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	<title>Conversa Afiada &#187; Cultura</title>
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	<description>Ideias inteligentes aqui é o que não falta</description>
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		<title>Presidenta pendura 100 mil bolsas no exterior em pescoço de empresários</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 23:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redacao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na cerimônia do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) a Presidenta lançou um desafio aos empresários brasileiros]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="attachment_29570" class="wp-caption alignnone" style="width: 660px"><a href="http://www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2011/04/DilmaCDES1.jpg"><img class="size-full wp-image-29570" title="DilmaCDES" src="http://www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2011/04/DilmaCDES1.jpg" alt="" width="650" height="286" /></a><p class="wp-caption-text">Dividir os custos para formar cientistas</p></div>
<p>Na cerimônia do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) a Presidenta lançou um desafio aos empresários brasileiros (extraído do <a href="http://blog.planalto.gov.br/" target="_blank">Blog do Planalto</a>):<br /><br /></p>
<h3 style="text-align: justify;">(&#8230;)<br /><br /><br />Hoje nós sabemos – voltando aos problemas, aos bons problemas – que há pressão de mão de obra porque vivemos próximos do pleno emprego. Há problemas de conflitos nas grandes obras, porque elas voltaram a existir, depois de muitos anos, em que o país não sabia o que era construir uma grande usina ou uma ferrovia importante. Mas, por isso nós não ficaremos passivos, olhando os problemas, vamos enfrentá-los. E isto significa enfrentá-los especificamente, em cada obra, cada acontecimento, mas significa também a preocupação do governo com a melhoria e a capacitação dos seus trabalhadores e trabalhadoras. Por isso, nós iremos lançar, nos próximos dias, o Programa Nacional de Ensino Técnico e Capacitação Profissional, porque ele faz parte do processo de solução dos desafios que se colocam para a formação da mão de obra brasileira.<br /><br /><br />E aqui eu faço um parêntese, e queria informar ao Conselho que o governo, dentro de uma grande preocupação, não só com a capacitação profissional, e não só com o ensino médio profissionalizante, o governo tem também uma grande preocupação com a formação de estudantes capacitados para virarem os nossos futuros cientistas. E, aí, vamos recorrer a um mecanismo que vários países do mundo recorreram, que é enviar brasileiros e brasileiras para fazer, ou de forma parcial, ou de forma completa, cursos no exterior, nas áreas de Ciências, sobretudo de Ciências Exatas. E, aí, eu queria informar ao Conselho que o governo tem a disposição de, até 2014, chegar a lançar 75 mil bolsas de estudos para financiar a presença desses nossos estudantes no exterior.<br /><br /><br />E queria fazer um convite e um desafio aos senhores: eu acredito que o setor privado pode comparecer com uma ajuda aos estudantes brasileiros e ao Brasil, de forma que nos permita chegar a 100 mil bolsas em 2014. É um desafio que eu queria chamar a cada um e a cada uma aqui presente, para que nós possamos assegurar que, junto com o desenvolvimento das nossas instituições brasileiras de ensino, tenhamos também a capacidade de levar esse intercâmbio com o resto dos países do mundo.<br /><br /><br />(&#8230;)</h3>
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		<title>A Universidade do Recôncavo foi uma de muitas</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 22:21:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade do Recôncavo]]></category>

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		<description><![CDATA[O Nunca Dantes criou 14 universidades federais. O Farol de Alexandria, seis
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="attachment_29508" class="wp-caption alignnone" style="width: 660px"><a href="http://www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2011/04/LulaUFRB1.jpg"><img class="size-full wp-image-29508" title="LulaUFRB" src="http://www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2011/04/LulaUFRB1.jpg" alt="" width="650" height="285" /></a><p class="wp-caption-text">Esse Nunca Dantes...</p></div>
<p>O Nunca Dantes criou 14 universidades federais.<br /><br />O Farol de Alexandria, seis.<br /><br /><a href="http://www.conversaafiada.com.br/cultura/2011/04/14/educacao-nunca-dantes-e-haddad-dao-de-10-a-0-no-grao-sociologo/" target="_blank">Clique aqui</a> para ler a comparação entre o Nunca Dantes e o Farol de Alexandria na praia do Farol: a da Ilustração, da Academia e da Alta Sociologia.<br /><br />Uma das que o Nunca Dantes fundou foi a do Recôncavo Baiano, tema deste artigo do deputado Emiliano José, do PT da Bahia, um dos articuladores da criação da Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão &#8211; <a href="http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2011/04/20/frente-parlamentar-pela-comunicacao-comeca-a-120-kmh/" target="_blank">clique aqui</a> para ler:<br /><br /></p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">UFRB: sonho realizado</span><br /><br /><br />Por Emiliano José*<br /><br /><br />A Universidade Federal do Recôncavo (UFRB) é hoje uma impressionante realidade. Com pouco mais de cinco anos, já é parte da vida da Bahia e especialmente uma instituição que sacudiu a existência dos moradores do Recôncavo. Educação, cultura, desenvolvimento, crescimento econômico &#8211; a UFRB chegou para mostrar o quanto uma universidade traz de impactos positivos não só para os seus alunos, principais beneficiários dela, mas para toda a população.<br /><br /><br />Seus professores, funcionários e estudantes devem sentir-se justamente orgulhosos do que construíram até agora e têm a responsabilidade de seguir fazendo dela, cada vez mais, uma casa de ensino, pesquisa e extensão, e, também, uma casa da cidadania, porque a universidade, antes de tudo, antes de formar profissionais de qualidade para atuar no mercado, forma cidadãos conscientes de seus direitos e deveres com o seu País, com a humanidade. O Recôncavo hoje é outro com a presença da UFRB.<br /><br /><br />Amargosa, Cachoeira, Cruz das Almas, Santo Antonio de Jesus sentiram positivamente a presença da UFRB. Brevemente, Santo Amaro terá um campus também. E esperamos que outros município sejam também agraciados.<br /><br /><br />E eu me lembro que quando das primeiras discussões sobre a UFRB, havia os que, acostumados à paralisia em que vivia a Bahia com a oligarquia que nos dominava, diziam que aquilo era uma idéia impossível de se concretizar, o argumento costumeiro dos que pretendem barrar todos os sonhos. De fato, era um sonho ousado, pois queria a implantação de uma universidade multicampi, com presença em diversos municípios do Recôncavo e redondezas. Havia até os que concordavam com a criação da Universidade, mas que ela ficasse reduzida ao município de Cruz das Almas, onde já funcionava a Escola de Agronomia, vinculada à UFBA.<br /><br /><br />E o importante é que o surgimento da UFRB foi consequência de um impressionante processo de mobilização do povo de todo o Recôncavo e adjacências. Foram mais de 50 reuniões e audiências públicas, com a participação de milhares de pessoas. Tive a satisfação de participar de algumas delas. O atual reitor, Paulo Gabriel, foi uma das mais destacadas lideranças desse processo. Isso não podemos desconhecer por dever de justiça. A UFRB está apenas começando, mas, nesse começo, já é possível antever o destino de uma universidade capaz de participar ativamente das impressionantes e aceleradas transformações científicas, culturais, ambientais e sociais do mundo de hoje.<br /><br /><br />Tenho convicção de que a UFRB é uma espécie de despertar. A Bahia tem que continuar a luta para ter mais universidades federais. Minas Gerais, um estado muito assemelhado à Bahia em tamanho e população, já possui mais de dez universidades federais. A vida política anterior, com uma oligarquia paralisante e retrógrada, impediu que tivéssemos mais de uma universidade. A UFRB é a primeira integralmente baiana depois da UFBA. A Univasf, que surgiu antes, nós a dividimos com Pernambuco.<br /><br /><br />Queremos que aconteça logo a Universidade do Oeste. Estão sendo dados os primeiros passos para a implantação de um campus da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afrobrasileira (Unilab) em São Francisco do Conde. E por que não uma Universidade Federal do Sertão? Uma Universidade Federal da Chapada Diamantina? Uma Universidade Federal do Extremo Sul? Uma Universidade Federal do Vale do Paramirim? Uma Universidade Federal da Região Metropolitana? Uma Universidade Federal do Sudoeste?<br /><br /><br />Que se atenda às demandas dos quatro cantos da Bahia por novas universidades federais, para além da importância das universidades públicas estaduais, que também devem ser tratadas com imenso carinho. Alerto que isso só será possível com a mobilização da sociedade, tal e qual ocorreu com a criação da UFRB.<br /><br /><br />O reitor Paulo Gabriel e toda sua equipe, professores e funcionários, estão de parabéns pelo que construíram até agora e pelo que estão desenhando para o futuro. Mostraram que os sonhos só são realizáveis quando há os que lutam por eles. Lutaram o bom combate. E hoje o povo colhe os frutos. O povo do Recôncavo e de toda a Bahia. Os que apostaram na paralisia ficaram para trás.<br /><br /><br />*jornalista, escritor, deputado federal (PT-BA)</h3>
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]]></content:encoded>
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		<title>Neschling: por que matar a OSB ?</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Apr 2011 12:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redacao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por sugestão da amiga navegante Marilia, reprodução do site semibreves do maestro John Neschling]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="attachment_29344" class="wp-caption alignnone" style="width: 660px"><a href="http://www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2011/04/Neschling.jpg"><img class="size-full wp-image-29344" title="Neschling" src="http://www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2011/04/Neschling.jpg" alt="" width="650" height="286" /></a><p class="wp-caption-text">Neschling, semibrevemente: quem quer matar a OSB ? Ele sabe</p></div>
<p>Por sugestão da amiga navegante Marilia, reprodução do site semibreves &#8211; <a href="http://semibreves.wordpress.com/" target="_blank">http://semibreves.wordpress.com/</a> &#8211; do maestro John Neschling, que só não pôde concluir a obra monumental que teria sido a Orquestra Sinfônica de São Paulo, porque o Padim Pade Cerra – pela mão do Farol de Alexandria– <a href="http://www.conversaafiada.com.br/politica/2011/01/30/neschling-confirma-que-cerra-o-demitiu-por-causa-do-mictorio/" target="_blank">o demitiu por causa de um mictório</a>.  <br /><br /></p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">e agora, OSB ?</span><br /><br /><br />Parece que o impasse em que se encontravam os músicos e a direção artística e administrativa da Orquestra Sinfônica Brasileira chegou ao seu ápice: mais de quarenta músicos do grupo estão sendo demitidos, alegada a justa causa pela administração, por não terem se apresentado às audições de avaliação programadas por seu diretor artístico. Não há dúvida de que a forma com que a direção da orquestra lidou com todo o processo foi truculenta, arbitrária e socialmente injusta. Não há como camuflar a má fé embutida em audições anunciadas durante as férias dos músicos. Não há como esconder a intenção de demitir, quando se adverte que o não comparecimento às provas será encarado como indisciplina grave, e as audições e os métodos de  avaliação não foram objeto de discussão com os músicos e sua comissão. Não há como justificar humanamente a demissão sumária de músicos que fazem parte da orquestra há 20 ou 30 anos e que evidentemente não estão no auge de suas formas. Enfim, o processo revestiu-se de injustiça, prepotência e falta de habilidade desde o seu início até o seu desfecho lamentável. Já escrevi, em vários posts desse blog, a minha opinião sobre a forma com que se encaminhou todo esse imbroglio. Também já refutei energicamente, embora se insista em fazê-lo, a exemplo do que afirmou Roberto Minczuk no jornal “O Globo”,  a comparação entre o processo de reavaliação pelo qual passou a OSESP, quando de minha chegada para reestruturá-la e as audições organizadas pela OSB.  Não posso aceitar que se use o processo pelo qual passou a OSESP em 1997 como desculpa ou justificativa para o trauma e o desarme que se se está fazendo agora na OSB.<br /><br /><br />Porque é disso que estamos falando: de um desarme, da destruição consciente e voluntária de uma orquestra que existe há 70 anos, que sobreviveu a tempos de vacas magras e que brilhou em tempos de glória, mas que jamais foi apunhalada da forma como a estão apunhalando. A OSB como a conhecemos todos os cariocas e brasileiros há décadas, acabou, foi desmantelada, não existe mais. Nunca imaginei que o “bon mot” que cunhei em outro post ao dizer que em vez de trocar de regente a administração resolveu trocar de orquestra pudesse corresponder exatamente à realidade. Seria cômico se não fosse trágico, pois quem perpetra tal desgoverno é justamente o filho de um dos músicos que criou a aura dessa orquestra. A imprensa, no afã de tentar entender ou explicar o ineditismo da situação, procura paralelos seja em orquestras brasileiras (todas elas vítimas de nossa extrema precariedade ou grupos criados a partir do zero nos últimos anos), seja em grandes orquestras mundiais. Essas, devido às suas estruturas centenárias e às suas qualidades intrínsecas indiscutíveis não servem para comparação com qualquer orquestra brasileira, da OSESP  à Lira São Joanense. No Brasil, a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais está engatinhando, a OSESP acabou de entrar na sua adolescência. As Filarmônicas de Berlim, Nova Iorque e Israel certamente não necessitam de qualquer exame de reavaliação, que, estrutrado de forma diferente e organizado de forma mais respeitosa, poderia, sim, ajudar a OSB a dar um salto de qualidade ao qual, em sã consciência, nenhum músico se oporia.<br /><br /><br />A Orquestra Sinfônica Brasileira é uma instituição privada, cujos empregados são regidos pelo regime da CLT. Esse regime prevê a possibilidade de demissão, seja por justa causa, seja indenizando-se os demitidos com o pagamento de todos os direitos previstos na lei. O programa de demissão voluntária, embora me pareça perverso no âmbito humano da OSB, é uma alternativa prevista em lei e se não foi levado em consideração pelos músicos da orquestra, é porque toda a situação lhes parecia injusta e mal encaminhada. Aos músicos demitidos cabe a partir de agora a briga na justiça,  que decidirá se as demissões são justas ou não e a administração da orquestra terá que respeitar a sentença que o juiz proferir. As consequências poderão ou não pesar muito no orçamento da orquestra.<br /><br /><br />O que não está no âmbito das decisões judiciais é o prejuízo dificilmente mensurável que tal crise trará para o futuro da orquestra. Um dos principais patrocinadores da OSB é o BNDES. A letra S no nome do banco significa a preocupação social  da empresa. Terá o banco interesse em continuar a patrocinar uma orquestra que vilipendia de tal forma seus empregados? Que demite de forma tão violenta metade de seu corpo artístico? Qual a empresa, privada ou estatal, que deseja unir seu nome a uma instituição que passa uma imagem de truculência, violência e maus tratos? Será que esse comportamento discutível, para sermos modestos, foi debatido com antecedência com a Prefeitura, um dos grandes mantenedores da orquestra? Essas questões cruciais para a sobrevivência da instituição terão de ter passado pela cabeça de seus administradores, todos versados em economia e nas regras do mercado, sob o risco de serem julgados como irresponsáveis e incompetentes. Uma orquestra não é um banco de investimentos, não é uma fábrica nem uma empresa comercial. Certamente não será necessário que se explique aqui outra vez as peculiaridades e as sensibilidades especiais de uma orquestra sinfônica. O risco que se incorreu ao deixar que essa situação de extrema tensão transbordasse e viesse a público com a violência com que veio, com sua exposição internacional gravíssima e inédita, coloca todos os responsáveis pela instituição, aí incluido o seu diretor musical, na berlinda e os obriga a explicações  claras e transparentes. A culpa que lhes pesará nos ombros, caso sobrevenha a destruição de um dos ícones de nossa cultura não é coisa fácil de expiar.<br /><br /><br />Cabe, no entanto, uma reflexão sobre o futuro da orquestra, caso se consiga, mal ou bem, ultrapassar o trauma gravíssimo que se inflingiu ao seu corpo musical. Do ponto de vista meramente artístico é de se duvidar da possibilidade do maestro continuar a liderar, por ora, um grupo composto de músicos em sua maioria amedrontados, humilhados, indignados e na defensiva. Que muito provavelmente, com ou sem razão, se sentirão culpados pela situação precária na qual se encontrarão seus colegas demitidos e que serão condenados, por parte destes, a um isolamento destrutivo para sua auto estima. Um maestro que se verá na contingência de apresentar resultados qualitativos a curto prazo a um público desconfiado. Um maestro que terá de lutar pela sua reabilitação no conceito de toda uma classe profissional,  que se opôs frontalmente à sua atitude, não só no Brasil como no exterior. Inúmeros músicos, sindicatos e orquestras do exterior se manifestaram, de forma clara e incisiva, contra o processo instaurado na orquestra carioca. Sua carreira está em risco. Seu nome está em jogo. Não será fácil trabalhar nessas circunstâncias. Terá à sua frente uma orquestra em pedaços e incompleta. Será necessário completar, e com urgência, os quadros do conjunto. Quais os músicos brasileiros de qualidade que se apresentarão aos concursos de admissão após os acontecimentos do passado recente? Qual a garantia que receberão de respeito e segurança no trabalho? Onde encontrar os músicos estrangeiros com a qualidade necessária para preencher as dezenas de vagas abertas pelas demissões? Não se admite que se tragam ao Brasil músicos de qualidade mediana após o escândalo do afastamento de tantos músicos competentes. Estes são  alguns dos problemas que terão de ser enfrentados, e com urgência, pelo diretor artístico da OSB.<br /><br /><br />Há, no entanto, e não menos grave, o problema econômico a ser enfrentado pela Fundação OSB. Foi dito reiteradas vezes tanto pelo presidente do Conselho quanto pelo diretor artístico que os salários a serem oferecidos àqueles que passarem pelas audições, e naturalmente aos novos músicos da orquestra, serão comparáveis ou mesmo superiores àqueles que são pagos atualmente pela OSESP.  Não estou mais informado extamente dos salários da orquestra paulista mas imagino que estes, devidamente reajustados, devem estar beirando os 10.000 reais para um músico de fila. Um contrato de 10.000 reais pela CLT custa ao empregador por volta de 17.000 reais por mês. Mas não esqueçamos que os “spallas” (e são dois) da orquestra ganham por volta de 18.000 (o que para o empregador não sai por menos de 30.000 mensais) e que os solistas dos diversos naipes recebem por volta de 12 a 13.000 reais mensais (não menos de 20.000 reais mensais para o empregador). Qual a garantia que a OSB tem de que terá à disposição um orçamento anual que cubra esses enormes custos de pessoal? Nunca houve transparência nas informações do “status” financeiro da Fundação. Nunca foi publicado um relatório de atividades econômicas da OSB. Nunca se soube ao certo quanto dinheiro foi arrecadado pelo seu departamento de marketing, nem como esse dinheiro foi utilizado ou em que foi aplicado. Todas as informações que circularam e circulam até hoje sobre o orçamento, a verba arrecadada e a administração financeira da Fundação são obscuras e aproximadas. Quem garante que a OSB terá os meios suficientes para a sobrevivência a longo ou ao menos a médio prazo das suas atividades?  De onde virão esses recursos? Como se arriscar a trazer 40 músicos novos nessa realidade nebulosa? É urgentemente necessário que o Conselho da Fundação venha a público com essas informações de forma clara e transparente para que o processo traumático a que obrigam a orquestra a passar tenha um mínimo de credibilidade. Como será a estrutura administrativa da orquestra num futuro como o que está sendo anunciado? Continuaremos a ter uma OSB com sua estrutura administrativa antiquada e desconhecida do público? Será que essa grande renovação que se proclama ficará restrita aos músicos? Isso faria com que as  injustiças cometidas contra os profissionais da orquestra fossem ainda mais graves.<br /><br /><br />Enfim, perguntas e mais perguntas, dúvidas em cima de dúvidas. Há, finalmente, uma outra perspectiva de análise para essa questão: e se tudo for  pelo melhor? Nossa realidade econômica, como já comentei diversas vezes, é favorável a investimentos a longo prazo. Não houve, há décadas, momento mais propício do que esse para a criação de outra OSESP, dessa vez no Rio de Janeiro. E se a OSB se transformasse, num passe de mágica administrativa e artística, numa segunda grande orquestra internacional no Brasil?  Isso  viria confirmar o momento de euforia que vivemos no País e nos colocaria de vez no mapa dos países sinfônicamente importantes. No quadro atual, é difícil ter esperança. Se essa hipótese se confirmar, viveremos o luto do processo traumático, continuaremos a pugnar pelo respeito e pela dignidade de nossos músicos, mas algum resultado positivo terá advindo desse tsunami que assolou nossa orquestra.<br /><br /><br />Caso contrário, o crime terá sido capital, e não terá perdão.<br /><br /><br />John Neschling<br /><br /><br /><br /></h3>
]]></content:encoded>
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		<title>Bomba ! Bomba ! Bessinha analisa discurso do povão do FHC</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Apr 2011 16:50:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Bessinha, o nosso comentarista político, também resolveu tascar o discurso do povão.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2011/04/bessinha011.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-28990" title="bessinha01" src="http://www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2011/04/bessinha011.jpg" alt="" width="475" height="355" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><br />Se todo mundo resolveu tascar o discurso do povão, aquele em que o Farol de Alexandria replica o Justo Veríssimo e confessa que quer mesmo é que o pobre exploda, o Bessinha, comentarista político muito melhor do que qualquer outro do PiG (*), resolveu tascar também.<br /> <br />Afinal, o sol nasceu para todos.<br /> <br />E o FHC virou um barata avoa, não é isso ? <br /> <br /><a href="http://www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2011/04/bessinha022.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-28991" title="bessinha02" src="http://www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2011/04/bessinha022.jpg" alt="" width="475" height="355" /></a><br /><br /><a href="http://www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2011/04/bessinha03.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-28992" title="bessinha03" src="http://www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2011/04/bessinha03.jpg" alt="" width="475" height="355" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2011/04/bessinha003.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-29026" title="bessinha003" src="http://www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2011/04/bessinha003.jpg" alt="" width="475" height="355" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><br />(*) <em>Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.</em><br /><br /></p>
<p style="text-align: justify;"></p>
<p style="text-align: justify;"></p>
<p style="text-align: justify;"></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Feghali quer salvar uma orquestra. Mahler, deputada !</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Apr 2011 11:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redacao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Conversa Afiada reproduz texto de Jandira Feghali.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: justify;"></p>

<div id="attachment_28862" class="wp-caption alignnone" style="width: 639px"><a href="http://www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2011/04/orquestra-e-minczuk.jpg"><img class="size-full wp-image-28862" title="orquestra e minczuk" src="http://www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2011/04/orquestra-e-minczuk.jpg" alt="" width="629" height="277" /></a><p class="wp-caption-text">Mahler, a OSB e o Municipal estão algumas notas acima do Minczuk</p></div>

<p>&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">O <strong>Conversa Afiada </strong>reproduz texto da respeitada parlamentar Jandira Feghali, que este <strong>Conversa Afiada</strong> <a href="http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2010/12/02/mulher-no-lugar-do-jobim-por-que-nao/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><strong>gostaria de ver Ministra da Defesa</strong></span></a>.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><em>A HISTÓRIA DA ORQUESTRA SINFÔNICA BRASILEIRA MERECE RESPEITO</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />A Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB), uma das mais importantes do Brasil, é um patrimônio da sociedade. Contudo, uma crise interna, que tem como pivô seu regente, levou a OSB a enfrentar um momento lamentável. Uma crise que ficou ainda mais evidente depois que os profissionais da Orquestra Jovem abandonaram o palco do Teatro Municipal em protesto à arbitrariedade de demissões promovidas pelo maestro Roberto Minkzuk, na noite do último sábado (9/4). O que seria uma justa homenagem ao pintor Cândido Portinari durante concerto da série Topázio, transformou-se num dos maiores constrangimentos públicos documentados pelas câmeras de celulares e exibidas em rede nacional pelas tevês brasileiras.</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />Fundada em 1940, a OSB desenvolveu importantes projetos ao longo da sua história, como a criação da Orquestra Jovem, a Master Classes, Escola da OSB e NTB.  Mas, a atual crise nos convida a refletir sobre o real papel do regente e os limites de suas responsabilidades no desempenho de um cargo tão notável dada a especificidade, talento e expertise exigidos para o exercício da função.</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />Diferentemente de outras atividades públicas, um maestro não pode se portar como um administrador de empresas, por exemplo, já que a Fundação OSB é composta por músicos experientes e que se dedicaram quase que exclusivamente a um ofício que foge às regras mercadológicas tradicionais. Nessa perspectiva, caberia ao maestro apenas o desafio de garantir a harmonia da orquestra e oferecer a melhor qualidade de música à sociedade. Na condição de líder, o regente deveria limitar-se a estimular, qualificar, integrar e valorizar o espírito de equipe. Jamais exercer o papel de algoz, que pune, oprime, humilha, desrespeita.</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />Os músicos da OSB encantam o Brasil há mais de trinta anos. Mas, estranhamente, só agora o maestro teria percebido a necessidade de simplesmente provocar uma demissão coletiva? Nunca é demais lembrar que todos os músicos da Fundação OSB foram contratados via processo seletivo criterioso e que a avaliação dos músicos, como em qualquer outro lugar do mundo, é realizada cotidianamente a partir de observação atenta dos desempenhos individuais.</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />No Congresso Nacional, assumi recentemente a presidência da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Cultura. E uma de minhas primeiras providências foi no sentido de buscar elucidar a confusão entre os músicos e o regente da OSB. Para tanto reuni-me com o presidente da Comissão de Cultura da Assembleia Legislativa do Estado (Alerj), deputado Robson Leite e decidimos requerer – oficialmente  &#8211; cópias do Estatuto da Fundação OSB, dos convênios firmados com a prefeitura e outras instituições públicas, das contrapartidas e compromissos que devem ser oferecidos à sociedade, das condições salariais e de direitos dos músicos e funcionários, como a remuneração do maestro. Aliás, diga-se, nem mesmo quando fui Secretaria Municipal de Cultura do Rio, consegui descobrir o valor dos vencimentos do regente. Não por falta de tentativa ou insistência de minha parte, mas, por uma injustificada blindagem e inexplicável proteção ao maestro, que tem seus vencimentos honrados com dinheiro dos contribuintes.</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />Precisamos aprofundar o debate e garantir a transparência na aplicação dos recursos públicos. Assegurar &#8211; inclusive &#8211; a função social da OSB. Para isso, marcamos uma audiência pública para o próximo dia 18 de abril, às 14h, na Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro.</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />Expresso, pois, minha solidariedade aos jovens profissionais que se rebelaram no palco. Aplaudi a atitude da Orquestra Jovem, que não aceitou substituir os professores demitidos. E reverenciei a resistência do regente Roberto Tibiriça, dos músicos Nelson Freire, Cristina Ortiz, dos bailarinos Ana Botafogo e Alex Loreal, que também não se submeteram à uma hierarquia questionada em momento delicado.</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />A arte e a cultura brasileiras pedem passagem. A sociedade quer vê-las fortes e acessíveis, mas livres da tirania e o do autoritarismo daqueles que não se dispõem ao diálogo. Ao maestro Minczuk, parece-me não restar alternativa a não ser pegar a batuta e pendurar o boné. Não pode mais exercer a liderança que perdeu.</em></h3>
<div id="content-post-single" style="margin: 0pt 18px; float: left; width: 635px; text-align: justify;">
<h2 style="margin-top: 45px; background-image: url(http://www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Navalha_txt.jpg); background-position: center top; height: 75px;"><span style="display: none;"> </span></h2>
<p><img style="float: right; margin-top: -120px; width: 214px; height: 350px;" src="http://www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Navalha.gif" alt="Navalha" /></p>
<p style="width: 395px;">É do conhecimento do mundo mineral que regentes são autoritários.</p>
<p>Toscanini, Karajan, Neschling.</p>
<p>Uma coisa é ser autoritário e outra é ser déspota.</p>
<p>Algum amigo navegante pode invocar que defendi &#8211; e defendo &#8211; a permanencia de John Neschling como diretor artistico e regente da OSESP.</p>
<p>Como ex-assinante da OSESP, assisti ao espetáculo deprimente de ver a Orquestra criada por Neschling nas mãoes de regente francês de terceira linha, e, agora, sob a direção de uma americana part time: ficará aqui três meses por ano &#8230;</p>
<p>O Padim Pade Cerra <a href="http://www.conversaafiada.com.br/politica/2011/01/30/neschling-confirma-que-cerra-o-demitiu-por-causa-do-mictorio/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><strong>demitiu Neschling por causa de um mictório</strong></span></a>.</p>
<p>A trajetória de Minczuk é outra.</p>
<p>Está claro que ele não pode dirigir mais aqueles músicos.</p>
<p>Ele deve se achar o Roger Agnelli da música clássica (a Vale é a grande patrocinadora da OSB).</p>
<p>Está na hora de a OSB voltar aos trilhos.</p>
<p>Este ansioso blogueiro conhece a OSB desde quando os pais o levavam ao Municipal, domingo de manhã, para os Concertos da Juventude.</p>
<p>Depois, ele e o imortal Luiz Paulo Horta, fechavam o Jornal do Brasil (quanto era o melhor jornal do Brasil) correndo, para ouvir a série Mahler do Karabtchevisky.</p>
<p>Deputada Feghali, chega de bate-boca na OSB.</p>
<p>Mahler, deputada !</p>
<p>&nbsp;</p>

</div>
<p style="text-align: justify;"><br /><br /><strong>Paulo Henrique Amorim</strong><br /><br /> <br /><br /><br /></p>
<p style="text-align: justify;"></p>
<p style="text-align: justify;"></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Educação: Nunca Dantes e Haddad dão de 10 a 0 no Grão-Sociólogo</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Apr 2011 19:30:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redacao</dc:creator>
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		<category><![CDATA[universidade]]></category>

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		<description><![CDATA[O Conversa Afiada sempre soube que PiG e elite têm bons motivos para querer a cabeça do Fernando Haddad.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: justify;"></p>

<div id="attachment_28733" class="wp-caption alignnone" style="width: 639px"><a href="http://www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2011/04/fernando-haddad-e-lula.jpg"><img class="size-full wp-image-28733" title="fernando haddad e lula" src="http://www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2011/04/fernando-haddad-e-lula.jpg" alt="" width="629" height="277" /></a><p class="wp-caption-text">A culpa é dele, com essa mania de mandar o pobre para a escola</p></div>

<p>&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;"><br />O <strong>Conversa Afiada</strong> sempre soube que o PiG (*) e a elite a que serve têm dois bons motivos para querer a cabeça do Ministro da Educação Fernando Haddad.<br /><br />Primeiro, porque o Haddad manda os pobres para a escola e o PiG (*) e a elite querem que o pobre se exploda – <a href="http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2011/04/13/fhc-quer-que-o-pobre-se-exploda-e-o-cerra-apoia/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><strong>como sugere seu mentor, o Farol de Alexandria</strong></span></a>.<br /><br />Não foi por outro motivo que a Globo, a Folha (**)  e o Padim Pade Cerra, governador de São Paulo, tentaram boicotar o ENEM.<br /><br />Segundo, porque o desempenho do Nunca Dantes e do Haddad dá de 10 a 0 no trio “que o pobre se exploda”: FHC; Paulo Renato, ministro  campeão da privatização; e o próprio Cerra, que atribuiu aos “migrantes” (leia-se nordestinos) a péssima qualidade do ensino publico tucânico de São Paulo.<br /><br />Haddad distribuiu ontem em São Paulo os dados referentes à administração do Nunca Dantes na Educação.<br /><br />O Nunca Dantes dá uma surra impiedosa.<br /><br />Acompanhe, amigo navegante, e desde já sinta comiseração pelo trio “quero que o pobre se exploda”:<br /><br /><br /></p>
<h3 style="text-align: justify;"><em>1)Orçamento do Ministério da Educação: </em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />2002, R$ 29 bi; 2011, R$ 70 bi.</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br /></em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em>2)Desempenho no PISA (o ENEM internacional): Luxemburgo, Chile e Brasil foram os países que mais evoluíram.</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br /></em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em>3)Rede publica federal ganha da escola privada nos exames do PISA, nas três categorias: Leitura, Matemática e Ciências.</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br /></em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em>4)Prova Brasil (a cada dois anos, para alunos da 4ª. à 8ª. série): </em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />Alunos em 2005 – 3,3 milhões; em 2009, 4,5 milhões</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br /></em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em>5)ENEM – exame nacional do ensino médio (que o Padim Pade Cerra boicotou)</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />2002 – 1,9 milhão de alunos </em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />2010 – 4,6 milhões, (com o boicote do maior estado da Federação)</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br /></em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em>6)Matriculas em educação profissional e tecnologia:</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />2002 – 565 mil</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />2010 – 1,1 milhão</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br /></em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em>7)Unidades de ensino profissional</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />Janeiro de 2003 – 140</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />2012 – 435</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br /></em></h3>
<p style="text-align: justify;"></p>
<h3 style="text-align: justify;"><em>8)Municípios com ensino profissional:</em></h3>
<p style="text-align: justify;"></p>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />2003 – 118 municípios</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />2012 – 388 municipios</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br /></em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em>9)Escolas profissionais criadas ou federalizadas por presidentes:</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />Lula – 214 contra 140 de todos os outros presidentes</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />FHC/Cerra/Paulo Renato – 11</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />Vargas – 15</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />Jango – 8</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />Geisel – o quindim de Iaiá de historialistas brasileiros: 1</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br /></em></h3>
<p style="text-align: justify;"></p>
<h3 style="text-align: justify;"><em>10)Matriculas em mestrado e doutorado:</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />2003 – no Governo do Grão-Sociólogo, 638 mil</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />2009 – no Governo do metalúrgico, 1 milhão</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br /></em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em>11)Numero de matriculas em universidades federais:</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />2003 – 596 mil</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />2009 – 850 mil</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br /></em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em>12)Vagas de graduação nas universidades federais:</em></h3>
<p style="text-align: justify;"></p>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />2003 – 109 mil</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />2009 – 243 mil</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br /></em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em>13)Numero de universidades:</em></h3>
<p style="text-align: justify;"></p>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />2003 – 45</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />2009 – 59</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br /></em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em>14)Campus e unidades criadas (não chegam a formar universidades)</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />2003 – 148</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />2010 – 274</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br /></em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em>15)Criação de universidades federais:</em></h3>
<p style="text-align: justify;"></p>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />FHC – 6 (Geisel, 1; Jango 2; JK 11)</em></h3>
<p style="text-align: justify;"></p>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />Lula – 14</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br /></em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em>16)ProUni</em></h3>
<p style="text-align: justify;"></p>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />De 2005, 2º. Semestre, a 2010, 749 mil bolsas, sendo 47% de afro-descendentes, 69% bolsas integrais e 89% cursos presenciais</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />No fim de 2010 havia 410 mil  alunos que utilizavam o ProUni</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br /></em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em>17)FIES</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />Juros caíram de 9% para 3,4% a.a.; financiamento de 100% das mensalidades; dilatação do prazo de pagamento para o triplo do tempo</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />2003 – 51 mil contratos</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />2010 – 426 mil </em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br /></em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em>18)Países que mais evoluíram na publicacão de artigos em revistas cientificas: </em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />China, Brasil, Turquia e Índia, na ordem.</em></h3>
<p style="text-align: justify;"><br /><br />Que horror !<br /><br /><a href="http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2011/03/19/educacao-de-cerra-leva-bomba-a-culpa-e-dos-nordestinos/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Clique aqui para ler</strong></span></a> &#8220;Educação de Cerra leva bomba&#8221;.<br /><br /> <br /><strong>Paulo Henrique Amorim</strong><br /><br /><br />(*) <em>Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.</em><br /><br />(**) <em>Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que <a href="http://www.conversaafiada.com.br/antigo/?p=23300" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><strong>é o que é,  porque o dono é o que é</strong></span></a>; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.</em><br /><br /><br /><br /></p>
<p style="text-align: justify;"></p>
<p style="text-align: justify;"></p>
<p style="text-align: justify;"></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Bomba ! Bomba ! Bessinha sabe por que Falcão foi para o Inter</title>
		<link>http://www.conversaafiada.com.br/cultura/2011/04/12/bomba-bomba-bessinha-sabe-por-que-falcao-foi-para-o-inter/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Apr 2011 11:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[charge bessinha]]></category>
		<category><![CDATA[comentarista]]></category>
		<category><![CDATA[destaques]]></category>
		<category><![CDATA[falcão]]></category>
		<category><![CDATA[futebol]]></category>
		<category><![CDATA[galvão bueno]]></category>
		<category><![CDATA[internacional de porto alegre]]></category>
		<category><![CDATA[rede globo]]></category>

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		<description><![CDATA[Bessinha, como sabe, entende mais de futebol do que os 1001 "analistas de tabela" da Globo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>Bessinha, como sabe, entende mais de futebol do que os 1001 &#8220;analistas de tabela&#8221; da Globo.<br /> <br />Mais do que o Manu Menezes.<br /> <br />Só ele saberia explicar a ida do Falcão para o Inter !<br /><br /><a href="http://www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2011/04/charge-bessinha_falcao.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-28596" title="charge bessinha_falcao" src="http://www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2011/04/charge-bessinha_falcao.jpg" alt="" width="630" height="277" /></a><br /><br /><br /></p>
<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>“Nenhuma escola é uma ilha.” O que o Cerra tem a ver com isso</title>
		<link>http://www.conversaafiada.com.br/cultura/2011/04/11/%e2%80%9cnenhuma-escola-e-uma-ilha-%e2%80%9d-o-que-o-cerra-tem-a-ver-com-isso/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Apr 2011 16:27:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[ana flávia c. ramos]]></category>
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		<category><![CDATA[luis carlos azenha]]></category>
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		<category><![CDATA[viomundo]]></category>

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		<description><![CDATA[A tragédia no Realengo pode e deve ser início de um debate importante sobre a nossa sociedade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: justify;">

<div id="attachment_28553" class="wp-caption alignnone" style="width: 639px"><a href="http://www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2011/04/realengo_tv.jpg"><img class="size-full wp-image-28553" title="realengo_tv" src="http://www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2011/04/realengo_tv.jpg" alt="" width="629" height="277" /></a><p class="wp-caption-text">&quot; ... discurso intolerante, preconceituoso, conservador e mentiroso do candidato José Serra...&quot; </p></div>

</p>
<p style="text-align: justify;"></p>
<p style="text-align: justify;">Extraído do <a href="http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/ana-flavia-ramos-nenhuma-escola-e-uma-ilha.html" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Viomundo, Blog do Azenha</strong></span></a>:<br /><br /></p>
<h3 style="text-align: justify;"><em>(&#8230;)</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />A tragédia no Realengo, a meu ver, pode e deve ser início de um debate importante sobre a nossa sociedade.</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />A tragédia na escola do Rio de Janeiro acontece num contexto bastante relevante. Em outubro de 2009, Geyse Arruda foi hostilizada por seus colegas de faculdade porque, segundo eles, ela não sabia se vestir de modo “apropriado” para freqüentar as aulas. Em junho de 2010, Bruno, goleiro do Flamengo, é suspeito de matar a ex-namorada, Elisa Samudio, por não querer pagar pensão ao filho. Suposta garota de programa, Samudio foi hostilizada na opinião de muitos brasileiros. Após rompimento, Mizael Bispo, inconformado, mata sua ex-namorada Mércia Nakashima em maio de 2010. Em novembro de 2010, grupos de jovens agridem homossexuais na Avenida Paulista, enquanto Mayara Petruso incita o assassinato de nordestinos pelo Twitter. E mais recentemente, em cadeia nacional, Jair Bolsonaro faz discurso de ódio contra homossexuais e negros. Tudo isso instigado e complementado pelo discurso intolerante, preconceituoso, conservador e mentiroso do candidato José Serra à presidência da República. A mídia? Estava ao lado de Serra, corroborando em suas artimanhas, reforçando preconceitos contra Dilma, contra as mulheres e contra os tantos mais “adversários” do candidato tucano.</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />Wellington matou mais meninas na escola carioca. Se, por um lado, jamais saberemos as reais razões que o fizeram agir dessa forma, por outro sabemos o quanto a sociedade brasileira tem sido, no mínimo, indulgente com atos de intolerância, machismo, ódio e preconceito contra mulheres, negros e homossexuais. Se não há uma ligação direta entre esses diversos acontecimentos, eles pelo menos nos fazem pensar o quanto vale a vida de alguém em um contexto de tantos ódios? Quantas mulheres morrerão hoje vítimas do machismo? Quantos gays sofreram violência física? Quantos negros sentirão declaradamente o ódio racial que impregna o nosso país? O que é o bullying se não o prolongamento para a escola desse tipo de mentalidade? Quantas pessoas apoiaram as declarações de ódio de Bolsonaro via Facebook? Aquilo que acontece no ambiente escolar nada mais é do que um microcosmo do que a sociedade elege como valores primordiais. E o Brasil, que por tanto tempo negou a “pecha” de racista e preconceituoso, vê sua máscara cair.</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />Não adianta culpar o bullying, achando que ele é um problema de jovens, um problema das escolas. Não adiante grades e detectores de metal nas entradas ou a proibição da venda de armas. Como professora, sei que o que os alunos reproduzem em sala nada mais é do que ouviram da boca de seus pais ou na mídia. Não adianta pedir paz e tolerância no colégio enquanto a mídia e a sociedade fazem outra coisa. Na escola, o problema do bullying é tratado como algo independente da realidade política, econômica e social do país. Mas dá pra separar tudo isso? Dá pra colocar a questão só em “valores” dos adolescentes, da influência do malvado do computador ou dos videogames? Ou é suficiente chamar o ato de Wellington de uma “violência pós-moderna” sem explicação? Das muitas agressões cotidianas, a da escola do Realengo é apenas uma demonstração da potencialidade de nossos ódios. A única coisa que me pergunto é: teremos a coragem de fazer esse tipo de discussão?</em></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><em><br />Ana Flávia C. Ramos é professora, historiadora pela Unicamp</em></h3>
<p style="text-align: justify;"><br /><a href="http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2011/04/10/a-escola-de-realengo-e-espetacular-os-neoliberais-nao-acertam-uma/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Clique aqui para ler</strong></span></a> “A escola de Realengo é espetacular !”.</p>
<p style="text-align: justify;"></p>
<p style="text-align: justify;"></p>
<p style="text-align: justify;"></p>
<p style="text-align: justify;"></p>
<p style="text-align: justify;"></p>
<p>&nbsp;</p>

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		<title>Nunca Dantes triplicou o número de graduados por ano. Que horror !</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Apr 2011 16:25:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[graduados]]></category>
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		<description><![CDATA[Esse Nunca Dantes ...]]></description>
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<div id="attachment_28574" class="wp-caption alignnone" style="width: 660px"><a href="http://www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2011/04/LulaHonorisCausa1.jpg"><img class="size-full wp-image-28574" title="LulaHonorisCausa" src="http://www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2011/04/LulaHonorisCausa1.jpg" alt="" width="650" height="286" /></a><p class="wp-caption-text">Em Coimbra, gradução Honoris Causa</p></div>
<p>&nbsp;</p>

<p>Saiu no portal <a href="http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5070393-EI8266,00-MEC+numero+de+graduados+por+ano+no+Pais+triplicou.html" target="_blank">Terra</a>:</p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><br />MEC: número de graduados por ano no País triplicou</span><br /><br /></h3>
<h3 style="text-align: justify;">O número de graduados por ano no País triplicou em 10 anos, segundo informações divulgadas nesta segunda-feira pelo Ministério da Educação (MEC). De acordo com o ministério, em 2001, o número de graduados por ano era de 350 mil e atualmente a soma chega a 950 mil.<br /><br /></h3>
<h3 style="text-align: justify;">&#8220;A modernização da universidade brasileira corresponde ao avanço da educação, nos padrões da evolução detectada pelos organismos internacionais, que colocaram o país como um dos três que mais avançaram na última década&#8221;, disse o ministro da Educação, Fernando Haddad.<br /><br /><br />Haddad rechaçou os críticos que insistem em afirmar que a educação não acompanha o desenvolvimento econômico do País. &#8220;Dobramos as vagas de acesso, ampliamos a proporção de estudantes por função docente e investimos em inovações pedagógicas como os bacharelados interdisciplinares, entre outras ações&#8221;, concluiu o ministro.<br /><br /><br />(&#8230;)<br /><br /></h3>
<div id="content-post-single" style="margin: 0pt 18px; float: left; width: 635px;">
<h2 style="margin-top: 45px; background-image: url(http://www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Navalha_txt.jpg); background-position: center top; height: 75px;"><span style="display: none;"> </span></h2>
<p><img style="float: right; margin-top: -120px; width: 214px; height: 350px;" src="http://www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Navalha.gif" alt="Navalha" /></p>
<p>Esse Nunca Dantes &#8230;<br /><br /><strong>Em tempo:</strong> <a href="http://www.agora.uol.com.br/saopaulo/ult10103u900654.shtml" target="_blank">clique aqui</a> para ler no jornal Agora: &#8220;SP tem pior desempenho no 9º ano&#8221;.<br /><br />E <a href="http://www.conversaafiada.com.br/cultura/2011/04/05/globo-foge-do-manicomio-para-atacar-haddad/" target="_blank">aqui</a> para ler &#8220;Globo foge do manicômio para atacar Haddad&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>

<p><strong>Paulo Henrique Amorim</strong></p>
<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;"></p>
</div>
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		<title>Bomba, bomba ! Bessinha sabe onde se esconde o Dantas</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Apr 2011 09:30:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[bessinha]]></category>
		<category><![CDATA[charge]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Dantas]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>

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		<description><![CDATA[Bessinha, como se sabe, deveria ser "repórter investigativo".]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>Bessinha, como se sabe, deveria ser &#8220;repórter investigativo&#8221;.<br /><br />Esse Bessinha &#8230;<br /><br /><a href="http://www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2011/04/bessinha4.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-28394" title="bessinha" src="http://www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2011/04/bessinha4.jpg" alt="" width="475" height="355" /></a><br /><br /><br /></p>
<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

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