O Conversa Afiada publica excelente artigo de Maria Inês Nassif, da Carta Maior:
PT: sem a reforma política, um caminho sem volta
Há nove anos no poder, num regime presidencialista de coalizão que tem o poder de agregar todos os vícios do sistema partidário, e como partido profissionalizado que tem de competir com os demais por financiamento privado de campanha, o PT chegou ao seu limite.
Maria Inês Nassif
O quadro eleitoral pós-ditadura envelheceu rapidamente porque nunca foi novo. Os partidos se rearticularam em torno das mesmas bases eleitorais do bipartidarismo, que por sua vez incorporou as mesmas práticas do quadro partidário que começou a se consolidar a partir de 1946, a redemocratização pós-Getúlio. Fugiu a essa regra, na redemocratização, o Partido dos Trabalhadores (PT). Há nove anos no poder, num regime presidencialista de coalizão que tem o poder de agregar todos os vícios do sistema partidário, e como partido profissionalizado que tem de competir com os demais por financiamento privado de campanha, o PT chegou ao seu limite. Existe uma linha tênue que ainda difere a frente de esquerdas formada no final da ditadura militar do modelito das demais agremiações brasileiras. Aliás, muito sutil. Para o partido da presidenta Dilma Rousseff, a reforma política é uma chance de evitar a vala comum dos partidos tradicionais brasileiros.
Em 1994, quando Fernando Henrique Cardoso foi eleito presidente pela primeira vez, o PSDB era um partido pequeno, de quadros e não apenas com uma vocação definida para a negociação, mas em processo de conformação ao neoliberalismo, que se tornava hegemônico globalmente. Ser governo, nadar em direção ao centro, e posteriormente mais à direita, e contar com quadros que deram sustentação ideológica à mudança de rumos do partido que começou social- democrata, facilitaram as alianças necessárias à composição de uma maioria parlamentar sólida. FHC tinha uma maioria mantida coesa com a ajuda da política tradicional, mas dispunha também de grande convergência de ideias. Fazer um governo do centro à direita , com a característica de unidade ideológica e de similaridade na práticas da política tradicional, foi o achado de estabilidade do governo FHC.
Após a vitória, entretanto, o partido de FHC, com a intenção de amortecer o impacto da aliança com os partidos mais fisiológicos, passou a investir na cooptação de quadros de legendas à sua direita – quadros que não deixaram de ser fisiológicos porque foram para o PSDB, mas, ao contrário, aceleraram a conformação do partido à política tradicional. O PSDB consolidou-se no Norte e no Nordeste graças à ação do “trator” Sérgio Motta que, no comando do partido e do Ministério das Comunicações, fez um trabalho de arregimentação destinado a aumentar rapidamente a bancada e dar maior poder de negociação aos tucanos, na aliança preferencial feita com o então PFL. No Sudeste, o partido comeu o PMDB pelas bordas. No Sul, manteve alguma influência por ter ao seu lado o PMDB.
Era a estratégia de fazer rapidamente um partido grande que, segundo o projeto do grupo original do PSDB, ficaria 20 anos no poder. A porta de entrada era a infidelidade partidária – a possibilidade de mudar de partido sem sofrer punições –, extinta no governo Lula pelo Tribunal Superior Eleitoral, uma decisão ratificada pelo Supremo Tribunal Federal, por provocação dos partidos governistas no governo FHC, que então eram oposicionistas e sofriam o efeito da perda de quadros para a bancada de apoio ao governo petista.
No final de oito anos de mandato, o PSDB havia sido tragado pela política tradicional. Era um partido com quadros nacionais originários do racha do PMDB, em 1988, aos quais se agregaram caciques vindos de outros, em especial no Nordeste. Nos Estados, todavia, estruturou-se absolutamente enquadrado na fórmula de cooptar o chefe político estadual e dar a ele autonomia para arregimentar os donos do poder nos municípios. A política do varejo passou a ser decidida pelos donos do partido nos Estados, a exemplo do que ocorria com o PMDB do qual rachou o tucanato; a política nacional, por “cardeais” que, no governo federal, davam o rumo ideológico do governo, articulavam “por cima” e garantiam a sua base atendendo aos interesses paroquiais de seus líderes estaduais (e nacionais também).
O PT teve um período de consolidação maior antes de chegar ao poder, em 2002, com Lula; e, como foi criado por quadros que militavam fora da política tradicional, sua absorção ocorreu de forma mais lenta. O partido de militância voluntária, no entanto, foi um modelo que começou a ruir nos anos 90; o discurso antiprofissionalização e anti-institucionalização de alguns grupos perdeu ainda mais força a partir de 1995, quando José Dirceu assumiu a presidência nacional, organizou uma burocracia partidária e estruturou profissionalmente o partido para disputar o poder dentro das regras estabelecidas pelas leis, com as devidas adequações às práticas eleitorais e partidárias, inclusive a entrada do PT no mercado de financiamento privado eleitoral, numa realidade em que o custo da disputa pelo voto aumentava de forma geométrica.
Nos dez anos que separaram a posse de Dirceu na presidência do PT do chamado escândalo do “mensalão”, que tirou o seu poder no governo Lula e no PT, o partido viveu um dilema hamletiano: aprendeu a usar o dinheiro e a mensagem publicitária para angariar votos e montou uma estrutura municipal que não apenas capilarizou seus votos, mas ampliou suas fontes de recursos; e de outro lado, submeteu os grupos mais radicais mas ainda os manteve na órbita do partido, “terceirizando” a esses grupos a tarefa de pressionar internamente por decisões de caráter mais programático e orgânico.
O PT completou com Lula oito tumultuados anos de poder, onde assumiu o desgaste pela inserção plena na forma tradicional de financiar partidos, teve de se escorar na popularidade de Lula e completou o ciclo de regionalização. Segundo um parlamentar petista, nos Estados onde o partido tem mais tradição de organização, já está distritalizado – isso quer dizer que, onde tem prefeitos, consegue eleger deputados estaduais e federais. Esse é um indicativo bastante forte de que, do ponto de vista funcional, o partido já opera de forma muito semelhante aos demais.
Proliferam também, Brasil afora, situações onde os grupos do PT mantém-se rachados em relação aos governos estaduais e municipais: dividem-se na escolha dos candidatos, os grupos vencidos se afastam durante a campanha e, na composição com um vitorioso de outro partido, uns grupos ficam, outros vão embora. Isso era impensável no passado, exceto no Rio, onde constantes intervenções da direção nacional mais atrapalharam do que ajudaram a unidade do partido.
Do ponto de vista nacional, existem louváveis tentativas de costurar uma certa organicidade no partido que está há nove anos no poder, mas numa coalizão que vai, a partir dele (com seus setores mais de centro-esquerda e outros à esquerda) até partidos de extrema-direita, convivendo com uma oposição que interrompe o arco de alianças ao tentar situar-se ao centro (embora com muita tendência à direitização). A direção nacional tenta definir uma pauta política do próprio partido, que não esteja atrelada simplesmente às posições de governo, e discute seriamente mudanças na legislação eleitoral e partidária para evitar que quadros ideológicos desapareçam diante da necessidade de fazer caixa de campanha (e portanto atrair o interesse das empresas), e para interromper o processo de favorecimento de lideranças boas de voto e dinheiro, em detrimento dos melhores quadros orgânicos.
Sem a reforma eleitoral e partidária, certamente o PT, como partido de governo num regime presidencialista com as características do nosso, não deixará de crescer. Com uma reforma eleitoral que privilegie o voto distrital, também tem chances de manter um crescimento consistente. Com finaciamento privado de campanha, todavia, deixará de ser em pouco tempo o partido que se diferencia no quadro partidário. Em muito pouco tempo. Está no seu limite.
Leia também: Financiamento público de campanha. PSDB e PMDB preferem o caixa dois
E mais: Inês: PIG denuncia corrupção. E se cala sobre o Caixa Dois



Que aqueles parlamentares mais antigos vêm matando aos pouco, pois receberam uma sigla partidária, que lhes deram de graça até pelo seu imenso valor, e, no entanto, não fazem nada pelo engrandecimento da mesma. Creio que vejam o Partido simplesmente como uma vaca leiteira para eles mamarem e se regalarem. A essa gente só interessa o poder, a fama e o dinheiro, muito dinheiro, caso contrário querem mudar de sigla ou fundar uma outra.
O maior indício que o PT se tornou como os outros (se é que já não era assim antes, mas ninguém tinha percebido porque eles nunca tinha estado no poder) foi o fato de trair o povo brasileiro nas questões de falta de ética na política e corrupção antes criticados por eles mesmo do PT em relação aos outros partidos. Infelizmente, os partidos carecem ideais e de clareza na prestação política que devem a sociedade e o PT não foge a regra.
O maior obstáculo do PT chama-se: PAULO IBERNANDO.
LEY DE MÉDIOS, já!!!
O período de consolidação do PT se deu de forma mais lenta porque, diferentemente de outros, ele não aceitou a politicagem e a farra do público/privado comuns em outros partidos.
Com todo o respeito pelo artigo da Inês,este cataclismo não florescerá na historia do PT,desde que seus dirigentes sejam sábios,hábeis e não enveredem pelo caminho da aventura e gestões temerárias.Esta história de que fin.público evita cx dois é totalmente utópica.Quem garante que o empresário e o candidato desonestos “da direita” não combinem gastar dh não contabilizado na campanha,além de receber verba pública?-Essa gente vai ter um cartucho a mais pra gastar nas campanhas,além de causar um rombo nas contas públicas. O que pode debilitar o PT e até destruí-lo são outros inimigos:Uns declarados;outros,ocultos.P/ex:Um Alkmim,um Serra,um Freire,ETC,caso chegasse à presidência da república Com certeza,faria um tratamento desigual entre os dirigente petistas,”gov.prefeitos,etc” e os demo-tucanos, e isso faria uma diferença significativa nas administrações;sobretudo,p/conluio com a mídia que acoberta as mazelas da elite e demoniza o pt perante a sociedade.Inabilidade, cochilo e gestões temerárias,a ex.do q/fizera o tes.Delúbio são fatores que debilitam o partido e o coloca vulnerável perante seus ferrenhos inimigos.
Está atrasada.
As campanhas ja são financiadas com $$$ público.
Ou o dinheiro do caixa dois, brotou em árvores, e foi colhido em cuecas?
Daniel, o dinheiro foi realmente colhido na horta do Daniel Dantas e cia. e algumas multinacionais que lucraram com as privatizações, além de empreiteiras corruptoras.
O PT já não é o mesmo faz tempo! Apolônio de Carvalho deve está debruço. O PARTIDO DE ESQUERDA MAIS VIÁVEL no momento é o PCdoB. Aqui em Minas Gerais nas eleições de 2008 o PT se uniu ao Sr. Aécio Neves elegeram Marco Lacerda (PSdB , RESULTADO , em 2010 a esquerda mineira tomou um banho novamente do Aécio, e para piora as coisa o senado Itamar morre e assume em seu lugar o EX presidente do Cruzeiro….
Com as regras que temos hoje o PT teria que escolher entre sumir, desaparecer ou aderir ao financiamento privado. Por mais ideologia que exista se opor a isso é deixar de fazer política, é suicídio. A democracia está assim no mundo todo. O capital comprou a democracia e única maneira de reverter é financiamento público e vejam a dificuldade para o PT aprovar o financiamento público.
Pode o PT se prejudicar com isso, mas a esquerda é uma idéia, não é um partido. Então se o PT não aproveitar e mudar as regras para mantê-lo com identidade de esquerda outro partido vai fazer essa frente.
Acho que a bandeira que o TP está carregando sozinho agora, a da reforma política, não pode ser deixada à deriva.Será a tábua de salvação do partido.´Seria bom que eles prestassem atenção no que a Maria Inês diz.Não sou filiada, mas meu voto sempre será do PT.Eu confio no partido do Presidente Lula.Essa reforma deve começar pelo financiamento público das campanhas.Isso já seria um grande avanço. Resta ao partido colocar a campanha nas ruas prá valer.
Pois é. Vou me juntar a elite, vou ser cínico, vou ser falso, hipócrita, calhorda e me juntar ao Partido dos Subservientes que Denigrem o Brasil.
Complementando/corrigindo meu post anterior: um partido com mais preocupação com o povo e mais desprendido com as atuais tradições políticas, sendo o PT ou qualquer outro, só teria chance com a regulamentação da mídia.
PHA eu cresci nas passeatas nas ruas defendendo o PT, seus ideais e LUTA. Frases como: Nao fique ai parado, voce é explorado. O povo unido jamais sera vencido. Cheguei a perder a voz de tanto gritalas ao lado dos meus companheiros. Me emocionava ao ouvir Lula ainda um jovem idealista sindicalista discursar em um pauco. Chorei com os sem terras acampados em baixo de chuva, rezando, pedindo que Deus desse voz e vez ao povo através do PT.
Por esses motivos, com muinta tristeza discordo quando a nossa amiga fala de partido diferenciado, porque isso é uma coisa que o PT deixou de ser a muinto tempo.
Falamos de transparencia, mas onde esta? Existe ou melhor pode existir nesse caso? Muintos compromissos amigo PHA, caminho sem volta.
A jornalista Maria Ines Nassif constatou o que qualquer petista serio já sabia, o PT desde que entrou para o poder mudou consideravelmente, já não é um partido que representa os trabalhadores e sim um partido que representa uma parte da classe dominante porque se não for assim é apeado do poder em cinco minutos. È uma escolha. O partido não passa de um monte de burocratas deslumbrados pelo e suas benesses, com o Lula ainda tivemos um governo meio trabalhista mas com a Dilma esquece, essa nem petista historica era; o governo que ela está fazendo qualquer um faria, ou os outros partidos já não sabem o caminho pra se manter no poder? Pra quem viu o PT nascer e cerscer é frustrante, ninguem quer uma revolução, mas esse comodismo e mais do mesmo não dá, pra tirar o pelo do trabalhador já tem os partidos de direita.
é engraçado como o pessoal comenta sobre o PT como se eles nao fossem desvinculados de dilma e lula.peca o pt , pecam dilma e lula.
viva dilma! viva lula!
Como tem pessoa que creticam tanto o PT de hj por não falam dos 500 anos de atraso dos brasileiros olha nesses dias uma catadora de papel mais importante que certos politicos trapasseiro hj ela está na USP, viva o Lula e a Dilma graças ao FIES o PROUNI, ” VCS QUE FORAM AJUDADO AGREDEÇO A DEUS QUE HJ SÃO ALGAMAS PESSOAS FORMADAS”. E de valor os que fizeram pelo povo Brasileiro. Se acha que aqui está ruim tem Grécia te esperando.
Fianciamento Publico Já!!! Fora Caixa 2!!!
Igual ou não, o PT fez a diferença e, hoje, o Brasil está melhor. Só não vê quem não quer e nem aceita ver. O resto é questão de ponto de vista e, principalmente, de quem não é do PT. Eu sou, sem medo de ser feliz!!!
Se correr o bicho pega,se ficar o bicho come…Inês,do céu! vc quer me matar?!
Exato, exato, exatíssimo, grande Inês. Financiamento privado é o câncer central do sistema. Vamos matá-lo, e acabou 99% de ameaça à democracia e ao desenvolvimento. Até o PT, quem sabe, voltará a ser o PT.
Até quando teremos que aguentar o deputado JAIR BOLSONARO, que atacou a honra de nossa PRESIDENTA DILMA, que País e este, em qualquer outra democracia esse sujeito já estaria vendo o sol de forma diferente.
Concordo com Inês Nassif em quase tudo. Apenas entendo que o sistema Distrital não irá favorecer ao PT, e muito menos a democracia. O problema será afastarmos alguns políticos da prática de caixa 2, e de seus financiadores; que na verdade, são as pessoas para as quais a maioria dos politicos trabalham realmente. Infelizmente!!!
Olá,
Discordo da Inês em apenas um aspecto. O PT não vai deixar de ser um partido diferenciado em pouco tempo!! O PT já é um partido comum, e não se diferencia maisdas outras agremiação. Digo isso com tristeza, mas é a realidade política que temos.
Abs,
Concordo plenamente, Nilson.
Em 3 palavras: “Blá Blá Blá”. O PT de São Paulo pode ser uma porcaria igual aos demais, mas o BRASIL não é só São Paulo. A realidade brasileira, em franca transformação, assim o atesta. Então, penso que esses ataques ao partido, querendo ilegitimamente nivelá-lo aos demais, são fruto de inveja, ressentimento, ou ignorância mesmo. E VIVA O PT!!
“O BRASIL PARA TODOS não passa na gloBO – O que passa na glOBo é um braZil para TOLOS”
Os empresários que se internacionalizaram e ganharam dinheiro como nunca a partir de 2.003, no Brasil DL (depois de Lula), não vão deixar de enxergar o progresso que poderão obter com o financiamento de uma base parlamentar sólida do PT. O PT terá dinheiro de financiamento privado. O necessário será buscar as pessoas ideológicas para remontar os quadros capazes de aprimorar a gestão públicas com paixão coletiva.
José Ivan Mayer de Aquino
Ação da Cidadania Contra a Fome, a Miséria e Pela Vida
Com todo o respeito que a Inês merece, mas “o financiamento privado não vai matar o PT coisíssima nenhuma”!! Afinal, o PT sobreviveu até hoje como?? Com financiamento privado, oras!! E mesmo assim, apesar de algumas concessões, após ascender ao poder, não perdeu seu caráter popular, progressista e desenvolvimentista. E do jeito que o Brasil está crescendo sob a égide do PT, eu duvido que o velho e o novo empresariado que está nascendo, que estão lucrando uma barbaridade no país, deixe de apoiar o partido e passe a apoiar uma volta ao braZil colonizado e eternamente em crise que era antes de 2003.
“O BRASIL PARA TODOS não passa na glOBo – O que passa na glOBo é um braZil para TOLOS”
Perfeita Maria Inês Nassif, como sempre. Faço coro com os demais leitores para salvar a democracia brasileira. Acessem e leiam: http://bernardoalerta.blogspot.com/2011/11/e-que-o-nosso-lula-e-seu-grande-fiador.html
O maior adversário do PT é a transparência. Por paradoxal que pareça, só o pobre tem a perder com a transparência já que não tem onde esconder nada. A transparência está levando o país teoricamente a um desfecho na batalha contra a corrupção, certo? Errado. A direita está espremendo o PT para assim o fazer, para então, assim que tomar o poder de volta revogar tudo e retornar aos velhos esquemas de financiamentos eleitorais com dinheiro público roubado do erário, o “paulopretismo”. O país não avança organicamente contra a corrupção porque a cultura política popular não avança nesse sentido. A prova é a repercussão do discurso pseudomoralista dos “cansados” enquanto não repercutem as medidas de transparências tomadas. Não se vê ou ouve agentes sociais comentando ou preocupados com essa ou aquela informação nos portais da transparência. Desta forma, fica provado que a revogação deste aparato legal será tranquilamente digerida pela dita sociedade politizada e quam vai sair no prejuízo será quem mostrar todas as cartas.
VIVA O BRASIL: “Daniel Dantas consegue acesso irrestrito a arquivos da Satiagraha”…
http://www1.folha.uol.com.br/poder/1011677-daniel-dantas-consegue-acesso-irrestrito-a-arquivos-da-satiagraha.shtml
Adeus, cansei de ser “do contra”. Vou aderir ao “sistema” e ficar rico… Ser honesto nesse país não vale a pena!
Colega, como costumo dizer:
Em alguns casos, não há como ser contra o sistema, mas é perfeitamente possivel usar o sistema contra ele próprio, captou?
Gui Milani, se tivéssemos conseguido enriquecer desonestamente provavelmente não estaríamos nesse site, não é mesmo?
Salvem a democracia brasileiraaaaaaaaaaa!
Salvem a democracia brasileiraaaaaaaaaaaaaaaa!
Como “salvem”? SALVEMOS, meu! Nas próximas eleições, temos que dar o sangue pra evitar a volta da DIREITONA BANDIDA E SUA “MÍRDIA” ao poder. É tudo que podemos fazer. Quanto ao outro, que disse que queria “aderir” pra também ficar rico, TÁ SONHANDO. O clube é bem “fechado”. Só entra os filhos e netos dos atuais ´”sócios”.