Quarta-feira, 22 de Maio de 2013

Publicado em 02/07/2012

Por que Samuel
Guimarães saiu do Mercosul

O Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães sempre ajudou a defender o interesse nacional brasileiro.

 


O Conversa Afiada já tinha tratado da lamentável saída do Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães do cargo de Alto Representante do Mercosul no artigo de Mauro Santayana.

Como Secretário Geral do Itamaraty, na gestão do grande chanceler Celso Amorim, e como Ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos, sempre ajudou a defender o interesse nacional brasileiro.

Uma mania que provoca urticária em muita gente (dentro e fora do Itamaraty, especialmente entre os “embaixadores de pijama”).

Agora, viu-se na contingência de deixar, por motivos políticos, a função que exercia de defender e ampliar o Mercosul – hoje, mais do que nunca, ameaçado pela vitória dos narcos e da Globo, no México.

O Conversa Afiada reproduz a carta-renúncia e o documento final que ecreveu:

 

































Comentários

  • alberto

    concordo com o embaixador quanto a dificuldade de intergração do Mercosul em função das grandes diferenças culturais ao tem po em que os governos não fazem nada para mudar isso;
    quero dizer que com redes de tv como a globo (e seus penduricalhos) fica mais difícil; todos voltados para a europa falida e seu braço norte americano

  • José Flávio Coutinho

    O Paraguai com um Pibinho de 18 milhões de dolares, querendo botar gosto ruim na entrada da Venezuela ao Mercosul, a quais interesses o Paraguai defendem, dos americanos que não querem a criação do mercosul, ou dos Sul Americanos, Tira logo esse estorvo do caminho e segue com quem quer progresso produzindo bens e comercio e, não com quem produz coisas falsificadas

  • Paulo Erivan

    Enquanto isso, o Catão dos Pinhais, Mr.Botox, depois de uma visita ao Paraguai, blasonava na tribuna como “grande diplomata”, apoiando o golpe e o novo presidente. Até parece que foi abduzido por algum marciano paraguaio.

  • Felipe

    Esse texto deveria ser obrigatório para o curso de formação de diplomatas para o mercosul. Nossa união não deve ser somente aos moldes econômicos, deve ser social, cultural e, consequentemente, político.
    O que nos une, na america latina, e mais amplamente, aos países historicamente explorados, é a necessidade de reação diante todo e qualquer ataque à soberania, e isso inclui a desigualdade social e as desigualdades regionais.

  • Carlos Jorge Rossetto

    Grande brasileiro capacitado e patriota.

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