Cunha: PiG, olha o teu rabo !

O Conversa Afiada reproduz artigo de Luiz Claudio Cunha, que fez memorável discurso na Universidade de Brasília e pediu a extinção imediata da Lei da Anistia.
Aqui, ele fala do PiG (sem citá-lo nominalmente, porque se trata de pessoa de fino trato.)
A imprensa: lerda para se corrigir
Luiz Cláudio Cunha *
A imprensa sempre critica, sob aplausos gerais, a lentidão da Justiça. Mas merece vaias quando posterga decisões justas que poderiam melhorar a qualidade da informação no país. Juristas e jornalistas se reuniram em outubro, em Porto Alegre, num seminário para discutir o vácuo jurídico criado pela revogação em 2009 da Lei de Imprensa, um entulho produzido em 1967 pela ditadura e removido sem deixar saudades.
Como sempre, houve divisão quanto à recriação de uma nova lei. Os jornalistas continuam contra, enquanto os juízes defendem uma legislação específica para regular a mídia. O principal foco da discordância é o direito de resposta, que os veículos só concedem por instância final da Justiça, sempre mais tolerante com o direito do outro lado ser ouvido, sem demora.
O próprio consultor jurídico da Associação Nacional dos Jornais (ANJ), Alexandre Jobim, admite: “Ainda se percebe uma falta de iniciativa dos meios de comunicação em relação ao direito de resposta”. É uma opinião relevante, já que a ANJ reúne 155 dos mais importantes jornais brasileiros, responsáveis por 90% da circulação de jornais pagos no país, que chegam a 4,3 milhões de exemplares diários.
O jornalista e deputado federal Miro Teixeira (PDT-RJ dá a receita mais simples e direta: “O melhor que pode acontecer é o jornal aceitar o pedido de resposta por livre e espontânea vontade, porque ali também há informação. O recurso à Justiça só deve ser feito em último caso”. O vice-presidente da Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris), Benedito Felipe Rauen Filho, ecoa: “O direito de resposta deve ser imediato, atendido logo após ser solicitado, para que cumpra seu papel”.
As chicanas jurídicas que retardam a resposta de quem se acha atingido pela mídia acabam desgastando os próprios veículos de comunicação, que passam ao público uma imagem de intolerância e prepotência que desconsidera a liberdade de expressão de quem também consome a informação. E, como todos sabem, a imprensa precisa dar e o leitor merece receber a informação mais precisa e verdadeira — sempre.
Capricho sem desculpa
O viés autoritário ainda é forte no país. Respondendo a uma pergunta do jornal Zero Hora sobre a eventual proibição prévia de publicação de matérias, o juiz Teori Zavascki, ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e professor de Direito da UnB, conseguiu vacilar: “É difícil responder. A regra óbvia é que não deve haver proibição prévia. Mas há situações-limite em que pode ser necessário, como num caso reiterado de racismo e discriminação”. O deputado Miro Teixeira ensina: “É censura deslavada. Primeiro, se publica a matéria. Depois, se for necessário, se postula direito de resposta e indenização”.
Apesar de tanto bom senso, a ANJ concedeu um ano de prazo para os jornais aderirem a um programa de autorregulamentação. É um capricho indesculpável. Basta copiar agora, já, o CONAR que rege a publicidade brasileira, aplicando imediatamente a regulação que protege a informação, os veículos e seus leitores.
A imprensa não demanda tanto tempo, tanta hesitação, para corrigir seus erros.
Uma imprensa que se respeite deve cobrar de si mesma a imediata, inadiável correção que exige dos outros.
O distinto público só terá a agradecer.
* Luiz Cláudio Cunha é jornalista
Como ser elegante com aqueles que chafurdam na lama?
De tanto uso indevido o bico da ditabranda cresceu e não dá sinais de retrocesso!
Como ter democracia se s veículos midiáticos expressivos em contexto nacional ou em regional/local, estão sob concessão de grupos políticos que desde a Ditabranda esteve no poder?
Sinto-me sem voz, mudo, só…não posso falar!
A mídia que se utiliza de mentiras, que é conivente com a corrupção, alimentando-a por várias vezes; não tem moral para julgar ninguém. Querem exigir bons exemplos dos outros, que deêm o exemplo. Lei de Mídias, já!!!
Se quiserem que eu saiba de algo não usem a globo: não leio, não vejo, não escuto, porque faz mal à saúde.
Autorregulação da mídia no Brasil? Só pode ser brincadeira. Não é possível comparar a mentalidade dos barões golpistas da grande mídia com a mentalidade dos donos das agências de propaganda, mesmo das grandes.
Direito de resposta inesquecível é o de Brizola ao Jornal Nacional, na voz de Cid Moreira.
Esse Brizola…..
A Lei de Medios é uma imposição, Povo Unido Jamais será vencido.
Os porquinhos estão se afundando no próprio esgouto.
O Miro me surpreende. Porque tanto rapapé com a mídia? E não é de hoje.
Max
Atenção!!!
O Golpe do Dossiê já deve estar em curso de novo, lembram?! Agora o alvo é Haddad…
E o Zé…o tucano infiltrado vai fazer o que? Nada…
Grande matéria. Esse finalzinho foi o must:
“Uma imprensa que se respeite deve cobrar de si mesma a imediata, inadiável correção que exige dos outros.”
A nossa grande imprensa, definitivamente, não tem nada de grande não é nem um pouco respeitável. LEI DE MIDIAS, JÁ!!
“O BRASIL PARA TODOS não passa na glOBo – O que passa na glOBo é um braZil para TOLOS”
Não sou um conhecedor da história do jornalismo brasileiro, mas sei que já existiram muito mais jornais e emissoras de TV do que hoje,e com outros viéses que não o ponto de vista das zelits: Tupi, Excelsior, Jornal do Brasil, do Commercio, etc. Porque ficamos reduzidos a falHa, Gloebbels, esTADÂo e viEja, que são os veículo dedoutrinação das zelit’s??? Porque as outras classes sociais não tem, ou não são incentivados a ter, os seus próprios veículos de comunicação??? LEI DE MIDIAS JÁ!!
“O BRASIL PARA TODOS não passa na glOBo – O que passa na glOBo é um braZil para TOLOS”
“ANJ concedeu um ano de prazo para os jornais aderirem a um programa de autorregulamentação.” E, para onde ela mandou o Congresso e a Justiça brasileira?
Trololó, trololó, trololó.Quero ver o deputado Miro Teixeira, que liderou a cruzada contra o entulho da Lei de Imprensa , liderar a cruzada para a criação da Ley dos Medios.Por enquanto só ficamos com o trololó, trololó, trololó e o PIG segue na sua cruzada diabólica para desestruturar o governo da Presidenta Dilma.
Ph,desculpe por seu apreço a cunha,mas,q mundo ele quer fazer acreditar q habita?!.Elegância é uma coisa;empacotar sofismas,são outras.
Caro PHA penso que voce ja deu uma olhada no Globo online,esta de roupa nove e como eles dizem reflete a alma do jornal sabem porque?
Eles cortaram,acabaram com os comentários,realmente agora eles mostram o golpe desejavel, sem os comentários os leitores não poderam mas denuciar as fraudes e as mentiras do PIG,pode esperar que o proximo vai ser a Folha e o Estadão.
“Grobo” “on line”, cada vez mais “off line”.
Léo, eu não sabia disso, sabe por que, eu não perco tempo vendo aquela PORCARIA, faça o mesmo vai gostar muito.
Leo, acho que a Folha faz pior: só publica os comentários dos leitores cujas opiniões reproduzem o seu jornalismo manipulativo. Todos os meus comentários são enviados à moderação e nunca publicados.
Utopia!
A sintese do conflito, informação e o direito da, os tucanalhas tem sim o direito mesmo que oblíquo de informar os seus seguidores, fraternalmente apelidados de “trollzinhos”, assim como o Governo tem o dever de coibir crimes midiáticos, bastando para isto adotar um selo de qualidade, como foi feito revolucionáriamente com nosso cafézinho, o selo “ABIC”, pois existiam todo o tipo de impurezas no café, e com o selo “PIG”, ou “PP” puro porco, ai então estaríamos, mais sossegados enquanto consumir informação/arte/cultura e entretenimento enquanto mercadoria, simples assim…maumau