temer ainda desfrutam de provisória liberdade.

PHA