Terça-feira, 18 de Junho de 2013

Publicado em 29/05/2012

Collor volta à História. E acusa Gurgel e Civita

“Eu não deveria ter de volta o meu mandato?”, pergunta Fernando Collor em entrevista.

A Veja trocava informação entre o MP e o crime (clique na imagem para assistir ao vídeo)

 


A partir do R7:

“Eu não deveria ter de volta o meu mandato?”, pergunta Fernando Collor em entrevista


Vinte anos depois da queda, ele admite que foi “arrogante” na presidência


Vinte anos após deixar a Presidência da República por suspeita de corrupção, o hoje senador por Alagoas Fernando Collor de Mello (PTB) concedeu uma entrevista a Paulo Henrique Amorim na Record News em que fala abertamente sobre o assunto. Ele diz que o poder “subiu à cabeça” de seu então tesoureiro Paulo César Farias, o PC Farias; admite que foi “arrogante” no poder e que perdeu o mandato porque ignorou o Congresso Nacional. Inocentado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) em 1994, ele questiona: “Eu não deveria ter de volta o meu mandato? É uma questão. É uma pergunta a ser respondida”.


Acusado pelo crime de corrupção passiva, Collor renunciou ao mandato, mas o Congresso ignorou seu pedido e votou pelo impeachment, o que lhe retirou os direitos políticos por oito anos. Dois anos após seu afastamento, em 1994, o STF (Supremo Tribunal Federal) arquivou o processo contra ele “por falta de provas”. Para Collor, sua recondução à cadeira presidencial é uma questão a ser debatida no Brasil.


— Do afastamento ao julgamento foram dois anos em que minha vida foi investigada de cima a baixo. [...] O STF me inocentou de todas as acusações que me foram feitas. Aí vem uma pergunta: se eu perdi o meu mandato com base na suposição de que as denúncias que me faziam eram verdadeiras, onde está o meu mandato que eu perdi quando a mais alta corte de Justiça do País decidiu que aquelas acusações eram falsas? Eu não deveria ter de volta o meu mandato? É uma questão. É uma pergunta a ser respondida.


Sobre seu trabalho na CPMI, Collor volta a dizer que o Procurador-Geral Roberto Gurgel e sua mulher Claudia Sampaio cometeram um crime de improbidade, chegando até a um crime de prevaricação.

Clique aqui para ver o vídeo com o pronunciamento de Collor da tribunal do Senado.

Reagiu também à denúncia feita pela Folha (*) de que estaria perseguindo a mulher de Gurgel porque ela o processa no STF.

Eu nem sabia que ela me processava, disse: “o argumento (da Folha) é tão tosco quanto o português de quem escreveu.”

Paulo Henrique Amorim perguntou o que ele achava da acusação de Gurgel de que os que o acusavam estava preocupados com uma condenação no mensalão.

- Eu, perguntou Collor surpreso ? Eu não visto essa carapuça, ele disse.

Collor repete que a Veja se associou a uma organização criminosa.


Que a Veja e seu dono, Roberto Covita sabiam perfeitamente que lidavam com uma organização criminosa.


Que Roberto Civita é um um analfabeto: “é isso que o doutor Civita é.”


Collor descreveu o modus operandi de Policarpo Junior.


Ele trocava informações que obtinha no Ministério Público com as que obtinha com Carlinhos Cachoeira e nesse intercâmbio a Veja se munia de um poder inadmissível numa sociedade democrática.

Paulo Henrique Amorim relembrou que o Globo publicou celebre editorial – “Roberto Civita não é Murdoch” – para defender a liberdade de imprensa.

E perguntou a Collor se, como proprietário de uma rede comunicação em Alagoas – afiliada da Globo – ao acusar a Veja ele não se sentia, também ameaçado, como o Globo ?

Collor diz que é um incansável defensor da liberdade de expressão.

E que a Veja e seu dono não se beneficiam disso, porque estão acumpliciados ao crime organizado. É outra coisa.

A queda

Relembrando os momentos que antecederam sua queda, Collor admite um erro crucial no auge da crise. Em um discurso para taxistas no Palácio do Planalto, ele pediu que os brasileiros saíssem às ruas em sua defesa vestindo verde e amarelo.


— Na reunião com taxistas [...] eu disse que não iria falar. Terminou o evento e os taxistas começaram a gritar “fala Collor, fala”. Eu me senti estimulado a falar, voltei e falei. E foi quando eu pedi – um erro de avaliação – que no domingo seguinte todos saíssem às ruas de verde e amarelo para mostrar que a democracia no Brasil era maior do que qualquer tentativa de golpe contra o primeiro presidente eleito pelo voto direto depois de 30 anos. E minha solicitação não foi atendida; todos saíram às ruas vestidos de preto.


Collor admitiu que a “arrogância” o fez ignorar o Congresso Nacional e que foi essa falta de apoio a verdadeira razão para sua queda.


— O que na realidade causou a minha saída da presidência da forma como se deu foi a falta de sustentação política no Congresso Nacional. Embora sendo de uma família uma parte política outra parte de diplomatas… Mas na questão política eu não havia aprendido uma coisa: que era o respeito e atenção que o chefe do Poder Executivo deve ter com o Poder Legislativo.


Clique aqui para assistir à primeira parte da entrevista completa.

Ele afirmou que essa não havia sido a primeira vez em que ignorou o Legislativo. Ele já havia feito o mesmo quando foi prefeito de Maceió e governador de Alagoas.


— Não dei a atenção devida. [...] Saí do governo [estadual], me elegi presidente e aquilo foi sedimentando em mim algo nocivo. A arrogância também [...] um certo sentimento de superioridade em relação aos seus semelhantes, que é um erro terrível ao qual eu me penitencio sempre.


Veja X IstoÉ

Collor também nega que a revista Veja o tenha derrubado, apesar da publicação de uma entrevista com Pedro Collor de Mello, em que ele (morto em 1994) acusa o próprio irmão.


— [A revista Veja] acha que foi ela quem causou [meu afastamento], mas não foi, foi a revista IstoÉ. [Foi com a matéria] em que apareceu um motorista que estava lotado no Palácio do Planalto fazendo trabalhos para a minha secretária. Eu não o conhecia, mas foi essa matéria que foi a pedra de toque que levou ao meu afastamento, que mobilizou o Congresso e a população.


O que, portanto, segundo ele, não tira a legitimidade do que faz hoje na CPMI: exige a incriminação de Robert(o) Civita , dono da Veja e seu diretor em Brasília, Policarpo Júnior.

Ele não está fazendo um “acerto de contas”, hoje, porque não foi a Veja a responsável por sua queda, mas a IstoÉ.

Lula e PC Farias

— Subiu à cabeça.


Foi assim que Collor se referiu a PC Farias — também inocentado pelo crime de corrupção passiva — sem o qual “não haveria campanha presidencial” que o elegeu.


— Diferentemente do que pintam dele, ele era uma pessoa extremamente cordata, correta, amiga. Teve um momento em que nos afastamos, quando eu tive algumas comprovações de que ele tinha se deixado levar pela notoriedade que havia ganho, mas o fato é que desde o início acreditou no projeto político.


PC – que foi encontrado morto ao lado da namorada Suzana Marcolino em 1996 – e Collor estreitaram relações quando ele ainda governava Alagoas.


— Eu procurei o Paulo César, contei do projeto que eu tinha e se ele poderia me ajudar. Ele disse “acredito porque conheço você, que é determinado, e a linha que o Brasil necessita é essa”. Ele foi para São Paulo, Rio e Minas e fez os contatos para que tivéssemos uma estrutura mínima de campanha. No segundo turno, a situação mudou porque já havia uma notória divisão de forças, Collor versos Lula.


“Não fui leniente com a corrupção”


Paulo Henrique Amorim lembrou a Collor que foi o delegado Paulo Lacerda da Policia Federal, então dirigida por Romeu Tuma – nomeado por Collor – quem fez uma minuciosa investigação sobre as atividades de PC Farias.


E que Lacerda localizou doações ilegais de grande grupos – como dos Ermírio de Moraes e da empreiteira Andrade Gutierrez – a PC Farias.


E que Collor pessoalmente teria se beneficiado disso.


Amorim lembrou também que Lacerda localizou uma retribuição que sua ministra Zélia Cardoso de Mello recebeu de uma empresa de transporte interestadual, dias depois de autorizar um aumento nas tarifas de transporte interestadual.


Vinte anos depois, de cabelos brancos, ele não admitiria que foi leniente com a corrupção que existiria em seu Governo e que o próprio irmão, Pedro, denunciou na entrevista à Veja ?

Collor rejeita enfaticamente a possibilidade de ter sido leniente.

Lembra, de novo, que foi absolvido pelo Supremo, que não fez restrições ao trabalho da CPI nem tentou impedir a investigação da imprensa.

Ao contrário, ele sempre quis saber se era verdade o que a imprensa dizia do Governo dele.

De acordo com o senador, a eleição em que ele venceu Luiz Inácio Lula da Silva foi a “a última disputa presidencial em que houve uma nítida diferença de programas entre um candidato e outro”.

— Foi no segundo turno de 1989, em que o Lula pregava a presença do Estado, não à privatização e abertura comercial; e eu do lado oposto. Quando a população decidiu pelo meu nome, ela decidiu a favor de um programa de governo. Depois desta eleição, vamos verificar que, em todas elas, a diferença de discurso dos candidatos se estreitou.


Collor conclui a entrevista lembrando que foi eleito presidente da República muito novo, “aos 40 anos e sete meses…”


— E com medida provisória à minha disposição.



Na segunda parte da entrevista a ser exibida na Record News segunda que vem, dia 4 de junho, Collor fala de Fernando Henrique, da privatização – diz que, embora tenha iniciado a desestatização, não venderia a Vale – , elogia o Governo Lula de que foi adversário, fala da Rio+20, ele, que promoveu a Eco-92, diz que voltará na Dilma, se ela for candidata em 2014, e diz como gostaria que o verbete “Presidente Fernando Collor” fosse escrito.



(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.







Comentários

  • luca brevi

    Sempre votei na esquerda e continuarei a votar, mas agora, o Collor
    é importante como inimigo do PIG, temos que apoia-lo enquanto o seu trabalho for de descontrução dessa facção criminosa instalada nas redes de comunicação e juduciario

  • Marisa

    PH, quem viveu a era Collor sabe das angústias que o totalitarismo daquela administração causou à população, sobretudo aos mais pobres. O tempo passou, sofremos ainda mais nos governos de FHC com o ‘fim de feira’ dos ativos brasileiros, mas nunca mais tivemos a surpresa de ver nossas economias surrupiadas de dentro dos bancos, ao cair da noite… Ainda que ele tenha amadurecido, não acredito que as ideias ‘master’ dele sobre administração de um país tenham mudado. Lamento.

  • Ferreira

    Todos que são contra o PIG eu apóio, até se for o Collor.

  • Rodrigo

    Collor é vítima do PIG que queria tirá-lo do poder pra por os tucanos via Itamar. Afinal, se Collor cometeu crime eleitoral com o Esquema PC em 1989, ele devia ser cassado e não sofrido impeachment. E o segundo colocado Lula deveria ser empossado, como ocorreu na PB (com a cassação de Cunha Lima e posse de Ze Maranhao). Ou eleição indireta (na qual Ulysses do PMDB – maior bancada seria eleito).

  • Romu

    Em que pese o papel decente que tem cumprido como senador, o sujeito não perde a arrogância. Mostra-se humilde perante o trato que teve com o congresso mas isso só ressalta outro tipo de arrogância: a arrogância burguesa. Esquece-se do papel decisivo da classe trabalhadora em greve geral convocada pela CUT, na época. Foi aí que vários setores do PIG, inclusive a g”r”obo, embarcaram na canoa do impeachment. Ou seja, o que derrubou Collor foi a pressão popular que assustou a burguesia que preferiu sacrificar um dos seus a arriscar sacrificar o sistema.

  • PAP

    Collor pode fazer história. Basta fazer pé firme e continuar
    da tribuna do senado exigindo a convocação de policarpo
    e de civita.

  • Eugenia

    Esse Sr. até me provem o contrário, ele continua o mesmo.

  • paulo roberto

    A julgar pela apatia do PT em relação ao ministro das comunicações e à lei das mídias, bem como pelo respeito (ou medo) em relação às organizaçoes (criminososas) Globo, o Collor ainda volta a ser Presidente.

  • Wilhelm

    Surpreendente a posição de Collor em relação ao PIG.

    O mesmo PIG que o criou, apoiou e em 1992 omitiu até onde pôde os cara-pintadas.

    • Eny Maria

      A globo foi a última a dar a notícia, só qdo não tinha mais jeito. Eu não acredito em nada desse sr., mas estando ele contra o PIG q vá em frente, quem sabe dessa vez ele faz realmente alguma coisa boa pelo BRASIL.

  • Everaldo Cordeiro

    Como a história é dinâmica… Abraços Paulo Henrique.

  • Pr Paulo Kazão

    O Gurgel (Jô Soares) prevaricou para proteger o PIG e a direita fascista, mas para indiciar o Lula ele foi rapidíssimo, bastou a GROBO fazer uma matéria baseada pela Revista “Óia”. Isso mostra que o Jô Soares Gurgel é um ser político a serviço da direita fascista brasileira.

  • nicolasn

    Collor? agora uma de “modesto”? ele e sua turma de aventureiros botou o pais na miseria e corrupçao …o Brasil pagou o cursinho de “modestia” do moço ?
    VA´ plantar coquinho rapaz..nao passa de um oportunista, um diccionario vazio cheio de letras.

  • Vamos desnudar a opção preferencial pelos mais ricos do PIG e seus apaniguados!

  • Beth

    Ele quer o mandato de volta? Boa! Se isso fosse possível (e espero que nunca seja), que tal ele devolver a todos a quem ele prejudicou com seus planos econômicos mirabolantes os empregos, as poupanças, as vidas das diversas pessoas que tiveram infartos fulminantes ou suicidaram-se por terem perdido tudo por causa dele e da Zélia? Que tal elle pedir perdão a Lula por aquela armação eleitoreira feita em conluio com a globo?
    Agora vem posar de bonzinho? Ele não me engana, aquele olhar sinistro revela a farsa teatral com a qual ele fala de forma tão mansa. Muito cuidado com essa “mudança de lado”, não há sinceridade alguma!

  • Aldo

    “Foi no segundo turno de 1989, em que o Lula pregava a presença do Estado, não à privatização e abertura comercial; e eu do lado oposto.”

    Putz, o grande Lula já estava querendo colocar o Brasil no caminho certo DESDE aquela época, e o povo brasileiro se deixando levar pelo PIG… Tenho a consciência tranquila. Voto no Lula desde sua primeira candidatura.

  • Carlos C.

    “Eu não deveria ter de volta o meu mandato?”

    Não, não e não.

    Se fizer um bom trabalho na CPI, o povo brasileiro se lembrará do Collor da CPI da veja (e já estará de bom tamanho!)

  • Alexandre

    Volta Collor! O povo brasileiro anseia o seu retorno a presidência! A República Federativa do Brasil o merece! Volta Collor!

  • Leno Lindo do Amor Divino

    Collo tá até menos cênico,algo ponderado;bom,só vou até aí

  • Marcia

    Nao deveria nao pois voce renunciou… E tambem ninguem te quer na Presidencia!!!

  • Luis R

    Collor, o seu tempo já passou e a sua única chance é dazer alguma coisa pelo país na CPI.

  • Fred Azevedo

    Eu assisti ontem. Belíssima entrevista! Parabéns, Amorim.

  • João

    Parabéns PHA e Collor, pela qualidade da entrevista, pela serenidade do diálogo e pela coragem. Não deixar de perguntar nada é o que distingue um bom jornalista; responder com sinceridade é o atributo de quem sabe seu lugar na história.

  • ana db

    Não votei em Collor.
    Votei em Brizola no primeiro turno e em Lula no segundo turno. E lamentei Lula não ter desistido do 2o. turno para dar vez a Brizola, que ficou em terceiro, mais preparado a época de assumir a presidencia e com condições de derrubar Collor,que não obstante os erros foi defenestrado do poder porque contrariou os interesses dos seus criadores. A Globo impediu que Brizola chegasse a presidencia.
    Brizola prometia que o primeiro ato dele na presidência seria cassar a concessão da Globo. Sabia que o PiG é a saúva que atrasa o país.Getulio Vargas por causa da Petrobras foi levado ao suicidio pelo PiG da época liderado por Carlos Lacerda.

    • Luciano Baía Meneghite

      Só uma correção; Brizola prometeu acabar com o monopólio da globo e não cassar sua concessão. Ou seja, queria democratizar a mídia submetendo-a à lei.

      • Egomet

        Engana-se, caro Luciano. Isso está guardado na memória; foi dito e repetido.
        Não sou nem jamais fui brizolista, porém, por duas ou três vezes me uni ao seu pessoal – de lenço vermelho no pescoço e tudo – e me deixei comandar insurgindo (infelizmente com violência) contra a venda da Petrobrás na Bolsa do Rio. Foram batalhas campais. Porém vencemos a malta de FHC et caterva: não venderam a Petrobrás.
        Na primeira eleição para Governo do Rio de Janeiro tive de votar em Brizola – porque não poderia permitir que a candidata dos milicos, Sandra Cavalcanti, vencesse. Daí o meu voto nele.
        Mas Brizola prometeu, sim, que em seu primeiro momento de governo iria “cassar a concessão da Globo”. E só por isso já mereceria meu voto para a Presidência. Mas não o teve.

  • Willians

    Mas o Collor está totalmente equivocado, desinformado sobre regulação da mídia, sobre democracia dos meios de comunicação, liberdade de imprensa(que pensa ser essa que vigora no Brasil), oligopólios do qual ele faz parte, sobre artigos da Constituição que ele próprio inflinge sendo concessionario de serviço público de rádio e televisão no exercício de um mandato eletivo.
    Ele sequer atinou para o sentido da pergunta feita pelo PHA quando este mencionou o corporativismo da mídia e seu surrado discurso sobre defesa de liberdade de imprensa(deles). Ele se arvorou defensor dessa “liberdade deles”, se achando um paradigma a ser seguido.

  • Cristina Chaves

    Roberto Civita, analfabeto?
    E essa bibliografia que tem dele na wiki? É falsa?
    “Roberto é filho de Victor Civita, fundador do Grupo Abril. Estudou Física Nuclear na Rice University, no Texas, e formou-se em jornalismo na Universidade da Pensilvânia e em economia pela Wharton School, da mesma universidade e fez pós-graduação em Sociologia pela Universidade de Columbia” (wikipedia).
    Vixe?

  • Francisco

    Bom trabalho jornalistico de PHA/Record.

    Amar ou desamar Collor é segundário. Fundamental é fundarmos uma república do contraditório, da presunção de inocencia e do acesso à informação.

    Anote aí: vinte anos e nunca tinha visto Collor falar sobre tudo com calma e com respeito a sua linha de raciocinio.

    Estou farto das entrevistas “interrogatório” tão populares na nossa TV. Também estou farto dos entrevistadores “gaiatos” que, ao final do tempo, se percebe que o gaiato falou muito (fez muita macaquice) e o entrevistado não concluiu uma linha sequer de raciocinio!

    O povo precisa de jornalismo feito por jornalista, com leveza, com agudeza, mas sem reduzir tudo à palhaçada e ao “inquisitório”.

    Parabens PHA e Record.

    Menos Veja e mais jornalismo sempre!

    • Helena

      É isso aí, Francisco. Menos Veja e mais jornalismo de verdade. Disse tudo.

    • Marta

      Se existe coisa que mais me irrita é assistir a uma entrevista onde o entrevistador nunca permite que o entrevistado termine sua linha de argumentação e entra logo com outro questionamento, quase sempre mudando de assunto. É irritante para quem acompanha e indelicado, para dizer o menos, para com o entrevistado.
      Parabéns, PHA, pela sua competência e seu profissionalismo ao entrevistar o ex-presidente Collor.

  • Antonio Arisberto Alves

    De muita qualidade a entrevista com o ex Presidente Collor, eu achei que o ex Presidente hoje tem uma maturidade muito grande e com muita experiência politica, eu não votei nele, mas fico entusiasmado quando vejo que um homem que teve uma importância tão grande a frente de nossa nação, hoje fala dos seus erros e faz parte de comissão que investiga o sistema de corrupção em que estão os envolvidos, demostenes, cachoeira, revista veja e tantos outros; concordo com o ex presidente quando ele fala o porque da não recondução ao cargo perdido, haja vista ter sido absolvido pela mais alta corte da justiça brasileira.

  • LUIZ

    mexeu no dinheiro do povo e pagou caro por isso.na minha opinião ficou barato de mais pro collor.ele quebrou muita gente foi por isso que o povo foi pra rua. agora!! a veja é um lixo.

  • LUIZ

    mexeu no dinheiro do povo e pagou caro por isso.na minha opinião ficou barato de mais pro collor.ele quebrou muita gente foi por isso que o povo foi pra rua.

  • Washington

    Bem vindo à História novamente, senador Collor… Chega amadurecendo, recuperando a dignidade a passos largos, uma consciência tranquila e um talento plenamente desabrochado, reconhecimento, felicidade, trabalho dedicado em favor da Pátria e muita paz de espírito.

  • Gutão

    Collor de Mello, sabe que nada como um dia após o outro e que a vingança é um prato que se come frio e calmamente. Deixem-no usufruir desta vingança.

  • Eduardo

    Este Collor que alguns estão encantados é o mesmo que deseja sigilo eterno dos documentos oficiais do Governo… que maravilha hein…

  • Nilo Aguiar

    PHA, assisti quase todo o depoimento do Demóstenes pela TV Senado e dois senadores se destacaram para: Collor que desceu o sarrafo na Veja e citou por várias vezes em perguntas ao Demóstenes sobre falta de total ética da revista e seu editor, inclusive explicando a troca de informações entre Policarpo e Cachoeira, e fazendo um leilão delas conforme o interessado. O outro senador que quebrou o Demóstenes foi o Randolf, do PSOL, que lembrou ao Demóstenes como ele não poderia saber das contravenções de seu amigo Cachoeira, sendo ele Cachoeira relator da CPI dos Bingos tendo o Cachoeira indiciado por contravenção, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e ainda quis a sua explicação para um senador da república utilizar um telefone habilitado nos EUA e tendo as contas pagas pelo Cachoeira. A direita conservadora ética e competente (ah,ah,ah!) começou a cair hoje. Esperamos que seja o início do fim e se estanda com a CPI da Privataria Tucana e incluam a “Lista de Never” também!!

  • Geraldo Maia

    PH, curiosamente está no UOL:”PGR envia para Primeira Instância investigação sobre pressão de Lula sobre Gilmar, em menos de 24 h depois do recurso impetrado plea oposição contra o ex-presidente. O cara, quando é do interesse dele, age muito rápido.

  • Mario

    Gostei do collor ,maneira de falar, muito convincente ,agora nos pedimos a ele ,lidere para não erra rumo da investigação.

  • yacov

    O Collor fez e sentou em cima, mas pagou por seus crimes. Foi impedido, cassado e teve 8 anos para repensar suas prioridades. Parece ter se redimido, principalmente no que tange à arrogância e ao desprezo por seu semelhantes. Parece também que o ex-presidente está mesmo predestinado a ser ‘Caçador de Marajás’. Personagem que um dia ele já encarnou só de mentirinha, para se eleger, mas que hoje parece ser prá valer. Dá-lhe Collor!! CPI NELES!!

    “O BRASIL PARA TODOS não passa na gLOBo – O que passa na gloBO é um braZil para TOLOS”

  • alex

    Mas VANDER, meu caro..como assim entrevistar gente que tem crédito?
    A revista do Esgoto colocou o Demóstenes nas páginas amarelas. E aí?
    Entrevistar o Serra? o Alckmin que burlou a lei e mandou invandir o Pinheirinho?
    Entrevistar o Senador Botox do Paraná?
    Depois de tudo que ficamos sabendo, te pergunto VANDER: dá pra condenar o José Dirceu?
    Seja sincero …

  • Paulo Ribeiro

    Parabéns, Paulo Henrique Amorim, em proporcionar a nós esta entrevista histórica com o ex-presidente Collor. Se ele foi arrogante na Presidência, nós também erramos em “comprar” a versão do PIG naquela época. O que prova, sem dúvida, quão próximos estão os dois ex-presidentes perseguidos pela mídia golpista. Collor não teve a mesma sorte do ex-presidente Lula e foi destituído do poder. Agora, mais maduro e mais humilde, Collor junta-se ás forças progressistas no combate ao PIG. Seja bem vindo, Presidente Collor! Embora tardiamente, tenho certeza que o Brasil se orgulha hoje do senhor.

  • maria do ceará

    PHA, parabens por essa importante tribuna de liberdade que são suas entrevistas. Cada entrevistado, à sua maneira, passa o Brasil a limpo. E nós é que lucramos. Viva PHA!

  • Maximiliano Gregório

    Eu sempre detestei o Collor, principalmente pela sua arrogância. Mas agora, diante do Serra, do Álvaro Dias, do Agripino Maia, do…, deixa pra lá. Vou me aborrecer ainda mais, porque terei de falar no FHC, no Óstenes, no ACMzinho, no Arthur Virg… não, esse já morreu!

    • Georgina Morais

      Oi, Maximiliano,
      Faltou a soberba cearense, um tal de Jereissati, o amigo da SUDENE que tem jatinho. Ah! esse já morreu, também

  • padruga

    PHA, permita-me uma aulinha, já que a entrevista toca no assunto: o nome oficial (dado pela ONU e pelo Governo brasileiro) à conferência sobre meio ambiente que se realizou no Rio em 1992 é Rio-92 ou o nome mais pomposo de Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento. A imprensa internacional, o maio acadêmico internacional, a ONU etc. refere-se à Rio-92. ECO-92 foi uma invenção do PIG paulista, inconformado com a escolha do Rio para sediar a conferência. A tática funcionou, já que, no Brasil, o termo corrente é ECO-92. Fica o consolo de que, pelo menos no que se refere à conferência a ser realizada este ano, o PIG está usando o termo correto – Rio+20 – e não ECO+20…

  • CARLOS MOREIRA-MACEIÓ/AL

    E Dá-lhe Collor!!!!!! Feio tem feito os PTistas, com o rabo preso e com medo de apurar, doa em quem doer nessa CPMI!!!!!!!

    O PT , no governo é um PSDB de vermelho, isso é a verdade!!!!! É só assistir a CPMI, e pronto!!!!!

  • Henrique

    O Brasileiro tem mesmo memória curta. Quem diria Collor virou herói. Que vergonha.

    • MURILO

      Se muitos agora estão alegres com o Collor é por suas ações nos dias atuais, que teve a iniciativa e coragem de enfrentar as hostes do pig enquanto alguns acomodados se fingem de desintendidos, e não por suas “traquinagens” no passado.

  • pperez

    Quem diria que depois de tacar fogo no circo, a gente poderia um dia parabenizar o incendiario!

  • salete cesconeto de arruda

    Meu querido pai dizia que a imprensa é quem de fato DETONOU COLLOR. Agora entendo que meu saudoso pai cabloco tinha motivos para desconfiar da imprensa.

  • Alpas

    Que decadência.Ter que elogiar um Collor.

  • Julio Lopes

    Do presidente Collor só tenho más lembranças. Como quando congelou os recursos financeiras de muita gente que levou até a suicidios na época. Esse karma ele terá que carregar. Meu pai que estava vendendo a unica casa que possuia, e morava, só se salvou por que saiu em viagem vindo visitar-me onde eu residia, noutro estado, deixando o acerto para a ocasião de seu retorno. O congelamento saiu no transito. Hoje não faz mais que sua obrigação. Ainda assim não conseguirá reparar as dores que causou em muita gente naquele triste periodo do Brasil.

  • luiz henrique

    Collor explicou direitinho a prevaricacao do PGR. Quando a PF descobriu q o demostenes conversa c cachoeira, devido a prerrgativa de funcao, enviou inquerito ao PGR q ele pedisse ao STF uma autorizacao p gravar as conversas do senador. A PF nao pediu p q o PGR abrisse um processo contra o senador, mas tao somente p q pedisse a um ministro a autorizacao p continuar grampeando o cachoeira. Sao 2 coisas muito diferentes, uma ;e pedir pro PGR usar as provas obtidas p abrir processo judicial contra o senador, outra bem diferente é pedir autorizacao p continuar grampeando em um inquerito policial p continuar juntando provas (legais) e no futuro entrar c o processo judicial

  • Marcio Palma

    PHA,
    Enquanto isso, veja a manchete do estadão: “Lula foi o presidente que mais nomeou ministros ao STF após a ditadura”

    É como se o Lula colocasse lá ao bel prazer e sem que regras fossem observadas. Apenas “nomeou”!

    É brincadeira?

    • Marta

      Pois é Márcio, quanta incongruência. Se o fato de ter sido Lula quem mais nomeou ministros para o STJ, por que ele foi solicitar justo ao Gilmar que adiasse o julgamento do mensalão? Se isso fosse verdade e possível, não seria mais lógico que Lula se reportasse aos que ele nomeou?

  • Alberto-Rio

    Hã, hã. Tá bom. Mas…

    Collor de volta, nem fu!

    Já foi, já era!

  • Luiz Ant. Barbosa Mutum MG

    Foi montado a época um Tribunal de excessão, e o Presidente Collor não teve a humildade a a precaução do ritual do cargo. Não votei, não voto, mas seu mandato foi surrupiado pelo poder mais podre da República.

  • Ronald

    Não houve impeachment. Foi o próprio quem solicitou a renúncia, esquivou-se ao processo, portanto, não há o que discutir sobre recondução ao cargo.

  • Collor deu insegurança às pessoas e o Congresso nos fez sentir insegurança também, pois o Congresso que o julgou não era de confiança e tudo ficou estremecido. Fou um show midiático. Um espetáculo, dia e noite, vale a pena ver algum video sobre isso. Os caras-pintadas totalmente manipulados – e hoje alguns até pedem desculpas por sua idade e consequente ignorancia e passividade em política, em favor da direita corrupta e manaiapuladora.

  • marilamar

    Já se dizia na epoca que Collor foi massacrado por um Golpe Branco??? Ainda nao tinha internet??? Hoje mesmo ele bateu no Gurgel e no Civita e o já cassado Demostenes confirmou tudo!!! Tá melhor que a encomenda, um dos poucos parlamentares com coragem, vale por 10 suplicy, 100 Alvaro Dias, 100 Miguel Couto, 100 Demostenes, 100 Cassio Cunhal, 100 Katia de abreu. Parabens Collor de Melo

  • Um Presidente da República precisa contar com amplo apoio da população, pois o povo, somente o povo, é soberano. Mas, para exercer essa soberania o povo deve ser bem informado, não pode ser, o tempo todo, enganado pelos maiores grupos de comunicação.

  • JOSE

    O Collor (de péssima memória para todos nós) deu um show na Comissão de Ética agora à tarde. Fez três perguntas que obrigaram Demóstenes a dizer que o Procurador Roberto Gurgel prevaricou sentando encima da operação VEGAS; Fez o Demóstenes admitir que Carlinhos Cachoeira é fonte da revista Veja (de …) e que outros dois procuradores (que não guardei o nome) forneceram dados de processo que correm em segredo de justiça a revista Veja (de …).
    Foi com certeza o ponto alto da sessão. Demóstenes deve ter pensado “vou pro inferno mas não vou sozinho”

  • Celso Junqueira

    O Roberto Marinho também ajudou(e muito) a empurrar o Collor para o buraco.

  • Maria Teresa

    Fernando Collor tem demonstrado um excelente parlamentar. Acredito que, desta vez, poderá voltar à Presidência da República, queira ou não a Rede Globo.

  • ANTONIO CARLOS MARTINS

    PHA! Em 89 votei em Lula no Primeiro e segundo turno,nao votei em Collor pq tinha feito uma viagem ao nordeste e alagoas…nao gostei do que vi la…pobreza extrema!!agora Collor foi inocentado pelo STF…isto e publico e notorio!!como prof. de historia acompanhei todo processo de impechamant….como a maioria dos brasileiros naquela epoca,ele havia renunciado antes!!……eleito por Alagoas senador.Collor grande tribuno da CPMI da Veja….tem credibilidade qdo fala, pois teve a vida devassada…Avante Collor!!parabens PHA pela entrevista!!

  • Carl

    Como todos tem o direito de se redimir, o Collor está tendo uma oportunidade única para dá a volta por cima e o seu papel está sendo imprescindível nessa CPMI.

    Meus parabéns Collor.

  • Marcos

    Collor lembra o finado Jânio Quadros, com bem menos decigramas por litro….
    Não me arrependo de ter ido às ruas pelo impeachment, mas sempre é bom lembrar ( segundo o velho Doutor Ulisses ) que , na política nem tào amigo que não possa ser inimigo, nem tão inimigo que não possa ser amigo !!!

  • laura

    Eu assisti a toda a entrevista e aguardo outra. Quanto a dizer que é preciso considerar apenas aqueles que a sociedade aprova é um equívoco. Foi altamente positiva a escolha e acho que, em uma Democracia, temos de ouvir sempre a todos os envolvidos em fatos importantes da politica desse Pais. A cassação de Collor ainda tem muito mistério. Achei que, em certos momentos, o Senador foi até humilde e reconheceu sua dificuldade de formar alianças, motivo maior, segundo ele, pela sua perda de mandato.

  • Marcelo Solidade

    Collor foi ao conselho atirar no #Demóstenes pra acertar no #Gurgel #BrasilComLula

  • leonardo-pe

    bem,se eu fosse o collor,faria o mesmo.já q fui”vitma”dessa gente q me elegeu(sim!o PiG elegeu o collor).quero ver como,essa turma do PiG(e sociedade)vai encarar essa?

    • Francisco

      Eu não fui presidente nem nada desse porte, mas já passei apuro por causa de acusação falsa.

      Fui vitima do “espirito de alcatéia” que às vezes o ser humano abraça com entusiasmo!

      É um inferno, principalmente quando sabemos que não fizemos nada de juridicamente errado, mas fomos arrogantes ou pouco humildes. Pouco estratégicos…

      É um inferno…

  • Afonso

    Na época de Collor éramos bem representados, assim como estamos sendo no governo da Sra. Dilma. Independentemente de partidos, há pessoas capazes, sérias e comprometidas. Personalidade não é para quem quer, é para quem pode!

  • Francisco

    MelDels.
    Quando se chega à uma situação em que se tem que ficar ombro a ombro com COLLOR, notório ladrão, chutado da presidência, é porque a coisa para a turma Chapa Branca está desesperadora, hein???

    • yacov

      KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK… Ô, dó…

      “O BRASIL PARA TODOS não passa na gLOBo – O que passa na gloBO é um braZil para TOLOS”

  • Arnaldo Costa

    Quando o circo pegar fogo, vou cercar o palhaço para que ele não saia. Quero que os demotucanos pagem tudo que levaram de nós brasileiros. Dava para ter construído 5 países desse que entregaram.

  • Evaristo

    Saindo um pouco desse debate o jornal Folha de São Paulo na ânsia de eleger Serra se colocou contra a população. A matéria que fala da mobilidade urbana a Folha é contra a construção de corredores de ônibus, porque segundo o jornal poderia desvalorizar o entorno. É o jornal defendendo a especulação imobiliária e indo contra a lei da mobilidade urbanam, que prioriza o viário urbano para o transporte coletivo. Por uma faixa corredor de ônibus passam 10 mil pessoas por hora/sentido, enquanto a faixa para transporte individual passam mil pessoas. Matéria de hoje, o jornal que já foi contra o CEU, o qual chamava de escolão, deixa claro seu pensamento elitista contra a maioria do povo paulistano. Vai ser derrotada junto com Serra, como foi em 2010.

    • O JUIZ

      Meu caro Evaristo. Providencial seu comentário. O que espero sinceramente, é que os Paulistanos lembrem disso na hora das Urnas. A Elite paulista está apodrecida, cheira mal, mas mesmo moribunda, se apoia nos tucanos pra não perder o “osso”. Ou eliminamos de vez erra raça que conduz a política paulista, ou mudamos de País.
      Nós temos a força para decidirmos essa mudança.
      Então, mãos à obra, digo, ao voto!
      Grande abraço.

  • juin

    Nunca gostei do Collor, mas ele tem se mostrado um parlamentar muito atuante, o que ele fe no passado que fique lá, o importante é sua atuação atual.

    • Marcelo Zarra

      Collor tem se mostrado um parlamentar muito atuante sim, principalmente quando tentava barrar a criação da Comissão da Verdade e a liberação dos documentos da época da “Ditabranda” pelas Forças Armadas…

  • Vander Ferreira Salles

    Vocês têm de entrevistar pessoas que têm crédito junto à sociedade. Entrevistar o Collor é queimação de filme.

    • leonardo-pe

      eu não penso dessa forma.pois se eu fosse o collor,faria o mesmo cara!e é um dos poucos q não está”se promovendo”nessa bendita CPI!

    • Valdeci Elias

      O mesmo grupo que derrubou Collor, e tomou o poder. Tentou fazer a mesma coisa com Lula, e com Dilma.
      Não votei em Collor, e achei bom quando foi derrubado. Hoje me arrependo de ter sido usado, e ajudado a derrubar um presidente eleito pela maioria dos brasileiros.

      • Diego Rafael-DF

        Eu não. Collor, se não foi desonesto, foi no mínimo um péssimo presidente e altamente irresponsável. Provocou a falência da classe média, o comércio de Brasília, por exemplo, nunca mais se recuperou por conta do confisco.

    • Antonio Nogueira

      Não concordo Vander, o que tem que ser feito é uma revisão e uma releitura da história. De posse do que temos conhecimento da nossa grande mídia como manipuladora e criminosa, o PIG, penso que a retratação do ex-Presidente Collor é oportuna e uma forma de revisitarmos nosso passado recente. E penso também que ele, atualmente, atuando como parlamentar, pode trazer grande contribuição para o nosso País, justamente denunciando as relações criminosas da Revista Veja com o Contraventor Carlinhos Cachoeira e o Senador, muito mais nefasto, Demóstenes Torres. Aliás, a propósito, as declarações dele hoje no Jornal Hoje da Rede Globo, foram patéticas… Tão verossímeis quanto à inocência que o Fernandinho Beira-Mar declararia no mesmo Jornal.

    • Romilson

      caro Vander mil perdões como diz o boneco do plim plim, mais até o ladrão da cruz foi perdoando então quem somos nós pra julgá-lo. Acho que merece uma chance.

  • Arnaldo Costa

    Quando o circo pegar fogo, vou cercar o palhaço para que ele não saia. Quero ver os demotucanos pagando tudo que levaram de nós.

  • Flavia

    PHA…
    Este post e entrevista já entrou para a história.
    Qualquer historiador no futuro terá que consultar.
    O PiG destruiu a vida do Collor, não importa que ideologia ele defendia… hoje se percebe que ele está infinitamente mais para o Lula do que FHC, que já panfletou para o Lula, quem diria? Que interesses defendem os tucanos? eta perguntinha. O Collor bateu de frente contra grandes grupos oligárquicos deste país…

    Valeu…

  • Edmilson

    PHA, e quanto ao confisco da poupança, que Collor disse que Lula faria (para assustar possíveis eleitores do “Sapo Barbudo”) e depois ele mesmo se encarregou de fazer?

    • Aline C Pavia

      O confisco eu NÃO perdoo porque amigos do meu pai se suicidaram por causa DE COLLOR e Zélia. Gente nova, em idade produtiva, pais de família, de uma hora para outra tiveram suas poupanças confiscadas e ficaram desesperados. NÃO TEM PERDÃO.

    • Diego Rafael-DF

      Espero que essa pergunta tenha ficado para a parte dois do programa, até hoje espero uma resposta honesta sobre isso.

  • Maria Dirce

    Assisti e pensei-Quantas barbáries muito mais graves do que foi com Collor aconteceram e acontecem e fica impune.Por ex-O que Gilmar mendes faz como representante do orgão máximo da república que nome damos a isso? os políticos e governadores procuradores envolvidos com cachoeira formando um governo paralelo, que nome damos a isso? Caixa2? e a Delta com todos os políticos, em todos os Estados do Brasil.Entre a CPI em SP darão risadas do caixa 2 da época de Collor de tão pequeno que foi!!!!!Chegam basta de hipocrisia. prefiro mil vezes o Collor do que muitos por ai pregando a moral e os bons costumes de araque!!!!

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