Redação Conversa Afiada

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Rebelo quer proteger o pequeno agricultor.
Ele não tem como cumprir a lei

    Publicado em 09/06/2010
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Viva a jaca

 

 

O deputado Aldo Rebelo (PC do B de SP) é o relator da reforma do Código Florestal.

Clique aqui para conhecer o que ele pensa.

Um editor de Ciência da Folha (*), Claudio Ângelo, na pág. A16, publica hoje artigo de furiosa crítica ao trabalho de Rebelo, sob o título “Parlamentar comunista vira ideólogo da bancada ruralista”.

Essa esdrúxula conversão – de um comunista à causa ruralistas – se deve, segundo o editor, à tentativa de Rebelo de “flexibilizar” o Código – e comprometer a proteção ao meio ambiente.

Paulo Henrique Amorim conversou com Rebelo por telefone.

Clique aqui para ouvir a íntegra da entrevista.

Os trechos principais da entrevista são:

Rebelo não quer “flexibilizar” o Código Florestal, mas proteger o meio ambiente e tirar da ilegalidade 90% dos produtores agrícolas brasileiros.

Principalmente, proteger os pequenos priprietários que não tem como cumprir a lei atual.

Por exemplo, quem consome arroz no Brasil comete um ato de ilegalidade.

Como o arroz é produzido em várzeas – aqui, na China e na Tailândia – e as várzeas são protegidas pela lei atual, quem come arroz consome um produto ilegal.

O relatório de Rebelo pretende proteger proprietários de 1, 2 ou 3 hectares.

E dar mais poder aos Estados para que regulem, dentro de linhas gerais de proteção ao meio ambiente, a ocupação, segundo as características regionais: o Amazonas não é igual a São Paulo.

Rebelo também assegura que o seu relatório preserva os rios permanentes, ao contrário do que diz o editor da Folha.

Este editor chega a acusar Rebelo de uma extravagância: querer naturalizar a jaca.

Onde já se viu isso ?

Rebelo considera o editor da Folha um cosmopolita deslumbrado.

E explica que, entre muitos absurdos, houve quem cogitasse de retirar as jaqueiras das áreas públicas do Rio de Janeiro, já que as jaqueiras são “exóticas”, ou seja, não são tipicamente brasileiras.

De fato, lembra Rebelo, as jaqueiras chegaram da Índia no seculo XVII, mas no século XIX ajudaram a fundar a Mata da Tijuca.

Seria o caso, então, disse, Rebelo, com ironia, de requerer a naturalização da jaqueira.

E aproveitar para adicionar um pouco de senso de humor a este editor da Folha – lembrou Paulo Henrique.


Paulo Henrique Amorim

(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que avacalha o Presidente Lula por causa de um  comercial de TV; que publica artigo sórdido de ex-militante do PT; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

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  • alexandre de melo martins disse:

    aldo rabelo :
    o trafico de drogas tambem sustenta muita gente.
    eles nao tem condicao de cumprir a lei, preciasm vender
    para manter seus vicios.
    aldo derta vez Getulio Vargas disse: a lei ora a lei.
    repita-o.

  • Adriano disse:

    Caro PHA,

    Estw novo Código não tem como objetivo proteger o pequeno agricultor. É uma falácia afirmar isso. Ofende ao pequeno agricultor. Este novo Código beneficia única e tão somente a Bancada Ruralista, que quer dar licença para desmatar nossas matas que ainda sobrevivem e ajudar ao Agronegócio.

    Depois que nossa mata virar um deserto, e as empresas estrangeiras remeterem todo o lucro p/ suas matrizes, darão a desculpa de que o Governo não cuida de seu país, e irão para outro. E os ruralistas, incluindo o Sr. Rebelo, se mudarão p/ Miami, tranquilamente, enquanto o pequeno agricultor ficará lá com o deserto. E todos nós seremos prejudicados.

    PHA, aconselho que consulte o MST, a Via Campesina, se quiseres saber sobre o impacto do novo Código para o pequeno agricultor.

    Abraços!

  • José disse:

    Ruralista, na Globo, alegando preocupação com questão social ao defender ‘novidades’ no Código Florestal ??? http://www.youtube.com/watch?v=uPiJZ4v3BrI&feature=related
    hummm… sei não…

  • ELVIS GIMENES disse:

    concordo com rabelo, a lei como está é inviavel, tenho clientes que estão vindo pra cidade pois sua propriedade pequena se tornou inviável, daí, mas casas, mais inchaço, mais favelas. Porque não aplicam a lei nos centros urbanos? grandes empresas em foz do iguaçu constroem em área de bahando, preservação permanente, e nada do código florestal, nada de meio ambiente, o ibam não fam nada, a SEEMA não faz nada e a municipio ainda menos, Nem mesmo itaipu quer saber deste problema.

  • Marcos Nikolai Nadezhda disse:

    DIVULGUEM !!!!!!

    PHA x PIG Azedo

    Pessoal, vamos continuar votando no PHA E LULA todos os dias, DIVULGUEM, pode-se dar 1 VOTO A CADA UMA HORA de
    intervalo.
    Coloquem esse link em SEUS FAVORITOS, ou nas PÁGINAS INICIAIS.
    http://www.whopopular.com/Paulo-Amorim Votem no PHA

    http://www.whopopular.com/Lula-da-Silva Votem no Lula

  • yacov disse:

    VIVA AS JACAS!!!

    Mas não aonde causam desequilíbrio ambiental, né!?!?

    “O BRASIL PARA TODOS não passa na glOBO – O que passa na glOBO é um braZIL para TOLOS”

  • yacov disse:

    Há estudos que provam que a simples melhor utilização das terras agicultáveis atuais, aumentariam nossa fronteira agrícola em 90%, sem necessidade de derrubar um árvore que seja. Boi, tem mais terra que gente no país…

    Gente!!! O que estamos fazendo??? Estamos assistindo, inertes, à destruição completa de nossas florestas para benefício do agrobussiness que promove impunemente à demonização dos movimentos de fundo sócio-ambiental e preservacionsita…

    “O BRASI PARA TODOS não passa na glOBO – O que passa na glOBo é um braZil para TOLOS”

  • yacov disse:

    BACANA, PH!!!

    Defender o pequerno agricultor e flexibilzar a legislação ambiental quanto às características de cada região é nota 10.

    Mas e quanto a legalização de terras griladas e perdão a desmatadores, que, ao que parece, este lei também promove??? Que tens a dizer??? Abs

    “O BRASIL PARA TODOS não passa na glOBo – O que passa na glOBo é um braZil para TOLOS”

  • eroni spinato disse:

    PHA, me desculpe mas CNA está usando os pequenos agricultores para se locupletarem. Assim foi com o código de menores que era para menor carente, e virou imunidade para menor deliquente. Quanto ao Rabelo, estou sentindo um cheiro de Roberto Freire, acho que vão repetir o filme.

  • Daniel disse:

    segundo dados de 2008 do Dieese há no Brasil 3.126.007 imóveis rurais com até 50 ha que representam 57 % da área, e 73% de todos os imóveis. já as grandes propriedades de 500 a 2000 ha são 144.281 imóveis representando 56,1 % de toda área e apenas 3,5% de todos os imóveis. Já há a possibilidade para o agricultor familiar que, caso somado APP e Reserva Legal exceda 25% de sua propriedade fica-se restrito aos 25%. MST e CPT estão contras. Por acaso são Ongs ambientalistas financiadas pelo Complô Internacional para Dependência Brasileira? Este projeto favorece os GRANDES proprietários. E não me venha com esse nacionalismo rasteiro. A Kátia/CNA estão adorando porque deixaram na mão de um ‘comunista’ a defesa do atraso de seus interesses. Quem quer maior legitimação do que essa. Só faltam falar que historicamente o grande agricultor foi um fator progressista em nosso país.

  • pedro disse:

    (1) liberar geral a exploração de morros e encontas, com todos os desastres naturais que estão acontecendo e sendo os morros o principal local de nascentes; (2) atribuir aos estados o poder de diminuir (só diminuir, não aumentar) a faixa de proteção da vegetação ciliar, estimulando uma guerra ambiental entre os estados para ver qual tem a legislação mais permissiva; (3) anistia ampla aos desmatadores e (4) muitas outras barbaridades que causam um retrocesso em mais de 40 anos da legislação ambiental. Isto é indefensável! Quem se propõe a defender algo tão nocivo à sociedade perderá qualquer capital de credibilidade.

  • Rafael Laia disse:

    Outra observação longe de ser esdrúxula da forma como foi tratada:
    Cogitar a retirada das jaqueiras das áreas públicas do Rio de Janeiro não é um absurdo. Faz sentido não porque as tais árvores são “exóticas”, mas sim porque essas se encaixam em uma categoria dentro de “exóticas” denominada por “exóticas invasoras”. Ou seja, essas plantas além de não serem nativas do Brasil, através de complexas relações ecológicas com outros seres vivos da mata causam a perda da biodiversidade nativa tanto animal quanto vegetal.

    • Alberto Silva disse:

      Essa é uma questão extremamente relevante, pois as espécies exóticas invasoras são a segunda princiapal causa de perda de biodiversidade. Além disso ,algumas estimativas apontam que o país perde cerca de 200 bilhões de reais por conta dos prejuízos causados a própria agricultura e a pecuária, aos estoques pesqueiros e à saúde humana (dengue, por ex). E nessa discussão de alteração do Código Florestal, se apresenta a idéia de flexibilizar a recuperação de áreas degradadas, principalmente áreas de presenrvação permanente (APP) e Reserva Legal, com espécies exóticas comalto potencial de invasão biológica, como Pinus e dendê. O que é de extrema importância nesse debate é a valorização e valoração econômica da nossa biodiversidade.

    • Nádia disse:

      Rafael,
      Excelente observação.
      Desculpe PHA, mas dessa vez você errou e errou feio.
      Sugiro que consulte um biólogo de verdade, e procure entender essa questão de espécies invasoras. Existem várias espécies exóticas, que não devem ser preservadas aqui, e principalmente, espécies que, ao serem introduzidas, causam desastres ambientais: vide rã-touro, caramujos, e uma espécie de capim para o gado.

  • Rafael Laia disse:

    Infelizmente desta vez tenho que concordar, em parte, com o editorial da Folha. Apesar de ser Lula ferrenho, acho um retrocesso esta reforma do Código Florestal.
    É um absurdo afirmar que a ocupação e a proteção ao meio ambiente devam ocorrer segundo as características regionais. Chutemos o balde para o que resta da Mata Atlântica de São Paulo ou chutemos o balde para a Amazônia do Amazonas? Definitivamente essa não é uma estratégia inteligente. Dar mais poder de regulação aos Estados facilita a ação de devastação ambiental por interesses pessoais através de pressão política local. Vide a nova legislação ambiental do Estado de Santa Catarina onde a mata ciliar foi reduzida de 30m de distância dos rios para 5 a 10m. As enchentes aconteceram e acontecem e o governo de lá ainda insiste nessa questão.

  • Antonio Carlos Santos disse:

    PHA,
    Desculpe, mas você está errado. A proposta do Aldo Rebelo é um retrocesso. Se aprovada, vai “flexibilizar” a destruição da natureza, e a longo prazo o prejuízo será enorme, principalmente para os pequenos agricultores, que no afã do lucro rápido vão deteriorar o maior patrimônio que tem.

  • Carlos disse:

    Caro PHA,

    Com todo respeito, discordo de sua opinião. O relatório do Aldo atende aos interesses dos latifundiários. Não é à toa que recebeu todo o apoio da bancada ruralista. Essa história de que a natureza representa um impeditivo para o desenvolvimento é balela e é mais balela ainda dizer que o texto tentou corrigir incongruências na legislação atual que prejudicam o pequeno agricultor. Com todo respeito ao camarada Aldo, tenho receio de que ele deixou de ser comun-ista e passou a ser rural-ista. Perceba que não é muito difícil se transformar de um em outro. Afinal de contas, não foram muitos os que já debandaram para o lado de lá, não é mesmo?http://www.cartacapital.com.br/app/materia.jsp?a=2&a2=6&i=6992
    A propósito, quem quiser ver a coisa de outro ângulo, leia

  • Anderson Barbosa disse:

    A patética Marina Silva, diz ser um erro essa reforma do Código Florestal ao alegar que seria um retrocesso para o mesmo. Afinal de contas, de que lado ela está? Ao lado daquela jagunça do Norte do país? Traíra!!!

    • Paulo Gondim disse:

      SE a MARINA tá contra é porque é bom. Quanto ao lado em que ela está, não tenho dúvida. Claro que é das oligarquias, que semmpre dominaram o setor rural. Mas ela só terá atenção até o dia da eleição. Depois, sumirá, como sumiu a Eloisa Helena, o FHC e tantos outors que nada fizeram pelo país.

  • Adilson disse:

    PHA,

    Qualquer cidadão em sã consciência irá defender o meio ambiente, especialmente, num país abençoado por Deus como o Brasil em relação ao meio ambiente. Todavia, desde já, sou a favor de Rebelo, pelo simples fato da Folha e da caiado de saias Kátia Abreu serem contra.

  • Urbano disse:

    Rebelo, não te exasperes porque os ruralistas e o pig não possuem cérebro nem cerebelo.

  • PHA acorda. Esse projeto é um aleijão. Os pequenos produtores já foram contemplados no acordo com o então ministro Minc.

  • nilton disse:

    PHA no minimo vc deveria ler o relatorio do Aldo. A PIG esta certa dessa vez!

  • Gabriel disse:

    Eu acho que as questões ambientais devem ser bastante debatidas e defendidas. Agora eu entendo o ponto do deputado que defende a legalização de práticas rurais dos pequenos proprietários.
    Apesar de entender a importância da conservação do meio ambiente, seria hipocrisia de nós brasileiros recusar que os pequenos explorem as riquezas da nossa terra. Consideravelmente mais degradada pelo agronegócio diga-se de passagem.

  • Leonel Paulo do Amaral disse:

    Paulo Henrique, saiu na Carta Capital um manifesto do Greenpeace e aqui esta um trecho:”“Aldo no fundo abriu a brecha para se acabar com a Reserva Legal, porque qualquer fazendeiro com mais de 600 hectares de terra na Amazônia poderá fracionar sua propriedade para fugir da obrigação”, aponta Sergio Leitão, diretor de Campanhas do Greenpeace. Ele sugere também que, para fins de recuperação de uma reserva legal, o fazendeiro pode usar espécies exóticas. Isso, de certo modo, já é uma afronta ao conceito, criado justamente para proteger matas nativas.” Entendo a posicao de algumas ONG’s nesse sentido, pois de lei frocha estamos fartos.

  • EDSON HAUTSCH disse:

    Sendo assim, vamos nos preocupar em proteger as folhas das Jaqueiras e jogar no lixo a outra Folha.
    Será bem mais saudável.
    Pois as Jaqueiras fazem bem para a saúde.
    Já a outra Folha, da província de São Paulo…

  • luiz de souza alves disse:

    O comportamento do deputado ruralista comunista, que é o mesmo que aprovou o transgêncos.
    Visáo retrogada.
    lamentável.

  • Cesarlaus disse:

    Ops, Pelo visto o comentário da 16h16 não foi ao ar. Seria censura??? hehehe

    Não se preocupe, a Lei ambiental de SC é pior ainda. Só pune quem cumpriu a lei. Os outros, os descumpridores, sempre ganham. Sempre. E com ajuda da imprensa. Do PIG e do pequeno Pig também.

    Se for muito contra, não publique o outro post.

    Abs

  • pereira disse:

    Os agricultores desmatão de todo jeito mesmo, e depois abandono como em minha região no interior da Bahia.

  • Caro PHA,

    como um jornalista sério, penso que pecaste ao ouvir apenas um lado da história. O Aldo Rebelo usou como consultora para elaborar o relatório uma advogada da bancada ruralista.
    Entreviste um pesquisador sério como o Dr. J.P. Metzger, que em artigo recente comprova que o Código Atual é importantíssimo para o país e em nada engessa a nossa economia.
    Pense um pouco mais a respeito, tenho certeza que valerá a pena.

  • HB_CWB disse:

    li a matéria no portal Vermelho sobre a mudança do Código Florestal elaborada pelo deputado Aldo Rebelo, (http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=131012&id_secao=1), novamente está sendo utilizado o terrível argumento do “Fato Consumado” para justificar a criação destas leis, os mesmos argumentos utilizados para liberação do plantio e comercialização dos produtos transgênicos, o meio ambiente ficou em último plano.
    Se um colunista do PIG criticou as mudanças, provavelmente estas mudanças deveriam ser boas; nem sempre, devemos atentar que estas mudanças foram de encontro aos anseios dos ruralistas, provavelmente toda a bancada ruralista vai votar a favor e defender com unhas e dentes as mudanças propostas. Estados legislarem sobre meio ambiente, determinarem o zoneamento das áreas de preservação ambiental, é muito temeroso e esta é apenas uma das mudanças propostas. Este é um tema muito complexo e extremamente perigoso, e se for para mudar para pior, melhor deixar como está.
    Abraço

  • carmen silvia lopes de paiva disse:

    PHA, já está contemplado no atual código florestal algumas medidas que visam permitir o pequeno e até o médio produtor utilizarem área de preservação permanente, as APPs e mesmo áreas de reserva legal,sei disso porque trabalho com assistência tecnica para pequenos produtores e assentamentos de reforma agrária.Ainda não lí a proposta apresentada pela comissão da qual o deputado é o relator,mas se a questão da legislação ambiental ficar exclussivamente a cargo dos estados entendo ser esse um problema,já que os mesmos são mais vulneráveis às pressões feitas pelos grande grupos econômicos,isso é uma constatção pois entidade a que pertenço tem assento em um conselho que julga os grandes projetos aqui em MG e acompanha essas discussões regularmente.Espero aguardar mais detalhes antes de comemorar.

  • Fernando Régis disse:

    PH,
    Vale registrar que, verdadeiramente, as jaqueiras provocam grave dano às florestas do Rio de Janeiro, pois esta espécie exótica se prolifera incontrolavelmente, substituindo a flora nativa da Mata Atlântica. Este lamentável quadro se dá no Parque Nacional da Tijuca – onde vem sendo extensamente combatida, no Parque Estadual da Pedra Branca, e em diversas unidades de conservação menores de nossa cidade.
    Abraço,

  • Paulo Fischer disse:

    Pequeno agricultor que tem quatro módulos rurais que na Amazônia equivalem de 200 a 280 hectares?
    Multiplique o número de propriedades daquela região com essa dimensão e verá a área que será desmatada, se for aprovada esta estupidez. Caro PH, recomendo a você ler as obras do romeno Nicholas Georgescu-Roegen ou até o que o Clube de Roma escreveu sobre as limitações do crescimento econômico impostas pela natureza.
    Essa conversa do positivista Aldo Rebelo é demodê, é dos anos 50. Por favor, parem com esta história de que a questão ambiental é cosia de gringo. Você é muito mais intelegente do que o tal rebelo para reduzir a questão ambiental a este embate ideológico. fazendeiros esclarecidos estão contra este relatório.

  • Jacob disse:

    O Rabelo está apenas dando o pontapé inicial do que está por vir. A reserva legal (Mata Atlântica, Serrado e Amazônia) já tem seus limites definidos, porém, face a inoperabilidade disso frente a pecuária e agricultura existentes, é preciso regulamentar a lei agrária ao modelo de fato. Assim o que está ilegal ficará legal. Este porém é o objetivo meio, o alvo central é evitar que os agrobusiness e grandes latifundários, com o pretexto de que se a floresta é necessária, produzir alimentos também é, desmatem mais que o estabelecido na lei. Lula em recente pronunciamento já levantou a bola, precisamos urgentemente parar de vender terras aos estrangeiros, risco de nossa soberania é latente.

  • Augusto Conde disse:

    O coqueiro também não é nativo do Brasil e hoje tem mais coqueiro aqui que na África, local de origem. O mesmo com a manga que veio da Índia, e por aí vai. De acordo com o “douto”(rss) editor da Folha, não poderemos mais consumir morango, pêssego, kiwi, etc.

  • Jandir disse:

    O editorial da Folha, como a maioria, é escrito a quatro mãos. Este certamente contou com a Katia Abreu.

  • gilson disse:

    Não topo a Faça Serra Presidente de forma alguma, e talvez, porque não li nem vou, o tom tenha sido demasiado impróprio. Mas a verdade é que o Aldo quer sim flexibilizar a lei, ele disse isso ontem na reunião da comissão que trata do código. Tem muita gente que cumpre a lei e vive bem, pequenos agricultores, esses é que serão prejudicados com uma eventual “moratória” das matas ciliares e das reservas florestais.
    Sugiro que PHA se informe sobre o projeto de lei com o Greenpeace, ou mesmo com o MST, que são movimentos legítimos, que defendem a causa ambiental e que não vêem com bons olhos as mudanças propostas pelo Deputado Aldo.
    Digna de nota a contribuição do Prof. Américo, pela excelência.
    Abraço.

  • Cesarlaus disse:

    Paulo,

    Pelo que entendi agora é assim: já que não podem seguir a lei, se muda a lei. É mais ou menos como o caso do Irã: se ele quer seguir a lei, se muda a lei para ele não seguir.

    Teremos, com certeza, e SC já é um exemplo, que mudar novamente a lei para alguns se enquadrarem à lei aser proposta, já que alguns agronegócios e pequenos agricultores já estão descumprindo a lei que nem entrou em vigor ainda.

    É o tipo samba do maluco – eles não querem a lei, querem fazer a própria lei quando, como e onde quiserem.

    É isto que está em jogo – quem quer obedecer a lei.

  • Menjol disse:

    O fato de a Folha estar contra Aldo Rebelo dá muita credibilidade a este deputado, essa é que é a verdade. O Greenpeace já usou os textos da Mirian Leitão para criticar a usina de Belo Monte… ponto para Belo Monte.

  • Claudio Dode disse:

    O novo membro do latifundio verde e amarelo, sob a batuta da grileira Katia Abreu, fala, falsamente, pelos pequenos agricultores.
    Que eu saiba nenhum pequeno teve a insesatez de credenciar este pequeno latifundiário a se manifestar por eles.
    O unico setor que apoia o Aldo é a CNA, que até assessoria disponibilizou.
    Perdeu completamente o sentido ao Aldo, a vergonha nem dá para comentar.

  • DUDU disse:

    Ontem vi o alvaro dias comentando o PIBÃO brasileiro.
    Gente, existe alguém “MAIS VOMITÓRIO” do que o alvaro dias?
    Morei no Parana 9 anos. Adoro aquele estado.
    Só não consigo entender como aquele povo maravilhoso elege um animal desses?
    Gozado é que ele acha que está abafando! Não tem a menor noção do rídículo.
    Péssimo orador, discorre sobre assuntos dos quais não entende nada!
    Tudo para criticar o Governo Lula.

  • Apenas Nick disse:

    E nolto a reinterar esta questão ambiental… A Lei de Parcelamento do Solo Urbano deveria receber nova roupagem tb, pois eh mto conivente com as degradações e pouco protetiva ao meio ambiente… É justamente na área urbana que os impactos são profundos, o que ensejaria maior atenção… mtas indústrias, fábricas, e produção considerável de CO2… Outra preocupação. Recado ao presidente Lula: Reveka esta questão e não perca o discurso ambientalista para a Marina… isso refletirá internacionalmente… Sente, dialogue com os agricultores encontrando alternativas para suprir (penso q o aumento dos emrpestimos concedidos ja tenha sido um ponto positivo, assim como incentivar mais os agricultores que protegem o meio ambiente)… Crie um selo identificando produtos agrícolas produzidos ecologicamente em consonância com as normas ambietais… crie modelos a ser seguido fora de nosso país, mas não incida no mesmo erro cometido por Governos anteriores (se não mefalha a memória do Ernesto Geisel) em reduzir as matas ciliares na década de 80… Vamos sentar e dialogar… Dialogar é com vc Presidente!!

  • Apenas Nick disse:

    Caro José Américo de Mello Filho,

    Perfeita sua manifestação (a primeira a segudna não vi)… Meu TCC foi em Direito Ambiental em justamente abordando as matas ciliares, eh como dizes, o assunto é muito sério para ser discutido apenas no âmbito político. Esse é o mal do século, o uso indiscriminado dos recurso naturais… Querem compensar esta carência? Então façam justiça com terras griladas e dê ao povo para plantar, ou invés de tonra-las improdutivas… Mas não permitam a exploração maciça do meio ambiente. Como faço para conseguir seu e-mail?

  • Eugenio disse:

    PHA, boa tarde.
    Sou leitor assíduo do blog, do qual gosto muito. No entanto, não é a primeira vez que vejo comentários pouco construtivos no que diz respeito às questões de cunho ambiental. Não me deterei a falar sobre a questão técnica das mudanças que estão em curso sobre o código florestal(o prof. José Américo já o fez) mas recomendo um pouco mais de cautela e investigação antes de emitir tais opiniões. Do mesmo modo que você teve o trabalho de consultar o parlamentar que está tratando da matéria, creio que uma entrevista com um especialista da área ambiental também seria muito bem vinda e mais esclarecedora. E você, como bom jornalista que é, teria melhor subsídio para informar e opinar. Entendo que hoje há uma “batalha” política e partidária em todo o país mas, infelizmente, poucos são os políticos no Brasil que tratam a questão ambiental com o rigor necessário, seja comunista ou demo-tucano. E é preciso que os blogueiros “alternativos” também reflitam sobre o assunto, independentemente das preferências políticas, justamente para trazer a questão ambiental, de fato, para a agenda política.

    Saudações e longa vida ao Conversa!

  • José Américo de Mello Filho disse:

    Prezado paulo Henrique,

    Solicito que substitua o texto inicial pelo segundo que lhe enviei.

    Obrigado,
    José Américo.

  • Prof. Benê disse:

    Acredito que o assunto não vai parar por aí.
    Defendo a questão ambiental e pratico o que defendo.
    Procuro viver e agir ecologicamente correto.
    Uso a terra de forma equilibrada, preservando mais do que a lei exige, expontaneamente.
    As nascentes devem ser protegidas.
    Os rios devem ser protegidos.
    A fauna e a flora devem ser protegidas.
    Não podemos permitir desmatamento em nome do lucro, seja de pequeno, médio ou grande produtor rural.
    Fiquei estarrecido ao ler relatório de desmatamento da mata atlântica, mostrando que MG é o estado campeão em derrubada da mata: mais de 12.000 hectares, um crime ambiental sem tamanho.

  • Tom disse:

    Parabéns ao Deputado Rebelo em defender os produtores que ajudam o Brasil a crescer.No meu entender, quem é contra a reformulação do Código Florestal ou é um ambientalista doente e fanático,ou está a serviço das grandes potências que não querem que o Brasil seja um grande produtor agrícola a competir com eles ( já é).A Europa e os EUA querem impedir o crescimento da agricultura brasileira, por isso financiam essas Ongs que existem por aí,a interferirem na autodeterminação do Brasil em planejar e usar os seus recursos naturais. Aos que vivem comodamente em seus apartamentos com ar refrigerado, e se auto intulam defensores do meio ambiente,vendam seus imóveis e vão morar em cavernas, sem luz e outras benesses.Se não querem fazer isso parem de ser demagogos e caiam na realidade. É possível defender o meio-ambiente com desenvolvimento econômico, o que não é possível é existirem no Brasil ingênuos que aceitam tudo o que os gringos mandam fazer em relação ao meio ambiente.Lá na Europa e EUA não existe essa de preservar tantos por cento de alguma propriedade. Por que eles querem que só o Brasil faça isso?Não querem competidores. E penso que querem que nós preservemos para que no futuro nos invadam para tomar nossas florestas, como fizeram com o Iraque com o seu petróleo.

  • Athos disse:

    Deixar Estados legislar é o mesmo que licença para desmatar.

  • bira disse:

    Rapaz, se precisar naturalizar a jaqueira (adoro jaca) pode contar com a minha assinatura. Tomara que esse colonista (não é assim que você os chama, PHA?) não venha com essa gracinha aqui para o nordeste.

  • Claudinete Sergipe disse:

    Reputo o deputado Aldo Rebelo como um parlamentar corajoso, sério e comprometido com as causas e os interesses do Brasil. Assisti à leitura via TV e tivesse acesso ao relatório. A defesa do meio ambiente e do Brasil está contemplada nele e está acima dos interesses dos gringos, que querem ditar regras dentro do nosso Brasil. Temos que conciliar preservação do meio ambiente, a vida e o trabalho de quem precisa da terra para produzir alimentos que chegam à mesa de muitos desses que se arvoram como ambientalistas, que muitas vezes só o são de gogó. Temos que defender nossas terras da invasão dos estrangeiros que estão solapando-a para o cultivo de cana e soja em grande escala, para a exportação. Na verdade que produz os alimentos que chegam à mesa de muitos pseudo-ambientalistas é o pequeno agricultor. Parabéns, Rebelo, pela corajosa postura.

  • Edemar Motta disse:

    Gostaria de entender por que o Greenpeace malha tanto este projeto, se ele é tão bom assim.

    Realmente, deixar os estados legislar sobre meio ambiente não vai dar boa coisa.Eles são muito sensíveis às zelites de sempre, as quais só querem saber de lucros, grandes e rápidos.

  • Azarias disse:

    Sr.José Américo: “…As empresas que plantam florestas, para madeira ou produção de celulose e papel… ao cumprirem os rigores(?) da lei…” isto que o senhor escreveu, é piada? As plantações de Eucaliptos acabaram com os Estados da Bahia, Espirito Santo e estão acabando com o interior de São Paulo. São verdadeiras sucções de águas dos subsolos, tornaram-se florestas silenciosas(sem nenhum passáros) ou desertos verdes. E tudo para exportação, como o antigo pau-brasil; progresso além-mar. Se bem que este negócio de progresso é desculpa para o avanço do capitalismo selvagem a que assistimos inertes e impotentes.
    Os companheiros Caiado e Kátia Abreu junto com a Monsanto, Cutrale, Nestlé (dona das minas de águas da cidade de São Lourenço, onde já providenciou a inatividade de cinco delas) e outras multinacionais de soja, algodão e por aí vaí, não mencionando o Dendê.

    • Marta disse:

      Sr Azarias,
      O sr já visitou alguma fazenda de eucalipto na vida? Nelas não há pássaros?
      Aliá, o sr já frequentou alguma escola?

  • Bruno Amaro disse:

    Realmente o Aldo se perdeu nessa aí, é um comunista-ruralista em defesa das pequenas propriedades terem o direito de desmatar acima da lei para o desnvolvimento delas, mas e as gerações futuras?
    PHA, por pior que a Folha seja, levantar a bola dessa Kátia Abreu de vermelho é brincadeira.

  • Rubens Santana disse:

    Prá quem acredita que o Serra é de esquerda, não custa nada filiar o Aldo na UDR…

  • Jonas disse:

    Parabens José Americo

    Ainda bem que tem alguém de bom senso por aqui.

    Esse Rabelo é malandro .

  • José Américo de Mello Filho disse:

    Prezado Paulo Henrique,
    As questões ambientais sempre foram muito desrespeitadas no Brasil, e também em todo o mundo, pois as repercussões às contínuas agressões não ocorrem de imediato após o dano. Seja no ambiente urbano, com casos de enchentes e desmoronamentos por ocupação de áreas impróprias, como no meio rural com o desmatamento de quase até 100% das propriedades agrícolas, tanto por parte dos latifundiários como dos pequenos produtores. Há um equívoco quanto ao uso das várzeas. O que a legislação prevê é a preservação de matas ciliares, para a manutenção da saúde das águas correntes. Da vida dos rios. E a largura da faixa de preservação varia com a largura do rio. Historicamente os agricultores e pecuaristas desmatam toda a área. Manter florestas nativas para quê? Pois veja que as florestas são as responsáveis ela infiltração das águas pluviais para a recarga dos aquíferos, os quais geram água de boa qualidade para a manutenção da vida. Você prefere beber a água do aquífero Guarani ou a água do rio Tietê, mesmo tratada? (Por isso você bebe água de garrafa – extraída de aquífero). O lençol aquífero nas margens dos rios são evidentemente móveis e deslocam partículas de solo continuamente, e por isso há sempre desmoronamentos, não apenas nas encostas, mas nas imediações dos rios. Nas áreas rurais, o escoamento superficial, por falta de florestas de proteção – como reservas legais, causa erosão contínua, o transporte de sedimentos que, ao longo do tempo geram assoreamentos e enchentes, para áreas rurais ou urbanas. E a erosão leva à perda da capacidade produtiva dos solos.
    As empresas que plantam florestas, para madeira ou produção de celulose e papel, ocupam cerca de 40% da área total, com preservação de 60%, e, assim mesmo, ao cumprirem os rigores da lei, estão satisfeitos com a sua boa produtividade e produção final. Porque a agricultura, familiar ou de agro-business, pode usar o solo ao arrepio das leis ambientais? Contra a própria sociedade atual e do futuro? A produtividade agrícola tem melhorado com técnicas genéticas e de manejo. Para quê estimular a ganância de se querer o uso da terra, do uso total da superfície, sem respeito às exigências naturais do ambiente?
    O assunto é muito sério para ser tratado apenas do ponto de vista político partidário.
    Fico céptico à questão de deixar para aos Estados as decisões quanto à elaboração de leis ambientais, tendo em vista que os governos e assembléias estaduais exercem permanente pressão sobre os técnicos e administradores das secretarias locais de meio ambiente.

    Abraço,

    Prof. José Américo de Mello Filho
    Engenheiro Florestal
    Universidade Federal de Santa Maria – RS.

    • Moyses Nunes disse:

      Caro Professor, antes de mais nada peço-lhe desculpas por não ter a abilidade que gostaria para transpor idéias em palavras mas vamos lá: _se olharmos com referencia “micro” até concordo com o Sr. “Semente sem água não germina!”.
      Tentando enxergar com olhos não especialista(o meu) creio que se for adotada pelo governo federal uma linha mestra e os estados, caso a caso, se adequarem a mesma além de tirar o peso da responsabilidade (que a mídia sempre faz questão de lembrar) pelos crimes cometidos na área das costas de um só governo, o federal, a longo prazo varios outros temas poderiam ficar amarrados a metas como por exemplo a distribuição de créditos de carbono, facilidade de acesso a financiamento… Os estados também tem que ser resposnsáveis pela preservação e desta forma serão por suas próprias decisões.
      A discussão destes temas e concretização de nossos anseios dependem também de pressão. O ficha limpa não é o melhor como ficou, mas já foi um bom começo. Eu estou errado?

    • Marta disse:

      Prezado Professor,
      Infelizmente, existem pessoas cuja motivação única é político-partidária, não lhes importando o bem ou mal que causem à sociedade. Então, não é de estranhar comportamento de papagaio-de-pirata(apenas repetindo o que ouviu, sabe-se lá de quem), como aqui se le sobre as plantações de arroz.
      Sou pequena produtora rural e seria beneficiada financeiramente pelo projeto. No entanto, tenho três filhos e desejo que eles possam viver muito e bem. Por isso, sou contra essa aberração e a favor de mais eficaz fiscalização.

  • T disse:

    Prezado PHA,
    ainda bem que temos este santo deputado comunista Aldo Rebelo! Se continuar assim acabará canonizado pelo Vaticano.

  • Celso Jardim disse:

    Paulo Henrique,

    Não vai ser fácil a missão do deputado
    Aldo Rebelo, principalmente em mostrar
    para os editores da Folha de S.Paulo,
    o que é propriedade pequena, como você sabe
    e o deputado diz, até pegar uma minhoca
    pode ser crime ambiental.

    http://pcdobsj.blogspot.com/2010/05/aldo-rebelo-defende-as-pequenas.html

  • nicolasn disse:

    ………..é esse tipo de editorialista que a Folha consegue recrutar ?… nao sei, mas eu entendi muito bem o Sr Rabelo na entrevista com PHA, isso que nao sou muito esperto nem inteligente.
    e tem gente que ainda lê essa Folha…ai ai deve ser por isso o Serra ainda tem os famosos 30% de alienados a seu favor…!

  • Apenas Nick disse:

    PHA, qual a possibilidade de apresentar aqui no seu blog a atual redação da referida lei? (na íntegra por gentileza)

    Abraços!!

  • Pedro disse:

    Quanto a proteger os pequenos produtores até concordo, mas que o Aldo Rebelo andou falando barbaridades na linha dos ruralistas é verdade sim. O pior caso foi discursar contra o direito dos índios de terem suas terras demarcadas, ou de passar esta função para o congresso, onde demarcações se perderiam em comissões dominadas por ruralistas.

  • Maks disse:

    Se tem gritaria da folha é pq, de alguma maneira esse projeto prejudica os grandes latifundiários e grandes empresas que exploram imensidões de terra, como por ex o DD… o resto é falação do pig pra boi dormir…

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