Um artigo de Delfim Netto na Carta Capital que está nas bancas trata de importante estudo da revista inglesa Economist, um dos bastiões do Neolibelismo (*), sobre o Capitalismo de Estado.
Nada que se compare à obra da Urubóloga, a única, de fato, herdeira do pensamento de Milton Friedman no Hemisfério Sul.
A própria Economist é obrigada a reconhecer que as multinacionais dos países emergentes, como a Petrobras e a Vale, são a prova da ascensão vertiginosa do Capitalismo de Estado, em prejuízo do sistema Neolibelês que nasceu com Ronald Reagan e Margaret Thatcher.
(Aqui no Brasil, o mensageiro da boa nova foi o Farol de Alexandria, que, com seu Planejador Maximo, Padim Pade Cerra, naufragou na Privataria Tucana.)
O neolibelismo levou um tiro no peito com a quebra do banco americano Lehman, em 2008, e “agora sufoca boa parte do mundo rico”, diz a revista.
Ela se concentra, sobretudo, na associação indistinguível entre Estado, Partido Comunista e Empresas na China.
O Capitalismo de Estado tenta reunir o poder do Capitalismo com o poder do Estado.
A China de Deng se inspirou em Cingapura, que praticava o Capitalismo de Estado, em oposição ao liberalismo da vizinha Hong Kong, ainda inglesa.
A China engoliu o mestre.
Nos últimos 30 anos, o PIB chinês cresceu a 9,5 ao ano e nos últimos dez anos o PNB mais do que triplicou para chegar a US$ 11 trilhões (o do Brasil é de $3 trilhões).
Das 13 maiores empresas de petróleo, com mais de 3/4 das reservas mundiais, todas são de alguma forma estatais – inclusive as do Oriente Médio.
As empresas estatais são 80% dos negócios da Bolsa chinesa e 62% da russa.
No Brasil, representam 38%.
A maior empresa de gás do mundo , a Gazprom, é russa e estatal.
A China Mobile tem 600 milhões de clientes.
O Estado é o maior acionista das 150 maiores empresas da China.
A Saudi Basic Industries é uma das mais rentáveis empresas químicas do mundo.
A Dubai Ports é a maior operadora de portos do mundo.
Capitalismo de Estado já houve antes.
No berço da hegemonia (liberal) inglesa está a Companhia das Índias.
A Alemanha da reunificação no século XIX foi Capitalista de Estado.
Como o Japão do pós Segunda Guerra.
Como Alexandre Hamilton, o primeiro Ministro da Fazenda dos Estados Unidos, que montou uma furiosa e impenetrável rede de proteção à nascente manufatura americana.
(Os neolibeles fazem de conta que Hamilton morreu num duelo antes de tomar posse. Foi muito depois …)
Só que, agora, diz a Economist, o desenvolvimento do Capitalismo de Estado se dá numa amplitude muito maior – e mais rápido !
Além disso, o Capitalismo de Estado hoje usa mecanismos muito mais sofisticados.
Por exemplo, a nova engenharia financeira das empresas do Capitalismo de Estado.
O Estado não é dono, mas um acionista do bloco de controle.
O que profissionaliza a gestão e dá mais flexibilidade.
As economias do Capitalismo de Estado criaram bancos de fomento – como o BNDES e a BNDESpar – que estabelecem as políticas industriais.
E criaram fundos soberanos para garantir recursos para a inovação e financiar os riscos das empresas estatais.
Progressivamente, as economias do Capitalismo de Estado – observa a Economist – fazem operações diretamente entre si e dispensam as casas de intermediação em Wall Street e na City de Londres.
A coisa pode ficar feia para os bancos das economias ricas, acredita a Economist.
O estudo dispensa a Índia – onde as empresas beneficiadas parecem ser, apenas e ainda, capitanias escolhidas pelo Raj.
E se concentra na ligação entre Capitalismo de Estado e autoritarismo na Rússia e na China.
Mas, ressalva, sempre, que o Brasil é uma democracia.
Talvez seja um exagero dizer que o “livre mercado chegou ao fim” – pondera a Economist.
Mas, é verdade que um número surpreendente de países, sobretudo entre os emergentes, aprendeu a usar o mercado para atingir objetivos políticos.
A mão invisível do mercado é substituída pela mão visível e muitas vezes autoritária do Estado, diz a Economist.
Não é o caso do Brasil – onde o Estado não rompe contratos nem confisca empresas, uma marca registrada de Putin.
E, no Brasil, a Presidenta foi vítima, sob tortura, da mão autoritária.
Autoritários e torturadores são os que se beneficiam de uma Lei de Anistia - e, não, ela.
A Economist diz que o Capitalismo de Estado é bom para a infra-estrutura (o PAC), mas fraco em bens de consumo.
(No Brasil, o problema são as empresas da privataria: o amigo navegante já ligou para reclamar de uma conta de telefone ?)
A Economist acredita que o Capitalismo de Estado encoraja a corrupção.
(O repórter inglês não teve o prazer de conhecer Mr Big, o Dr Escuta e o Itagiba …)
Acha também que a empresa do C de E é lenta para inovar.
A Petrobras e as pesquisas no pré- sal parecem não concordar …
Delfim Netto, que tem especial apreço pelos neolibelês brasileiros, se preocupa com a fome da China por energia e comida – e a disponibilidade de um e outro no mercado.
A Economist lembra que a China não tem nenhum compromisso com as regras de um jogo – o mercado de petróleo e comida – que, por muito tempo, a marginalizou.
E isso pode ser um perigo.
Como se chama Economist, a revista inglesa pouco se dá sobre a relação entre pobreza e desigualdade e neolibelismo e Capitalismo de Estado.
Enquanto a pobreza e a desigualdade crescem nos Estados Unidos, o Marcelo Neri, ao analisar o Ano I da Dilma, observou que a pobreza e a desigualdade continuam a cair.
Que horror !
Paulo Henrique Amorim
(*) “Neolibelê” é uma singela homenagem deste ansioso blogueiro aos neoliberais brasileiros. Ao mesmo tempo, um reconhecimento sincero ao papel que a “Libelu” trotskista desempenhou na formação de quadros conservadores (e golpistas) de inigualável tenacidade. A Urubóloga Miriam Leitão é o maior expoente brasileiro da Teologia Neolibelê.



Os Falsos, Hipócritas e Calhordas são contra. Os gringos também.
na verdade oq se prova é que todo aquele papo da Guerra Fria é o maior caô furado da historia da humanidade. Porque ambos os sistemas, tanto o capitalismo teorico quanto o socialismo teorico não funcionam, nunca funcionaram! sabem por que? Porque primeiramente o socialismo dizia que o estado se afasta e as pessoas vivem em comunidade conjunta e se suprem de suas necessidade igualmente e o capitalismo diz a mesma coisa só que de forma em que as pessoas lutem por seu dinheiro. Já na guerra fria o que se provava era uma ditadura corrupta e uma democracia corrupta com o mesmo tipo de sistema economico. O capitalismo de estado!
Porque tanto os EUA e a URSS empreenderam o capital de suas economias para promover o xadrez politico no mundo, algo totalmente diferente pregado pelas teorias dos dois sistemas.
Toca prá frente Dilma… O povo está contigo! =^D
Um país como o Brasil em que os políticos tem um apetite voraz pelas verbas públicas e uma personalidade fraca que descamba quase sempre para a corrupção, o capitalismo de Estado é semelhante a entregar o galinheiro às raposas. Este é o retrato do Brasil.
O Capitalismo de Estado poder ser, na sua essência, uma forma de dar ao governo o controle sobre a economia, mas não pode prosperar numa sociedade cleptomaníaca.
Numa realidade assim, basta mesmo o controle sobre os setores mais estratégicos como o petróleo, pois diminuem focos a serem vigiados pelos aparatos legais.
Impressionante como no Brasil, a fiscalização do que é público é motivada pela perseguição aos adversários e não pela nobreza da cidadania.
Todos os intelectuais anticapitalistas e todos os críticos da economia de mercado, os quais frequentemente pedem mais estado e menos mercado, estão seguindo o caminho previsto pelo grande filósofo-economista Frédéric Bastiat, que em seu livro A Lei disse que “Em vez de extirpar as injustiças encontradas na sociedade, eles se esforçam para generalizá-las.” Em outras palavras, tais pessoas não querem acabar com o capitalismo clientelista, com suas proteções e favorecimentos governamentais; elas querem é participar dele. Walter Williams. Instituto Mises Brasil
Foi assim que fez o fhc, perfeito, Bakunin explica…maumau
‘Feriu’ legal,mamau.
Tudo,tudo, tudo em que o estado se mete é pior e mais caro do que seria se feito pela iniciativa privada! Isso sem falar na corrupção endêmica que assola esse corrupto capitalismo de estado, criado para beneficiar alguns poucos amigos financiadores das campanhas políticas dos governos!
Para de falar besteira, camarada!
O neoliberalismo já era. Parece que você não entendeu nada.
Tudo tem de ser dosado na medida , pois vejamos o caso recente sobre os preços dos Açucar e Alcóol. Os Usineiros que são adeptos do livre mercado (quando lhes é interessante) deixaram de produzir alcóol para produzir açucar cujo o qual era mais lucrativo. Enquanto o Alcóol começou a faltar e os preços subiram assustadoramente. É por isto que o de ter poderes para frear a ganancia daqueles que só pensam nos lucros esquecendo o povo.
É ai que o Estado entra , tendo estoques reguladores
se o Economist diz q o capitalismo de estado estimula a corrupção, então explique como a URSS conseguiu tornar 96% de sua população uma “classe média soviética ala americana”?
“O BRASIL PARA TODOS não passa na glOBo – O que passa na glOBo é um braZil para TOLOS”
Por isto, cancelei minha assinatura televisiva. E, sabe de uma coisa, minha familia tornou-se mais sociavel entre si!
Mais um brilhante artigo da revista Carta Capital. O Brasil, China e a Russia são exemplos a todos os outros paises.
A NOMENKLATURA DE ESTADO VENCEU!
Radar Econômico do Estadão Online, Sílvio Guedes Crespo traz uma informação espetacular, veiculada pela agência Bloomberg:
Um levantamento da agência Bloomberg a partir de dados da Hurun Report, instituição que mede riqueza na China, mostrou que a elite política do país asiático tem um patrimônio dezenas de vezes superior ao das autoridades americanas. Em reportagem intitulada “Congresso bilionário chinês faz seus pares americanos parecerem pobres”, a Bloomberg informa que os 70 delegados mais ricos do Congresso Popular da China (que tem no total 3 mil membros) possuem, juntos, uma fortuna de US$ 89,8 bilhões. Enquanto isso, nos Estados Unidos, os 535 membros do Congresso, o presidente, os secretários (equivalente a ministros) e os nove membros da Suprema Corte – 660 pessoas no total – detêm, juntos, um patrimônio de US$ 7,5 bilhões.”
A Dilma é uma mãezona. Assumiu a maternidade da classe C.
Digamos assim, o capitalismo do ivre e desregulado mercado é pura selvageria, um pesadelo para os povos e o paraíso para especuladores de grandes fortunas.
O capitalismo de estado para nós mortais, não é o modelo dos sonhos, mas não tira o sono.
Já dizia Reagan que o tamanho do Estado deveria ser tal que se poderia afogá-lo numa banheira. Pois, EUA e Europa afogaram o Estado e os respectivos povos é que estão sofrendo com a falta de oxigênio.
É isto ai! Quebraram e não tem Estatais possantes para alavancar o Pais!
A Economia do EUA. está a deriva e só lhes resta imprimir Dólares e sairem emprestando ao mundo.
Este é um nó que vai ter de ser desatado e já!
Não importaa cor do vira-latas. O que importa é que ele pegue os ladrões.
Tucanos nunca mais!!!!!!!!!! e para sepulta-los de vez CPI DA PRIVATARIA!!!!!!
Quando é que vai ser????
Será que Freud explica “cobra engolindo cobra” no psdb?
Ainda por cima, cERRA vai ter que engolir LULA/DILMA por mais uns aninhos.
Essas analises não se lê no jornal o Globo dos bobos.
Sou contra o capitalismo selvagem e imbecil que os neoliberais advogavam. Agora, o capitalismo controlado e orientado é outro papo. É uma fórmula que o keynesianismo já provou que dá certo. Afinal, pra que produzir se não se pode consumir? Pra que produzir se há desequiliíbrio nos investimentos?
O PIG se supera a cada dia! Agora, pasmem, estão resgatando o legado de Fernando Collor de Melo!
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/matiasspektor/1053583-collor-estadista.shtml
Perto da porcaria do (des)Governo do FHC, até que melhorou com o Lula, mas o nosso regime continua sendo:
Capitalista nos LUCROS e Comunista nos PREJUÍZOS !!!
Auditar a dívida pública (Constituição Federal, título X, Art.26) deverá melhorar a capacidade de investimento de nosso Estado Indutor !
sobre o tema, há essa boa palestra (33min):
http://www.youtube.com/watch?v=bQE9NGljtqg
e esse bom artigo (6 pp):
http://www.openstarts.units.it/dspace/bitstream/10077/5075/1/MartinsCalaca_VisioniLA_1_2009.pdf
Com todos esses bons exemplos de empresas estatais que funcionam, alguém pode tentar me explicar a lógica de privatizar aeroportos? temos algum gênio aqui que o resto do mundo rejeitou? a pergunta é porque 90% dos aeroportos do mundo são estatais, até no EUA terra do liberalismo e aqui acham que vão resolver privatizando? e pior, num modelo de concessão parecido com os das caras estradas paulistas.
Um peso que o Brasil carrega é o preço exagerado dos serviços (de péssima qualidade) prestados pelas empresas privatitizadas pelo Cerra/FHC. Os nossos carros, carríssimos, são, basicamente, fruto disto.
Minha sugestão é que constituamos um fundo (por exemplo com a grana do pré-sal) para adquirir a maioria das ações destas empresas. Ex.: Barcas Rio-Niterói, Cias de Energia, Cias de trem e também as que só exploram as matéria primas para gerar o máximo de receitas.
Quem odiou foi o cerra o fhc o alkimin e todos os neoliberais!Por falar nisso as privatas vão de vento em poupa!
Pois é, o Capitalismo de Estado pode ter vencido numa frente, mas em outras continua na idade média. Resolveu o problema dos moradores de rua, dos viciados em crack, dos favelados, dos sem-teto, etc, etc, ad nauseum? Não, e nem vai resolver, pois é apenas “capitalismo”, simples assim…
Estado mínimo é o ESCAMBAU!! Essa história de Estado Mínimo nada mais é que Raposa Livre no Galinheiro sem cadeado e com o cachorro amarrado bem lá longe. CPI DA PRIVATARIA TUCANA JÁ!!!
“O BRASIL PARA TODO não passa na glOBo – O que passa na glOBo é um braZil para TOLOS”
O Brasil segue como exemplo.
“Se o Brasil precisa de capital – e precisa – não é possível querer que, também nele, nosso caminho não seja o da democratização, do limite aos privilégios e o de transformá-lo, como fruto do trabalho e da natureza do país, em um instrumento da grande maioria dos brasileiros.”
Sugiro a letura do Projeto Nacional: http://blogprojetonacional.com.br/apos-o-consumo-interno-a-poupanca-interna/
Brasil é o país do futuro, mas na mão de verdadeiros brasileiros.
Já tivemos a desgraça do exemplo dos Falsos, Hipócritas e Calhordas em triste passado.
Viva LULA!!!
Viva Dilma!!!
Viva o Brasil!!!
E se preciso for, vamos a luta até com cabo de vassoura.
Viva!
Ora, quem escreve para o The Economist é o Renato Machad’s e a Myriam Big Pig
Vamos definir alguns conceitos antes de qualquer tentativa de análise. 1- A origem da corrupção em qualquer ponte feita entre o privado e o público independe do tamanho da interferência do Estado nesses processos, e sim, do conjunto de ações fiscalizatórias e de controle existentes, gerando um mínimo de transparência perante os contribuintes; 2 – O mercado de trabalho mundial está preparado para conviver com tamanho crescimento chinês, baseado numa massa de trabalhadores em situação de total exploração trabalhista, criando uma desigualdade, propiciada pela globalização de mercado, nunca vista em relação a quase totalidade dos outros países?
Enquanto isso, no Instituto Milenium, ouve-se uma voz urrando: assim não dá, assim não pode. E no Rio a privataria dos trens urbanos e das barcas Rio-Niterói desrespeitam os usuários sem melhorar as condições de locomoção…
Pois é. Os motoristas e os empregados(as) deveriam chegar bem atrasados ao serviço, até mesmo faltar, e dizer das razões aos patrões que fazem toda essa bandalheira com eles. Roubam, privatizam, levam para as Bahamas a corrupção e ainda continuam com a cara lisa querendo se candidatar. Que horror!!!
Prefiro um país “autoritário” como a Rússia e a China do que um país “livre”, pobre e escravo dos EUA. E se tem algum ser humano (vampiros e exus excluídos) que ainda acreditam no neoliberalismo, favor me apresentar à ele, todas as pessoas que conheço, invclusive as que nem sabem direito o que é capitalismo de estado ou socialismo, concordam que neoliberalismo e privatizações no estilo Cerra são ruins e destróem o país e a democracia.
Quer dizer que se o Cerra ganhar (xô, urubu), S. Paulo terá mais um governo neoliberal, que se auto-dirige, como o jet esqui que matou a menininha na praia?
Vocês podem imaginar: Firmas como a Vale a Petrobrás e outras altamente lucrativas investindo pesado como estão investindo no Brasil e se elas tivessem nas mãos destes bandidos e eles levando todo o lucro para fora do País estávamos ferrados.
Capitalismo de Estado é isto ai: investimentos onde for necessári, parcerias etc e etc!
PHA, você nos apresenmta um texto muito bem explicado sbre o Neoliberalismo r o Capitalismo de Estado. Certo é , que este também não é perfeito(não há nada perfeito neste mundo) mas é o que surgiu de melhor para o nosso Brasil. Tenho certeza que, com alguns ajustes, a colaboração de todos os políticos e da população, chegaremos a resolver os problemas que ainda estão para ser atacados como educação e saúde.Aqui em casa se reclama da telefônica, luz (contas) etc.
O Capitalismo de Estado tendo na construção do Comando
o cumulativo civilizatório Dilmista-Lulista.
Ou seja: a transição da malfadada manopla invisível Smithiana
para a reflexão-ação- neo-neo-Keinesiana-Leniniana..
Ref. bibl.: O Desenvolvimento do Capitalismo na Rússia
e Materialismo e Empiriocriticismo.
Haja lâminas de barbear! Não é somente a direita (é de você mesmo que eu estou falando, PSDB) que vai cortar os pulsos. Agora a esquerda também quer verter sangue.
Se o PHA me permite, o artigo de Francisco Louçã (o capitalismo em crise e os meios de superá-la) na Carta Maior vem casada com as considerações acima sobre o arquivo da Economist. Será que a ficha está caindo?
Uma economia que só leva em conta as transações financeiras de um país, esquecendo-se ou considerado inexistente, das riquezas naturais ou humanas, o útil, o bem-estar ou o nível de vida real, danos, poluições ou perdas da coletividade, VAI QUEBRAR e o povo irá sofrer com o desemprego, pobreza e outras mazelas.
Assim foi o gov do intelectual neoliberal/FHC.
Entregou o país e não capitalizou o Estado. A dívida interna e externa aumentaram.
As multinacionais não trouxeram capital próprio para o Brasil,…, e outras incompetências do neoliberalismo.
Capitalizar o Estado para produzir renda: simples e sem arrogância neoliberal, simples como depositar dinheiro na poupança.
Por que Delfim Neto virou colunista da CartaCapital? Nunca consegui entender isso direito.
Acho bom que o Delfim escreva na Carta. Ele tem muitos leitores neoliberais que podem acabar comprando a revista e de quebra se beneficiam com as lições de democracia que lá encontram.
E mais, a revista mostra que o contraditório faz parte da democracia, pra quem acha que só vale o pensamento único.
No RS, empreiteira tenta jogar torcida contra banco público por atraso nas obras de estádio:
http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/esportes/inter/noticia/2012/02/a-nota-mais-atrapalha-do-que-contribui-afirma-presidente-do-banrisul-3677236.html
Sim, o capitalismo venceu. Não fosse ele, os pobres e os socialistas morreriam de fome. Quanto ao capitalismo de Estado, é um antro de corrupção. O extraordinário aumento da corrupção observado em nosso país nos últimos anos tem muito a ver com isso.
Caro Lucas, acredite em quem muito já viu e viveu. A corrupção, infelizmente, está do tamanho que sempre foi. O que aumentou foi a cobertura da imprensa o que, em si, não é ruim. Vejo hoje pessoas dizendo que no tempo do governo militar não havia corrupção, pois nada saía no jornal… Santa ingenuidade!!!
Ademais, coisas que para uma empresa privada são normais (como contratar os serviços da empresa do cunhado, empregar o filho do amigo etc.) são consideradas, corretamente, como corrupção no âmbito do serviço público e das empresas do governo. Se utilizados os mesmos critérios…
O piro cego é o que não quer enxergar. Todo esse denuncismo da direita reaça é para colar a pecha de corrupto nos governos trabalhistas e desviar a atenção da PRIVATARIA TUCANA, meu!!! Aquilo sim foi corrupção endêmica e instituída. Um assalto ao Estado brasileiro. Ou você nunca se perguntou como é que pode o PSDB, apesar de ter vendido nossas empresas, ter conseguido aumentar nossa dívida e nunca ter dinheiro para nada, mesmo agora em SP, e hoje, mesmo com tanta corrupção como vc diz, sermos a 6ª economia do mundo e o Estado Brasileiro ter pago o FMI, a dívida estar em queda, e haver tanto dinheiro para investimento, além de reservas imensas em US$?? Pense um pouco camarada…
“O BRASIL PARA TODO não passa na glOBo – O que passa na glOBo é um braZil para TOLOS”
Como tivemos Jacobinos, tivemos Marat, volte aos anos sessenta ó passado nebuloso…maumau
Simples assim, o neolibelismo deixa todo e qualquer país à mercê dos grandes “empresários” e é isso que grandes capitalistas querem: DINHEIRO!. Se olhar quem são os que defendem o liberalismo são os próprios, a eles não interessa o povo, interessa os grandes lucros e o consumismo desenfreado. Neoliberalismo = capitalismo sem regras e sem leis é a verdadeira anarquia. Dizer que o mercado se auto-regula é balela, em qualquer navio há um capitão ou os capitalistas selvagens dirão que o navio se auto-dirige?
Nota 10 esse artigo!!! Um tapa na cara nos entreguistas de plantão!!!
Ontem, no canal livre, o minstro da ciência e tecnologia Marco Antonio Rauppe deu um show de bola e, como os entrevistadores queriam emparedar-lo, terminaram eles emparedados com a explanação do ministro sobre o desenvolvimento tecnológico brasileiro e seu ranque no mercado internacional: falou sobre o desenvolvimento tecnologico da Petróbras e sua importância por de ser uma empresa estatal; a importância da empresa pública EMBRAPA; um centro de pesquisa tecnológico para as indústrias brasileira, elaborado por Mercandante; o desenvolvimento tecnológico da amazônia e a grande besteira feita por fhc e sua tropa em entregar as teles para estrangeiros, onde se tornou uma das mais caras do mundo e o desenvolvimento tecnológico zero – esta mais que comprovado que o capitalismo de Estado leva ao desenvolvimento e o neoliberalismo a falência da economia, obigada Lula, obrigada Dilma pela atuações de voces neste Brasil que durante muito tempo fico na deriva por ter em seu comando tropas de incompetentes.
Nós que temos mais de 40 naos(!!!) pudemos ver como funciona as duas faces deste capitalismo mostrado na carta Capital. De um lado na era tucana, eramos subservientes e vivíamos para pagar juros das dívidas e apopulação teria que “esperar o bolo crescer para ser dividido”. agora na era petista estamos tendo o gosto de ver o país ser visto como promissor por aqueles mesmos países, aquelas mesmas economias que um dia disseram que nosso país (nossos governantes sim) não era sério!!
O Preço do minério de ferro triplicou depois que a China resolvel investir em infra-estrutura.
Os preços dos alimentos “podem” triplicar caso a China passe a comer carne e importar muito trigo!
É hora de pensar em investimento e produtos agrícolas!
O veradeiro indutor do crescimento é (e sempre será) o Estado, nunca o Mercado… Adeus, urubólogos!!!
PHA, A Economist descobriu o que você há muito nos vem alertando… A Economist é seguidora do Conversa Afiada?
Avançamos muito sim, hoje estamos meio que acomodados e achando que está de bom tamanho.
Muito há por se fazer ainda, muito.
Pendências que estão a décadas, seja nas reformas, seja na compra do FX, seja na “justiça”, seja…………..
PHA, cuidado com esse ufanismo, ta me parecendo aquela historia do ‘Fim da História’ que foi inventada exatamente para celebrar a ‘vitória’ do Neoliberalismo.
A História não acabou, nem o capitalismo de estado venceu, alem de que ele tem problemas proprios que tem que ser entendidos e gerenciados quando não puderem ser resolvidos.
Nem acho que ele vai ‘vencer’, eu acredito no equilíbrio entre estado e iniciativa privada, mas tenho medo de qualquer tipo de hegemonia de sistemas econômicos.
Em nenhum trecho da reportagem eu li o ufanismo que vc diz, caro S Rocha. A única hegemonia que vi foi a de regimes totalitários. Os detalhes de se é comunista, capitalista, neo-liberal entreguista ou socialista de mercado, militar ou civil, legítimo pelo voto ou golpista, são apenas isso mesmo, detalhes. E tem mais: o no que acreditamos é produto de escolha pessoal. O caso aqui é o de observar a verdade dos fatos, como fez a Economist inglesa. A proposta neo-liberal gerou problemas sociais gravíssimos, de difícil e demorada solução. Graças a Deus e ao governo do Dr³³. Lulla Nunca Dantes e da JK de saias, Dilma. Esses são os fatos.
Chega!!!, Keynes e Malthus já passaram por aqui, a verdade é que sequestraram a palavra capitalismo, dando uma alusão distorcida de sua verdadeira conotação, a finalidade dele é o “lucro”, financeiro e só, Lembro do meu amigo José, estava passando em frente de casa quando o convidei, “Venha tomar um café, conosco”, mais que depressa, “Café, me dá azia, mas aceito um conosquinho”, em capitalismo não existe meio termo, como meia-gravidez, são os bens de produção e capital, na mão de poucos(Ex.: dantas, çerra, tenhojatinho, borrrrhausen e etc.), isto desregulamentado vira Pinherinho, a Nova Canudos, simples assim, A Lei(dos mais fortes, Não) dos que Compram a Lei…maumau
Se você fizer uma pesquisa com o povo brasileiro sobre os temas que a economist avaliou, certamente o resultado vai ser de, no mínimo, desconhecimento.
Agora, se você perguntar ao povo
a) você e seus vizinhos melhoraram de vida nestes últimos 11 anos? R – sim
b) você se sente feliz e sua autoestima se elevou? Sim
c) você tem esperança de melhores dias ainda para o futuro? Sim
d) seus filhos estão esttudando e têm condições de faaer uma faculdade se pagar? Sim
e) você tem certeza que há emprego esperando por você após seu curso técnico? Sim
f) você tem esperança de ter sua casa própria numa moradia digna? sim
Você atribui todas essa coisas boas ao governos trabalhistas de Lula e Dilma? SIM, SIM, SIM, SIM ,SIM
A quem você daria os pêsames neste momento? Resposta: R – ao FHC, Serra e nossa comentarista Urubóloga.
O farol e serra apostaram todas as fichas no numero errado, deu capitalismo de estado na veia. O neoliberalismo dele foi um desastre no mundo todo; salvou-se por pouco o Brasil de estar na miséria!!!
Vocês se lembram da Política da Vale do Agnelo, pois é né foi precisoo Lula dar um chega pra lá nele, pois ele em vez de investir aqui no Brasil tava era investindo noutros Paises. O Lula deu nele uma esparrela e ele voou fora.
Uai sô, asim num pode assim nun dá!
A elite tupiniquim torce para que o governo Dilma de errado. Já imaginou o que seria dos Dorias da vida se o PT conseguir acabar com o que resta de escravidão em nosso pais ?
Mas será que as elites estão satisfeitas com a ascenção do povo brasileiro? Acessem e leiam:: http://www.bernardoalerta.blogspot.com/2012/02/os-principios-que-faltam-humanidade.html
A elite produtiva sim, mas aquela elite ociosa não!
Começaram a enxergar o óbvio ou apenas a reconhecê-lo?
Nos dois casos, duvido.
Já sabiam.
Para que serviria, afinal, o Estado?
Todos sabem!
Houve má fé a serviço do espírito de Direita.
Freud revela.