Saiu na Folha (*) artigo de Paulo Arantes, Marcus Orione e Jorge Luiz Souto Maior, de título “A Polícia Militar na USP”:
Alguns trechos:
…
A presença constante de qualquer agente com potencialidade repressiva, e que possa ser acionado por um poder central, certamente é elemento inibidor da gestação de ideias e, por consequência, da força motriz da universidade e de sua relevância para a sociedade.
O limite é tênue entre o crime comum e o político; entre a criminalização de condutas e a de ideias.
Um agente como a Polícia Militar certamente não está, mesmo por não ser essa a sua função no Estado de Direito, habilitado a fazer essa distinção. Somente se põe a executar a ordem superior. A reitoria pode, sob a alegação de suposto interesse público, de ofício, acionar tais meios repressivos.
Pode fazê-lo também se a PM estiver fora do campus universitário? Óbvio que sim. Mas, com certeza, mantendo-se no local um corpo militar, há a presença física que sempre se coloca, não somente de forma simbólica, à disposição para eventual repressão de atos ligados à livre expressão de ideias.
…
No entanto, resta a pergunta: como fazer para que aquele espaço não fique imune à responsabilização dos crimes comuns? Certamente, a ausência da PM não implica impunidade naquele espaço.
Inicialmente, porque ela sempre pode ser acionada, como se dá com qualquer cidadão que, na cidade de São Paulo, não tem uma viatura no seu bairro.
Por outro lado, não é crível que aquela que chamam de maior universidade da América Latina não possa, a partir de estudos dos maiores especialistas nas diversas áreas do conhecimento, várias ligadas à segurança pública, resolver o seu próprio problema de segurança.
Aliás, seria interessante que o fizessem. Assim, talvez não apenas o problema da militarização no espaço destinado à produção de ideias estaria resolvido. Quem sabe algumas das soluções pudessem ser revertidas para a sociedade que, como um todo, vive também assolada pela crescente militarização, sem que isso represente um efetivo aumento da sensação de segurança.
PAULO ARANTES é professor da FFLCH-USP.
MARCUS ORIONE GONÇALVES CORREIA é livre-docente e professor de direito previdenciário da Faculdade de Direito da USP.
JORGE LUIZ SOUTO MAIOR é professor associado da Faculdade de Direito da USP.
(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.



Eu juro que tentei comentar algo aqui, mas explicar pra certas pessoas que a terra é redonda é impossível. pergunta pro estudante defunto assassinado pelos marginais ex frequentadores do campos o que ele prefere, maconha ou PM.
Se a presença da polícia no campus remete a um passado sombrio (e não tão distante), a sua ausência o torna território livre para viciados, traficantes, ladrões, sequestradores, estupradores e assassinos. Isto posto, deixemos as paixões de lado e nos atenhamos ao que de fato interessa, que é garantir a segurança da comunidade acadêmica sem descaracterizar a universidade como polo de geração de ideias e ideais.
A insegurança da USP não deriva da falta de policiamento ou será resolvida com ela. É proveniente de um modelo urbanístico inadequado e antigo, da época da ditadura.
depois das cenas de vandalismo,agora que os estudantes estão agindo como verdadeiros cidadãos,reinvindicando seus direitos por meio de uma greve,e buscando soluções internas para resolver o problema de segurança do campus…agora sim eles merecem terem suas reinvidicações ouvidas…
Na falta da contra prova, tudo é o PIG.
Tristeza profunda. Gente desinformada. É triste acompanhar algo pessoalmente, em carne e osso, e assistir a Grande Mídia fazer uma abordagem tão inescrupulosamente distorcida. Opinião pronta causa indigestão. Gente que vomita opinião pronta (saída do forninho da TV). Hilário! Há quem ache que tudo isso é por causa da maconha. Que lástima. Se não viveu, se não sabe, tome muito cuidado com o que chega a seus olhos e ouvidos.
Acorda para a vida meu filho!!!
Realmente é lastimável vomitar como verdade o que a grande mídia passa, parece até que a polícia e o governo de são paulo estavam combatendo o crime organizado prendendo uns alunos fumando maconha dentro da USP, eles podem prender a qualquer minuto do dia um traficante de crack no centro de sao paulo, o que tem por trás disso, chama-se PSDB, que usa os militares pra baterem em professores e outros trabalhadores em geral e nunca prendeu um rico!
Tenho certeza que os leitores do C.A. fazem parte da elite pensante deste país. E, a julgar pelas análises rasas encontradas na maioria dos comentários, lembro-me do Poeta: “no meio do caminho, tinha uma pedra”. Penso que, neste caso, a pedra é a falta de senso crítico.
Há muito mais que maconha nessa história da USP. Nada tão grande acontece somente por um motivo pequeno. O que o PIG não mostra? Algo mais fervilha por lá, e querem nos convencer de que se trata de maconha. E até parece que só estudam ricos na USP. Podemos não concordar com a ocupação, mas a PM só fez o que bem sabe fazer, reprimir, a mando dos reacionários. Deve ser para lembrar a ditadura.
Não ví nenhuma expressão de ideias o que ví foi ato de vandalismo. Quem vai pagar o prejuízo, os professores ou nós.
Eu vou sintetizar em apenas uma frase o que penso sobre a USP e a presença da PM por lá.
“Em toda a cidade, se há um lugar em que eu poderia dizer que andaria tranquilamente sem me preocupar com nada é na USP, mas DE DIA e nunca à noite”.
Esses filhinhos de papai fumadores de maconha devem ser tratados como qualquer cidadão e ponto. Chega de passar a mão na cabeça de gente desordeira, sob a alegação de livre direito a isso e aquilo. Que estorinha mais sem pé nem cabeça!
Sr. Bolinha de Papel, acho que a capacidade de interpretação de texto e reflexão não é um dom inato do ser humano, podendo ser exercitado para seu melhoramento. Fica a dica!
Ainda tem gente que acredita que essa “invasão” foi por causa de maconha?
O PIG faz até a cabeça de pessoas que tentam procurar outras fontes…
tsc tsc
Liberdade de expressão é diferente de liberdade de fumar maconha.
Vergonha destes estudantes. Espero que paguem pelos crimes que cometeram.
São Paulo está as moscas também sem segurança e a Usp não é o pior lugar, então porque não começar pela cracolandia que é o fim do mundo?Não começa porque na cracolandia e nos bairros abandonados e tomados pelo PCC, porque o interesse político milita conta os nazistas que governam são paulo não é???????????
Os acontecimentos da USP mostra o despreparo do PSDB
com o presente e ainda o seu líder máximo- FHC -fala em
reinventar o futuro.
A premissa inicial que é totalmente falsa. Então a presença da policia nas ruas do campus inibe a produção de idéias? Quer dizer que o poder de criação fica alterado? Isso não tem o meno cabimento. E é outra bobagem é dizer que combater o crime comum pode confundir-se com repressão política. Então a policia estava inibindo as licitas manifestações políticas? Se estava deve ser duramente denunciada. Eu não não acredito que professores universitários acreditem que invasão de patrimonio publico seja manifestação politica. Invasão é crime pura e simplesmente, e se o motivo da invasão for para fazer manifestação politica, isso não exclui a ilicitude do ato.
Só para corrigir, ocupar um prédio, pela lei brasileira, não é crime. O que é crime é o dano ao patrimônio público, neste caso perpetrado pela própria PM. As ocupações foram atos políticos, talvez não o mais certo, mas com certeza fruto de uma indignação legítima.
Se A PM está sobrando na USP, pode mandar aqui para o Capão Redondo.
Nós, trabalhadores, moradores, e treseuntes da região, ja estamos fartos dos noinhas roubando a luz do dia.
Sempre se ouve falar de latrocínio na região, mas o policiamento só é reforçado aos finais de semana. Adoraria um policiamento ostensivo permanete por aqui. Se os alunos da USP não querem, paciência.
O nome de algum aluno ou professor punido por opinião?
Nenhum!!!
São apenas vandalos!
Prof. Paulo Arantes,
Pelo o que se entende do seu texto, parece que você está justificando a invasão dos estudantes?? e condenando a operação policial que apenas fazia cumprir uma ordem judicial….Nada mais absurdo de ler vindo de um professor. Livre expressão é fumar maconha e invadir prédio público, desreitando ordem judicial? No meu tempo de universitário manifestávamos nossas idéias com outras formas.
Estive na batalha das últimas eleições, ao lado de Lula e Dilma, contra a elite burguesa, neoliberal e demagógica que nunca suportou um homem do povo tranformar o Brasil. Porém, nesse momento, ao observar a defesa exaustiva feita nesse blog a três estudantes que diante do seu status de intelectualidade se acham no direito de fumar maconha sem ser incomodado, sinto-me frunstrado e ideologicamene arrasado. O Brasil vive um estado de guerra civil, 48.000 homicidios por ano, a maioria ligados ao tráfico e porque não dizer ao consumo de drogas. Defender a legalização da maconha, é uma conduta típica de tucanos como FHC. A polícia ostensiva preventiva, no nosso caso a PM, está presente em todas as democracias do mundo, e deve agir com os meios necessários na manutenção da ordem pública, como ocorreu na USP.
Eu assino embaixo do texto do Prof. Paulo Arantes.
Nylson Gomes da Silveira Filho
Professor aposentado da UNIFESP
Ex-Chefe da Disciplina de Psicobiologia
Ex-membro do Conselho Universitário
Só faltou dizer: viva a maconha.
Enquanto o Bessinha pega no pé do Serra, o Alckimim vai comendo pelas beiradas livremente.
O des-governador agora é Alckimim. Vocês deviam criticá-lo mais e esquecer do Serra, pois este já era. Mas o Alckimim… esperto que nem ele só… parece até minerim…
Meu apoio é total.
Vi o Maluf na câmara dos deputados elogiando a atuação da PM/SP no episódio e se referindo aos estudantes presos como “UM BANDO DE TERRORISTAS”, parece que a direita brasileira continua com as mesmas ideias distorcidas, divergências a parte, o mínimo que alunos universitários merecem é respeito, ouvir um deputado brasileiro (por São Paulo, inclusive) ofender desta forma aqueles que deveria representar me faz enojar da política brasileira.
Os acontecimentos na USP me lembraram da invasão do CRUSP durante a ditadura militar. Após a invasão e expulsão dos estudantes, a ditadura montou uma exposição do “material subversivo” apreendido. Nela se destacavam as camisinhas, as cartelas de anticoncepcionais e os tampões. Muitos livros eram mostrados cujos autores iam de Lukács, Marcuse e, entre outros, Wilhelm Reich . A um livro deste autor em particular, o conhecido “A Função do Orgasmo”,os milicos deram o maior destaque. Mas a um livro deram destaque especial. Vermelho, capa dura e letras douradas, colocado em uma plataforma para ser melhor visto, destacava-se o incrível livro “General Physics” da Academia Russa de Ciências. Realmente impressionante.
O que o governo paulista ainda não entendeu é que a forma de resolver essa muvuca entre PM X USP é bem simples.Basta criar condições para que os PM´s cheguem na USP,pela porta da frente, com caneta e caderno na mão e saiam com um belo diploma de lá.
O cara passa anos estudando até chegar a ser professor, para hoje falar besteiras como essa.
“A presença constante de qualquer agente com potencialidade repressiva, e que possa ser acionado por um poder central, certamente é elemento inibidor da gestação de ideias e, por consequência, da força motriz da universidade e de sua relevância para a sociedade”. —- O problema é que “gestação de idéias” não tem NADA que ver com consumo de cannabis sativa e substâncias similares. Uma coisa é o livre pensar. Outra coisa é viver em clima de Woodstock permanente. A última NÃO É condição necessária do primeiro.
Bons tempos eram em que os estudantes iam às ruas lutando pela liberdade.
Hoje eles invadem universidades porque outros foram presos por uso de drogas.
Como diz PHA: Viva o Brasil!
Como de sempre a grande mídia conseguiu o seu intento de desvirtuar o assunto e dominar o imaginário do telespectador, fazendo com que tudo girasse em torno desse entidade que só de falar o nome gera polemicas: a senhora Macoonhaaah!!!. Quase nada fala-se da máfia respaldada pelo governo estadual de plantão que se perpetua há 16 anos, máfia esta que por meio da reitoria está apropriando-se da maior universidade pública do pais.
O caso da USP espanta pela inabilidade da reitoria e, por que não dizer, do governo do estado de São Paulo, para resolver um assunto como invasão de reitoria. Essa gente não sabe conversar, negociar? Então como conseguiram dar aulas? Supõe-se que o reitor e as demais autoridades acadêmicas sejam ou tenham sido professores.Precisavam deixar a coisa chegar onde chegou? E a oportunidade para ensinar sobre a vida, a oportunidade pedagógica? Perdeu-se. Eu falo por experiência própria, já fui diretora de faculdade, ocasião em que enfrentei muita reivindicação de estudantes, de colegas…sei que, às vezes, não é fácil, mas um educador não pode desistir da sua tarefa principal! Professor tem que usar o discurso e usar muito bem, já que é pago para isso.
A professora deve ter enfrentado muitos maconheiros quando estava na ativa. Certamente.
Mesmo na época da ditadura do pessoal do dem que agora anda de braços e idéias dadas com o pessoal do psdb, igreja católica, pigs o exército relutava em invadir universidades e existia um certo respeito pela área sobre responsabilidade da própria universidade, mas que na época tinha gente competente no comando, diferentemente dos paus mandados de hoje.
Hoje o que se viu foi a barbárie sob comando de um picolé.
Será que o crime do lado de fora da universidade é menor do que dentro da universidade? É claro que não. Daí, o único motivo da invasão é a demonstração de força.
quanta groselha, jotage.Crime é crime, não importa o lugar.
Mas que comentário absurdo o seu.Imagina só um alguém liga para a polícia pedindo socorro e o policial fala: Não, sinto muito senhor, mas há outros crimes mais graves ocorrendo em outros lugares…
Pensa antes de falar besteira
Gostaria (não se se já fez) de ver uma reação do Sr. FHC. Ele não é a favor da liberação da erva?
Vejam o facebook de Rodrigo Pudin Barreto e vejam como os alunos da USP estão satisfeitos com o Reitor Rodas nomeado por Serra!
A polícia militar não deveria existir. Nos países de 1.o mundo elas não existem. Eles são mal pagos, mal treinados e diariamente vem-se os mesmos (PM) envolvidos em crimes, como: assaltos, sequestros, agressões, corrupção e até assassinatos. Não vou dizer que todos, mas a grande maioria deles não está preparado para tratar com o cidadão decente. Não quero com isso aceitar que uma universidade possa virar foco de puxadores de fuminho.
Esta demonstração de truculência é incentivada pelos comandantes das corporações e dos governos reacionários de direita.
o psdb esta finalizando uma pesquisa sobre o que acham as pessoas sobre a PM nas USP!
Ai teremos uma posição oficial dopartido!
Pois alguns acham aquilo que ministro disse foi sensato, outros eleitoreiro.
Pois entende o partido que se optar pela opção sensato estarão dando valor político ao ministro e se optar por eleitoreiro, será visto como reação politica, um debate eleitoral antecipado, coisa que será NEGATIVA diante dos eleitores pois se trata de um caso de saúde pública e de polícia!
Pauta-se na Opinião Pública? Deve ser falta ou medo de opinar… PSDB é carrinho, opa, carinho.
A polícia não invadiu a reitoria. E não foi a pedido do reitor. Foi a justiça que determinou a reintregação de posse. E a PM foi lá cumprir. Quem primeiro invadiu alguma coisa foram os “estudantes”. A saída deles foi solicitada e o prazo para isso foi adiado várias vezes. Não adiantou. Se a PM não tivesse cumprido a ordem judicial, eles estariam lá até hoje. Alias, determinação judicial é para ser cumprida. Assim como resultado de votação, mesmo que seja contrário aos seus interesses. Mas esses “estudantes” não pensam assim…
Belo texto!!! É exatamente o que eu penso!!!
Entendo que a situação na USP está sendo mau conduzida, e muito!!! Vejo uma ditadura imposta de forma velada com a participação da grande mídia. Isso, não é novidade para a direita…e nem para nós.
O tio Luiz Carlos Prates e suas críticas ao “bobinho de uma figa e esquerdista maconheiro”.
Sinceramente, assistir tv é um atraso de vida.
Comentário de Luiz Carlos Prates (08/11/2011) – Invasão da reitoria da USP (video)
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=soA8lioXSCU
Temos um problema grave nas mãos.
Policia em campus universitáio não nos remete a boas lembranças, porém, crimes até mesmo assasinatos dentro de campus não podem continuar ocorrendo, o que fazer?
Não tenho uma resposta pronta, mas devemos acionar as cabeças pensantes para tal dilema.
O que posso dizer é: Policia dentro de campus não é de bom tom, isso pode nos causar problemas terriveis no futuro, incluindo a pasmaceira no pensamento politico e critico dos futuros Doutores, se isso já não está occorendo hoje?
O GOVERNADOR do Estado de São Paulo, é fruto e obra da DITADURA militar de 1964. Não é possível esperar algo diferente do que está acontecendo na USP, por parte desse governador!!!
Pooxa, que peninha dos estudantes da USP! Tanta gente querendo estudar lá, e esses pseudo-revolucionários de redes sociais depredando tudo porque não tem outro lugar pra fumar maconha…
Policia no campus pra inibir traficantes? Brincadeira?
Isso depöe contra a grande maioria que está lá só pra estudar.
A USP tem como manter a segurança dentro do campus. É só uma questão de logistica. Concordo com os Autores do artigo.
O exílio do fred henrique flintstones salieri, o moiteiro, e do zé contra-rampa, o mitômano, só pode ter sido pantomima circense, uma vez que entre eles e os trevosos não se ver grande diferença. Pode ser também, que tenham sido escalados para monitorar os demais ou então como estágio final para a cia. E para variar o mitômano foi reprovado. Ou sujeitim rim de silviço.
Ele, o governo da tucanalha, quer calar a boca dos estudantes com a presença ostensiva da PM.Daqui há pouco os gorilas podem começar a proibir os estudantes de se reunir fora das salas e de sentar nos gramados.Fumar, eles já estão broibidos.E assim vai.Foi muito mais fácil para a direção da USP chamar os brucutus do que investir em seu próprio corpo de segurança.Quem quer policial que pensa?E o Picolé de chuchu ousa falar em Democracia .É um espanto!
Prof.Arante esta é a primeira vez na história de uma Universidade que a policia invade a pedido do Reitor, esta é uma vergonha para o Brasil tão versado na defesa dos direitos Humanos, suas observações são corretas e os comentários que fizeram demonstram desinformação do papel da Universidade em qualquer sociedade, além de absoluto preconceito com os alunos da USP.Parece que a Era do Òdio se instalou definitivamente entre nós,precisamos do bom combate para negá-la veementemente.
Não, a polícia não invadiu a pedido do reitor.Não seja leviana.
A polícia cumpriu um mandado de reintegração de posse.
Porque a faculdade seria alvo de uma intervenção constante da PM? Você que anda na rua acharia correto um PM lhe interrogar e revistar sem nenhum motivo, apenas por sua aparência? Pois é o que está acontecendo lá. Instaurou-se um regime de exceção permanente, por conta de um crime que ocorreu em local de dezenas de milhares de pessoas, como pode acontecer em qualquer lugar. Pois então o mesmo regime deveria se aplicar ao Morumbi, alvo de ataque constante de marginais. Deve-se investigar e buscar um policiamento específico e com treinamento, mas nunca arbitrário. Parabéns pela publicação do artigo.
Querido Wagner, esta revolta toda na USP não esta acontecendo por que a policia prendeu pessoas envolvidas com drogas, pois o que os alunos, professores e funcionários da USP estão reinvidicando é uma segurança real, que é de inteira responsabilidade da USP e não do estado. Tente ignorar o show televisivo (que adora um grupo de terroristas pra mostrar que a polícia esta descendo o cacete nos baderneiros … http://3cachoeiras.blogspot.com/2011/11/morre-um-cinegrafista-ou-morreu-tv.html ) e perceba que este debate não tem nada a ver com maconha (sou totalmente contrário ao uso, mas como o disse Matarazzo sobre a cracolandia: é questão de saúde pública)
Muito obrigado pelo questionamento. ^^
“Até onde eu sei quem gosta de drogado é o Fernando Henrique Cardoso, e não a gente que frequenta o conversa afiada.”
Agente que frequenta o Conversa Afiada buscamos fatos reais e pessoas racionais para comentar as notíceas, e não estamos contra um grupo. Se fechar, em qualquer lado que seja, nunca é a solução.
Obrigado ao Conversa Afiada pelo espaço. =D
Não gostei do seu tom de desaprovação com as drogas!
“a gente” é muita gente e as drogas legais estão aí, e as ilegais tbém(crime politíco), sou a favor da liberdade individual e cada ser faz oque quizer da sua vida, desde de que não prejudique ninguem, como disse o marcelo d2
“não presisa ter medo dos meus olhos vermelhos, eu não vou te fazer nada.”
fala-se tanto em liberdade de expressão (de fumar maconha na verdade), esquecem que quem alimenta o tráfico nas comnidades em retorno da USP (universidade pública) são esses filhinhos de papai q estudaram em escola particular… só há o tráfico pq tem o usuário… é fácil colocar os traficantes presos na TV, mas colocar o usuário que compra a droga não pode… e polícia na rua é prevenção… concordo que ela é opressora… mas não é melhorar a estrutura policial, com treinamentos especificos, psicologs e etc..?? esses caras só querem policia para preto p… e pobre
Acho que quem usa droga está no mesmo nível do traficante. Um não existiria sem o outro.
Acho que a policia deve atuar contra as drogas em qualquer lugar, principalmente dentro de um campus universitário. Lugar que deve ser usado para ensinamentos, principalmente os de conduta.
acho que seu cerebro está no mesmo nível do seu intestino, libera tudo e a polícia fica sem serviço.
Toda a polêmica sobre esse caso é porque um grupelho de filhos da “zelite” quer ter a liberdade de consumir e, quem sabe, vender drogas dentro de uma univeridade pública. É preciso, sim, a presença da polícia. Esses supostos professores deveriam se dedicar ao ensino e à pesquisa e não à defesa da criminalidade. Contra os moradores das favelas, pobres e pretos, envolvidos com as drogas vale todo o aparato policial. Contra os filhos de papai, “geradores de idéias”, não vale? Cadeia para esses vagabundos. E todo o rigor da lei. Ou mande-os embrulhados para presente ao falecido FHC.
Se a PM consegue reprimir o consumo de drogas na USP manda eles para a Cracolândia também.
Porrada nunca resolveu nada, só esconde.
Criando a polícia da polícia nasce então a PMUSP, só paz e amor biiiiiiiiiiixo e isso aí doido muito doido…
Que doidera oia o fumace da Marginal Pinheiros…
A maioria dos comentários que li aqui revela uma capacidade de reflexão e dicernimento altamente comprometida. O autoritarismo e a cegueira da direita está explícita nos textos de quem reduz o problema da USP ao “uso da maconha por meia dúzia de mimados”. O problema é bem maior que esse,meus amigos. Não simplifiquem as coisas a uma luta do Bem X Mal. A coisa é um pouquinho mais complexa do que isso. Mas para cérebros cançados e espíritos ditatoriais, é sempre mais fácil pintar tudo de preto e branco, não é mesmo!?
“O BRASIL PARA TODOS não passa na glOBo – O que passa na glOBo é um braZil para TOLOS”
Oi, Yacov,
Eu ia ler o seu texto mas fiquei cançado…
eu também fiquei muito cansado depois de ler o “cançado”
no meu bairro não tem policiamento ostensivo, nem quando se necessita marcam presença, … meus filhos em zona de guerra? é ruim hein, creio que no caso da USP o termo melhor seria segurança ostensiva, melhor iluminação, sim os seguranças desarmados, quanto mais visibilidade com certeza o exemplo de assalto/assassinato acima não ocorreria. e o problema das drogas se for pela USP, levante a mão quem fez faculdade, em qualquer lugar, que não existia maconha e outros…
No Chão!!! No Chão com a Mão na Cabeça – Parte II – A Opinião
http://casatolerancia.blogspot.com/2011/11/no-chao-no-chao-com-mao-na-cabeca-parte.html
É inacreditável o ponto de irracionalidade que a política brasileira está atingindo .
A frase-título do texto foi retirada de um vídeo da retomada do prédio da reitoria da USP pela PM. Foi direcionada a um estudante de uma das maiores e melhores universidades do Brasil.
Um problema real que deveria unir uma comunidade de elite para uma solução civilizada culmina em uma incursão de 400 militares armados a uma universidade para prender 70 estudantes.
Continua… >>
Nem o Céu, nem a Terra. Gostei desta análise:
http://www.cartacapital.com.br/sociedade/ocupacao-patetica-reacao-tenebrosa/
crítica velada às ocupações de morros pelas UPP’s??
“Quem sabe algumas das soluções pudessem ser revertidas para a sociedade que, como um todo, vive também assolada pela crescente militarização, sem que isso represente um efetivo aumento da sensação de segurança.”
Há que se pensar, porém, não vejo desta forma, não me consta que a USP ou qualquer outra universidade brasileira esteja dominada pelo crime organizado ou que já haja nestes espaços um poder paralelo ao constituído pelo estado, muito menos que alunos e demais conviventes da USP estão sob leis específicas do comando tráfico, portanto, acho que tem uma grande diferença, a ocupação dos “morros” pelas UPPs tem o sentido de devolver aos moradores o território ocupado por bandidos, a da PM na USP inversamente tem o sentido de tirar o território dos seus “moradores” para entregá-lo ao estado.
Não tem Crítica velada nenhuma aqui, filha:
1 – Morro não é Universidade;
2 – O Morro sofria pela ausência do Estado, a Universidade sofre pelo Excesso do Estado;
3 – As UPP’s foram a solução encontrada para dar alguma segurança aos moradores contra o tráfico, que precisava ser reprimido.
Mesmo assim o tráfico não acabou no morro, e nunca vai acabar, pois sempre haverá consumidores, como a corrupção nunca vai acabar, pois sempre haverá “gersons”. A UPP impede que o tráfico tome conta do pedaço. Não tem nada a ver com o problema da Universidade, que é o espaço natural da liberdade de expressão e pensamento, uma espécie de laboratório para os jovens que nada tem a ver com a repressão e a truculência da PM. Uma Guarda Universitária treinada e equipada é a solução para a USP, PM jamais!!
“O BRASIL PARA TODOS não passa na glOBo – O que passa na glOBo é um braZil para TOLOS”
PHA, gosto muito do conversa afiada, mas lamento escrever, que neste caso você está defendendo o lado errado.
Bandidos andaram matando pessoas na USP, a policia precisa entrar no caso sim. Para garantir a segurança.
Afinal de contas, esta revolta toda na USP, esta acontecendo por que a policia prendeu pessoas envolvidas com DROGAS. Envolvimento com trafico de drogas (se estava fumando é por que comprou, se comprou é por que se envolveu) é coisa de criminoso. Quem lida com criminoso é a policia.
Até onde eu sei quem gosta de drogado é o Fernando Henrique Cardoso, e não a gente que frequenta o conversa afiada.
O espertalhão, isso não é uma discussão sobre drogas, presta atenção cara!!! Oque se discute é a presença da PM em um campus universitário! Em um lugar onde teoricamente não deveria existir nenhuma força opressora de conhecimentos e debates!
Sei, sei…
O que eu vi foi que a policia oprimiu o baseado de três drogados.
Ainda não tenho notícias da PM rasgando artigos científicos. Ou destruindo pesquisas.
Amigo, quer dizer que os assassinos são alunos da USP?
Se não, porque os alunos são achincalhados com revistas constantes até na saída da biblioteca.
LEGALIZE, LEGALIZE, LEGALIZE JÀ!!!
“O BRASIL PARA TODOS não passa na glOBo – O que passa na glOBo é um braZil para TOLOS”
Concordo com o Wagner, é engraçado porque qdo acontece o pior ( assaltos, assasinatos, etc), a primeira coisa que se ouve é: “Cadê o poder público? Cadê a Polícia??” A única instituição capaz de garantir a segurança neste caso é mesmo a polícia, ainda que esta não seja perfeita é a que temos e tem mais quem financia o tráfico é tão bandido quanto o traficante, e como o Wagner também citou: quem lida com criminoso é a polícia.
Abraços
cara voçe esta muito mal informado , deixe de acreditar no que a veja , globo e companhia mostramde forma deturpada , aprenda a pensar por voçe mesmo , o que esta por trás de tudo isso , é um reitor que foi indicado pelo serra e esta impondo de forma nada transparente e democrático , formando uma panelinha dentro da usp , inclusive já há indicios de muitos desmandos ,passando por cima de muitas leis , tentando impor uma agenda que acaba com a educação no nosso país , o modo de agir deste reitor é o mesmo que quadrilhas , milicias usam para dominar . cara acorda deixa de ser ingênuo , ou agir de má fé.
Wagner,
Meu filho esteve fazendo mestrado na Unicamp recentemente e pedi sua opinião quanto aos fatos ocorridos na USP. Segundo ele é necessário sim a presença da PM para garantir a segurança daqueles que realmente querem estudar, haja visto já ter acontecido assassinatos de estudantes nos campus.
a questão não é a droga,mas a PM que está ali para prevenir roubos e homicidios,o que não está acontecendo,por que só acontece se sair na falha ou na globo.A USP é cercada por muro alto,tem a acadepol,o 16º,o 51dp nas saidas e há falta de segurança ou é a privataria correndo solta?Há falta de vigilância motorizada visivel perene pois há operação desmanche na guarda universitária,então são poucos para fazer o serviço.Há cameras provavelmente de baixa resolução em “pontos estratégicos”,mas não onde os criminosos tem probabilidade maior de ataque.Então a PM está lá para ser coxinha de algum alto dignitário.
Paulo henrique,desculpa mas não concordo,acho que o que eles fizeram foi um ato de vandalismo e desrespeito,querem protestar,tem todo o direito,vão as ruas,protestem nas redes sociais,agora causar danos ao patrimonio publico,isso não.E pela primeira vez,a revistinha veja publicou algo que preste e que eu concordasse,não sei como conseguiu passar isso pelo editorial.Para que vcs não precisem entrar no site da veja,encontrei a materia em um blog.
http://avaranda.blogspot.com/2011/11/rebeliao-dos-mimados-revista-veja.html
Cara, acho que na verdade o seu gosto é bem tendencioso hein, já que vc anda lendo a veja, pq não fica por lá? Gente do seu tipo, a esquerda brasileira já ta cheia. CARA vc ta pedindo que parem de protestar ativamente nas RUAS! e vá protestar em redes socias!!!! P*&¨$$ , se liga cara, o mundo não gira só no facebook e no site da veja não cara! Acorda pra vida!!! Levanta dessa cadeira, vai ler , se informar, da uma passada no campus, nas manifestaões, se informe!! por favor!
Pergunta: se no momento em que o estudante Felipe de Ramos Paiva estava sendo assaltado e em seguida assassinado, a guarda universitária tivesse aparecido, eles iriam disparar o que contra os criminosos armados? Cusparadas? Palavrões?
Como o próprio autor reconhece, a PM pode ser chamada independentemente de existência de convênio, inclusive para reprimir manifestações, caso o reitor e o governador decidam assim.
Entretanto, a presença ostensiva da polícia tende a inibir a criminalidade, e é óbvio que o tempo de resposta é muito menor se eles já estiverem próximos ao local em vez de virem de fora da universidade.
Se querem reinvidicar melhorias na iluminação do campus, concordo plenamente, mas isso não substitui a necessidade da presença policial. É muito mais uma medida complementar.
A direita que faz oposição ao atual governo, representada pelo PSDB e partidos menores que se associam a ele, é muito pobre de idéias e, por conta disso, ela se opõe ao Brasil, ao desenvolvimento da civilidade.
Sinceramente, meia dúzia de filhinhos de papai da USP não querem ser perturbados na hora de fumar seu baseado e estão criando essa celeuma toda. Polícia sim, a lei não vale para a favela ?
Amigo, da uma olhada na foto da ‘minoria’ que a mídia está divulgando:
http://a6.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/297755_223539684380641_155903344477609_537232_1763660071_n.jpg
devolve o rodas para o çerra!