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Globo: Dilma não pode se omitir

A posição da Dilma em relaçao à Globo é o seu traço ideológico mais nítido
publicado 08/07/2013
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Como se sabe, o primeiro ato público da recém-empossada Presidenta em relação ao PiG (*) foi comparecer ao aniversário da Folha (**), a mesma que disse que ela ia sequestrar o Delfim.

O segundo foi a omelete na Ana Maria Braga que foi trabalhar de luto, no dia seguinte à vitória dela na eleição.

Foi quando surgiu a tese do “controle remoto”

Como diz o Carlos A. Montebranco, no Brasil não há controle remoto.

O Ministro da Comunicação da Dilma dá entrevista à Veja, o detrito de maré baixa que tentou derrubar o Lula e quer derrubar a Dilma.

Uma entrevista que mostrou como a Dilma se deslocou do núcleo do PT.

O Ministro da Educação fica indignado, porque um ex-torturador revela que o “seu”Frias financiava a tortura e manda uma carta ao filho do “seu” Frias para assegurar que o velho era mais democrata que o Médici.

O Ministro da Justiça da Dilma, o , ocupa a pasta que foi inaugurada por José Bonifácio, e diz, sobre o Dirceu, que o que está julgado é passado.

E danem-se os embargos infringentes que podem mudar o curso do julgamento.

A SECOM engorda a Globo , como demonstrou de forma eloquente entrevista de Conceição Lemes com Helena Chagas, no Viomundo .

A Ministra da Comunicação é do tempo em que se passava informação em off para colonista (***) do PiG em Brasília.

O Governo tem dois ministros da Comunicação e e se trumbica: não consegue explicar porque o Brasil, que tem menos médicos do que Cuba, precisa de médicos cubanos.

Faz um Plano de Safra espetacular e nem a agricultura sabe.

Que o Fernando Bezerra está nas obras da Transposição no Ceará e o PIG diz que a Transposição empacou.

Porque o Governo Dilma se lixa para dar informação ao cidadão.

Acha que, na hora de votar, o papel do PiG é irrelevante.

O povo que se vire, vá para a internet e se informe – se quiser.

Depois se assustam quando a doença infantil do esquerdismo, manipulada pela Globo, chega a 50 metros da rampa do Palácio do Planalto.

Agora, porém, a situação adquire um aspecto político mais grave.

São indiscutíveis os indícios de que a Globo sonegou o Imposto de Renda e lavou dinheiro nas Ilhas Virgens.

Mais do que isso, o Rodrigo Vianna provou que um dos processos contra a Globo sumiu da Receita.

A questão transcende o menosprezo ao cidadão.

Entremos no campo penal das responsabilidades do administrador público – a prevaricação, a cumplicidade com o crime.

A Oposição e o PiG pegam leve com a Globo.

Só a Folha deu uma tímida, envergonhada matéria sobre o tema.

E pulou fora.

Mas, as informações que jorram na internet e na Record já são suficientes para exigir uma resposta do Governo Dilma.

E tomar providências que desmintam as suspeitas de prevaricação.

Como é que some um processo de fraude na Receita ?

Que Poder Público é esse ?

Que Receita é essa ?

Que Ministério da Fazenda é esse ?

A posição do Governo Dilma em relação à Globo é o traço ideológico do Governo Dilma.

Ela sempre disse que tinha lado.

É verdade.

Paulo Henrique Amorim

(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a  Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

(**) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

(***) Não tem nada a ver com cólon. São os colonistas do PiG que combateram na milícia para derrubar o presidente Lula e, depois, a presidenta Dilma. E assim se comportarão sempre que um presidente no Brasil, no mundo e na Galáxia tiver origem no trabalho e, não, no capital. O Mino Carta  costuma dizer que o Brasil é o único lugar do mundo em que jornalista chama patrão de colega. É esse  pessoal aí.

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