Saiu na Folha (*):
Total de calouros de engenharia no Brasil cresce 83% em 2010
FÁBIO TAKAHASHI
DE SÃO PAULO
O número de novos alunos de engenharia quase dobrou no ano passado no país, mas as faculdades ainda não conseguem atender à demanda do mercado aquecido com o crescimento econômico.
As conclusões estão no levantamento do Observatório de Educação em Engenharia, grupo de pesquisa ligado à Universidade Federal de Juiz de Fora (MG). A base é o Censo da Educação Superior do Ministério da Educação, divulgado nesta semana.
A pesquisa aponta que o número de ingressantes nos cursos de engenharia cresceu 83% em 2010 em relação a 2009.
Considerando todas as carreiras presenciais no ensino superior, a elevação foi de 5%, segundo tabulação da Folha. Medicina e administração subiram 1%, e direito, 7%.
O aumento de calouros em engenharia ocorreu basicamente via vagas ociosas e foi puxado pelas áreas de produção e construção civil.
Segundo o pesquisador Vanderli Fava de Oliveira, um dos responsáveis pelo estudo, o aumento é devido às constantes notícias de carência de engenheiros no país.
…
O secretário de Ensino Superior do MEC, Luiz Cláudio Costa, disse que o crescimento na área decorre, em parte, da expansão de vagas públicas feita pelo governo. “Mas precisamos crescer mais.”
O representante do governo Dilma afirmou que o ministério finaliza estudo para identificar as regiões e as áreas da engenharia prioritárias, considerando os investimentos e as demandas previstas para os próximos anos.

No ponto mais alto da crise de 2008, Paul Volcker, que presidiu o Banco Central americano, dava uma entrevista à CNN.
O entrevistador neolibelês (**) perguntou se ele não estava preocupado com o déficit.
Ele respondeu, secamente, como é de seu costume.
Não. Estou preocupado com o metrô de Nova York.
Como ?, perguntou o neolibelês, assustado.
Volcker, pacientemente, explicou.
Recentemente, o metrô de Nova York abriu uma concorrência para comprar vagões.
E não se apresentou à concorrência nenhuma empresa de engenharia americana.
Sim, e daí ?, senhor Volcker ?, apressou-se o neolibelês, aflito com o deficit.
É porque os Estados Unidos não têm mais engenheiros para produzir coisas, respondeu Volcker, com pausas.
Todos os engenheiros foram trabalhar em Wall Street e a única coisa que conseguiram produzir, de novo e útil, foi o caixa automático.
Mas, senhor Volcker, o que isso tem a ver com o déficit ? – o neolibelês estava angustiadíssimo com o déficit.
Muito, meu filho. Sem engenheiros, os Estados Unidos não resolvem problema nenhum.
Nem o do déficit.
(A reprodução não é literal, como percebeu o amigo navegante.)
Paulo Henrique Amorim
(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.
(**) “Neolibelê” é uma singela homenagem deste ansioso blogueiro aos neoliberais brasileiros. Ao mesmo tempo, um reconhecimento sincero ao papel que a “Libelu” trotskista desempenhou na formação de quadros conservadores (e golpistas) de inigualável tenacidade. A Urubóloga Miriam Leitão é o maior expoente brasileiro da Teologia Neolibelê.



Ótima notícia! Agora vamos ver quantos conseguem sair. A porcentagem dos que conseguem concluir as vezes é muito pequena. Espero que isso mude logo.
O Brasil precisa fazer uma REVOLUCAO DO CONHECIMENTO.
O que e isto ?
Opa eu entrei em 2010 tb. 3º período agora. Engenharia de Petróleo e Gás.
e Digo uma coisa: quer mole? vai fazer moda.
Formar somente é pouco. Os cursos precisam focar pesquisa e desenvolvimento. Tecnologia é tudo e segurança estratégica.
Lembro-me de como era difícil achar até estágio na área.
O turno da tarde sumiu e a evasão era enorme,ao ponto de encerrarem a cadeira de fibras ópticas por falta de retorno financeiro. Havia uma crise permanente e o dono era miserável além de não enxergar um futuro.
O Brasil não teve somente uma década perdida,mas a esperança e muita massa pensante que largou o país ou virou burocrata concursado de nível superior do judiciário nacional.
Repito: Pesquisa e desenvolvimento,isso,hoje em dia,o BÁSICO.
Assim?
Petrobras monta supercomputador para acelerar pesquisa sísmica
Quem compra produtos piguentos não esta cuidando da própria saúde tampouco da alheia, no sentido da saúde da democracia.
Não adianta insistir PHA, pois o objetivo do fhc, cerra é outro é desempregar, privatizar, e entregar tudo por nada e fazem ótimo!
Tomara Deus que esses calouros que engrossam essa porcentagem não sejam como o falecido Sérgio Naya.
Ainda bem que o Brasil não depende da FFLCH!!!
É importante também que o número dos que saem das graduações seja tão bom quanto dos que entram. É importante também uma operação de verdadeira logística pública do MEC em parceria com as universidades para facilitar a distribuição através de incentivos entre os novos engenheiros (e por que não, de todos os formandos?) para que se desloquem para as áreas geográficas e sociais mais necessitadas de profissionais. Eu creio que hoje o Brasil não cobra uma contrapartida séria dos que usam o sistema público de ensino superior, não qualquer contrapartida, mas algo estratégico, muito bem definido e bom para o país. Um estudante de graduação pública custa muito caro para que a sociedade não sinta o retorno do seu investimento.
Casa grande invadiu o poder online …
http://colunistas.ig.com.br/poderonline/2011/11/10/deputados-batem-boca-no-depoimento-de-lupi-na-camara/
… quase 300 !!! coments HE HE, pra desfrutar momentos de conforto porque o ministro declarou amores a presidente, e ela sorriu pela sinceridade do subordinado.
A elite sorri amarelo.
Manifestação em massa dos eternos perdedores.
Como diria o pinguento da Band: “Isso é uma vergonha”, Estou me estabacando de rir desse circo que é o congresso nacional. Circo mambembe produz humor de melhor qualidade. Estamos muito mal de congressistas humoristas…(ou seria em ordem inversa?).
Henrique, mandou muito bem!!!
Sou engenheiro formado há 30 anos pela UFRJ e hoje comprovo que a formação nas faculdades particulares é mesmo muito ruim. Mesmo assim, acho válida a expansão do número de vagas para engenheiros, porque a maioria dos que se formaram acabam evoluindo tecnicamente, buscando seu espaço. E há espaço para todos, já que não há tantas vagas na NASA. Na minha equipe tenho jovens engenheiros e arquitetos que vieram da classe D e graças ao diploma conquistado ascenderam socialmente e dão uma grande contribuição ao desenvolvimento do país. Posso afirmar que são inteligentes, esforçados, talentosos e competentes, e que tenho orgulho de ter ajudado a se formarem. Esse negócio de criticar a má formação estimula uma discussão sobre a necessidade de se rever o modelo educacional, o que é muito positivo, tem que ser apartada do elitismo que sempre cercou o acesso ao ensino superior no Brasil.
Bastante interessante sua esplanação,necessitamos tambem mais escolas publicas,pois, nossos jovens não
tem condições de estudar nas particularesl.
Este aumente de 83% de jovens querendo cursar engenharia é muito expressivo,gostaria que eles não ficassem só na vontadel.
Mais engenheiro para apertar parafuso.
http://www.outlookindia.com/article.aspx?277221
CONFEA: Na China os engenheiros mandam
http://www.confea.org.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=3156&sid=10
Eugenio è ponto de vista, se na China os engenheiros
mandam é sinal que nos estamos melhor por que aqui nossos engenheiros comandam…
Quanto ao comentario antetiror.Que são mais engenheiros para apertar parafusos.E sinal que evoluimos,ao menos nossos engenheiros conhecem oque é um pafaruso…
Ruim mesmo como falam as mas linguas, dizem que nossos
novos medicos não sabem o que é um diarreia…
Em 1998, quando prestei Vestibular (naquela época, o Enem ainda não era grande coisa) a onda era a engenharia de telecomunicações, por causa da privatização das teles. Achava-se que iria bombar vagas de trabalho nessa área. Mas eu fui para a engenharia mecânica, a mais versátil mas bem menos prestigiada.
No meio do curso, porém, o Sr. Lula da Silva foi eleito. A indústria de petróleo e naval voltaram a contratar com força. Na minha turma, não há desempregados. E creio que para as próximas, não vai faltar emprego.
E as teles, o quanto têm contratado? Onde estarão os graduados de telecom?
Cursei eletrônica nos anos 80. Como já mencionei,estágio , no Rio,era raro e não havia nem remuneração. Era um tal de “piso do salário mínimo” , da época. Muitos que se formavam entravam em mestrados, pois não tinham para onde ir.Assim mesmo,nem com títulos eta fácil. Tive sorte e ajudei colegas desempregados, verificando chances em empreiteiras do ramo da construção naval. Graças à mãozinha dada, seguiram a carreira nas respectivas firmas e indo trabalhar em outras paragens. Não estava mais no ramo da construção naval e assisti diariamente o crime neo-liberal da depredação de nossa indústria naval. Sempre ligarei FHC , PSDB e DEM à imagem de estaleiros fechados e serviços que prosseguiam, abandonados ao tempo, enferrujando …Esses caras são uma praga de cupins,prontos para destruírem tudo por dentro,em nome do acúmulo exagerado de riqueza e atendendo interesses extra-pátrios.
As pessoas SABEM e entendem o recado.
O que o PIG fala, não mostra coisas e tudo mais…
O PIG é doido, age insensatamente…
Defender privilégios de poucos é loucura!
É cegueira diante verdade do “Ser humano”, existente num planeta que flutua no espaço!
Os loucos agiram loucamente!
Sabemos o que o PIG é!
Mas é o próprio PIG que se derrubará!
Basta lembrar das loucuras do jornalismo inglês!
Essa notícia PHA é boa apenas relativamente. É preciso também que se formem mais cientistas sociais, historiadores, geógrafos, filósofos. Afinal são essas ciências que desmascaram as doutrinas liberais e neoliberais. Evidentemente que existem físicos, matemáticos e engenheiros progressistas, mas a imensa maioria rezam na cartilha do conservadorismo. Tomara que a maioria desses novos engenheiros tenham vindo do ENEM ou da política de cotas, aí saberão reconhecer quem de fato contribuiu para que eles chegassem à universidade.
Precisamos de engenheiros para construirmos este país para o futuro. Não precisamos de engenheiros, que pensam que são economistas, e que servem ao mercado financeiro.
Tirando-se a engenharia deles, seja ela de que área for não fica muita coisa não. O déficit maior deles, quase tendendo a zero, é na área humana. Também são péssimos em inumação, embora sejam exímios na fabricação de presuntos para tal fim.
Mais engenheiros, viva!O Nunca Dantes deve ter ficado feliz com essa notícia.Gosto quando o Paulinho fala : “Me apontem um tijolo que o Farol tenha colocado numa obra…Pois é, de obras entende o Lula, um operário a serviço do país.Força Lula!
Com a ascensão e hegemoniai do ideário neoliberal, todos os recursos, esforços e conhecimentos que eram aplicados na produção, foram canalizados para o mercado financeiro. E os cabeçudos ficaram competindo para ver quem ganhava mais com a especulação, sem produzir um pé-de-couve. O resultado aí está: Déficit de profissionais ligados à produção, pobreza, desemprego, recessão e um punhado de operadores imensamenmte ricos. E tem gente que ainda aposta na excrecência neoliberal!? Ou é ingenuo ou é mal intencionado. Não há outra alternativa.
“O BRASIL PARA TODOS não passa na glOBo – O que passa na glOBo é um braZil para TOLOS”
Prezado Paulo. Será que voce não conseguiria recuperar um vídeo, de uma fila para inscrição de um concurso para gari no Rio, no periodo em que o Finado Henrique presidia, e desgovernava o coitado do Brasil, e nessa fila foi entrevistado um jovem desempregado, que declarou ser Arquiteto, mas precisava trabalhar por ser pai de família, e na sua área estava impossível. Eu vi esta matéria, mas falando ninguem acredita!
Sensacional, muito bem lembrado, está aí um video exclarecedor sobre o que foi na era FHCeana em que reinava a falta de esperança de quem embora fosse graduado em qualquer profissão enfrentava uma fila procurando emprego. Eu acho que este vídeo poderá abrir as mentes daqueles que “jazem” na eterna crença aos tucanos, PIG e assemelhados. Parabéns e endosso a sua opinião.
O Brasil precisa de medicos, e muitos medicos, deveria haver faculdades de medicina pra todo lado, pra quem tivesse pendor e nao dim dim…
Quantos talentos perdidos por nao poder pagar uma faculdade de medicina?
ou entao, o negocio é apostar mesmo nos engenheiros para que possam cumprir a demanda da engenharia hospitalar, o futuro é nosso, brasileiros sao muito criativos, basta dar os instrumentos certos, e a gente produz…
Mais engenheiros do que advogados.
O país está melhorando…
Na Chuiça a Tucanalha exerce sua modalidade preferida de democracia batendo e mandando prender Universitários da USP.
Com eles é assim:
É cUSPe no prato que comeram!!
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!
Pelo menos aqui em Brasília todo aluno quer cursar Direito devido às oportunidades nos vários tribunais de primeira, segunda e instância superior, porém tenho dito que o quê faz um país ganhar divisas são descobertas inovadoras nas áreas de tecnologia, e para isso acontecer é preciso ter muitos jovens com formação nas várias áreas de engenharia. Curso de Direito serve muito pra ser chamado de doutor ou de vossa excelência, coisa muito comum aqui na capital.
Eu afirmo com 100% de certeza de que não há mercado para todos os engenheiros. De qualquer forma é uma excelente formação.
Nenhuma graduação ocupa os 100% de seus graduados, até porque muitos deles após se graduarem perdem o interesse pela área, se é que um dia o tiveram, e vão trabalhar em outra área, cansei de ver formandos em medicina (por exemplo) dizerem que só o faziam por imposição de seus pais, mas que depois de formados entregariam o “canudo” a eles e iam cuidar de fazendas ou outros empreendimentos da família, já que não tinham nenhuma vocação para a área, é só fazer uma pesquisa para ver quantos atores da televisão brasileira são formados em áreas que nada tem a ver com arte.
progresso é movimento…
cadê as nossas ferrovias…
a única que conheço, de vitória-minas, é sitiada pela vale do rio doce…
revolución!
Tempo houve em que ia-se aos cursos de engenharia pensando em fazer depois pós-graduação de economia e passar a garimpar no financeiro e nos cargos de mando do mundo neolibelê. Engenheiros havia que não sabiam a definição técnica de uma simples alvenaria. Foram os terríveis tempos de predominância tucana onde, pressionado pelo próprio governo, ninguém queria ser “neobobo” nem “romântico idealialista”. Hoje tudo mudou. Correm-se aos cursos de engenharia pensando de fato em exercer o nobre trabalho do engenheiro, para fazer carreira dentro da profissão, construindo com sua inteligência e seu suor o desenvolvimento do país.
Viva o Brasil de Lula – Dilma!!
Aqui no Brasil oque mais existem são, farmácia, posto de gasolina e faculdades vendendo diplomas.Deveríamos ficar atentos para o nível de ensino delas.O aumento de calouro nao quer dizer muita coisa.deveríamos sim ficar preocupados com a qualidade de ensino dessas ditas faculdades.
Viva lula! viva dilma!
Tem que ver a qualidade dos formandos, em recente teste com médicos recém formados, 43% levou bomba.
A educação de “faz de conta” chegou as universidades, salve-se quem puder.
PresidentA, tem que investir em ensino fundamental, pega um pouco do que se paga em juros e investe no ensino fundamental, aula o dia todo, remuneração do professor. Olha-lá, não vá privatizar o ensino no país, contratando vagas nas escola particulares com fez no ensino universitário.
A indústria americana mudou-se pra China. Lá o “custo da mão-de-obra” semi-escrava influenciou o neo-libelê globalizante a produzir mais barato. Agora os “blue collors” americanos não tem emprego, e em decorrência disso, o “white collors”. . Wall Street era mais “atraente”, dava mais dinheiro no cassino da “produção” virtual, a multiplicação do dinheiro sem produção. Enquanto houver canais “importantes” como os Bloombergs da vida, os EEUU marcharão para o caos.
k k k k k k impagável o diálogo afiado.