Como diz o Ciro Gomes, se Serra estava na campanha é sinal de que vai haver baixaria.
Em 2002, Serra, Fernando Henrique, então presidente, o PiG(**) e as agências de risco, reunidos num ritual de magia negra entre Wall Street e o Café Photo, montaram uma rede de terrorismo econômico para assustar o eleitor e dizer que a eleição de Lula seria o caos. Um banco americano inventou o sistema de previsao da desvalorização do Real chamado Lulômetro: quanto mais o Lula subia nas pesquisas, mais o Real se desvalorizava e o Risco Brasil aumentava. O PiG(**), o Farol de Alexandria e José Serra, nas sessões da madrugada criaram a expressão “argentinização” do Brasil. Lula seria um de la Rúa de barba. Foi nesse momento de intensa dramaticidade que a notável atriz da Globo, Regina Duarte, disse que tinha medo. A decisão de Lula de manter Meirelles até o fim é para evitar uma reprodução do terrorismo econômico que o Serra tramava de madrugada. Com Meirelles, o máximo que o Serra pode dizer é que acha os juros altos – ele e a torcida do Flamengo. Mas, dessa vez, com Meirelles o terrorismo não cola. Bye bye Serra 2010 Paulo Henrique Amorim Em tempo: definitivamente, Serra resolveu fazer de conta que não tem gengiva. Nas fotos dele no blog Amigos de Serra fizeram um photoshop da gengiva. (*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que avacalha o Presidente Lula por causa de um comercial de TV; que publica artigo sórdido de ex-militante do PT; e que é o que é, porque o dono é o que é ; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores. (**) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista


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