Redação Conversa Afiada

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Safatle: SP é com “F” de Fascismo

    Publicado em 31/01/2012
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Saiu na Folha (*) excelente artigo de Vladimir Safatle sobre a “Escala F”, de Fascismo e a pesquisa do Datafalha que mostrou como tucanos e petistas de São Paulo aprovaram – com incontido entusiasmo ! – o Massacre da Cracolândia.

(A aprovação ao Massacre de Pinheiro deve ser ainda maior.)

Trata-se de leitura indispensável, especialmente num Estado que se considera vencedor da Guerra da Secessão de 1932 e há 17 anos se deixa governar por políticos que se especializam em vender o patrimônio público (Ciro Gomes explicou o papel do  Padim Pade Cerra na venda de São Paulo) e assegurar “reintegração de posse”.

Essa é uma especialidade dos tucanos de São Paulo.

É assim com a Cutrale, Naji Nahas, o ramo imobiliário de Pinheirinho e da Cracolândia: duco, non ducor.

Diz Safatle (que não deve durar muito na Folha (*). Já, já o Cerra pede a cabeça dele):

Escala F


Na década de 50, o filósofo alemão Theodor Adorno (1903-1969) uniu-se a um grupo de psicólogos sociais norte-americanos para desenvolver um estudo pioneiro sobre o potencial autoritário inerente a sociedades de democracia liberal, como os Estados Unidos.


O resultado foi, entre outras coisas, um conjunto de testes que permitiam produzir uma escala (conhecida como Escala F, de “fascismo”) que visava medir as tendências autoritárias da personalidade individual.


Por mais que certas questões de método possam atualmente ser revistas, o projeto do qual Adorno fazia parte tinha o mérito de mostrar como vários traços do indivíduo liberal tinham profundo potencial autoritário.


O que explicava porque tais sociedades entravam periodicamente em ondas de histeria coletiva xenófoba, securitária e em perseguições contra minorias.


O que Adorno percebeu na sociedade norte-americana vale também para o Brasil. Na semana passada, esta Folha divulgou pesquisa mostrando como a grande maioria dos entrevistados apoia ações truculentas como a internação forçada para dependentes de drogas e intervenções policiais espetaculares como as que vimos na cracolândia.


Se houvesse pesquisa sobre o acolhimento de imigrantes haitianos e sobre a posição da população em relação à ditadura militar, certamente veríamos alguns resultados vergonhosos.

Tais pesquisas demonstram como a idealização da força é uma fantasia fundamental que parece guiar populações marcadas por uma cultura contínua do medo.


É preferível acreditar que há uma força capaz de “colocar tudo em ordem”, mesmo que por meio da violência cega, do que admitir que a vida social não comporta paraísos de condomínio fechado.


Sobre qual atitude tomar diante de tais dados, talvez valha a pena lembrar de uma posição do antigo presidente francês François Mitterrand (1916-1996).


Quando foi eleito pela primeira vez, em 1981, Mitterrand prometera abolir a pena de morte na França. Todas as pesquisas de opinião demonstravam, no entanto, que a grande maioria dos franceses era contrária à abolição.


Mitterrand ignorou as pesquisas. Como se dissesse que, muitas vezes, o governo deve levar a sociedade a ir lá aonde ela não quer ir, lá aonde ela ainda não é capaz de ir. Hoje, a pena de morte é rejeitada pela maioria absoluta da população francesa.


Tal exemplo demonstra como o bom governo é aquele capaz de reconhecer a existência de um potencial autoritário nas sociedades de democracia liberal e a necessidade de não se deixar aprisionar por tal potencial.


VLADIMIR SAFATLE

Navalha

Ainda na pág. 3 da Folha (*), observa-se metamorfose que está a desafiar Físicos e Biólogos mundo afora.

Certo colonista (**) da Folha (*) e do Globo (dos dois ! Trata-se de um Mega-Colonista Piguento !), portador de inúmeros chapéus, descreveu certo líder político de Pinheirinho como uma cruza de “Maníaco do Parque” com Jovem Stalin.

Um monstro !

Não fora ele, o “Monstro”, tudo teria sido resolvido por notável empresa particular do ramo imobiliário.

Essa foi exatamente a explicação que, dias depois, o ansioso blogueiro ouviu de lideranças empresariais e do prefeito (do PSDB) de São José dos Campos.

Não fossem os líderes comunitários, os moradores de Pinheirinho sairiam dali com a alegria de quem passeia em Disney.

O problema era o Marrom.

Marrom, Valdir Martins, e Guilherme Boulos – outro “Monstro” – escrevem na Folha (*) artigo sensato:

Que diz:

Quem ganhou com o massacre do Pinheirinho?

O Pinheirinho está em uma região de expansão imobiliária, sob um forte assédio das construtoras e incorporadoras de São José dos Campos

Em setembro, as manchetes dos jornais de São José dos Campos estampavam a notícia de um acordo para regularizar o bairro do Pinheirinho. Após sete anos, as 1.600 famílias dessa comunidade teriam a sua situação de moradia resolvida.

Quatro meses depois, a Polícia Militar de São Paulo iniciou uma operação de guerra que terminou com o despejo da comunidade, dezenas de presos e feridos e cinco desaparecidos até o momento.

A ordem partiu da juíza de São José, Marcia Loureiro, que se revelou uma combatente incansável pelos interesses do proprietário. Se houvesse um prêmio Naji Nahas, certamente seria ela a ganhadora deste ano. Contou com a aprovação irrestrita do presidente do TJ, o desembargador Ivo Sartori.

Ambos pertencem a um tribunal assolado por denúncias de super-salários e sonegação fiscal por parte de vários de seus desembargadores. Que moral têm eles para definir o destino de famílias trabalhadoras?

Encontraram, porém, aliados de primeira hora no governador e no prefeito de São José, ambos do PSDB e com uma lista de financiadores de campanha recheada de empreiteiras e especuladores imobiliários.

O que uniu todos eles foi a prestação de um valioso serviço ao capital imobiliário. A ocupação representava uma verdadeira pedra no sapato dos “empreendedores” imobiliários de São José dos Campos.

Ela está localizada em uma região de expansão imobiliária, onde ainda restam muitas áreas vazias, sob um forte assédio de construtoras e incorporadoras. Por isso, o despejo do Pinheirinho era uma reivindicação antiga do capital imobiliário da região. Além de liberar a área da ocupação, ela também valorizaria os bairros vizinhos.

Alckmin, o prefeito Cury e os honoráveis magistrados do TJ não poderiam negar um pedido tão importante de amigos tão valiosos. A presidenta Dilma, que também teve a sua campanha eleitoral fartamente financiada por construtoras, poderia ter desapropriado o terreno, mas não fez isso. As cartas estavam marcadas.

Os editoriais de grandes jornais se apressaram em condenar os “invasores” e em atribuir o conflito a interesses de partidos radicais, que teriam contaminado os pobres moradores. É preciso recordar que a imensa maioria das periferias urbanas brasileiras, pela ausência de políticas públicas, resultou de processos de ocupação. Pretendem despejar dezenas de milhões de famílias que vivem em áreas ocupadas?

Além disso, não é demais lembrar que a ideia de “maus elementos radicais manipulando uma massa ingênua” foi o argumento preferido da ditadura militar para desqualificar os movimentos de resistência. Parte da tese conservadora de que o povo brasileiro é naturalmente pacato e resignado, só se movendo por influência externa.

A síntese dos disparates proferidos sobre a operação foi dada pela secretária de Justiça de Alckmin, Eloísa Arruda, para quem a legalidade está acima dos direitos humanos.

É triste constatar que o que ocorreu no Pinheirinho não foi um fato isolado. Trata-se de expressão de uma política conduzida pela especulação imobiliária e por seus amigos no Estado, que coloca a valorização das terras e os lucros com os empreendimentos acima da vida humana. Este processo, aliás, tem se tornado cada vez mais cruel, com as obras da Copa 2014. Infelizmente, outros Pinheirinhos virão.

GUILHERME BOULOS, 29, é membro da coordenação nacional do MTST (Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Sem-Teto), militante da Frente de Resistência Urbana e da CSP Conlutas

VALDIR MARTINS, o Marrom, 54, líder da comunidade do Pinheirinho (Movimento Urbano Sem-Teto), é militante da Frente de Resistência Urbana e da CSP Conlutas

 




(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a  Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

(**) Não tem nada a ver com cólon. São os colonistas do PiG que combateram na milícia para derrubar o presidente Lula e, depois, a presidenta Dilma. E assim se comportarão sempre que um presidente no Brasil, no mundo e na Galáxia tiver origem no trabalho e, não, no capital. O Mino Carta  costuma dizer que o Brasil é o único lugar do mundo em que jornalista chama patrão de colega. É esse  pessoal aí.





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  • C. Roberto disse:

    PHA vendo essas cobras do Bessinha uma engolindo a outra, me lembrei de um fato incessante que li esta semana,onde uma sucuri engoliu um político. Fiquei pensando que, se o animal já desenvolveu gosto pelo “prato”, poderia jogá-lhas no congresso. e outras tantas no STJ pra encherem a barriga. Depois conceder-lhes condecorações por relevantes serviços prestados a sociedade!!!

  • geniberto paiva campos disse:

    TEM DE IR À FONTE:
    tá ficando cada vez mais obrigatória a (re) leitura da Hanna Arendt. Tá tudo lá…

  • Regina Braga disse:

    Nem podemos protestar mais…Chegamos ao fim da m…. Ou o Governo Federal dá uma de Miterrand,ou, com certeza, ninguém mais vai poder falar dos demotucanos.Nazismo em Sampa,a verdade nossa de cada dia.

  • 'Lenir Vicente disse:

    “Saneadora – evocadas e outras pérolas mais”.Ai moderador, sou mesmo uma hortelina troca letras, prá não dizer outra coisa, não reviso meus textos.Eu desisto.Desculpe.

  • Wagner disse:

    adoro o conversa afiada

    e concordo com a maioria das coisas que são postadas aqui.

    mas sou obridado a comentar que este post é muito antidemocrático. E não vai de encontro com as coisas que normalmente encontramos por aqui.

    horas, se a maioria acha que deve-se agir na cracolandia.

    Entao as pessoas vao buscar na França um motivo para ir contra a vontade popular.

    ir contra a vontade popular é ir contra a democracia.

    Ou a vontade popular só vale se quem vai atender não for do psdb?

    ou se a vontade da maioria nao combina com a nossa, a maioria esta errada?

    menos pha
    menos né.

  • Johnny disse:

    Eu fico imaginando a cara do Frias Filho e de seus lacaios, quando tem de publicar um artigo como esse do Safatle. Esse vai ter o mesmo futuro que Maria Rita Khel teve no Estadão.

  • Johnny disse:

    O bom de ser rico no Brasil é que você pode comprar de tudo, inclusive juízes, governadores, secretários, prefeitos, ministros. É uma beleza. Uma maravilha.

  • luiz aves disse:

    Não foi por acaso que o Dr. Mengele(o anjo da morte nos campos de auchwitz) escolheu SP para desfrutar seus ultimos dias de velhice.

  • carlos saraiva e saraiva disse:

    Devemos condenar essa barbarie, alicerçada em uma visão ideológica muito clara, representada pela direita, coordenada pela mídia tucana. Sabemos os interesses que apoiam todo esse processo. Precisamos refletir o grande poder que as empreiteiras possuem nesse país e o papel que o governo federal, precisa ter para desestimular e não ficar refem desse poder. O que não podemos aceitar é a maneira sutil e leviana de colocar como alvo da mesma crítica o governo federal. Sabemos que os missivistas, pertencem à movimentos que disputam com o PT, o protagonismo junto aos movimentos sociais. Como, oriundos do PT, nutrem hoje de maneira cega um antipetismo, oportunista. Pois sabemos que a postura do governo federal nesse processo nada tem à ver com a barbarie cometida. Pelo contrário o governo federal estava negociando. Acho que a esquerda precisa refletir, considerar e focar , como dizia Mao, a contradição e o adversário fundamental , para sua atuação politica.

  • lucio de souza disse:

    e governador se nao fosse nos voce nao estaria ai me arrependo muito de ter votado em voce com tantos tubaroes invadindo terrenos voce nao fas nada seje valente com eles ,a red lixo invadiu um terreno voce nao pois a policia e ainda enganaran voces cade a escola esta red lixo tem mais valor …cade a justiça.

  • 'Lenir Vicente disse:

    Quanto à crítica feita à Dilma no artigo “Quem ganhou no massacre de Pinheirinhos”, acusando a presidenta de ter fechado os olhos ao problema nos sem teto por conveniência eleitoreira, ela é injusta e incorreta.Basta buscar os fatos da ação do Governo Federal.

  • 'Lenir Vicente disse:

    Donde se conclui que o governo tucano e aceclas, optaram pela cultura do medo.Método fascista utilizado por Hitler para subverter os alemãos e transformá-los em cúmplices na matança dos judeus.Mensagens devidamente invocadas diurtunamente pela mídia nativa , cúmplice da ditadura, dão conta de que o método não foi esquecido.Água mole em pedra dura tanto dá até que fura, diria um filósofo de botiquim.Mas no caso dos paulistas que aprovam as medidas “sanadoras” do alcaide e do capitão do mato a coisa vem de longe.”Cada vez que na abertura de uma nova zona os índios apresentavam resistência,requeria-se a mão sujigadora dos paulistas.Igualmente quando se estalava uma rebelião escrava ou quando um grupo negro se alçava implantando solidamente um quilombo resistente às forças locais, para os paulistas é que se apelava.”( extr. de O Povo Brasileiro -pg.368-cap.5-O Brasil Caipira -Darcy Ribeiro) Era desse jeito que os paulistas caipiras ganhavam a vida na época das colônias.Eles se especializaram em homens de guerra.Só começaram a mudar o cenário de penúria em que viviam quando foram chegando os imigrantes que tinham ofício.Mas o cacuete dos “capitães do mato” nunca abandonou a elite , como disse o Mino Carta, mais reacionária do Brasil.Como ela quer e ainda manda em São Paulo, os paulistas aplaudem os métodos que os remetem à barbárie utilizadas na época das colônias.

  • Sérgio C. Franca - Piracicaba/SP disse:

    F de fascismo
    N de nazismo e
    SS de policia….
    E viva a república bandeirantes…

  • Maluf, FHC, Serra, Quércia, Pitta, Fleury, Kassab, Alckmin. S.Paulo, a maior fábrica de fascistas do mundo contemporâneo. Quem será o próximo ?

  • Eugênio L. da Costa disse:

    Por isso coloco SSerra, com dois “S”, acaba a carreira politica do SSerra, segundo os próprios tucanos, agora querem tornar viavel o playboy tucano. Se que eles não se lembram quando a história se repete é como farsa. Se Hitler estivesse na Argentina, ele apoiaria o metodo tucano em Pinheirinho. Que diferença faz se é nazi ou Opus Dei do Alkmin, tudo é a mesma direita facista paulistana.

  • Marcos disse:

    Ai, Alckmim, assim você me mata !

  • Angela Liuti disse:

    Por isto que PP , PSDB, PMDB, Dem, a outras siglas até o PC do B, não podem gerenciar o Ministério das Cidades! O assunto que trato pode parecer fora de pauta, mas tem tudo a ver com Pinheirinho e outras comunidades tratadas com F de fascismo, é sobre uma prática de operar politicamente tendo ao lado o capital especulativo imobiliário, onde o povo é só o povo e nunca exercerá a participação efetiva na elaboração conjunta de políticas públicas, em especial a política urbana, e neste quesito , a moradia popular e regularização fundiária. Em que os princípios da Constituição Federal, artigos 182/183, regulamentados pelo Estatuto das Cidades, Lei Federal 10.257, é só fumaça ou quando mundo interpretado ao seu modo operandis sempre a favor do capital especulativo e nunca a favor do povo necessitado.

    • Angela Liuti disse:

      Por que o PP precisa sair do Ministério das Cidades :P orque os grandes aliados do PP são os donos do capital especulativo. Porque o PP sustenta oligarquias patriarcais autoritárias, tudo o que um governo dito popular como de Lula e Dilma não poderiam aceitar, considero uma traição ao povo que votou nestes dois mandatos populares. Por causa destas práticas da dita governabilidade, conchavadas com partidos conservadores, o PT perdeu credibilidade e votos nas últimas eleições no Sul, não; conseguiu eleger candidato do PT ao governo do Estado de Santa Catarina , por exemplo, sendo o candidato menos votado. Este distanciamentos das premissas ideológicas do PT,vai cada vez mais afastar o eleitor politizado. A retomada do Ministério das Cidades por um nome significativo redimiria a credibilidade e a dignidade ao partido e honraria o povo do Pinheirinho –SP, da Comunidade do Papaquara em Florianópolis, Santa Catarina e centenas de outras comunidades, igualmente vilipendiadas pela exclusão social. Que retornem Hermínia Maricato, Raquel Ronique, e um ministro (a) forte e comprometido com a Constituição Federal e com o povo .

      • Angela Liuti disse:

        Esta história termina assim: Angela Amim ex prefeita de Florianópolis, tida como vingativa por seus desafetos,eleita deputada federal, seu partido aproxima-se do PT e vice versa, leva de lambuja o Ministério das Cidades! O Ministério das Cidades só existe por causa da militância popular, da luta pela terra, da luta pela reforma urbana. Imaginem o regozijo da ex prefeita?A vingança é um prato que se come cru., realmente. Imagine a frustração da militância social em Florianópolis, e militância do país afora, frustração com o governo Lula, frustração com o PT.

        Muitos passaram a desacreditar na política, no PT , no Lula, e debandaram das lutas. O significado da entrega do Ministério das Cidades a um grupo político que sempre tratou os movimentos sociais a cassetete, vai além, vai contra princípios democráticos de participação social, atenta contra toda a luta pela Reforma Urbana,pela luta da inclusão dos artigos 182,183, na Constituição Federal, atenta contra o Estatuto da Cidade, atenta contra os Movimentos Sociais que lutam pela inclusão social, pelos processos participativos na construção de politicas públicas. Atenta contra o Pinheirinho, contra a comunidade do Papaquara/SC ,Panaia/SC, Vila do Arvoredo/SC, Ponta do Leal/SC e todas as comunidades excluídas ou em vias de exclusão de suas moradias pelo resto do Brasil.

  • Abdula Aziz disse:

    E aquele prefeito cara de pau diz que não sabia de nada. É outro pinóchio do psdb.

  • Jota disse:

    -Onde foram parar os moradores das “favelas” de São
    Paulo que pegaram fogo? Não foram poucas!

  • Daniel Weber disse:

    Os ovos da serpente estão chocando?

  • Sylvia Tigre de Hollanda Cavalcanti disse:

    Pela Constitição é o município quem tem a competência de legislar so-
    bre seu território,donde que a desapropriação tinha que ser municipal
    e não federal.A não ser que a lei tenha mudado…

    • divaldo disse:

      Até onde se sabe o governador está, pela escala de poder, abaixo do Presidente da República que inclusive é o general comandante das tropas do Exército nacional. Cabe portanto, aos governadores obedecer ditames do governo federal e desobedecê-lo se constitui ofensa grave passivel de inclusive intervenção no estado destituindo o governador e seu staff.

  • Duodecimo disse:

    Seria interessante verificar (por quem sabe como e se dispôr a fazê-lo) se por acaso existem processos semelhantes ao de Pinheirinho (reintegração de posse) anteriores a este na mesma ala da justiça … só por curiosidade.

  • augusto disse:

    Não são apenas as periferias urbanas que resultaram de processos de ocupação. Há no Brasil inúmeros casos de mansões em áreas que foram ocupadas, e até mesmo empresas como por exemplo a Cutrale. A diferença é que, no Brasil, quando pobre invade é bandido e quando é rico que invade, é “empreendedor”.

    • Paulo Erivan disse:

      Quando a piglobo invadiu um terreno público foi premiada com uma escola técnica particular, patrocinada com recursos do estado de São Paulo, além de permanecer ocupando o terreno. Uma quadrilha ocupando postos na organizações criminosas da globo e incrustados no poder público, e em especial no judiciário.

    • Marcelo disse:

      Disse tudo. Temos um resgate histórico a fazer, e só virá com a força dos oprimidos, com o grito dos desprezados, pois não creio que governo algum atinja na carne os interesses dos poderosos.

  • J. R. AMARAL disse:

    PHA,

    vale a pena ler o artigo “A “solução final” do Pinheirinho” da colunista RUTH DE AQUINO (raquino@edglobo.com.br) na página 106 da revista ÉPOCA (por incrível que pareça) de 30 de janeiro de 2012 (edição n.o 715). Essa colunista não ficar muito tempo trabalhando no PIG escrevendo dessa forma. Eles não aceitam pessoas que pensam diferente.

  • Rogério disse:

    Se não estou enganado, o tal megacolonista é um dos pais do boimate (cruzamento de boi com tomate, feito pela Veja – numa das maiores barrigas da história da imprensa). Pelos vistos, ele não perdeu a mania de inventar cruzamentos esdrúxulos.
    Estaria no sangue? Sua figura e suas manias me permitem imaginar que ele descende de cruza da criatura do dr. Frankenstein com alguma rena perdida lá no polo…

  • carlos silva disse:

    “Alckmin cria o Gabinete Antiprotestos”. Agora o DOPS é questão de tempo.

  • J.J. Corvetto disse:

    Alguem sabe informar se os tucanos já venderam o Palácio dos Bandeirantes ? A alma para o diabo eles negociaram. Tá certo que arrecadaram pouco (30 moedas).

  • Donizeti disse:

    Como o poder muda as pessoas. Eu estudei em curso preparatório para ingresso na carreira do ministério público paulista com a Eloisa Arruda, atual secretária de justiça (?) do estado de são Paulo.

    Na época a Eloisa era uma pessoa esperançosa e idealista, como todos os jovens, acreditando que sua geração ia mudar este mundo injusto.

    Deu no que deu, hoje avaliza uma violência desse tamanho contra pobres e desvalidos, em nome da manutenção da ordem (?) estabelecida.

    • José Ricardo Romero disse:

      É inacreditável que esta senhora, secretária da justiça de SP, coloque a legalidade acima dos direitos humanos. O que é a legalidade senão regras de procedimentos determinados pelos direitos humanos? São estes o mais importantes. As leis mudam de acordo com as circunstâncias. Os direitos humanos não. Só se admite fazê-los evoluir para melhor justamente modificando as leis. Direito não é lei. Lei é o instrumental do Direito que se usa de acordo com a necessidade. Uma cabeça torta como o dessa senhora precisa ser tratada. Ela perdeu o senso, não sabe mais o que diz ou acredita.

  • BRCHAN disse:

    Não acredito na Folha da Sp… ops

  • Fred Azevedo disse:

    Por dinheiro, vale tudo!!! Um absurdo o que está acontecendo… As pessoas perderam a noção do que é ético, do que é moral…

  • Eduardo Caldas disse:

    Fascismo também é o vergonhoso lucro dos bancos nesse país, enquanto se fala em crise, enquanto servidores públicos tanto de SP, como do governo federal ficam por anos sem reposição inflacionária, enquanto trabalhadores da iniciativa privada tem uma carga horária de trabalho que ultrapassa em muito as 44 horas semanais. Tudo pra enriquecer quem merece ser enriquecido no país: OS BANCOS.
    E por falar neles, o lucro de 2011 do Bradesco foi astronômico. Pergunto: tanto se fala em gerar empregos… alguém me explica porque quando vou a qualquer banco, fico horas na fila de espera, apesar dos lucros que estes registram ano após ano… Nem em emprego eles revertem os lucros obtidos com essa política econômica de PT/PSDB.

    http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2012/01/31/lucro-de-bradesco-em-2011-e-o-3-maior-da-historia-dos-bancos.jhtm

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